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682 results for “Brasil”
Fig. 1 in Répteis do Mato Grosso do Sul, Brasil
Fig. 1. DistribuiÇÃo das amostragens de répteis no estado de Mato Grosso do Sul, Brasil (triÂngulos escuros) e zonas de conhecimento ou amostragens de répteis geradas pela interpolaÇÃo circular neighbourhood no programa Diva-Gis. As cores indicam um gradiente do grau de conhecimento que varia do vermelho (grau máximo) ao azul escuro (mÍnimo). Linha negra: separaÇÃo entre as macrorregiões tratadas neste estudo (a oeste - PlanÍcie de inundaÇÃo; leste - Planalto).
Fig. 3 in Oligochaeta (Annelida) de ambientes aquáticos continentais do Estado do Mato Grosso do Sul (Brasil)
Fig. 3. Riqueza de Oligochaeta encontradas em apenas uma determinada região ou em mais de uma região, estado do Mato Grosso do Sul, Brasil.
Fig. 1 in Checklist dos escorpiões (Arachnida, Scorpiones) do Mato Grosso do Sul, Brasil
Fig. 1. Escorpiões do estado do Mato Grosso do Sul, Brasil. A), Brazilobothriurus pantanalensis; B), Tityus serrulatus, fêmea; C-D), Tityus bahiensis, macho (C) e fêmea (D); E), Tityus paraguayensis, macho; F) Tityus trivittatus, macho. Fotos de M. C. Schneider (A), L. S. Carvalho (B), R. P. Indicatti (C-D), D. Araújo (E), V. F. Mattos (F).
Fig. 1. Mapa dos 47 in Checklist de Simuliidae (Insecta, Diptera) do Estado do Mato Grosso do Sul, Brasil
Fig. 1. Mapa dos 47 pontos de coleta de similídeos (Diptera: Simuliidae) no estado do Mato Grosso do Sul, Brasil.
Fig. 1 in Oligochaeta (Annelida) de ambientes aquáticos continentais do Estado do Mato Grosso do Sul (Brasil)
Fig. 1. Número de espécies encontradas em cada família e subfamília nas três regiões amostradas no Estado do Mato Grosso do Sul, Brasil.
Fig. 4 in Impacto de um desastre natural sobre o habitat e a ocorrência de Lontra longicaudis (Mustelidae, Carnivora) na Serra da Prata, Paraná, Brasil
Fig. 4. Imagem de satélite dos rios estudados entre agosto de 2012 e julho de 2013, Parque Nacional de Saint-Hilaire/Lange, Serra da Prata, ParanÁ, Brasil. A, Rio das Pombas (controle); B, Rio Santa Cruz (afetado). Pontos Pretos indicam o intervalo dos 30 trechos de 100 m ao longo dos rios estudados; CÍrculo Pontilhado, sequÊncia de quedas d'Água no Rio das Pombas e barragem de captaçÃo d'agua no Rio Santa Cruz; Triângulos, localizaçÃo das tocas e Quadrados, localizaçÃo dos vestÍgios (pegadas e fezes) das lontras no Rio Santa Cruz (para evitar a excessiva sobreposiçÃo de pontos na imagem do Rio das Pombas foram indicadas apenas as tocas das lontras).
Fig. 5 in Inventário da fauna de formigas (Hymenoptera, Formicidae) no Mato Grosso do Sul, Brasil
Fig. 5. Pseudomyrmex acanthobius (Emery, 1896) em espinho de Aromita no Chaco de Porto Murtinho, MS. Paulo Robson de Souza.
Fig. 1. Localidades amostradas para a in Inventário de vespas (Hymenoptera, Vespidae) no Mato Grosso do Sul, Brasil
Fig. 1. Localidades amostradas para a fauna de Vespidae no Mato Grosso do Sul, Brasil entre 2006 e 2011.
Fig. 3 in Impacto de um desastre natural sobre o habitat e a ocorrência de Lontra longicaudis (Mustelidae, Carnivora) na Serra da Prata, Paraná, Brasil
Fig. 3. Rio Santa Cruz apÓs os deslizamentos de terra, fotografia capturada pela equipe de campo em outubro de 2012, Parque Nacional de Saint-Hilaire/ Lange, Serra da Prata, ParanÁ, Brasil. CÍrculo: localizaçÃo de uma pessoa para noçÃo de escala ~ 1,80 m.
