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Figs. 37-43 in O gênero Pinnularia Ehrenberg (Bacillariophyceae) em um lago de inundação do rio Tapajós (Lago Verde, Santarém, Pará, Brasil)
Figs. 37-43. Imagens em MO. 37. Pinnularia perinstabilis; 38, 39. P. pogoii; 40. P.polyonca; 41. P. procera; 42. P. rostratissima var. ventricosa; 43. P.sterrenburgii. Barra = 10 μm.
Figs. 76-85 in O gênero Pinnularia Ehrenberg (Bacillariophyceae) em um lago de inundação do rio Tapajós (Lago Verde, Santarém, Pará, Brasil)
Figs. 76-85. Imagens em MEV. 76, 77. Pinnularia meridiana var. concava. 76. vista geral interna da valva; 77. vista interna da extremidade distal da rafe; 78 - 80. P. monicae. 78. vista interna da extremidade distal da rafe; 79. vista interna da rafe na área central; 80. vista geral interna da valva; 81, 82. P. rostratissima var. ventricosa. 81. vista geral interna da valva; 82. vista interna da extremidade distal da rafe; 83 - 85. P. superpaulensis. 83. vista externa da extremidade distal da rafe; 84. vista externa das extremidades proximais da rafe na área central; 85. vista geral externa da valva. Barras: Figs. 76, 80, 81, 85 = 10μm; Figs. 77, 82, 83, 84 = 2μm; Figs. 78, 79 = 5μm.
Figs. 52-56 in O gênero Pinnularia Ehrenberg (Bacillariophyceae) em um lago de inundação do rio Tapajós (Lago Verde, Santarém, Pará, Brasil)
Figs. 52-56. Imagens em MO. 52, 53. P. tupensis; 54. P. viridiformis; 55, 56. P. viridis. Barra = 10 μm.
Figs. 16-22 in O gênero Pinnularia Ehrenberg (Bacillariophyceae) em um lago de inundação do rio Tapajós (Lago Verde, Santarém, Pará, Brasil)
Figs. 16-22. Imagens em MO. 16, 17. Pinnularia divergens var. mesoleptiformis; 18, 19. P. divergens var. rostrata; 20. P. divergens var. subcuneata; 21. P. diversarea; 22. P. flamma. Barra = 10 μm.
Figs. 31-36 in O gênero Pinnularia Ehrenberg (Bacillariophyceae) em um lago de inundação do rio Tapajós (Lago Verde, Santarém, Pará, Brasil)
Figs. 31-36. Imagens em MO. 31. Pinnularia meridiana var. concava; 32. P. microstauron; 33. P. mollenhaueri; 34. P. monicae; 35. P. parallela var. parallela; 36. P. percuneata var. percuneata. Barra = 10 μm.
Figs. 2E-H in O gênero Macrolobium Schreb. (Leguminosae) no estado do Amapá, Brasil
Figs. 2E-H. Espécies de Macrolobium no Amapá, Brasil. E. M. huberianum, ramo com flores; F. M. multijugum, ramo com frutos; G, H. M. pendulum, ramo com flores e detalhe das estípulas. (E. Pires et al. 792; F. Mori & Cardoso 17390; G, H. Rabelo 973).
Figs. 61-67. 61, 62 in Novos registros de táxons dos gêneros Euastrum Ehrenb. ex Ralfs e Micrasterias C. Agardh ex Ralfs (Zygnematophyceae, Desmidiaceae) para a Bahia e o Brasil
Figs. 61-67. 61, 62. Micrasterias thomasiana var. notata; 63, 64. M. torreyi var. nordstedtiana; 65-67. M. truncata var. truncata f. gibbosa. Barras: Figs. 63-67 = 50 µm; Figs. 61, 62 = 100 µm.
Figs. 10A-E in O gênero Paspalum L. (Poaceae) na Chapada Diamantina, Bahia, Brasil
Figs. 10A-E. Paspalum pumilum; A. Hábito. B. Espigueta vista da gluma superior. C. Espigueta vista do lema inferior. D. Antécio superior visto do lema. E. Antécio superior visto da pálea. F-H: P. repens. F. Ramo da inflorescência com as espiguetas. G. Antécio superior visto do lema. H. Antécio superior visto da pálea. I-L: P. rojasii. I. Espigueta vista da gluma superior. J. Espigueta vista do lema inferior. K. Antécio superior visto do lema. L. Antécio superior visto da pálea. M-Q: P. rupium. M. Base da planta com o rizoma. N. Espigueta vista da gluma superior. O. Espigueta vista do lema inferior. P. Antécio superior visto do lema. Q. Antécio superior visto da pálea. R-U: P. scutatum. R. Espigueta vista da gluma superior. S. espigueta vista do lema inferior. T. Antécio superior visto do lema. U. Antécio superior visto da pálea. Ilustração: K.M. Pimenta.
