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Água e Gênero: A Participação da Mulher na Gestão do Abastecimento de Água em Comunidades Rurais
<p>Projeto: “Webinários Ambientais LabGEA” Concepção e criação do projeto: Anna Virgínia Muniz Machado, D.Sc. Apoio e difusão nacional: Escola de Engenharia da Universidade Federal Fluminense Apoio e difusão internacional: El link al video del webinar va a estar disponible en el sitio web de la Red Argentina de Capacitación y Fortalecimiento en Gestión Integrada de los Recursos Hídricos - Arg Cap-Net y en sus redes sociales de Instagram y Facebook. Palestrantes convidados: Daniela Nogueira; Nigéria Diniz; Jéssika de Oliveira; Pedro Augusto LabGEA- Laboratório de Gestão Ambiental/ TDT/UFF CapNet/Brasil.</p>
Figura 3 in Criopreservação de sementes de espécies brasileiras do gênero Dyckia (Bromeliaceae)
Figura 3. Teor de lipídios (%) em sementes de Dyckia dusenii, D. kranziana e D. walteriana. Letras iguais entre colunas não diferem pelo teste de Tukey a 5 % de significância.
Figura 2. A in Criopreservação de sementes de espécies brasileiras do gênero Dyckia (Bromeliaceae)
Figura 2. A. Plântulas de Dyckia walteriana após 15 dias de cultivo em câmara de germinação; B. Comparação das plântulas no tratamento controle (C) e sem crioprotetor (SC). Barra = 1cm.
Figura 1 in Criopreservação de sementes de espécies brasileiras do gênero Dyckia (Bromeliaceae)
Figura 1. Plântulas após 15 dias de cultivo em câmara de germinação. A. Dyckia dusenii; B. D. kranziana. Barra = 1cm. Tabela 2. Porcentagem de germinação (GERM), plântulas anormais (PA), índice de velocidade de germinação (IVG), comprimento (CP) e massa seca de plântulas (MSP) de D. walteriana submetidas ao processo de criopreservação (-196 °C).
Figura 4 in Criopreservação de sementes de espécies brasileiras do gênero Dyckia (Bromeliaceae)
Figura 4. Desenvolvimento de plantas após 150 dias submetidos (+NL) ou não (-NL) a criopreservação em nitrogênio líquido. A. Dyckia dusenii; B. D. kranziana; C. D. walteriana. Barra = 1cm.
Figs. 6A-R. A-F. Senna neglecta var. grandiflora. A in Taxonomia e diversidade do gênero Senna Mill. (Leguminosae, Caesalpinioideae, Cassieae) no estado de Goiás, Brasil
Figs. 6A-R. A-F. Senna neglecta var. grandiflora. A. Ramo florido; B. Nectário foliar; C. Pétala posterior; D. Pétalas postero-laterais; E. Pétalas antero-laterais; F. Androceu e gineceu. G-L. S. obtusifolia. G. Ramo florido; H. Nectário foliar; I. Pétala posterior; J. Pétalas postero-laterais; K. Pétalas antero-laterais; L. Androceu e gineceu. M-R. S. occidentalis. M. Ramo fértil; N. Nectário foliar; O. Pétala posterior; P. Pétalas posterolaterais; Q. Pétalas antero-laterais; R. Androceu e gineceu. (81-86: E. P. Heringer, A. E. Heringer Salles & F. C. Silva 16996 – NY; 87-92: J. P. Santos & M. M. Dantas 376 - UFG; 93-98: J. P. Santos & M. M. Dantas 371 - UFG).
Figs. 2A-Q. A-F. Senna cana var. hypoleuca. A in Taxonomia e diversidade do gênero Senna Mill. (Leguminosae, Caesalpinioideae, Cassieae) no estado de Goiás, Brasil
Figs. 2A-Q. A-F. Senna cana var. hypoleuca. A. Ramo florido; B. Estípula; C. Pétala posterior; D. Pétalas postero-laterais; E. Pétalas antero-laterais; F. Androceu e gineceu. G-K. S. cernua. G. Ramo com flores e frutos; H. Pétala posterior; I. Pétalas postero-laterais; J. Pétalas antero-laterais; K. Androceu e gineceu. L-Q. S. corifolia var. corifolia. L. Ramo florido; M. Nectário foliar; N. Pétala posterior; O. Pétalas postero-laterais; P. Pétalas antero-laterais; Q. Androceu e gineceu. (A-F: J. P. Santos, M. J. Silva & M. M. Dantas 385 - UFG; G-2K: J. P. Santos 424 - UFG; L-Q: J. P. Santos et al. 282 - UFG).
