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682 results for “Brasil”
FIGURAS 26‑31 in Chave De Identificação Ilustrada Dos Phlebotominae (Diptera, Psychodidae) Do Estado De São Paulo, Brasil
FIGURAS 26‑31: Terminálias de Phlebotominae: 26. Psathyromyia hermanlenti; 27. Psathyromyia lanei; 28. Psathyromyia punctigeniculata; 29. Psathyromyia pelloni; 30. Psathyromyia shannoni; 31. Psathyromyia pestanai.
FIGURAS 98‑103 in Chave De Identificação Ilustrada Dos Phlebotominae (Diptera, Psychodidae) Do Estado De São Paulo, Brasil
FIGURAS 98‑103: Aspectos de Phlebotominae: 98. Micropygomyia longipennis, espermateca; 99. Micropygomyia quinquefer, cibário; 100A. Micropygomyia quinquefer, espermateca e 100B. Detalhe da espermateca; 101. Nyssomyia whitmani, espermateca; 102. Nyssomyia neivai, espermateca; 103. Nyssomyia intermedia, espermateca.
FIGURAS 20‑25 in Chave De Identificação Ilustrada Dos Phlebotominae (Diptera, Psychodidae) Do Estado De São Paulo, Brasil
FIGURAS 20‑25: Terminálias de Phlebotominae: 20. Psychodopygus arthuri; 21. Psychodopygus lloydi; 22. Psathyromyia brasiliensis; 23. Psathyromyia aragaoi; 24. Psathyromyia lutziana; 25. Psathyromyia pascalei.
FIGURAS 11‑14 in Chave De Identificação Ilustrada Dos Phlebotominae (Diptera, Psychodidae) Do Estado De São Paulo, Brasil
FIGURAS 11‑14: Terminálias de Phlebotominae: 11A. Brumptomyia troglodytes e 11B. Detalhe do edeago; 12. Brumptomyia ortizi; 13. Brumptomyia pintoi; 14A. Brumptomyia nitzulescui, 14B e 14C. Detalhes do parâmero.
FIGURAS 147‑156 in Chave De Identificação Ilustrada Dos Phlebotominae (Diptera, Psychodidae) Do Estado De São Paulo, Brasil
FIGURAS 147‑156: Cibários de Phlebotominae: 147. Pintomyia fischeri; 148. Pintomyia misionensis; 149. Pintomyia monticola; 150. Migonemyia bursiformis; 151. Expapillata firmatoi; 152. Evandromyia petropolitana; 153. Evandromyia correalimai; 154. Evandromyia edwardsi; 155. Evandromyia sallesi; 156. Evandromyia cortelezzii.
FIGURAS 77‑78 in Chave De Identificação Ilustrada Dos Phlebotominae (Diptera, Psychodidae) Do Estado De São Paulo, Brasil
FIGURAS 77‑78: Cibários e faringes de Sergentomyiina: 77. Micropygomyia petari; 78. Micropygomyia ferreirana: faringe com espinhos; a. câmara do cibário; b. área esclerosada; c. arco esclerosado; d. dentes posteriores; e. dentes anteriores; f. dentes laterais.
FIGURAS 2‑4 in Chave De Identificação Ilustrada Dos Phlebotominae (Diptera, Psychodidae) Do Estado De São Paulo, Brasil
FIGURAS 2‑4: Terminálias de Phlebotominae: 2. Brumptomyia galindoi; 3A. Brumptomyia carvalheiroi e 3B. Detalhe do parâmero; 4. Brumptomyia mangabeirai.
FIGURA 1 in Chave De Identificação Ilustrada Dos Phlebotominae (Diptera, Psychodidae) Do Estado De São Paulo, Brasil
FIGURA 1: Tórax: 1. Cerdas pré-escutais; 2. Cerdas dorso-centrais; 3. Cerdas pré-suturais; 4. Cerdas supralares; 5. Cerdas escutelares; 6. Cerdas metanotais; 7. Cerdas proepimerais; 8. Cerdas anepisternais superiores; 9. Cerdas anepisternais inferiores; 10. Cerdas anepimerais; 11. Cerdas metepisternais; 12. Cerdas metepimerais; 13. Sensila ventro-cervical; 14. Cerdosidade na região anterior do catepisterno.
