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682 results for “Brasil”
FIGURAS 1‑6 in Cerambycidae (Coleoptera) Do Estado Do Maranhão, Brasil.
FIGURAS 1‑6: Habitus. 1. Chlorida inexpectata sp. nov., holótipo macho, comprimento, 14,4 mm; 2. Jupoata germana sp. nov., holótipo macho, comprimento, 37,5 mm; 3. Eburodacrys separata sp. nov., holótipo fêmea, comprimento, 15,9 mm; 4. Eburodacrys cincora sp. nov., holótipo macho, comprimento, 12,5 mm; 5. Ectenessa affinis sp. nov., holótipo fêmea, comprimento, 13,5 mm; 6. Minibidion bicolor sp. nov., holótipo macho, comprimento, 8,1 mm.
FIGURA 3 in Distribuição de caranguejos Trichodactylidae (Crustacea, Brachyura) em alagados do Pantanal Mato-Grossense (Brasil) e sua correlação com a proximidade do rio Cuiabá e cobertura vegetal
FIGURA 3: Correlação entre a abundância de caranguejos em alagados e a distância do rio Cuiabá, Pantanal Mato-Grossense.
FIGURA 2 in Distribuição de caranguejos Trichodactylidae (Crustacea, Brachyura) em alagados do Pantanal Mato-Grossense (Brasil) e sua correlação com a proximidade do rio Cuiabá e cobertura vegetal
FIGURA 2: Abundância de caranguejos nas diferentes fitofisionomias em alagados do Pantanal Mato-Grossense.
FIGURA 1 in Distribuição de caranguejos Trichodactylidae (Crustacea, Brachyura) em alagados do Pantanal Mato-Grossense (Brasil) e sua correlação com a proximidade do rio Cuiabá e cobertura vegetal
FIGURA 1: Mapa com a localização das parcelas de amostragem em: a = América do Sul; b = Pantanal; c = mesopotâmia entre os rios Cuiabá e São Lourenço. A1 a A5 são parcelas em algodoais, B1 a B5, em monoculturas de Brachiaria spp., C1 a C5, em cambarazais e N1 a N5 parcelas em campos nativos.
FIGURA 1 in Aves da Chapada dos Guimarães, Mato Grosso, Brasil: uma síntese histórica do conhecimento
FIGURA 1: Localização da área de estudo em nível nacional (A) e estadual (B). Localidades amostradas (C) na região da Chapada dos Guimarães, Mato Grosso, Brasil. A linha polígonal irregular indica os limites do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães. O círculo tracejado indica o raio de dez milhas a partir da sede do município (estrela), que corresponde ao limite da área amostrada pelos Smith, em sua histórica exploração da região (ver Allen, 1891). Os pequenos círculos brancos indicam as localidades amostradas durante a Avaliação Ecológica Rápida do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães. Os quadrados indicam outras localidades citadas neste trabalho.
FIGURA 5 in Assembléia de peixes associados a ambientes consolidados no litoral do Paraná, Brasil: Uma análise qualitativa com notas sobre sua bioecologia
FIGURA 5: Estações de limpeza registradas no litoral do Paraná. Estação de limpeza formada por P. paru nos RAM com H. steindachneri (A) e A. virginicus (B) como espécies clientes. P. paru formando estação de limpeza no arquipélago de Currais com A. chirurgus como cliente (C). Kyphosus sp. como cliente de D. argenteus nas Ilhas Itacolomis (D).
FIGURA 6 in Assembléia de peixes associados a ambientes consolidados no litoral do Paraná, Brasil: Uma análise qualitativa com notas sobre sua bioecologia
FIGURA 6: Exemplos de interações alimentares do comportamento de seguir registradas no litoral do Paraná. A: P. maculatus como espécie nuclear na interação com H. aurolineatum e H. steindachneri; B: Diplectrum sp. sendo seguido por O. ruber; C: M. ocellatus sendo seguida por M. marginata; D: P. maculatus sendo seguido por O. dentex.
