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448 results for “Rio Grande do Sul”
Figs. 2-24. 2 in DiAtomáceAs epilíticAs de sistemAs lóticos NA suB-BAciA hidrográficA do Arroio Grande, Rio Grande do Sul, Brasil
Figs. 2-24. 2. Aulacoseira ambigua; 3. A. granulata; 4. Aulacoseira cf. tenella.; 5. Orthoseira roeseana; 6. Cyclotella meneghiniana; 7. Pleurosira laevis; 8. Fragillaria crotonensis; 9. F. parva; 10. F. voucheriae; 11- 12. Eunotia minor; 13. E. monodon; 14. Cymbella neolanceolata; 15. C. tumida; 16. Cymbopleura naviculiformis; 17-18. Encyonema neomesianum; 19-20. E. silesiacum; 21-22. E. exuberans; 23. E. sprechmannii; 24. Placoneis abundans. Barras = 10µm.
Figs. 1-12 in MorfologiA polínicA de eSpécieS epífiTAS de Cactaceae Juss. do Rio Grande do Sul, Brasil
Figs. 1-12. Fotomicrografias de grãos de pólen da família Cactaceae. 1-3 Epiphyllum phyllanthus. 1. vista equatorial, corte óptico evidenciando a espessura da exina e aberturas; 2. superfície da exina e detalhe da abertura em colpo; 3. ampliação da superfície mostrando grânulos e perfurações no teto (vide seta); 4-6 Hatiora rósea. 4. vista equatorial, detalhe do colpo; 5. posicionamento das aberturas; 6. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 7, 8 Lepismium cruciforme. 7. vista equatorial, mostrando a abertura recoberta por diminutos grânulos; 8. vista polar, corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 9, 10 L. houlletianum. 9. vista equatorial, detalhe do posicionamento das aberturas e superfície da exina; 10. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas; 11, 12 L. lumbricoides. 11. vista equatorial, posicionamento das aberturas; 12. corte óptico evidenciando a espessura da exina e columelas. Barras = 20 Mm.
Figura 3 in Lista atualizada e aspectos sobre a conservação DA floRA VAScuLAR do Parque Estadual do Turvo, Rio Grande do Sul, Brasil
Figura 3. Ambientes existentes no Parque Estadual do Turvo, RS, Brasil. A. Lajedo do rio Uruguai; B. Leito e lajedo do rio Turvo; C. Floresta Estacional Decidual; D. Banhado; E. Campestre. Fotos: A e C. Paulo Brack; B, D-E. Willian S. Piovesani.
Figura 5 in Lista atualizada e aspectos sobre a conservação DA floRA VAScuLAR do Parque Estadual do Turvo, Rio Grande do Sul, Brasil
Figura 5. Algumas espécies ocorrentes no Parque Estadual do Turvo, RS, Brasil. A. Trimezia spathata (Iridaceae); B. Salvia guaranitica (Lamiaceae); C. Dicella nucifera (Malpighiaceae); D. Callianthe picta (Malvaceae); E. Ficus guaranitica (Moraceae); F. Plinia rivularis (Myrtaceae); G. Grandiphyllum divaricatum (Orchidaceae); H. Warrea warreana (Orchidaceae); I. Oxalis cytisoides (Oxalidaceae); J. Scoparia hassleriana (Plantaginaceae); K. Portulaca hatschbachii (Portulacaceae); L. Pleopeltis hirsutissima (Polypodiaceae). Fotos: A-G, I-L. Willian S. Piovesani; H. Cassio Rabuske.
Figura 4. Samambaias e in SAMAMBAiAS e LicófitAS do Cerro dA PedrA do LAGArto, SAntA MAriA, Rio GrAnde do SUl, BrASil
Figura 4. Samambaias e licófitas do Cerro da Pedra do Lagarto. A. Adiantum raddianum; B. Adiantopsis chlorophylla; C. Doryopteris triphylla; D. Doryopteris lorentzii; E. Doryopteris concolor; F. Doryopteris pentagona (Fotos: B. Schindler & M. Figueira).
Figura 1 in SAMAMBAiAS e LicófitAS do Cerro dA PedrA do LAGArto, SAntA MAriA, Rio GrAnde do SUl, BrASil
Figura 1. Cerro da Pedra do Lagarto. A. face norte e leste evidenciada pelos campos; B. face sul pela floresta (Fotos: M. Figueira).
Figura 2 in SAMAMBAiAS e LicófitAS do Cerro dA PedrA do LAGArto, SAntA MAriA, Rio GrAnde do SUl, BrASil
Figura 2. Ambientes de ocorrência das espécies observadas no Cerro da Pedra do Lagarto, Santa Maria, RS: F = florestal, CR = campestre rupícola, FR = florestal ripícola, Cri = campestre ripícola.