Figura 3. A in Diversidade e composição da araneofauna do Mato Grosso do Sul, Brasil
Figura 3. A - Riqueza em espÉcies de aranhas em relação ao número de registros por quadrículas de 0,5º no Mato Grosso do Sul, Brasil. O ponto preenchido indica a quadrícula mais amostrada. B - Curva de acumulação de espÉcies de aranhas no Mato Grosso do Sul, em relação ao número de registros. As linhas tracejadas indicam o intervalo de confiança de 95% das curvas mÉdias obtidas em 1000 iterações.
Fig. 2 in Impacto de um desastre natural sobre o habitat e a ocorrência de Lontra longicaudis (Mustelidae, Carnivora) na Serra da Prata, Paraná, Brasil
Fig. 2. Rio Santa Cruz antes dos deslizamentos de terra. Ao fundo vÊ-se a represa de captaçÃo de Água. Fotografia da vistoria realizada pelos analistas ambientais do Parque Nacional de Saint-Hilaire/Lange em abril de 2010, Serra da Prata, ParanÁ, Brasil.
Fig. 1 in Helmintos endoparasitos de vertebrados silvestres em Mato Grosso do Sul, Brasil
Fig. 1. ProporÇÃo relativa de espÉcies dos principais grupos de vertebrados estudados Quanto à fauna de helmintos endoparasitos em Mato Grosso do Sul, Brasil. As barras claras indicam o nÚmero total de espÉcies para cada grupo taxonômico de vertebrados, e as barras cinzas o nÚmero de espÉcies reportadas como hospedeiros. O nÚmero total de espÉcies de peixes (356), anfíbios (97), rÉpteis (188), aves (623), mamíferos nÃo voadores (94) e voadores (74) foram retirados respectivamente de FROELICH et al. (2017), SOUZA et al. (2017), FERREIRA et al. (2017), NUNES et al. (2017) e TOMAS et al. (2017).
Fig. 2 in Checklist dos escorpiões (Arachnida, Scorpiones) do Mato Grosso do Sul, Brasil
Fig. 2. Pontos de ocorrência de espécies de Scorpiones no estado do Mato Grosso do Sul. Cada ponto representa pelo menos uma ocorrência de pelo menos uma espécie de escorpião (GO, Goiás; MG, Minas Gerais; MS, Mato Grosso do Sul; MT, Mato Grosso; PR, Paraná; SP, São Paulo).
Fig. 4. Cylyndromyrmex brasiliensis Emery, 1901 in Inventário da fauna de formigas (Hymenoptera, Formicidae) no Mato Grosso do Sul, Brasil
Fig. 4. Cylyndromyrmex brasiliensis Emery, 1901 predando cupim na mata ciliar do córrego Arco-íris, Reserva Indígena Kadiwéu, MS. Foto: Paulo Robson de Souza.
Fig. 1. A in Impacto de um desastre natural sobre o habitat e a ocorrência de Lontra longicaudis (Mustelidae, Carnivora) na Serra da Prata, Paraná, Brasil
Fig. 1. A: localizaçÃo geogrÁfica do Parque Nacional de Saint-Hilaire/Lange (PNSHL). B: contorno branco, limites do PNSHL; retângulo pontilhado: Área afetada pelos deslizamentos de terra em março de 2011 (projetada na imagem C); triângulos: localizaçÃo das Áreas de estudo (Rio Santa Cruz, Área afetada e Rio das Pombas, Área controle). C: imagem de satélite dos deslizamentos de terra no PNSHL (destaques em tonalidade clara); seta: leito do Rio Santa Cruz.
Fig. 1 in Checklist de Cladocera (Crustacea, Branchiopoda) do Estado de Mato Grosso do Sul, Brasil
Fig. 1. DistribuiÇÃo das áreas de amostragens de Cladocera no estado de Mato Grosso do Sul listadas na Tabela II. (* significa que nestes pontos nÃo foi especificado a localidade e estÃo sem coordenadas geográficas).
Fig. 1 in Inventário da fauna de formigas (Hymenoptera, Formicidae) no Mato Grosso do Sul, Brasil
Fig. 1. Mapa das localidades amostradas no Estado de Mato Grosso do Sul, Brasil. (1- Serra da Bodoquena, 2- Serra do Amolar, 3- Base de estudos do Pantanal, 4- Chaco/Porto Murtinho, 5- Mata do AzulÃo, 6- Complexo AporÉ-Sucuriú, 7- MaciÇo do Urucum).
