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682 results for “Brasil”
Fig. 1 in Os grupos funcionAis fitoplAnctônicos nos reservAtórios do SistemA CAntAreirA, São PAulo, BrAsil
Fig. 1. Região Metropolitana de São Paulo, Brasil. Esquema representativo dos reservatórios do Sistema Cantareira. Fonte: Modificado Agência Nacional de Águas (2015).
Figs. 5 A, B in Os grupos funcionAis fitoplAnctônicos nos reservAtórios do SistemA CAntAreirA, São PAulo, BrAsil
Figs. 5 A, B. Triplot da Análise de Correspondência Canônica para os grupos funcionais e as variáveis ambientais, nos 19 pontos de amostragem dos reservatórios do Sistema Cantareira, nos períodos de maio/junho (A) e novembro/dezembro (B) de 2013. Grupos Funcionais – A, B, C, E, F, J, K, Lo, M, N, P, Sn, X2, Y e W2). Variáveis Ambientais: pH (potencial hidrogeniônico); NID (nitrogênio inorgânico dissolvido); PT (fósforo total); Chla (clorofila-a); SS (sólidos em suspensão); CE (condutividade elétrica) e Zeu (zona eufótica); T (temperatura); %SOS (fração de sólidos orgânicos) e OD (oxigênio dissolvido). Estações amostrais ao longo do eixo longitudinal (zonas fluvial, intermediária e lacustre): Reservatórios - Jaguari (JG-R, JG-D e JG-E); Jacareí (JC-C7, JC-R e JC-C); Cachoeira (CA-R, CA-C, CA-C6, CA-C7 e CA-D); Atibainha (AT-R, AT-C, AT-C5, AT-C6, AT-D) e Paiva Castro (PC-R, PC-C e PC-D). Período de estudo: Período seco (maio/junho) e período chuvoso (novembro/dezembro).
Figs. 3. A-L. A-F in A tribo Tageteae (Asteraceae) no sul do Brasil
Figs. 3. A-L. A-F. Porophyllum linifolium (Ard.) DC. A. Hábito; B. Bráctea involucral; C. Flor monoclina; D. Flor pistilada; E. Flor pistilada aberta mostrando os estaminódios; F. Cipsela e pápus (A. C.R. Carneiro 50, ICN; B, C. C.R. Carneiro 32 ICN; D, E, F. A.A. Schneider 1561, ICN). G-L. Porophyllum obscurum (Spreng.) DC. G. Detalhe do ramo; H. Bráctea involucral; I. Flor monoclina; J. Flor pistilada; K. Flor pistilada aberta mostrando os estaminódios; L. Cipsela e pápus. (G. G. Hatschbach & P. Ravena 23057, MBM; H, I, L. K. Hagelund 7857, ICN; J. K. Hagelund 7864, ICN; K. E. Pasini 887, ICN).
Fig. 1 in DiAtomáceAs epilíticAs de sistemAs lóticos NA suB-BAciA hidrográficA do Arroio Grande, Rio Grande do Sul, Brasil
Fig. 1. Localização dos pontos amostrais na sub-bacia hidrográfica do Arroio Grande no estado do Rio Grande do Sul.
Figs. 13-24 in MorfologiA polínicA de eSpécieS epífiTAS de Cactaceae Juss. do Rio Grande do Sul, Brasil
Figs. 13-24. Fotomicrografias de grãos de pólen da família Cactaceae. 13, 14 L. warmingianum. 13. vista equatorial com detalhe da abertura e superfície da exina; 14. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 15, 16 Rhipsalis campos-portoana. 15. vista equatorial com detalhe da abertura e superfície da exina; 16. vista em plano transversal; 17, 18. R. cereuscula. 17. vista polar evidenciando o tipo de abertura e detalhe da exina, grão de pólen danificado pelo processo acetolítico, mostrando a fragilidade das espécies ao método (vide seta); 18. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas); 19, 20 R. floccosa. 19. vista polar mostrando o apocolpo; 20. vista em plano transversal; 21, 22 R. paradoxa. 21. vista equatorial com detalhe da abertura e superfície da exina, grão de pólen danificado pelo processo acetolítico, mostrando a fragilidade das espécies ao método (vide seta); 22. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 23, 24 R. teres. 23. vista equatorial, detalhe do colpo e posicionamento das aberturas; 24. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas. Barras = 20 Mm.
