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682 results for “Brasil”
Figs. 37-43 in O gênero Pinnularia Ehrenberg (Bacillariophyceae) em um lago de inundação do rio Tapajós (Lago Verde, Santarém, Pará, Brasil)
Figs. 37-43. Imagens em MO. 37. Pinnularia perinstabilis; 38, 39. P. pogoii; 40. P.polyonca; 41. P. procera; 42. P. rostratissima var. ventricosa; 43. P.sterrenburgii. Barra = 10 μm.
Figs. 76-85 in O gênero Pinnularia Ehrenberg (Bacillariophyceae) em um lago de inundação do rio Tapajós (Lago Verde, Santarém, Pará, Brasil)
Figs. 76-85. Imagens em MEV. 76, 77. Pinnularia meridiana var. concava. 76. vista geral interna da valva; 77. vista interna da extremidade distal da rafe; 78 - 80. P. monicae. 78. vista interna da extremidade distal da rafe; 79. vista interna da rafe na área central; 80. vista geral interna da valva; 81, 82. P. rostratissima var. ventricosa. 81. vista geral interna da valva; 82. vista interna da extremidade distal da rafe; 83 - 85. P. superpaulensis. 83. vista externa da extremidade distal da rafe; 84. vista externa das extremidades proximais da rafe na área central; 85. vista geral externa da valva. Barras: Figs. 76, 80, 81, 85 = 10μm; Figs. 77, 82, 83, 84 = 2μm; Figs. 78, 79 = 5μm.
Figs. 52-56 in O gênero Pinnularia Ehrenberg (Bacillariophyceae) em um lago de inundação do rio Tapajós (Lago Verde, Santarém, Pará, Brasil)
Figs. 52-56. Imagens em MO. 52, 53. P. tupensis; 54. P. viridiformis; 55, 56. P. viridis. Barra = 10 μm.
Figuras 2-27 in DiAtomácEAS (BAcillAriophytA) EpilíticAS DA BAciA HiDrográficA do Rio Itajaí, Santa Catarina, Brasil
Figuras 2-27. Imagens em Microscópio Óptico. 2. Cymbella excisa var. angusta; 3, 4. C. tumida; 5, 6. Cymbopleura amphicephala; 7. Encyonema neogracile var. tenuipuctata; 8, 9. E. neomesianum; 10, 11. E. minutum; 12, 13. E. perpusillum; 14-16. E. silesiacum; 17-19. Encyonema sp.; 20, 21. Placoneis madagascariensis; 22. Placoneis gracilis; 23. P. porifera; 24. P. opportuna; 25-27. Gomphonema angustatum. Barras = 10µm
Figs. 16-22 in O gênero Pinnularia Ehrenberg (Bacillariophyceae) em um lago de inundação do rio Tapajós (Lago Verde, Santarém, Pará, Brasil)
Figs. 16-22. Imagens em MO. 16, 17. Pinnularia divergens var. mesoleptiformis; 18, 19. P. divergens var. rostrata; 20. P. divergens var. subcuneata; 21. P. diversarea; 22. P. flamma. Barra = 10 μm.
Figs. 31-36 in O gênero Pinnularia Ehrenberg (Bacillariophyceae) em um lago de inundação do rio Tapajós (Lago Verde, Santarém, Pará, Brasil)
Figs. 31-36. Imagens em MO. 31. Pinnularia meridiana var. concava; 32. P. microstauron; 33. P. mollenhaueri; 34. P. monicae; 35. P. parallela var. parallela; 36. P. percuneata var. percuneata. Barra = 10 μm.
Figura 3 in Asteraceae en el Parque Estadual do Biribiri, Diamantina, Minas Gerais, Brasil: tribus Barnadesieae, Gochnatieae, Mutiseae, Nassauvieae y Wunderlichieae
Figura 3. Caracteres morfológicos de las especies de Moquiniastrum y Richterago. A-C. Moquiniastrum blanchetianum (I.M. Franco et al. 924 - HUFU): A. Hoja ovada; B. Haz foliar glabrescente; C. Envés foliar lanoso a tomentoso. D-G. M. floribundum (I.M. Araújo & D. Marques 152 - HUFU): D. Rama; E. Haz foliar glabro y resinoso; F. Envés foliar con tricomas adpresos; G. Flores femeninas con lóbulos de la corola revolutos y estilo bilobado con ápice truncado. H-J. M. hatschbachii (I.M. Franco et al. 1011 - HUFU), hojas: H. Lámina obovada, ápice redondeado; I. Haz foliar glabra; J. Envés foliar glabrescente. K-M. M. paniculatum (I.M. Franco 1005- HUFU), hojas: K. Hoja conduplicada y elíptica, con ápice obtuso y base truncada; L. Haz foliar tomentoso; M. Envés foliar densamente tomentoso. N. Richterago angustifolia (I.M. Franco et al. 1037 - HUFU), hábito. O-P. R. discoidea (I.M. Franco et al. 1071 - HUFU): O. Hoja sésil; P. Hoja longo peciolada.
Fig. 2 in Nova ocorrência de Manihot jolyana Cruz (Euphorbiaceae) para o estado do Rio de Janeiro, Brasil
Fig. 2. Mapa de distribuição de Manihot jolyana nos estados de Minas Gerais (MG), São Paulo (SP)(círculos azuis) e nova ocorrência para o Rio de Janeiro (RJ), município de Petrópolis (círculos vermelhos).
