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Figs. 8A-T. A-F in Taxonomia e diversidade do gênero Senna Mill. (Leguminosae, Caesalpinioideae, Cassieae) no estado de Goiás, Brasil
Figs. 8A-T. A-F. Senna pilifera var. pilífera. A. Ramo florido; B. Pétala posterior; C. Pétalas postero-laterais; D. Pétalas antero-laterais; E. Androceu e gineceu; F. Fruto. G-J. S. pilifera var. subglabra. G. Pétala posterior; H. Pétalas postero-laterais; I. Pétalas antero-laterais; J. Androceu e gineceu. K-N. S. pilifera var. tubata. K. Pétala posterior; L. Pétalas postero-laterais; M. Pétalas antero-laterais; N. Androceu e gineceu. O-T. S. reticulata. O. Ramo florido; P. Pétala posterior; Q. Pétalas postero-laterais; R. Pétalas antero-laterais; S. Androceu e gineceu; T. Fruto. (116-121: J. P. Santos et al. 307 – UFG; 122-125: J. A. Rizzo 9945b – UFG; 126-129: J. P. Santos & L. L. C. Antunes 859 – UFG; 130-135: J. P. Santos 900 – UFG).
Figs. 4A-N. A-F. Senna hirsuta var. hirta. A. Ramo frutificado. B-F. S. macranthera var. macranthera.B in Taxonomia e diversidade do gênero Senna Mill. (Leguminosae, Caesalpinioideae, Cassieae) no estado de Goiás, Brasil
Figs. 4A-N. A-F. Senna hirsuta var. hirta. A. Ramo frutificado. B-F. S. macranthera var. macranthera.B. Ramo florido; C. Pétala posterior; D. Pétalas postero-laterais; E. Pétalas antero-laterais; F. Androceu e gineceu. G-J. S. macranthera var. nervosa. G. Folha; H. Nectário foliar; I. Sépala interna; J. Fruto. K-N. S. macranthera var. striata. K. Folha; L. Nectário foliar; M. Sépala interna; N. Fruto (51: J. Neto Neiva 1 - UFG; 52-56: J. P. Santos & M. J. Silva 811 – UFG; 57-60: J. P. Santos & M. M. Dantas 379 – UFG; 61–64: A. A. Santos et al. 6041 – CEN).
Figs. 1A-P. A-E. Senna aculeata. A in Taxonomia e diversidade do gênero Senna Mill. (Leguminosae, Caesalpinioideae, Cassieae) no estado de Goiás, Brasil
Figs. 1A-P. A-E. Senna aculeata. A. Ramo florido; B. Pétala posterior; C. Pétalas postero-laterais; D. Pétalas antero-laterais; E. Androceu e gineceu. F-J. S. alata. F. Ramo florido; G. Pétala posterior; H. Pétalas postero-laterais; I. Pétalas antero-laterais; J. Androceu e gineceu. K-P. S. cana var. cana. K. Ramo florido; L. Estípula; M. Pétala posterior; N. Pétalas postero-laterais; O. Pétalas antero-laterais; P. Androceu e gineceu. (A-E: J. P. Santos & J. Neiva Neto 291 - UFG; F-J: J. P. Santos 17 - UFG; K-1P: H. S. Irwin et al. 14487 - MO).
Figure 2 in Ensamble de mamíferos medianos y grandes del Parque Natural Provincial "Islas y Canales Verdes del Río Uruguay", Entre Ríos, Argentina: diversidad, uso del espacio, patrones temporales, y desafíos para su conservación
Figure 2: Mammal species recorded in the protected area "Islas y Canales Verdes del Río Uruguay", Entre Ríos, Argentina. (A) Hydrochoerus hydrochaeris, (A) Sus scrofa, (C) Axis axis, (D and E) Leopardus geoffroyi, (F) Bos primigenius taurus, (G) Didelphis albiventris, (H and I) Cerdocyon thous, (J) Dasypus novemcinctus and (K) Procyon cancrivorus.
Figura 1 in Ensamble de mamíferos medianos y grandes del Parque Natural Provincial "Islas y Canales Verdes del Río Uruguay", Entre Ríos, Argentina: diversidad, uso del espacio, patrones temporales, y desafíos para su conservación
Figura 1. Caracterización del área de estudio y sistemas de monitoreo. (A) Localización del área protegida "Islas y Canales Verdes del Río Uruguay", Entre Ríos, Argentina. (B) Islas monitoreadas: Dolores, San Genaro y Colón Grande; se señala la localización de las cámaras trampas: los rombos amarillos el monitoreo sistemático (punto 1 al 9) y los puntos rosados representan el monitoreo participativo (puntos 10 al 17).