Fig. 1 in Cnidários do Mato Grosso do Sul, Brasil
Fig. 1. Localização da Lagoa Misteriosa no estado do Mato Grosso do Sul, Brasil (Jd, município de Jardim; CG, município de Campo Grande).
Fig. 1 in Lista das espécies de Hippoboscoidea (Diptera) no estado de Mato Grosso do Sul, Brasil
Fig. 1. Localidades, com coordenadas geogrÁficas, onde foram coletados espÉcimes de Hippoboscoidea no Estado do Mato Grosso do Sul, Brasil: 1, Porto Índio - 17°40'08.70"S, 57°45'21.40"O; 2, Fazenda Recreio - 18°13'00.00"S, 54°40'00.00"O; 3, Fazenda Guanabara - 18°14'06.50"S, 55°45'00.90"O; 4, Coxim - 18°30'13.98"S, 54°44'50.00"O; 5, Fazenda Campo Neta - 18°45'38.80"S, 56°17'48.30"O; 6, Fazenda Nhumirim - 18°59'15.70"S, 56°37'09.30"O; 7, MaciÇo do Urucum - 19°12'16.10"S, 57°30'20.20"O; 8, Fazenda Santa Maria - 19°19'47.48"S, 55°22'50.62"O; 9, Fazenda Santa Terezinha - 19°22'39.70"S, 56°03'21.80"O; 10, Fazenda Olhos d'Água - 19°26'00.52"S, 55°12'08.71"O; 11, Fazenda Santa Emília/IPPAN Uniderp - 19°30'23.24"S, 55°36'46.10"O; 12, Fazenda Rio Negro - 19°34'22.00"S, 56°14'36.00"O; 13, Fazenda SÃo Bento/Base de Estudos do Pantanal UFMS - 19°34'38.90"S, 57°01'09.10"O; 14, Forte Coimbra - 19°54'49.60"S, 57°47'19.40"O; 15, Estância Caiman - 19°57'56.00"S, 56°18'37.00"O; 16, Fazenda Serra Negra I - 20°00'32.76"S, 54°27'44.64"O; 17, Fazenda Guaicurus - 20°04'49.96"S, 56°28'55.05"O; 18, Fazenda Furnas d'Água - 20°09'06.70"S, 55°24'13.03"O; 19, Salobra - 20°11'52.00"S, 56°30'17.00"O; 20, Fazenda SÃo CristÓvÃo/Miranda - 20°20'06.29"S, 56°22'53.90"O; 21, Campo Grande - 20°28'51.43"S, 54°37'04.51"O; 22, Lagoa do Ouro - 20°30'01.48"S, 54°19'48.54"O; 23, Fazenda SÃo Vicente - 20°31'25.37"S, 56°24'56.63"O; 24, Gruta das Fadas/ BodoQuena - 20°34'04.76"S, 56°43'32.02"O; 25, Gruta "Seu" Natal e Complexo de Grutas do CÓrrego Azul - 20°45'46.96"S, 56°45'10.02"O; 26, Fazenda Serrinha – 20°50'00.00"S, 54°49'00.00"O; 27, Fazenda Princesinha – 21°05'00.00"S, 57°29'00.00"O; 28, Fazenda Saltinho – 21°24'00.00"S, 54°25'00.00"O; 29, Fazenda Campo Verde – 21°24'48.00"S, 56°46'32.00"O; 30, Fazenda SismÓrio CorrÊa – 21°28'00.00"S, 55°10'00.00"O; 31, Maracaju - 21°37'07.00"S, 55°10'02.00"O; 32, Fazenda Inho – 21°54'00.00"S, 54°32'00.00"O; 33, Fazenda LagoÃo – 22°01'00.00"S, 54°47'00.00"O; 34, Porto Murtinho - 22°01'31.80"S, 57°54'15.70''O; 35, Fazenda Manjolo – 22°05'00.00"S, 54°35'00.00"O.
Fig. 4 in Diversidade local e influência da sazonalidade sobre taxocenoses de anfíbios e répteis na Reserva Extrativista Chico Mendes, Acre, Brasil
Fig. 4. Curvas de acumulação de espécies observadas e estimadas de répteis na região do Seringal Etelvi, RESEX Chico Mendes, Acre, Brasil (barras verticais: intervalos de confianÇa de 95%).
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