Figura 2. A-S in A família Myrtaceae nas restingas da Ilha do Maranhão, Brasil
Figura 2. A-S. Ilustração morfológica das espécies. A-D. Calycolpus goetheanus. A. Botão floral; B. Disco estaminífero e lobos do cálice; C. Corte longitudinal no ovário; D. Corte transversal no ovário. E-F. Campomanesia aromatica. E. Botão floral; F. Corte transversal no ovário. G-J. Eugenia biflora. G. Hábito; H. Botão floral; I. Corte longitudinal no botão floral; J. Fruto. K-N. Eugenia densiracemosa. K. Hábito; L. flores passadas e frutos imaturos; M. Disco estaminífero e lobos do cálice; N. Corte longitudinal no ovário. O-Q. Eugenia flavescens. O. Ramo com frutos; P. Corte longitudinal no ovário; Q. Fruto. R-S. Eugenia polystachya. R. Hábito; S. Inflorescência.
Figura 1 in CArActeriZAção florísticA e cHAve dendrológicA PArA esPécies em áreA de CerrAdão nA trAnsição CerrAdo-PAntAnAl, MAto Grosso, BrAsil
Figura 1. Localização da área de estudo, situada no Horto Florestal Professora Michelle Carmelinda Pegorini Bordini, pertencente ao IFMT Campus Cáceres - Professor Olegário Baldo, Mato Grosso, Brasil.
Fig. 1 in Lista preliminar das plantas alimentícias nativas de Mato Grosso do Sul, Brasil
Fig. 1. Famílias botânicas com maior número de espécies alimentícias (ou com potencial alimentício) no estado de Mato Grosso do Sul.
Fig. 1 in Check-list das Orchidaceae do estado de Mato Grosso do Sul, Brasil
Fig. 1. Mapa do Mato Grosso do Sul contendo dados do número de coletas de espécimes de Orchidaceae em cada município.
Fig.1 in Check-list de Euphorbiaceae s. str., Phyllanthaceae e Peraceae de Mato Grosso do Sul, Brasil
Fig.1. Número de espécies de Euphorbiaceae s.s. no Mato Grosso do Sul (MS), São Paulo (SP), Goiás (GO), Mato Grosso (MT) e Paraná (PR). Baseado em: Lista de Espécies da Flora do Brasil (2013) e Wanderley et al. (2011).
Fig. 2 in Check-list dAs sAMAMBAiAs e licófitAs do estAdo de MAto Grosso do Sul, BrAsil
Fig. 2. Diversidade (número de táxons) das famílias de samambaias e licófitas em Mato Grosso do Sul.
Figs. 2 A-C. A in Arecaceae Bercht. & J.Presl. no Litoral Piauiense, Delta do Parnaíba, Piauí, Brasil
Figs. 2 A-C. A. Euterpe oleracea Mart. (Nascimento 26) Hábito; B. Detalhe da Inflorescência; C. Detalhe da infrutescência. Barras: Fig. A = 2,6 cm; Figs. B, C = 1 cm).
Figs. 3 A-D. A. Elaeis guineensis N. J in Arecaceae Bercht. & J.Presl. no Litoral Piauiense, Delta do Parnaíba, Piauí, Brasil
Figs. 3 A-D. A. Elaeis guineensis N. J. Jacquin. (Nascimento 40) Hábito; B. Detalhe do fruto; C, D. C. Mauritia flexuosa L. (Nascimento 44) Hábito; D. Detalhe do fruto; E. Orbignya martiniana Barb. Rodr. (Nascimento 45). Barras: Fig. A = 1,8 cm; Figs. B, D = 1 cm; Fig. C = 2,6 cm; Fig. E = 2,1 cm.
Figs. 14A-I. A-E in Palmeiras (Arecaceae) em Santa Catarina, sul do Brasil
Figs. 14A-I. A-E. Syagrus romanzoffiana (K. Soares 35). A. hábito; B. detalhe da folha mostrando inserção das pinas; C. detalhe da bráctea peduncular mostrando a superfície externa sulcada; D. frutos; E. endocarpo. F-I. Trithrinax acanthocoma (K. Soares 31). F. hábito; G. folha. H. inflorescência; I. endocarpo. Barras: Figs. A, F = 1 m; Figs. B, G, H = 20 cm; Fig. C = 10 cm; Figs. D, E, I = 2 cm.
Figs. 9A-L. A, B in Palmeiras (Arecaceae) em Santa Catarina, sul do Brasil
Figs. 9A-L. A, B. Geonoma elegans (G. A. Elias et al. 5). A. hábito; B. infrutescência. C-G. Geonoma gamiova (K. Soares & H. Büneker 34). C. hábito; D. Folha; E. infrutescência; F. flor pistilada G. flor estaminada. H-L. Geonoma schottiana (K. Soares 36). H. hábito; I. detalhe da folha; J. detalhe do estipe; K. fruto; L. endocarpo. Barras: Figs. A, C, H = 1 m; Figs. B, D, E, I; Fig. J = 10 cm; Figs. F, G = 2 mm; Figs. K, L = 1 cm.
Figs. 1A-J. A-E in Palmeiras (Arecaceae) em Santa Catarina, sul do Brasil
Figs. 1A-J. A-E. Astrocaryum aculeatissimum (R. Reitz & R. M. Klein 5026). A. Hábito; B. Infrutescência; C. Fruto; D. Endocarpo, vista exterior; E. Endocarpo, vista interior F, G. Attalea dubia (G. A. Elias et al. 1). F. hábito; G. fruto. H-J. Bactris setosa (K. Soares & L. Witeck). H. Hábito; I. Detalhe da infrutescência; J. Detalhe da folha. Barras: Figs. A, F, H = 1 m; Figs. B, I, J = 10 cm; Figs. C, D, E, G = 3 cm.
Fig. 2 in Os grupos funcionAis fitoplAnctônicos nos reservAtórios do SistemA CAntAreirA, São PAulo, BrAsil
Fig. 2. Dados pluviométricos do Sistema Cantareira no ano de 2013. A seta indica os meses de coleta.
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