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682 results for “Brasil”
FIGURAS 1‑5 in Notas E Descrições Em Hesperophanini, Eburiini, Piezocerini E Trachyderini (Coleoptera, Cerambycidae, Cerambycinae) Do Brasil E Da Bolívia
FIGURAS 1‑5: 1. Paraliostola nigramacula sp. nov., holótipo macho, comprimento 11,9 mm; 2. Simplexeburia divisa sp. nov., holótipo macho, comprimento 11,0; 3. Gorybia amazonensis sp. nov., holótipo fêmea, comprimento 9,7 mm 4. Gorybia sulcata sp. nov., holótipo fêmea, comprimento 7,6 mm; 5. Galissus rubiventris sp. nov., holótipo macho, comprimento 19,8 mm.
FIGURA 1 in Biologia Reprodutiva E Uso De Habitat Por Cantorchilus Leucotis (Lafresnaye, 1845) (Aves, Troglodytidae) No Pantanal, Mato Grosso, Brasil
FIGURA 1: Registro mensal de Cantorchilus leucotis em Cambarazal, através de censo auditivo e captura com rede de neblina. Fazenda Retiro Novo, Pantanal de Poconé, MT.
FIGURA 1 in Prospecção Do Molusco Invasor Limnoperna Fortunei (Dunker, 1857) Nos Principais Corpos Hídricos Do Estado Do Paraná, Brasil
FIGURA 1: Mapa de ocorrência de Limnoperna fortunei (mexilhão dourado) nos pontos amostrais dos principais rios do Paraná. Em preto: presença não detectada. Em vermelho: detectada por pelo menos um dos métodos.
FIGURA 2 in Utilização de registros de corais de profundidade (Cnidaria, Scleractinia) para prever a localização e mapear tipos de substratos na plataforma e talude continental do sul do Brasil
FIGURA 2: Diferentes espécies de corais azooxantelados de profundidade, (A) Cladocora debilis, espécie que não apresenta estrutura de fixação em nenhum estágio de seu desenvolvimento, sendo normalmente coletada em grande quantidade, juntamente com o esqueleto de outros corais, podendo ser considerada integrante de substratos biodetríticos. (B e C) Cladopsammia manuelensis e Caryophyllia berteriana, respectivamente, ambas fortemente fixas a substratos consolidados através de seus pedicelos, podendo ser consideradas espécies características de substratos consolidados. (D) Caryophyllia scobinosa, espécie que apresenta estrutura de fixação rudimentar, a qual é utilizada apenas nos primeiros estágios de desenvolvimento.
FIGURA 3 in Utilização de registros de corais de profundidade (Cnidaria, Scleractinia) para prever a localização e mapear tipos de substratos na plataforma e talude continental do sul do Brasil
FIGURA 3: Locais de ocorrência de substratos consolidados, biodetríticos e inconsolidados na plataforma e talude continental do sul do Brasil, mapeados através da utilização de registros de corais azooxantelados de profundidade.
FIGURA 1 in Sinalização visual e Biologia Reprodutiva de DENDROPSOPHUS WERNERI (Anura: Hylidae) em área de Mata Atlântica no Estado do Paraná, Brasil
FIGURA 1: Sequência do comportamento de "golpear com a cabeça", exibido por macho de Dendropsophus werneri durante o amplexo.(Ilustração de Flávia Regina Carvalho).
FIGURA 2 in Sinalização visual e Biologia Reprodutiva de DENDROPSOPHUS WERNERI (Anura: Hylidae) em área de Mata Atlântica no Estado do Paraná, Brasil
FIGURA 2: Comportamento de estender o membro posterior durante o amplexo, movimento exibido tanto pelo macho quanto pela fêmea de Dendropsophus werneri.(Ilustração de Flávia Regina Carvalho).
FIGURA 4 in ABRAWAYAOMYS RUSCHII Cunha & Cruz, 1979 (Rodentia, Cricetidae) no Estado do Rio de Janeiro, Brasil
FIGURA 4: Localidades conhecidas de Abrawayaomys ruschii e suas ecorregiões (Olson et al., 2001). (1) Reserva Biológica de Forno Grande, Castelo, Estado do Espírito Santo (20°30'S 41°06'W), Floresta Costeira da Bahia; (2) Parque Estadual do Rio Doce, Marliéria, Estado de Minas Gerais (19°30'S 42°31'W), Floresta do Interior da Bahia; (3) Aldeia Sapucai – Terra Indígena de Bracuí, Angra dos Reis, Estado do Rio de Janeiro (22°53'S 44°23'W), Floresta Costeira da Serra do Mar, e (4) El Dorado, Misiones, no limite da Argentina com o Brasil no Estado do Paraná (27°00'S 54°30'W), Floresta do Interior Paraná/Paraíba.