Figs. 11A-V. A-F. Senna splendida var. splendida. A in Taxonomia e diversidade do gênero Senna Mill. (Leguminosae, Caesalpinioideae, Cassieae) no estado de Goiás, Brasil
Figs. 11A-V. A-F. Senna splendida var. splendida. A. Ramo florido; B. Botão floral; C. Pétala posterior; D. Pétalas postero-laterais; E. Pétalas postero-laterais; F. Androceu e gineceu. G-K. S. splendida var. gloriosa: G. Botão floral; H. Pétala posterior; I. Pétalas postero-laterais; J. Pétalas antero-laterais; K. Androceu e gineceu. L-Q. S. uniflora: L. Ramo fértil; M. Pétala posterior; N. Pétalas postero-laterais; O. Pétalas antero-laterais; P. Androceu e gineceu; Q. Fruto. R-V. S. velutina: R. Ramo florido; S. Pétala posterior; T. Pétalas postero-laterais; U. Pétalas antero-laterais; V. Androceu e gineceu. (184-189: J. A. Rizzo & A. Barbosa 802 – UFG; 190-194: F. R. C. Martins et al. 311 – UB; 195-200: G. Hatschbach 39108 – NY; 201-205: J. P. Santos & L. L. C. Antunes 868 – UFG).
Figs. 10A-D2. A-F. Senna silvestris var. silvestris. A in Taxonomia e diversidade do gênero Senna Mill. (Leguminosae, Caesalpinioideae, Cassieae) no estado de Goiás, Brasil
Figs. 10A-D2. A-F. Senna silvestris var. silvestris. A. Ramo florido; B. Folíolo; C. Pétala posterior; D. Pétalas postero-laterais; E. Pétalas anterolaterais; F. Androceu e gineceu. G-M. S. silvestris var. guaranitica. G. Folíolo; H. Face adaxial do folíolo; I. Face abaxial do folíolo; J. Pétala posterior; K. Pétalas postero-laterais; L. Pétalas antero-laterais; M. Androceu e gineceu. N-S. S. silvestris var. bifaria. N. Folíolo; O. Face abaxial do folíolo; P. Pétala posterior; Q. Pétalas postero-laterais; R. Pétalas antero-laterais; S. Androceu e gineceu. T-Y. S. silvestris var. velutina. T. Folíolo; U. Face adaxial do folíolo; V. Pétala posterior; W. Pétalas postero-laterais; X. Pétalas antero-laterais; Y. Androceu e gineceu. Z-D2. S. spectabilis var. excelsa. Z. Ramo florido; A2. Pétala posterior; B2. Pétalas postero-laterais; C2. Pétalas antero-laterais; D2. Androceu e gineceu. (154-159: M. A. Batalha 2439 – ESA; 160-166: J. P. Santos et al. 335 – UFG; 167-172: J. P. Santos & M.M. Dantas 381 – UFG; 173-178: H.S. Irwin, H. Maxwell & D. C. Wasshausen 21326 – UB; 179-183: J. P. Santos 259 – UFG).
Figs. 7A-Q. A-F. Senna pendula var. glabrata. A in Taxonomia e diversidade do gênero Senna Mill. (Leguminosae, Caesalpinioideae, Cassieae) no estado de Goiás, Brasil
Figs. 7A-Q. A-F. Senna pendula var. glabrata. A. Ramo florido; B. Pétala posterior; C. Pétalas postero-laterais; D. Pétalas antero-laterais; E. Androceu e gineceu; F. Fruto. G-J. S. pendula var. tenuifolia; G. Pétala posterior; H. Pétalas postero-laterais; I. Pétalas antero-laterais; J. Androceu e gineceu. K-Q. S. pentagonia var. valens. K. Ramo florido; L. Pétala posterior; M. Pétalas postero-laterais; N. Pétalas antero-laterais; O. Androceu e gineceu; P. Fruto; Q. Corte transversal do fruto. (99-104: J. P. Santos 354 – UFG; 105-108: G. Pereira-Silva et. al 10738 – UFG; 109-115: G. Hatschbach, A. Schinini & E. Barbosa 70998 – MBM).
Figs. 5A-P. A-H. Senna mucronifera. A in Taxonomia e diversidade do gênero Senna Mill. (Leguminosae, Caesalpinioideae, Cassieae) no estado de Goiás, Brasil
Figs. 5A-P. A-H. Senna mucronifera. A. Ramo fértil; B. Estípula; C. Ápice do folíolo; D. Pétala posterior; E. Pétalas postero-laterais; F. Pétalas antero-laterais; G. Androceu e gineceu; H. Fruto. I-N. S. multijuga var. multijuga. I. Ramo florido; J. Estípula; K. Pétala posterior; L. Pétalas postero-laterais; M. Pétalas antero-laterais; N. Androceu e Gineceu. O e P. S. multijuga var. lindleyana. O. Ramos florido; P. Estípula (65-72: J. P. Santos et. al 450 – UFG; 73-78: J. P. Santos 426 – UFG; 79 e 80: J. A. Rizzo et al. 8981 – UFG).