Figs. 9A-B. P in O gênero Paspalum L. (Poaceae) na Chapada Diamantina, Bahia, Brasil
Figs. 9A-B. P. multicaule: A. Espigueta vista da gluma superior; B. Espigueta vista do lema inferior; C. Antécio superior visto do lema; D. Antécio superior visto da pálea; E-F. Paspalum nutans: E. Hábito; F. Par de espiguetas; G-J. P. oligostachyum: G. Espigueta vista da gluma superior; H. Espigueta vista do lema inferior; I. Antécio superior visto do lema; J. Antécio superior visto da pálea; K-N. P. pilosum: K. Espigueta vista da gluma superior; L. Espigueta vista da gluma inferior; M. Antécio superior visto do lema; N. Antécio superior visto da pálea; O-S. P. plenum: O. Inflorescência; P. Espigueta vista da gluma superior; Q. Espigueta vista do lema inferior; R. Antécio superior visto do lema; S. Antécio superior visto superior da pálea; T. P. polyphyllum, hábito. Ilustração: K.M. Pimenta.
FIGURA 2 in Descrição Do Sincrânio De Cavia Aperea (Rodentia, Caviidae) E Comparação Com As Demais Espécies Do Gênero No Brasil
FIGURA 2: Vista dorsal do crânio de Cavia aperea (AX 8540; comprimento total = 64,0 mm).
FIGURA 9 in Descrição Do Sincrânio De Cavia Aperea (Rodentia, Caviidae) E Comparação Com As Demais Espécies Do Gênero No Brasil
FIGURA 9: Vista oclusal da mandíbula de Cavia aperea (AX 8540; comprimento do dentário = 51,3 mm).
Figs. 122-126. 122, 123 in O gênero Staurastrum Meyen ex Ralfs (Zygnemaphyceae, Desmidiaceae) da Área de Proteção Ambiental (APA) Litoral Norte, Bahia, Brasil
Figs. 122-126. 122, 123. Staurastrum vestitum var. subanatinum; 123. vista apical; 124-126. S. wolleanum var. kissimmense; 126. vista apical. Barras = 10 µm.
Figs. 28-44. 28-31. Staurastrum elongatum var. elongatum f in O gênero Staurastrum Meyen ex Ralfs (Zygnemaphyceae, Desmidiaceae) da Área de Proteção Ambiental (APA) Litoral Norte, Bahia, Brasil
Figs. 28-44. 28-31. Staurastrum elongatum var. elongatum f. pentagona; 30, 31. vista apical; 32. S. excavatum; 33. S. gemelliparum; 34. S. ginzbergerii var. ginzbergerii f. undulatum; 35, 36. S. gladiosum var. gladiosum f. curvispinum; 36. vista apical; 37, 38. S. hystrix var. floridense; 38. vista apical; 39, 40. S. inconspicuum. var. inconspicuum f. inconspicuum; 40. vista apical; 41. S. johnsonii var. johnsonii; 42-44. S. laeve var. laeve; 44. vista apical. Barras: Figs. 28-36, 39-44 = 10 µm; Figs. 37, 38 = 20 µm.
Figs. 45-59. 45 in O gênero Staurastrum Meyen ex Ralfs (Zygnemaphyceae, Desmidiaceae) da Área de Proteção Ambiental (APA) Litoral Norte, Bahia, Brasil
Figs. 45-59. 45. Staurastrum leptocladum var. leptocladum; 46, 47. S. longipes var. evolutum f. gracilius; 47. vista apical; 48-51. S. margaritaceum var. margaritaceum f. margaritaceum; 49, 51. vista apical; 52, 53. S. micron var. micron; 53. vista apical; 54-57. S. minnesotense var. minnesotense; 55. detalhe da bainha de mucilagem; 57. vista apical; 58-60. Staurastrum muticum var. muticum; 60. vista apical. Barras = 10 µm.