FIGURA 2 in ABRAWAYAOMYS RUSCHII Cunha & Cruz, 1979 (Rodentia, Cricetidae) no Estado do Rio de Janeiro, Brasil
FIGURA 2: Vistas dorsal (A), ventral (B) e lateral (C) do crânio do espécime MN 67557. Barra corresponde a 5 mm.
FIGURA 1 in Cerambycidae (Coleoptera) do estado do Maranhão, Brasil
FIGURA 1: Tipos de vegetação do Maranhão (modificado de www.ma.gov.br/Imagens/mpvegetacao.gif) e localidades de coleta: (1) Açailandia; (2) Alto Parnaíba; (3) Araguanã; (4) Carolina; (5) Caxias; (6) Codó; (7) Mirador; (8) Pastos Bons; (9) Paço do Lumiar; (10) Santa Inês; (11) São Bento; (12) São João do Sóter; (13) São Pedro da Água Branca; (14) Vila Nova dos Martírios.
FIGURAS 2-4 in Cerambycidae (Coleoptera) do estado do Maranhão, Brasil
FIGURAS 2-4: Habitus. 2, Oncideres mirador sp. nov., holótipo macho, comprimento 7,8 mm; 3, Punctozotroctes inhamum sp. nov., holótipo macho, comprimento 8,8 mm; 4, Oncideres coites sp. nov., holótipo macho, comprimento 21,1 mm.
LuccME Nexus cenários sustentáveis de mudança de uso e cobertura da terra para o Brasil 2040
<p>Cenários quantitativos alternativos de mudança de uso e cobertura da terra foram criados para representar a evolução das mudanças no uso do solo até 2040, conforme descrito em cada uma das narrativas (maiores informações: <a href="../doi/10.5281/zenodo.10154263">https://zenodo.org/doi/10.5281/zenodo.10154263</a>). Esses cenários foram desenvolvidos utilizando o arcabouço de modelagem espacialmente explícita LuccME (<a href="http://www.luccme.ccst.inpe.br">www.luccme.ccst.inpe.br</a>). A análise também incluiu a quantificação de um cenário baseado nas tendências atuais, identificado nas figuras e tabelas como "tendência histórica". As classes de uso da terra consideradas incluem o percentual de vegetação florestal (fveg), vegetação campestre (gveg), pastagem manejada (mpast), agricultura (agric), floresta plantada (silvi), e mosaico de usos múltiplos (mosai) (utilizado como proxy para a agricultura familiar de pequena escala) em cada célula de 10 km x10 km.</p> <p> </p> <p>O conjunto de dados vem no formato Shapefile e inclui os seguintes produtos:</p> <p> </p> <p><strong>LUCCMEBR_land_cover_type_100km2_2000.zip:</strong> Porcentagem de uso e cobertura da terra para o ano 2000 (dados observados).</p> <p><strong>LUCCMEBR_land_cover_type_100km2_2010.zip: </strong>Porcentagem de uso e cobertura da terra para o ano 2010 (dados observados).</p> <p><strong>LUCCMEBR_land_cover_type_100km2_2012.zip: </strong>Porcentagem de uso e cobertura da terra para o ano 2012 (dados observados).</p> <p><strong>LUCCMEBR_land_cover_type_100km2_2014.zip: </strong>Porcentagem de uso e cobertura da terra para o ano 2014 (dados observados).</p> <p><strong>LUCCMEBR_land_cover_type_100km2_2016.zip:</strong> Porcentagem de uso e cobertura da terra para o ano 2016 (dados observados).</p> <p><strong>LUCCMEBR_land_cover_type_100km2_2018.zip:</strong> Porcentagem de uso e cobertura da terra para o ano 2018 (dados observados).</p> <p><strong>LUCCMEBR_land_cover_type_100km2_2020.zip:</strong> Porcentagem de uso e cobertura da terra para o ano 2020 (dados observados).</p> <p><strong>LUCCME_NEXUS_Historical_Trend_land_cover_type_100km2_2024_2040.zip:</strong> Porcentagem de uso e cobertura da terra para o período de 2024-2040 (Dados simulados).</p> <p><strong>LUCCME_NEXUS_Green_Transitionland_cover_type_100km2_2024_2040.zip:</strong> Porcentagem de uso e cobertura da terra para o período de 2024-2040 (Dados simulados).