Fig. 25 in MorfologiA polínicA de eSpécieS epífiTAS de Cactaceae Juss. do Rio Grande do Sul, Brasil
Fig. 25. Desenho esquemático representando os dois padrões morfológicos de grãos de pólen de espécies de cactáceas com hábito epífito do Rio Grande do Sul reconhecidos: (I) grão de pólen 3-colpados, (II) grãos de pólen 6-colpados, e a relação das medidas para cada espécie (* espécies que ocorrem em baixa frequência na forma 3-colpados). Escala = 135 Mm.
Figs. 2E-H in O gênero Macrolobium Schreb. (Leguminosae) no estado do Amapá, Brasil
Figs. 2E-H. Espécies de Macrolobium no Amapá, Brasil. E. M. huberianum, ramo com flores; F. M. multijugum, ramo com frutos; G, H. M. pendulum, ramo com flores e detalhe das estípulas. (E. Pires et al. 792; F. Mori & Cardoso 17390; G, H. Rabelo 973).
Figura 1 in Lista atualizada e aspectos sobre a conservação DA floRA VAScuLAR do Parque Estadual do Turvo, Rio Grande do Sul, Brasil
Figura 1. Perfil esquemático da estrutura da floresta, com predomínio de árvores características do Parque Estadual do Turvo, RS, Brasil. Ilustração: Paulo Brack.
Figs. 61-67. 61, 62 in Novos registros de táxons dos gêneros Euastrum Ehrenb. ex Ralfs e Micrasterias C. Agardh ex Ralfs (Zygnematophyceae, Desmidiaceae) para a Bahia e o Brasil
Figs. 61-67. 61, 62. Micrasterias thomasiana var. notata; 63, 64. M. torreyi var. nordstedtiana; 65-67. M. truncata var. truncata f. gibbosa. Barras: Figs. 63-67 = 50 µm; Figs. 61, 62 = 100 µm.
Figura 4 in Lista atualizada e aspectos sobre a conservação DA floRA VAScuLAR do Parque Estadual do Turvo, Rio Grande do Sul, Brasil
Figura 4. Algumas espécies ocorrentes no Parque Estadual do Turvo, RS, Brasil. A. Justicia brasiliana (Acanthaceae); B. Zephyranthes fluvialis (Amaryllidaceae); C. Fischeria stellata (Apocynaceae); D. Cordyline spectabilis (Asparagaceae); E. Wedelia kerrii (Asteraceae); F. Fridericia mutabilis (Bignoniaceae); G. Bromelia balansae (Bromeliaceae); H. Canna indica (Cannaceae); I. Dichorisandra hexandra (Commelinaceae); J. Apuleia leiocarpa (Fabaceae); K. Calliandra selloi (Fabaceae); L. Sinningia sellovii (Gesneriaceae). Fotos: A, C-F, H, J, L. Willian S. Piovesani; B, G, K. Paulo Brack; I. Cassio Rabuske.
Figs. 107-121. 107-108. Eugenia maroviana. 107 in Morfologia polínica de eudicotiledôneas arbóreas da Serra da Capoeira Grande, Maciço Geológico da Pedra Branca, Rio de Janeiro, Brasil
Figs. 107-121. 107-108. Eugenia maroviana. 107.Vista polar,detalhe do apocolpo;108. Ornamentação da superfície,primeiro e segundo focos de visualização.109- 110. Syzygium cumini. 109. Vista polar,grão de pólen 3-sincolporado;110. Vista polar,grão de pólen 4-sincolporado.111-114. Guapira hirsuta. 111. Vista polar;112. Vista equatorial;113. Detalhe da abertura;114. Ornamentação da superfície, primeiro e segundo focos de visualização.115- 118. Guapira opposita. 115. Vista polar; 116. Vista equatorial; 117. Detalhe da abertura; 118. Ornamentação da superfície, primeiro e segundo focos de visualização.119-121. Ouratea stipulata. 119. Vista polar; 120. Vista equatorial; 121. Detalhe da abertura. Barras: Figs. 107, 108, 109, 110, 114, 117, 118, 121 = 5µm; Figs. 111, 112, 113, 115, 116, 119, 120 = 10µm.