FIGURA 4 in Assembléia de peixes associados a ambientes consolidados no litoral do Paraná, Brasil: Uma análise qualitativa com notas sobre sua bioecologia
FIGURA 4: Dendograma da análise de similaridade baseada no índice de Bray-Curtis comparando pontos amostrais em todos os estados pertencentes à província zoogeográfica do sul-sudeste (ES - Espirito Santo; RJ - Rio de Janeiro; SP - São Paulo; PR - Paraná e SC - Santa Catarina).
FIGURA 2 in Assembléia de peixes associados a ambientes consolidados no litoral do Paraná, Brasil: Uma análise qualitativa com notas sobre sua bioecologia
FIGURA 2: Dendograma da análise de similaridade baseada no índice de Bray-Curtis, comparando os pontos amostrais avaliados no litoral do Paraná (Balsa Norte e sul - naufrágios artificiais componentes do programa de recifes artificiais da costa Paranaense; RAM G4, G7, G8, G9, G10 e G11 - grupos de recifes artificiais; Itacolomis, Figueira e Currais - ilhas costeiras).
FIGURA 3 in Assembléia de peixes associados a ambientes consolidados no litoral do Paraná, Brasil: Uma análise qualitativa com notas sobre sua bioecologia
FIGURA 3: Estruturação da comunidade de peixes encontrada nos habitats de fundos consolidados do litoral do Paraná. (A) Habitat Preferencial, (B) Hábito de vida e (C) Categorias Tróficas de cada uma das espécies registradas nos ambientes avaliados no litoral do Paraná. Legenda: Habitats Preferenciais (HP): FA = fundo areno-lodoso; RR = recife rochoso; FA/RR = fundo areno-lodoso e recife rochoso; CA = coluna d'água. Hábito: DEM = demersais; BNT = bentopelágicos; PLG = pelágicos. Categorias Tróficas (CT): CAR = carnívoros generalistas; CIM = comedores de invertebrados móveis; CIS = comedores de invertebrados sésseis; OMN = onívoros; PIS = piscívoros; PLC = planctofágicos; HER = herbívoros vagueadores; HT = herbívoros territoriais; Ilhas - Ilhas costeiras; RAM - Grupos de recifes artificiais; Balsas - naufrágios artificiais; Total – soma das frequências considerando os ambientes juntos).
FIGURA 4 in Distribuição de caranguejos Trichodactylidae (Crustacea, Brachyura) em alagados do Pantanal Mato-Grossense (Brasil) e sua correlação com a proximidade do rio Cuiabá e cobertura vegetal
FIGURA 4: Correlação entre a abundância de caranguejos a cobertura por gramíneas submersas em alagados do Pantanal Mato-Grossense.
FIGURA 1 in Assembléia de peixes associados a ambientes consolidados no litoral do Paraná, Brasil: Uma análise qualitativa com notas sobre sua bioecologia
FIGURA 1: Mapa do litoral do Paraná mostrando os pontos amostrais: Ilha da Figueira, Arquipélago de Currais, Ilha de Itacolomis: Recifes Artificiais Marinhos (RAM) e naufrágios artificiais, as Balsas Dianka (sul) e Espera 7 (norte).
FIGURAS 1‑5 in Cerambycidae (Coleoptera) do estado do Maranhão, Brasil. II
FIGURAS 1‑5: Habitus. 1. Piezophidion thoracicum sp. nov., holótipo macho, comprimento 9,0 mm; 2. Minibidion bicolor sp. nov., holótipo macho, comprimento 6,5 mm; 3. Pachypeza ferruginea sp. nov., holótipo macho, comprimento 14,5 mm; 4. Aneuthetochorus punctatus sp. nov., holótipo fêmea, comprimento 8,8 mm; 5. Temnopis rubricollis sp. nov., holótipo macho, comprimento 10,8 mm.