</p> <p><strong>LUCCME_NEXUS_ Lives_in_Equilibrium_land_cover_type_100km2_2024_2040.zip: </strong>Porcentagem de uso e cobertura da terra para o período de 2024-2040 (Dados simulados).</p> <p> </p> <p><strong>Dados</strong></p> <p>Porcentagem das classes de uso e cobertura do solo: percentual de vegetação florestal (fveg), vegetação campestre (gveg), pastagem manejada (mpast), agricultura (agric), floresta plantada (silvi), e mosaico de usos múltiplos (mosai).</p> <p> </p> <p><strong>Resolução espacial</strong></p> <p>Os cenários estão disponíveis em uma resolução espacial de 100 km² e cobrem todo o território brasileiro.</p> <p> </p> <p><strong>Resolução temporal</strong></p> <p>Período dos dados observados: 2000, 2010, 2012, 2014, 2016, 2018 e 2020</p> <p>Período do cenário: 2021 – 2040 (a cada cinco anos)</p> <p> </p> <p><strong>Sistema de referência de coordenadas</strong></p> <p>Sistema de coordenadas geográficas com Datum SIRGAS 2000 (EPSG5880)</p> <p> </p> <p><strong>Formato dos dados</strong></p> <p>Os dados são fornecidos como SHP.</p> <p> </p> <p><strong>Uso do conjunto de dados</strong></p> <p>É gratuito para usar, mas certifique-se de citar o repositório.</p> <p> </p> <p><strong>Publicação e mais informações</strong></p> <p>Para informações adicionais sobre o cenário, entre em contato com Francisco Gilney Silva Bezerra (franciscogilney@gmail.com).</p> <p> </p> <p><strong>Agradecimentos</strong></p> <p>Os autores agradecem ao Projeto NEXUS, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo – FAPESP (2022/05856-0 e 2017/22269-2).</p>
FIGURE 1. Idimanthus amorphophalloides. A in Idimanthus: A new aroid genus (Araceae-Caladieae) from Rio de Janeiro State, Brasil
FIGURE 1. Idimanthus amorphophalloides. A, spadix (spathe removed to show details). B, plant with unripe fruits. C, inflorescence. D, gynoecium, longitudinal section. E, stamen, upper view. F, stamen, side view. G, seed, side view (left) and longitudinal section (right) (Drawn by E.G. Gonçalves from Costa 182 (UB)).
FIGURE 2. Idimanthus amorphophalloides. A in Idimanthus: A new aroid genus (Araceae-Caladieae) from Rio de Janeiro State, Brasil
FIGURE 2. Idimanthus amorphophalloides. A, leafy specimens covering the ground in the habitat. B, leafless flowering specimen, taken from the ground. C, inflorescence arising from soil. D, leafy specimen shedding ripe utricles.
Estudo de caso: Condições de trabalho dos entregadores do ifood na cidade de Campina Grande - PB, Brasil.
<p><span>O presente questionário tem como objetivo compreender as motivações, condições de trabalho e perspectivas dos trabalhadores que utilizam a plataforma iFood como fonte de renda na cidade de Campina Grande-PB, Brasil.</span></p> <p><span>As perguntas foram elaboradas com base em uma métrica percentual, a fim de facilitar a coleta e análise dos dados.</span></p>
FIGURE 4 in Anostomoides passionis, a new fish species from rio Xingu, Brasil (Characiformes: Anostomidae)
FIGURE 4. General view of the rio Xingu at Arroz Cru (03º25'15.7''S, 51º55'08.3''W), habitat of Anostomoides passionis n. sp. Note the partially submerged boulders.
FIGURE 3 in Anostomoides passionis, a new fish species from rio Xingu, Brasil (Characiformes: Anostomidae)
FIGURE 3. Details of the teeth of Anostomoides passionis (holotype, INPA 13182, 262 mm SL). (a) frontal view and (b) lateral view. Scale bar = 10 mm
FIGURE 2 in Anostomoides passionis, a new fish species from rio Xingu, Brasil (Characiformes: Anostomidae)
FIGURE 2. Anostomoides passionis, paratype, ZUEC 3386, 217 mm SL, lateral view of freshly collected specimen.