Figura 4 in Ensamble de mamíferos medianos y grandes del Parque Natural Provincial "Islas y Canales Verdes del Río Uruguay", Entre Ríos, Argentina: diversidad, uso del espacio, patrones temporales, y desafíos para su conservación
Figura 4. Ordenamiento multidimensional no métrico (NMDS) de la abundancia y composición de especies del ensamble de mamíferos medianos y grandes del área protegida "Islas y Canales Verdes del Río Uruguay", Entre Ríos, Argentina. (A) islas monitoreadas (San Genaro, Dolores y Colón); (B) ambientes monitoreados (Bosque de Albardón Costero -BAC-, Bosque de Albardón Interno -BAI- y Matorrales de Esteros -ME-) (C) entre los monitoreos (monitoreo participativo -MP-, monitoreo sistemático -MS-).
FIGURA 12 in Diversidade, biogeografia, caracterização cariotípica e tricológica dos pequenos mamíferos não voadores do Parque Estadual Rio da Onça, Litoral Sul do Paraná
FIGURA 12: Área de vida mínima de um indivíduo de Metachirus nudicaudatus, inferida a partir dos registros realizados ao longo do estudo por meio do método de poligono convexo minímo. Coordenadas em UTM. Fonte: modificado de Google Earth 2014.
FIGURA 4 in Diversidade, biogeografia, caracterização cariotípica e tricológica dos pequenos mamíferos não voadores do Parque Estadual Rio da Onça, Litoral Sul do Paraná
FIGURA 4: Espécies de pequenos mamíferos não voadores registrados no Parque Estadual Rio da Onça, Matinhos, Paraná, Brasil. A = Didelphis aurita; B = Gracilinanus microtarsus; C = Marmosa paraguayana; D = Metachirus nudicaudatus; E = Monodelphis iheringi; F = Akodon montensis; G = Delomys sublineatus; H = Euryoryzomys russatus; I = Juliomys pictipes; J = Nectmoys squamipes; K = Oligoryzomys nigripes; L = Thaptomys nigrita.
FIGURA 9 in Diversidade, biogeografia, caracterização cariotípica e tricológica dos pequenos mamíferos não voadores do Parque Estadual Rio da Onça, Litoral Sul do Paraná
FIGURA 9: Cariogramas das espécies de pequenos mamíferos não voadores, que foram cariotipadas, no Parque Estadual Rio da Onça, Matinhos, Paraná, Brasil. A = Gracilinanus microtarsus, 2n = 14, NFA = 20, coloração comum; B = Marmosa paraguayana, 2n = 14, NFA = 20, coloração comum; C = Monodelphis iheringi, 2n = 18, NFA = 30, coloração comum; D = Akodon montensis, 2n = 24, NFA = 42, coloração comum; E = Euryoryzomys russatus, 2n = 80,, NFA = 86, coloração comum; F = Juliomys pictipes, 2n = 36, NFA = 34, coloração comum; G = Oligoryzomys nigripes, 2n = 62, NFA = 81 E 82, coloração comum; H = Nectmoys squamipes, 2n = 56, 57 E 58 NFA = 56, 58 E 60, BANDA C; I = Thaptomys nigrita, 2n = 52, NFA = 52, coloração comum.
FIGURA 7 in Diversidade, biogeografia, caracterização cariotípica e tricológica dos pequenos mamíferos não voadores do Parque Estadual Rio da Onça, Litoral Sul do Paraná
FIGURA 7: Microestrutura de pelos-guarda das espécies de pequenos mamíferos não voadores registrados no Parque Estadual Rio da Onça, Matinhos, Paraná, Brasil. Cutícula acima e medula abaixo. A = Didelphis aurita; B = Gracilinanus microtarsus; C = Marmosa paraguayana; D = Metachirus nudicaudatus; E = Monodelphis iheringi; F = Akodon montensis; G = Delomys sublineatus; H = Euryoryzomys russatus; I = Juliomys pictipes; J = Nectmoys squamipes; K = Oligoryzomys nigripes; L = Thaptomys nigrita.
FIGURA 5 in Diversidade, biogeografia, caracterização cariotípica e tricológica dos pequenos mamíferos não voadores do Parque Estadual Rio da Onça, Litoral Sul do Paraná
FIGURA 5: Dendrograma de similaridade entre áreas, utilizando Indice de Jaccard, e mapa apontando áreas amostradas nos trabalhos analisados. Fonte: modificado de Google Earth 2014.
FIGURA 15 in Diversidade, biogeografia, caracterização cariotípica e tricológica dos pequenos mamíferos não voadores do Parque Estadual Rio da Onça, Litoral Sul do Paraná
FIGURA 15: Área de vida mínima de um indivíduo de Akodon montesis, inferida a partir dos registros realizados ao longo do estudo por meio do método de poligono convexo minímo. Coordenadas em UTM. Fonte: modificado de Google Earth 2014.