Figs. 62-76. 62-65. Sebastiania multiramea. 62 in Morfologia polínica de eudicotiledôneas arbóreas da Serra da Capoeira Grande, Maciço Geológico da Pedra Branca, Rio de Janeiro, Brasil
Figs. 62-76. 62-65. Sebastiania multiramea. 62. Vista polar; 63. Vista equatorial; 64. Vista equatorial, detalhe da endoabertura; 65. Ornamentação da superfície, primeiro e segundo focos de visualização. 66- 69. Sebastiania serrata. 66. Vista polar; 67. Vista equatorial de dois grãos de pólen; 68. Vista equatorial, detalhe da abertura; 69. Ornamentação da superfície, primeiro e segundo focos de visualização. 70-72. Casearia commersoniana. 70. Vista equatorial; 71. Vista equatorial, detalhe da abertura; 72. Ornamentação da superfície, primeiro e segundo focos de visualização. 73-75. Casearia sylvestris. 73. Vista polar, inclinada; 74. Vista equatorial, detalhe da abertura; 75. Vista equatorial. 76. Ocotea divaricata. Vista geral do grão de pólen. Barras: Fig. 72 = 5µm; Figs. 62-71, 73-76 = 10µm.
Figs. 2-16. 2-5. Astronium fraxinifolium. 2 in Morfologia polínica de eudicotiledôneas arbóreas da Serra da Capoeira Grande, Maciço Geológico da Pedra Branca, Rio de Janeiro, Brasil
Figs. 2-16. 2-5. Astronium fraxinifolium. 2. Vista polar; 3. Vista equatorial; 4. Vista equatorial, detalhe da endoabertura; 5. Detalhe da ornamentação da superfície.6-8. Spondias lutea. 6. Vista polar; 7. Vista equatorial; 8. Detalhe da abertura. 9-13. Peschiera laeta. 9. Vista polar, grão de pólen 3-colporado; 10. Vista polar, grão de pólen 4-colporado; 11. Vista equatorial, grão de pólen 3-colporado; 12. Detalhe da abertura; 13. Ornamentação da superfície, primeiro e segundo focos de visualização. 14-16. Jacaranda macrantha. 14. Vista polar; 15. Vista equatorial; 16. Ornamentação da superfície, primeiro e segundo focos de visualização. Barras = 10µm.
Figura 8. Samambaias e in SAMAMBAiAS e LicófitAS do Cerro dA PedrA do LAGArto, SAntA MAriA, Rio GrAnde do SUl, BrASil
Figura 8. Samambaias e licófitas do Cerro da Pedra do Lagarto. A. Christella hispidula; B. Amauropelta ptarmica; C. Macrothelypteris torresiana; D. Rumohra adiantiformis (Fotos: B. Schindler & M. Figueira).
Figs. 92-106. 92-95. Swartzia myrtifolia. 92 in Morfologia polínica de eudicotiledôneas arbóreas da Serra da Capoeira Grande, Maciço Geológico da Pedra Branca, Rio de Janeiro, Brasil
Figs. 92-106. 92-95. Swartzia myrtifolia. 92. Vista polar; 93. Vista equatorial; 94. Detalhe da abertura; 95. Ornamentação da superfície, primeiro e segundo focos de visualização. 96-99. Sorocea bonplandii. 96. Vista equatorial; 97. Detalhe da abertura; 98. Vista equatorial, corte óptico da exina; 99. Ornamentação da superfície, primeiro e segundo focos de visualização. 100-103. Myrsine umbellata. 100. Vista polar; 101. Vista equatorial; 102. Detalhe da abertura; 103. Ornamentação da superfície, primeiro e segundo focos de visualização. 104-106. Campomanesia eugenioides. 104. Vista polar; 105. Vista equatorial; 106. Detalhe do apocolpo. Barras: Figs. 98, 99, 101, 102, 103, 105, 106 = 5µm; Figs. 92-97, 100, 104 = 10µm.