Figs. 95-121. 95, 96. Staurastrum striolatum var. striolatum f in O gênero Staurastrum Meyen ex Ralfs (Zygnemaphyceae, Desmidiaceae) da Área de Proteção Ambiental (APA) Litoral Norte, Bahia, Brasil
Figs. 95-121. 95, 96. Staurastrum striolatum var. striolatum f. brasileinse; 96. vista apical. 97, 98. S. submanfeldtii var. convergens; 98. vista apical. 99. S. submeriani; 100-102. S. subpygmaeum var. spiniferum;102. vista apical; 103, 104. S. taperinhae;103. vista apical; 105-107. S. teliferum var. groenbladii; Fig. 107. vista apical; 108, 109. S. teliferum var. pecten; 109. vista apical, 110-112. S. tentaculiferum; 112. vista apical; 113, 114. S. trihedrale var. trihedrale; 114. detalhe das pontações da parece celular; 115. S. tetracerum var. tetracerum f. tetracerum; 116. S. tetracerum var. tetracerum f. trigon; 117-119. S. trifidum var. inflexum; 119. vista apical; 120, 121. S. varians var. varians; 121. detalhe da mucilagem. Barras = 10 µm.
Figs. 61-76. 61. S. muticum var. muticum f in O gênero Staurastrum Meyen ex Ralfs (Zygnemaphyceae, Desmidiaceae) da Área de Proteção Ambiental (APA) Litoral Norte, Bahia, Brasil
Figs. 61-76. 61. S. muticum var. muticum f. minus; 62, 63. S. octoverrucosum; 64-66. S. orbiculare var. denticulatum; 66. vista apical; 67, 68. S. pinnatum var. reductum; 68. vista apical; 69, 70. S. pseudosebaldi var. unguiculatum; 70. vista apical; 71, 72. S. pseudotetracerum; 72. vista apical;73, 74. S. punctulatum var. punctulatum f. minor; 74. vista apical; 75, 76. S. pyramidatum; 76. vista apical. Barras = 10 µm.
Figs. 9-14. 9 in O gênero Micrasterias (Desmidiaceae, Conjugatophyceae) na Ilha de Itaparica, Bahia, Brasil
Figs. 9-14. 9. Micrasterias foliacea var. foliácea. detalhe da célula; 10. M. furcata var. furcata; 11. M. furcata var. dichotoma; 12-14. M. laticeps var. laticeps. 12, 13. variação morfológica; 14. ornamentação da parede celular (MEV). Barras = 30 μm.
Figs. 28-39. Diploneis litoralis var. clathrata. 28-31 in O gênero Diploneis Ehrenberg ex Cleve (Bacillariophyceae) em marismas do sul do Brasil
Figs. 28-39. Diploneis litoralis var. clathrata. 28-31. Vista geral (MO). 32-35. Vista interna (MEV). 32. Vista geral; 33. Extremidades proximais da rafe (seta branca); 34. Detalhe das estrias; 35. Extremidade distal da rafe (cabeça de seta preta); 36-39. Vista externa (MEV); 36, 37. Vista geral, canais longitudinais (cabeça de seta preta); 38. Detalhe dos poros marginais (cabeça de seta preta); 39. Detalhes dos canais longitudinais (cabeça de seta preta) e extremidade distal da rafe (cabeça de seta branca). Barras: Figs. 28-32, 36, 37 = 10 µm; Fig. 38 = 5 µm; Figs. 33-35, 39 = 1 µm.
Figs. 9-17. Diploneis didyma. 9-11 in O gênero Diploneis Ehrenberg ex Cleve (Bacillariophyceae) em marismas do sul do Brasil
Figs. 9-17. Diploneis didyma. 9-11. Vista geral (MO). 12-14. Vista interna (MEV). 12. Ápices assimétricos (setas); 13. Extremidades proximais (seta branca) e distais (seta preta) da rafe. 15-17. Vista externa (MEV). 15. Canais longitudinais (cabeça de seta preta) e estrias (cabeça de seta branca); 16. Extremidade distal da rafe (seta preta); 17. Extremidade proximal da rafe (seta branca). Barras: Figs. 9-12, 14, 15 = 10 µm; Figs. 13, 16, 17 = 5 µm.
Fig. 2 in O gênero Diploneis Ehrenberg ex Cleve (Bacillariophyceae) em marismas do sul do Brasil
Fig. 2. Localização dos pontos de amostragem junto ao estuário da Lagoa dos Patos. SS = Saco do Silveira, IP = Ilha da Pólvora, SJN = São José do Norte (modificado de Costa 1998).
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