Figs. 3A-Q. A-E. Senna corifolia var. caesia. A in Taxonomia e diversidade do gênero Senna Mill. (Leguminosae, Caesalpinioideae, Cassieae) no estado de Goiás, Brasil
Figs. 3A-Q. A-E. Senna corifolia var. caesia. A. Ramo florido; B. Pétala posterior; C. Pétalas postero-laterais; D. Pétalas antero-laterais; E. Androceu e gineceu. F-K. S. georgica var. georgica. F. Ramo florido; G. Nectário foliar falóide; H. Pétala posterior; I. Pétalas postero-laterais; J. Pétalas antero-laterais; K. Androceu e gineceu; L. Fruto. M-Q. S. hirsuta var. hirsuta. L. Ramo frutificado; M. Pétala posterior; N. Pétalas postero-laterais; O. Pétalas antero-laterais; Q. Androceu e gineceu. (34-38: J. P. Santos, M. J. Silva & M. M. Dantas 386 – UFG; 39-45: J. P. Santos 420-b – UFG; 46: J. P. Santos et al. 509 – UFG; 47-50: E. P. Heringer 16975 – IBGE).
Figs. 9A-Q. A-G. Senna rostrata. A in Taxonomia e diversidade do gênero Senna Mill. (Leguminosae, Caesalpinioideae, Cassieae) no estado de Goiás, Brasil
Figs. 9A-Q. A-G. Senna rostrata. A: Ramo florido; B. Nectário foliar; C. Pétala posterior; D. Pétalas postero-laterais; E. Pétalas antero-laterais; F. Androceu e gineceu; G. Fruto. H-L. S. rugosa. H. Ramo florido; I. Nectário foliar; J. Pétala posterior; K. Pétalas postero-laterais; L. Pétalas antero-laterais. M-Q. S. siamea. M. Ramo florido; N. Pétala posterior; O. Pétalas postero-laterais; P. Pétalas antero-laterais; Q. Androceu e gineceu. (136-142: A. Macedo 1899 – SP; 143-148: J. P. Santos, M. J. Silva & M. M. Dantas 382 – UFG; 149-153: J. P. Santos 134 – UFG).
Figs. 8A-T. A-F in Taxonomia e diversidade do gênero Senna Mill. (Leguminosae, Caesalpinioideae, Cassieae) no estado de Goiás, Brasil
Figs. 8A-T. A-F. Senna pilifera var. pilífera. A. Ramo florido; B. Pétala posterior; C. Pétalas postero-laterais; D. Pétalas antero-laterais; E. Androceu e gineceu; F. Fruto. G-J. S. pilifera var. subglabra. G. Pétala posterior; H. Pétalas postero-laterais; I. Pétalas antero-laterais; J. Androceu e gineceu. K-N. S. pilifera var. tubata. K. Pétala posterior; L. Pétalas postero-laterais; M. Pétalas antero-laterais; N. Androceu e gineceu. O-T. S. reticulata. O. Ramo florido; P. Pétala posterior; Q. Pétalas postero-laterais; R. Pétalas antero-laterais; S. Androceu e gineceu; T. Fruto. (116-121: J. P. Santos et al. 307 – UFG; 122-125: J. A. Rizzo 9945b – UFG; 126-129: J. P. Santos & L. L. C. Antunes 859 – UFG; 130-135: J. P. Santos 900 – UFG).
Figs. 4A-N. A-F. Senna hirsuta var. hirta. A. Ramo frutificado. B-F. S. macranthera var. macranthera.B in Taxonomia e diversidade do gênero Senna Mill. (Leguminosae, Caesalpinioideae, Cassieae) no estado de Goiás, Brasil
Figs. 4A-N. A-F. Senna hirsuta var. hirta. A. Ramo frutificado. B-F. S. macranthera var. macranthera.B. Ramo florido; C. Pétala posterior; D. Pétalas postero-laterais; E. Pétalas antero-laterais; F. Androceu e gineceu. G-J. S. macranthera var. nervosa. G. Folha; H. Nectário foliar; I. Sépala interna; J. Fruto. K-N. S. macranthera var. striata. K. Folha; L. Nectário foliar; M. Sépala interna; N. Fruto (51: J. Neto Neiva 1 - UFG; 52-56: J. P. Santos & M. J. Silva 811 – UFG; 57-60: J. P. Santos & M. M. Dantas 379 – UFG; 61–64: A. A. Santos et al. 6041 – CEN).
