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Autores portugueses impressos no estrangeiro no século XVI

<p>Fazemos uma viagem ao s&eacute;culo XVI com Jo&atilde;o Alves Dias e Jo&atilde;o Costa para acompanhar as suas descobertas sobre os autores portugueses ent&atilde;o editados fora de Portugal, em portugu&ecirc;s e outras l&iacute;nguas, em particular na Rep&uacute;blica de Veneza, Lyon, Salamanca, Antu&eacute;rpia e Col&oacute;nia. Ser&atilde;o cerca de quatro mil livros, al&eacute;m de outros tipos de textos. Trata-se de obras de medicina, catecismo e serm&otilde;es, literatura, filosofia, direito, matem&aacute;tica, gram&aacute;tica e hist&oacute;rias de Portugal, entre outros. Filipe Dias, Fern&atilde;o Mendes Pinto e Aquiles Est&aacute;cio s&atilde;o exemplos entre os muitos autores impressos no estrangeiro.</p> <p><br>Jo&atilde;o Alves Dias &eacute; investigador integrado do CHAM e Professor Auxiliar com agrega&ccedil;&atilde;o na NOVA FCSH. Director da revista Fragmenta Historica, os seus interesses de investiga&ccedil;&atilde;o centram-se na hist&oacute;ria do livro impresso, hist&oacute;ria de Portugal Moderno, a Paleografia e Diplom&aacute;tica. Jo&atilde;o Costa &eacute; doutorado em Hist&oacute;ria Medieval e investigador integrado do CHAM. &Eacute; investigador contratado dos National Library and Archives de Abu Dhabi.</p> <p>&nbsp;</p> <p>A entrevista &eacute; conduzida por Jos&eacute; Alberto Catal&atilde;o.</p>

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Stewardship
8
Harmonization
4
Access
16
Reuse readiness
8
Engagement
0