Figs. 32-46. 32 in Morfologia polínica de eudicotiledôneas arbóreas da Serra da Capoeira Grande, Maciço Geológico da Pedra Branca, Rio de Janeiro, Brasil
Figs. 32-46. 32. Chorisia speciosa. Ornamentação da superfície, primeiro, segundo e terceiro focos de visualização. 33-37. Pseudobombax grandiflorum. 33. Vista polar; 34. Vista equatorial; 35. Detalhe da abertura; 36. Ornamentação da superfície no mesocolpo; 37. Ornamentação da superfície no apocolpo, primeiro e segundo focos de visualização. 38-41. Capparis flexuosa. 38. Vista polar; 39. Vista polar, detalhe da superfície; 40. Vista equatorial; 41. Detalhe da abertura. 42-45. Maytenus communis. 42. Vista polar; 43. Vista polar, detalhe da superfície; 44. Vista equatorial; 45. Detalhe da abertura. 46. Maytenus robusta. Vista polar. Barras: Figs. 32, 35, 36, 37 = 5µm; Figs. 33, 34, 38- 46 = 10µm.
Figura 5. Samambaias e in SAMAMBAiAS e LicófitAS do Cerro dA PedrA do LAGArto, SAntA MAriA, Rio GrAnde do SUl, BrASil
Figura 5. Samambaias e licófitas do Cerro da Pedra do Lagarto. A. Pteris brasiliensis; B-C. Pteridium esculentum; D-E. Parablechnum cordatum; F. Neoblechnum brasiliense; G. Blechnum austrobrasilianum; H. Blechnum auriculatum (Fotos: B. Schindler & M. Figueira).
Figura 3. Samambaias e in SAMAMBAiAS e LicófitAS do Cerro dA PedrA do LAGArto, SAntA MAriA, Rio GrAnde do SUl, BrASil
Figura 3. Samambaias e licófitas do Cerro da Pedra do Lagarto. A-B. Palhinhaea cernua; C. Selaginella muscosa; D-E. Trichomanes pilosum; F-G. Sticherus lanuginosus; H. Anemia tomentosa; I. Anemia phyllitidis (Fotos: B. Schindler & M. Figueira).
Figura 5 in Plantas Trepadeiras no Jardim Botânico de Porto Alegre, Rio GrAnde do Sul, BrAsil: florísticA e cHAves de identificAÇão BAseAdAs em cArActeres vegetAtivos
Figura 5. Riqueza das famílias de trepadeiras encontradas na área de estudo. "Outras" representa famílias com apenas uma espécie.
Figs. 10A-E in O gênero Paspalum L. (Poaceae) na Chapada Diamantina, Bahia, Brasil
Figs. 10A-E. Paspalum pumilum; A. Hábito. B. Espigueta vista da gluma superior. C. Espigueta vista do lema inferior. D. Antécio superior visto do lema. E. Antécio superior visto da pálea. F-H: P. repens. F. Ramo da inflorescência com as espiguetas. G. Antécio superior visto do lema. H. Antécio superior visto da pálea. I-L: P. rojasii. I. Espigueta vista da gluma superior. J. Espigueta vista do lema inferior. K. Antécio superior visto do lema. L. Antécio superior visto da pálea. M-Q: P. rupium. M. Base da planta com o rizoma. N. Espigueta vista da gluma superior. O. Espigueta vista do lema inferior. P. Antécio superior visto do lema. Q. Antécio superior visto da pálea. R-U: P. scutatum. R. Espigueta vista da gluma superior. S. espigueta vista do lema inferior. T. Antécio superior visto do lema. U. Antécio superior visto da pálea. Ilustração: K.M. Pimenta.
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