FIGURA 2 in Diversidade, biogeografia, caracterização cariotípica e tricológica dos pequenos mamíferos não voadores do Parque Estadual Rio da Onça, Litoral Sul do Paraná
FIGURA 2: Imagem de satélite da área do parque e seu entorno (acima), em destaque (abaixo) marcações delimitando as grades amostrais do trabalho (em azul) e as linhas de pitfalls (em amarelo). Coordenadas em UTM. Fonte: modificado pelos autores a partir de Google Earth 2014.
Figura 5 in EstruturA, diversidAde e contingentes fitogeográficos do componente Arbóreo de umA florestA ribeirinHA no Planalto da Campanha, bioma Pampa
Figura 5. Amplitude de distribuição das alturas das espécies no levantamento do componente arbóreo da floresta ribeirinha do arroio Pai Passo, município de Quaraí, Rio Grande do Sul. As espécies estão ordenadas pelas médias de altura (pontos) e representadas pelo acrônimo formado pelas três primeiras letras do gênero e do epíteto específico separadas por ponto (vide nomes na Tab. 1).
Figura 1 in EstruturA, diversidAde e contingentes fitogeográficos do componente Arbóreo de umA florestA ribeirinHA no Planalto da Campanha, bioma Pampa
Figura 1. Localização da área de estudo na floresta ribeirinha do arroio Pai Passo no município de Quaraí e de outros estudos realizados em florestas ribeirinhas no Planalto da Campanha e no bioma Pampa, no Rio Grande do Sul, Brasil. A. Área de estudo em Quaraí. B. Estudos realizados no Planalto da Campanha e no bioma Pampa. A numeração dos demais estudos correspondem à menor distância linear a este estudo: 2 = Oliveira et al. (2018), 3 = Araújo et al. (2016), 4 = Oliveira et al. (2015), 5 = Leão (2009), 6 = Budke et al. (2004), 7 = Saraiva (2011), 8 = Milanesi e Leite (2014), 9 = Budke et al. (2007), 10 = Soares & Ferrer (2009), 11 = Kilca et al. (2012), 12 = DeMarchi & Jarenkow (2009), 13 = Dorneles et al. (2013).
Figura 6 in EstruturA, diversidAde e contingentes fitogeográficos do componente Arbóreo de umA florestA ribeirinHA no Planalto da Campanha, bioma Pampa
Figura 6. Comparação da riqueza específica e da diversidade de Shannon em espécies equivalentes do componente arbóreo entre estudos realizados em florestas ribeirinhas no Planalto da Campanha (preto) e outras regiões do bioma Pampa (cinza). A. Riqueza específica. B. Diversidade de Shannon (exp(H')). A riqueza e a diversidade foram padronizadas para 400 indivíduos, sendo rarefeitas para estudos com mais indivíduos e extrapoladas para estudos com menos indivíduos (vide métodos). A identificação dos locais e as respectivas referências dos estudos estão na Fig. 1B e na Tab. 3. O símbolo diferente (quadrado) representa o presente trabalho.
Figura 3 in EstruturA, diversidAde e contingentes fitogeográficos do componente Arbóreo de umA florestA ribeirinHA no Planalto da Campanha, bioma Pampa
Figura 3. Curva do coletor e curva de acumulação de espécies com o intervalo de confiança de 95% do levantamento do componente arbóreo da floresta ribeirinha do arroio Pai Passo, município de Quaraí, Rio Grande do Sul.
Figura 1 in Diversidad de la entomofauna asociada a diferentes cultivos en parcelas colindantes en el departamento del Cesar, Colombia
Figura 1. Abundancia de insectos en cinco cultivos hortÍcolas colindantes. C.I Motilonia, Agrosavia, Colombia, 2017. A. Abundancia por mes evaluado. Nota: No se registró diferencia estadÍstica entre las medias (p=0,6275). B. Abundancia de insectos por orden taxonómico. / Abundance of insects in five neighboring horticultural crops. CI Motilonia, Agrosavia, Colombia, 2017. A. Abundance per month evaluated. Note: No statistical difference was recorded between the means (p=0.6275). B. Abundance of insects by taxonomic order.
Figura 1 in Diversidad de Coleoptera (Insecta) registrada en las cuencas de los ríos Pascua y Bravo, Región de Aysén, Chile
Figura 1. Ubicación de sitios de muestreo en las cuencas de los rÍos Pascua y Bravo, Región de Aysén, Chile. / Location of sampling sites in the Pascua and Bravo river bassins, Aysén Region, Chile.
Figura 2 in Diversidad alfa, beta y co-ocurrencia de especies de flebotomineos (Diptera: Psychodidae) en Calakmul, Campeche, México
Figura 2. Dendograma de Diversidad Beta de Flebotomianos. Ilustrando la similitud en función del estimador de Chao-Jaccard.
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