Figs. 1A-P. A-E. Senna aculeata. A in Taxonomia e diversidade do gênero Senna Mill. (Leguminosae, Caesalpinioideae, Cassieae) no estado de Goiás, Brasil
Figs. 1A-P. A-E. Senna aculeata. A. Ramo florido; B. Pétala posterior; C. Pétalas postero-laterais; D. Pétalas antero-laterais; E. Androceu e gineceu. F-J. S. alata. F. Ramo florido; G. Pétala posterior; H. Pétalas postero-laterais; I. Pétalas antero-laterais; J. Androceu e gineceu. K-P. S. cana var. cana. K. Ramo florido; L. Estípula; M. Pétala posterior; N. Pétalas postero-laterais; O. Pétalas antero-laterais; P. Androceu e gineceu. (A-E: J. P. Santos & J. Neiva Neto 291 - UFG; F-J: J. P. Santos 17 - UFG; K-1P: H. S. Irwin et al. 14487 - MO).
Figura 6 in O gênero Adiantum (Pteridaceae) no Estado do Paraná, Brasil
Figura 6. Morfologia geral de três espécies de Adiantum. A-D. Adiantum subcordatum Sw. A. Hábito; B. Indúsio; C. Pínula fértil; D. Raque (Hatshcbach 33844, MBM). E-H. Adiantum terminatum Kunze ex Miq. E. Hábito; F. Indúsio; G. Pínula; H. Raque (Matos, F. B. 208, UPCB). I-L. Adiantum tetraphyllum Willd. I. Hábito; J. Indúsio; K. Pínula fértil; L. Raque (Labiak, P. H. 3775, UPCB). Escalas: (A, E, I) 10 cm; (B, F, J) 1 mm; (D, H, L) 2 mm; (C, G, K) 5 mm.
Figura 5 in O gênero Adiantum (Pteridaceae) no Estado do Paraná, Brasil
Figura 5. Morfologia geral de três espécies de Adiantum. A-D. Adiantum pseudotinctum Hieron. A. Hábito; B. Indúsio; C. Pínula fértil; D. Raque (Sakagami, C. R. & Sakagami N. K. 235, UPCB. E-H. Adiantum raddianum C. Presl. E. Hábito; F. Indúsio; G. Pínula fértil; H. Raque (Schwartsburd, P. B. 24, UPCB). I-L. Adiantum serratodentatum Humb. & Bonpl ex. Willd. I. Hábito; J. Indúsio; K. Pínula fértil; L. Raque (Prado, J. 1729, MBM). Escalas: (A, E, I) 10 cm; (B, F, J) 1 mm; (D, H, L) 2 mm; (C, G, K) 5 mm.
Figs. 68-75 in O gênero Pinnularia Ehrenberg (Bacillariophyceae) em um lago de inundação do rio Tapajós (Lago Verde, Santarém, Pará, Brasil)
Figs. 68-75. Imagens em MEV. 68, 69. Pinnularia divergens var. mesoleptiformis.68. vista geral interna da valva; 69. vista interna da extremidade distal da rafe; 70- 72. P. instabilis. 70. vista externa das extremidades proximais da rafe na área central; 71. vista externa da extremidade distal da rafe; 72. vista geral externa da valva; 73 - 75. Imagens em MEV. 73. vista geral interna da valva; 74. vista interna da rafe na área central; 75. vista interna da extremidade distal da rafe. Barras: Figs. 68, 72 = 10μm; Figs. 69, 70, 71 = 2μm; Fig. 73 = 20μm; Fig. 74 = 5μm; Fig. 75 = 1μm.
Figs. 2-10 in O gênero Pinnularia Ehrenberg (Bacillariophyceae) em um lago de inundação do rio Tapajós (Lago Verde, Santarém, Pará, Brasil)
Figs. 2-10. Imagens em MO. 2, 3. Pinnularia acuminata var. novaezealandica; 4, 5. P. amazônica; 6. P. amoena; 7. P. aquaenigrae; 8. P. boyeriformis; 9. P. confirma; 10. P. discrepantia. Barra = 10 μm.
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Annotated Behaviour and Observability Dataset (ABODe)
ABODe is a University of Edinburgh DataShare dataset for behavior classification in group-housed mice using home-cage video, identities, bounding boxes, ground-plate positions, and annotator labels.
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International Brain Laboratory public data
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