FIGURAS 11‑15 in Cerambycidae (Coleoptera) do estado do Maranhão, Brasil. II
FIGURAS 11‑15: Habitus. 11. Cacostola bimaculata sp. nov., holótipo macho, comprimento 8,5 mm; 12. Cacostola parafusca sp. nov., holótipo macho, comprimento 6,0 mm; 13. Anobrium minimum sp. nov., holótipo fêmea, comprimento 5,0 mm; 14. Trestonia rugosicollis sp. nov., holótipo macho, comprimento 9,1 mm; 15. Ophtalmoplon simile sp. nov., holótipo macho, comprimento 6,8 mm.
FIGURA 1 in Avifauna da Estação Ecológica dos Caetetus, interior de São Paulo, Brasil
FIGURA 1: Curva de acumulação das espécies registradas a cada novo levantamento da avifauna por diferentes autores na Estação Ecológica dos Caetetus, Gália, São Paulo.
FIGURAS 6‑10 in Cerambycidae (Coleoptera) do estado do Maranhão, Brasil. II
FIGURAS 6‑10: Habitus. 6. Eupromerella picturata sp. nov., holótipo macho, comprimento 8,5 mm; 7. Eupromerella maculata sp. nov., holótipo macho, comprimento 6,2 mm; 8. Gorybia bispinosa sp. nov., holótipo macho, comprimento 9,8 mm; 9. Nesozineus unicolor sp. nov., holótipo macho, comprimento 5,0 mm; 10. Piruana pulchra sp. nov., holótipo fêmea, comprimento 8,1 mm.
FIGURAS 1‑3 in Novos táxons de Desmiphorini (Coleoptera, Cerambycidae, Lamiinae) da Costa Rica e do Brasil
FIGURAS 1‑3: 1. Estola acrensis sp. nov., holótipo fêmea, comprimento 7,4 mm; 2. Eupogonius brevifascia sp. nov., holótipo macho, comprimento 4,3 mm; 3. Disgregus bezarki sp. nov., parátipo fêmea, comprimento 8,0 mm.
FIGURA 3 in O Conhecimento Sobre Morcegos (Chiroptera: Mammalia) Do Estado Do Espírito Santo, Sudeste Do Brasil
FIGURA 3: Riqueza de espécies em cada município do Espírito Santo com amostragem de morcegos e sobreposição com o mapa de áreas prioritárias para inventários de fauna de acordo com IPEMA (2004).
FIGURA 1 in O Conhecimento Sobre Morcegos (Chiroptera: Mammalia) Do Estado Do Espírito Santo, Sudeste Do Brasil
FIGURA 1: Número de Publicações sobre morcegos do Espírito Santo com relação ao meio de publicação. Abreviações: BML – Boletim do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão, CNE – Chiroptera Neotropical, CLI – Check List, BJB – Brasilian Journal of Biology, BRN – Bat Research News, JTE – Journal of Tropical Ecology, MAM – Mammalia, NOL – Natureza On Line, RBZ – Revista Brasileira de Zoociências, BNE – Biota Neotropica, FAE – Revista Científica FAESA, BCO – Biodiversity and Conservation, ECO – Ecotropica, UFES – Biblioteca da Universidade Federal do Espírito Santo, FAESA – Biblioteca da Faculdade FAESA e ESFA – Biblioteca da Faculdade São Francisco de Assis.
FIGURA 2 in Biologia Reprodutiva E Uso De Habitat Por Cantorchilus Leucotis (Lafresnaye, 1845) (Aves, Troglodytidae) No Pantanal, Mato Grosso, Brasil
FIGURA 2: Distribuição de ninhos de Cantorchilus leucotis por ambiente estudado. Fazenda Retiro Novo, Pantanal de Poconé, MT.
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Annotated Behaviour and Observability Dataset (ABODe)
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