FIGURAS 123‑128 in Chave De Identificação Ilustrada Dos Phlebotominae (Diptera, Psychodidae) Do Estado De São Paulo, Brasil
FIGURAS 123‑128: Aspectos de Phlebotominae: 123. Bichromomyia flaviscutellata, cibário; 124. Bichromomyia flaviscutellata, espermateca; 125. Psathyromyia lanei, espermateca; 126. Psathyromyia hermanlenti, espermateca; 127. Psathyromyia lanei, cibário; 128. Psathyromyia hermanlenti, cibário.
FIGURAS 116‑122 in Chave De Identificação Ilustrada Dos Phlebotominae (Diptera, Psychodidae) Do Estado De São Paulo, Brasil
FIGURAS 116‑122: Aspectos de Phlebotominae: 116. Psathyromyia brasiliensis, espermateca; 117. Evandromyia bourrouli, cibário; 118. Evandromyia termitophila, cibário; 119. Evandromyia bourrouli, espermateca; 120. Evandromyia termitophila, espermateca; 121. Martinsmyia alphabetica, cibário; 122. Martinsmyia alphabetica, espermateca.
FIGURAS 90‑97 in Chave De Identificação Ilustrada Dos Phlebotominae (Diptera, Psychodidae) Do Estado De São Paulo, Brasil
FIGURAS 90‑97: Aspectos de Phlebotominae: 90. Migonemyia migonei, cibário; 91. Migonemyia rabelloi, cibário; 92. Migonemyia migonei, espermateca; 93. Migonemyia rabelloi, espermateca; 94. Sciopemyia microps, cibário; 95. Sciopemyia sordellii, cibário; 96. Sciopemyia microps, espermateca; 97. Sciopemyia sordellii, espermateca.
FIGURA 8 in Anatomia Comparada E Morfometria De Oligoryzomys Nigripes E O. Flavescens (Rodentia, Sigmodontinae) No Rio Grande Do Sul, Brasil
FIGURA 8: Histograma da distribuição dos valores da primeira função entre O. flavescens (em preto) e O. nigripes (em branco).
FIGURA 5 in Anatomia Comparada E Morfometria De Oligoryzomys Nigripes E O. Flavescens (Rodentia, Sigmodontinae) No Rio Grande Do Sul, Brasil
FIGURA 5: A) escápulas direitas em vista dorsal: em cima O. nigripes, embaixo O. flavescens; B) úmeros direitos em vista posterior de O. nigripes à esquerda e O. flavescens à direita. Setas estreitas na porção proximal evidenciam as diferenças no tubérculo do úmero mais conspícuo e protuberante em O. flavescens do que em O. nigripes. Setas mais largas mostram as diferenças na tuberosidade deltóide; C) detalhes da articulação do membro superior em O. flavescens. Na porção proximal a cabeça do úmero, medial, articula-se com o acrômio (a) da escápula e na porção distal a tróclea (t), medial, recebe a extremidade proximal da ulna e o capítulo (c), lateral, articula-se com a cabeça do rádio. fs = fossa supra-espinhal; fi = fossa infra-espinhal; e = espinha da escápula; tu = tubérculo do úmero; d = tuberosidade deltóidea; fo = fossa do olécrano.
FIGURA 4 in Anatomia Comparada E Morfometria De Oligoryzomys Nigripes E O. Flavescens (Rodentia, Sigmodontinae) No Rio Grande Do Sul, Brasil
FIGURA 4: Vista ventral do crânio de Oligoryzomys com detalhe da região da bula auditiva. A, B, C) ilustram diferentes conformações do espinho estapedial.
FIGURA 3 in Anatomia Comparada E Morfometria De Oligoryzomys Nigripes E O. Flavescens (Rodentia, Sigmodontinae) No Rio Grande Do Sul, Brasil
FIGURA 3: Em cima: vista dorsal, ventral e lateral de sincrânio de O. nigripes. Em baixo: vista dorsal, ventral e lateral de sincrânio de O. flavescens. Escala = 14 mm.