Unfavorable triglyceride-rich particle profile in subclinical thyroid disease: A cross-sectional analysis of ELSA-Brasil
<p><span>Introduction: Subclinical thyroid disorders have been associated with atherosclerosis and increased cardiovascular risk. As triglyceride-rich lipoprotein particles (TRLP) have recently emerged as a casual factor for atherogenesis, the aim of this study was to evaluate the relationship between subclinical hypo and hyperthyroidism and TRLP subfractions.</span></p> <p><span>Methods: We selected 5,066 participants from the ELSA-Brasil cohort with available data of thyroid function and lipid profile measured by NMR. Individuals were divided into three groups by baseline thyroid function (subclinical hypothyroidism, euthyroidism, and subclinical hyperthyroidism). TRLP subfractions were analyzed through Nuclear Magnetic Resonance (NMR) spectroscopy. To examine the association between TRLP subfractions and thyroid function, we conducted univariate and multivariate linear regression models adjusted for demographic characteristics, BMI, diabetes, smoking status and alcohol use.</span></p> <p><span>Results: Of 3,304 individuals, 54% were women, with a mean age of 50.6±8,7 years, 51% white and 53% with at least college education. Of these individuals, 92% were euthyroid, whereas 6.8% had subclinical hypothyroidism and 1.2% had subclinical hyperthyroidism. The univariate linear regression showed that Very Small TRLP (p=0.026) and Very Large TRLP (p=0.008) were statistically increased in subclinical hypothyroidism when compared to euthyroidism. In subclinical hyperthyroidism, there was a reduction in total TRLP (p=0.003), seemingly driven by reduced Very Small-TRLP (p=0.067). The findings were confirmed when adjusted for demographic characteristics, as well as comorbidities.</span></p> <p>Conclusions: This study suggests that subclinical hypothyroidism is associated to very small and very large TRLP, which are related to an unfavorable atherogenic profile. Subclinical hyperthyroidism is associated to lower very small TRLP.</p>
Webinar - Efeitos da Concentração Regional de Operadoras de Planos de Saúde sobre a Qualidade de Atendimento entre 2014 e 2019 no Brasil: uma Abordagem de Dados em Painel
<p>Evento com apresentação do Relatório Técnico-Conclusivo derivado da dissertação de mestrado de Jefferson Siqueira Alves orientada por Vladimir Fernandes Maciel, com o título "Efeitos da Concentração Regional de Operadoras de Planos de Saúde sobre a Qualidade de Atendimento entre 2014 e 2019 no Brasil: Uma Abordagem de Dados em Painel". O relatório técnico-conclusivo foi disponibilizado no repositório internacional Zenodo, com acesso disponível no link: <a href="https://doi.org/10.5281/zenodo.5503808?fbclid=IwAR2ORgMXqJdK4moARpwAMCwssNWlI7zp4C7jufk5GcUNLTRNsYJDBpH6WYk">https://doi.org/10.5281/zenodo.5503808</a></p>
ScienceDex guides
Understand access before you commit
These curated guides explain access requirements, typical timelines, costs, and reuse considerations for widely used research datasets.
Allen Brain Atlas
Allen Brain Atlas is an Allen Institute collection of brain map atlases, datasets, APIs, and analysis tools covering mouse, human, and non-human primate brain resources.
Annotated Behaviour and Observability Dataset (ABODe)
ABODe is a University of Edinburgh DataShare dataset for behavior classification in group-housed mice using home-cage video, identities, bounding boxes, ground-plate positions, and annotator labels.
DANDI Archive for NWB datasets
DANDI is a BRAIN Initiative archive for publishing and sharing neurophysiology data, including electrophysiology, optophysiology, and behavioral data packaged as NWB and related standards.
International Brain Laboratory public data
The International Brain Laboratory public data releases expose standardized mouse decision-making experiments, including Neuropixels recordings, widefield calcium imaging, behavior, and session metadata accessed through the ONE API.
OpenNeuro
OpenNeuro is a free, open platform for sharing neuroimaging datasets, with public search, dataset pages, and download paths for web, S3, DataLad, and the OpenNeuro CLI.