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Relações centenares entre filipinos e portugueses, Fernão de Magalhães, Lapu Lapu e sardinhas em conserva

<p>Por que s&atilde;o as Filipinas um pa&iacute;s desconhecido para os portugueses hoje em dia? Este foi o ponto de partida da entrevista a Paulo Jorge de Sousa Pinto, investigador integrado do CHAM-Centro de Humanidades, numa conversa sobre as rela&ccedil;&otilde;es hist&oacute;ricas entre as Filipinas e Portugal. Paulo Pinto fala sobre a imagem rec&iacute;proca destes dois pa&iacute;ses, as figuras de Fern&atilde;o de Magalh&atilde;es e Lapu Lapu, o confronto entre a mem&oacute;ria imagin&aacute;ria e a mem&oacute;ria real, as comemora&ccedil;&otilde;es da viagem de Magalh&atilde;es e El Cano, o papel dos historiadores no estreitamento das rela&ccedil;&otilde;es entre portugueses e filipinos, os projectos acad&eacute;micos em curso&hellip; e as sardinhas Mabuti, produzidas em Matosinhos e as favoritas dos filipinos.</p> <p>Paulo Jorge de Sousa Pinto &eacute; coordenador do projecto &laquo;Portugal &ndash; The Philippines: Connected Histories&raquo;. &Eacute; doutorado em Ci&ecirc;ncias Hist&oacute;ricas (Uni. Cat&oacute;lica Portuguesa) com a tese intitulada &laquo;No Extremo da Redonda Esfera: Rela&ccedil;&otilde;es Luso-Castelhanas na &Aacute;sia, 1565-1640. Um Ensaio sobre os Imp&eacute;rios Ib&eacute;ricos&raquo;. Entre 2012 e 2017 foi bolseiro de p&oacute;s-doutoramento pela FCT com o projecto &laquo;Conflito e Colabora&ccedil;&atilde;o - Presen&ccedil;as e Representa&ccedil;&otilde;es dos Chineses Ultramarinos nas Sociedades Iberoasi&aacute;ticas (s&eacute;culos XVI-XIX)&raquo;. As suas &aacute;reas de estudo e investiga&ccedil;&atilde;o s&atilde;o a &Aacute;sia do Sueste, a presen&ccedil;a europeia na &Aacute;sia (s&eacute;culos XVI-XVIII) e os imp&eacute;rios ultramarinos ib&eacute;ricos. No pr&oacute;ximo epis&oacute;dio, Teresa Nobre de Carvalho fala sobre o novo saber bot&acirc;nico a partir do s&eacute;culo XVI, as diferentes formas de estudar as plantas na &Aacute;sia, Am&eacute;rica e Europa e a circula&ccedil;&atilde;o do anan&aacute;s em v&aacute;rios continentes.</p>

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Stewardship
4
Harmonization
4
Access
16
Reuse readiness
8
Engagement
0