FIGURA 7 in Anatomia Comparada E Morfometria De Oligoryzomys Nigripes E O. Flavescens (Rodentia, Sigmodontinae) No Rio Grande Do Sul, Brasil
FIGURA 7: Corte no plano sagital de estômago de O. nigripes; D) duodeno; E) esôfago; I) incisura angular; EA) epitélio aglandular; EG) epitélio glandular; P) plica.
FIGURA 1 in Anatomia Comparada E Morfometria De Oligoryzomys Nigripes E O. Flavescens (Rodentia, Sigmodontinae) No Rio Grande Do Sul, Brasil
FIGURA 1: Localidades de origem dos exemplares de Oligoryzomys analisados. 1: Santa Vitória do Palmar; 2: Tapes; 3: Viamão; 4: Triunfo; 5: Porto Alegre; 6: Maquiné; 7: Torres; 8: Canela; 9: São Francisco de Paula; 10: Monte Negro; 11: Venâncio Aires; 12: Cruz Alta; 13: Santa Maria; 14: Rosário do Sul; 15: Aratiba; 16: Itá; 17: Esmeralda; 18: Cambará do Sul; 19: São Joaquim; 20: Iguape; 21: Juquiá; 22: Caxambú; 23: Cariacica; 24: Santa Teresa; 25: Santa Maria de Jetibá.
FIGURA 6 in Anatomia Comparada E Morfometria De Oligoryzomys Nigripes E O. Flavescens (Rodentia, Sigmodontinae) No Rio Grande Do Sul, Brasil
FIGURA 6: A) Vista lateral da metade esquerda do osso do quadril formado pelos três ossos primários: ílio, ísquio e púbis (P) de O. nigripes, à esquerda, e O. flavescens à direita: CI) crista íliaca, FA) fossa do acetábulo, FO) forame obturado; B) Fêmur esquerdo em vistas anterior (lado esquerdo) e posterior (lado direito). Na região proximal estão evidenciados a cabeça do fêmur (CF), trocânter maior (TM) e trocânter menor (Tm). Na região distal, vista anterior, destaque para a articulação com a patela (P) e na vista posterior os côndilos medial (CM) e lateral CL); C) Tíbia e fíbula esquerdas em vista posterior. ON = O. nigripes e OF = O. flavescens. A seta indica uma lâmina óssea oblonga mais proeminente em O. nigripes do que em O. flavescens. O número 1 indica uma projeção póstero-lateral inferior à face articular mais evidente em O. nigripes do que em O. flavescens. O número 2 indica um ápice pontiagudo, em O. nigripes, voltado inferiormente na face posterior que não aparece em O. flavescens. Na porção distal encontram-se o maléolo medial (MM) e o maléolo lateral (ML).
FIGURA 2 in Anatomia Comparada E Morfometria De Oligoryzomys Nigripes E O. Flavescens (Rodentia, Sigmodontinae) No Rio Grande Do Sul, Brasil
FIGURA 2: Variáveis morfométricas crânio dentárias averiguadas. Da esquerda para direita: vista lateral, dorsal, ventral do crânio e vista superior da série molar superior de Oligoryzomys: comprimento total (CT), comprimento côndilo-incisivo (CCI), comprimento côndilozigomática (CCZ), comprimento do diástema superior esquerdo (CDS), largura zigomática (LZ), largura do rostro (LR), comprimento do rostro (CR), largura da caixa craniana (CC), largura inter-orbital (LIO), largura do forâmen incisivo (LFI), comprimento do forâmen incisivo (CFI), largura da placa zigomática (LPZ), ponte palatal (PP), distância entre as bordas labiais do primeiro molar superior esquerdo e direito (DMI), comprimento póstero-palatal (CPP), largura da bula auditiva (LBA), distância entre os côndilos occiptais (DCO), largura do primeiro molar superior (LMI) e comprimento da série molar superior (CMS).
FIGURA 5 in Representatividade Do Gênero Clinodiplosis Kieffer (Diptera, Cecidomyiidae) No Brasil
FIGURA 5: Distribuição das espécies brasileiras de Clinodiplosis Kieffer, 1895 (Diptera,Cecidomyiidae) por estados do Brasil.ND = não determinado.
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