Figura 4 in Plantas Trepadeiras no Jardim Botânico de Porto Alegre, Rio GrAnde do Sul, BrAsil: florísticA e cHAves de identificAÇão BAseAdAs em cArActeres vegetAtivos
Figura 4. Representantes de outras famílias encontradas na área de estudo. A. Pereskia aculeata (Cactaceae); B. Cayaponia martiana (Cucurbitaceae); C. Muehlenbeckia sagittifolia (Polygonaceae); D. Guettarda uruguensis (Rubiaceae); E. Smilax campestris (Smilacaceae); F. Solanum laxum (Solanaceae); G. Tropaeolum pentaphyllum (Tropaeolaceae); H. Clematicissus striata (Vitaceae).
Figura 3 in Plantas Trepadeiras no Jardim Botânico de Porto Alegre, Rio GrAnde do Sul, BrAsil: florísticA e cHAves de identificAÇão BAseAdAs em cArActeres vegetAtivos
Figura 3. Representantes das famílias mais diversas encontradas na área de estudo. A. Rhabdadenia madida (Apocynaceae); B. Mikania micrantha (Asteraceae); C. Amphilophium crucigerum (Bignoniaceae); D. Ipomoea indica (Convolvulaceae); E. Macropsychanthus violaceus (Fabaceae); F. Janusia guaranitica (Malpighiaceae); G. Passiflora suberosa (Passifloraceae); H. Paullinia elegans (Sapindaceae).
Figura 2 in Plantas Trepadeiras no Jardim Botânico de Porto Alegre, Rio GrAnde do Sul, BrAsil: florísticA e cHAves de identificAÇão BAseAdAs em cArActeres vegetAtivos
Figura 2. Ambientes de vegetação natural do Jardim Botânico de Porto Alegre. A. Aspecto geral da floresta secundária do entorno do lago de cima; B. Interior da floresta secundária do entorno do lago de cima; C. Campo nativo situado no interior da Zona de Conservação in situ.
Figura 1 in Plantas Trepadeiras no Jardim Botânico de Porto Alegre, Rio GrAnde do Sul, BrAsil: florísticA e cHAves de identificAÇão BAseAdAs em cArActeres vegetAtivos
Figura 1. Mapa de localização e áreas de vegetação amostradas no Jardim Botânico de Porto Alegre, RS, Brasil. Em vermelho, a delimitação do JBPA; em verde, áreas de vegetação natural; em amarelo, a Zona de Conservação in situ.
Figura 7. Samambaias e in SAMAMBAiAS e LicófitAS do Cerro dA PedrA do LAGArto, SAntA MAriA, Rio GrAnde do SUl, BrASil
Figura 7. Samambaias e licófitas do Cerro da Pedra do Lagarto. A. Campyloneurum nitidum; B. Microgramma squamulosa; C. Pecluma pectinatiformis; D. Phlebodium pseudoaureum; E. Serpocaulon latipes (Fotos: B. Schindler & M. Figueira).
Figura 7 in Plantas Trepadeiras no Jardim Botânico de Porto Alegre, Rio GrAnde do Sul, BrAsil: florísticA e cHAves de identificAÇão BAseAdAs em cArActeres vegetAtivos
Figura 7. Relação entre a síndrome de dispersão e o hábito. Os números nas colunas indicam a riqueza.
Figura 6. Samambaias e in SAMAMBAiAS e LicófitAS do Cerro dA PedrA do LAGArto, SAntA MAriA, Rio GrAnde do SUl, BrASil
Figura 6. Samambaias e licófitas do Cerro da Pedra do Lagarto. A. Asplenium claussenii; B. Asplenium gastonis; C. Diplazium cristatum; D. Deparia petersenii; E-F. Cyathea atrovirens; G. Pleopeltis minima; H. Pleopeltis hirsutissima; I. Pleopeltis pleopeltifolia (Fotos: B. Schindler & M. Figueira).
Fig. 1. Mapa com a in DeSmídiAS PSeudofilAmentoSAS (Zygnematophyceae) dA ÁreA de Proteção AmbientAl do IbirAPuitã, BiomA PAmPA, Rio GrAnde do Sul, BrASil
Fig. 1. Mapa com a localização das estações de amostragem na APA do Ibirapuitã, Rio Grande do Sul, Brasil.
Fig. 5 in Morfologia polínica de espécies da família Asteraceae Martinov nos cerros da Campanha do Rio Grande do Sul, Brasil
Fig. 5. Relação entre a quantidade total de grãos de pólen por antera produzida e o tamanho e espessura da ornamentação das espécies da família Asteraceae.
Figs. 1. A, B in Morfologia polínica de espécies da família Asteraceae Martinov nos cerros da Campanha do Rio Grande do Sul, Brasil
Figs. 1. A, B. Mapa da área de estudo ilustrando os locais dos cerros estudados na região fisiográfica da Campanha do Rio Grande do Sul. 1. Cerro do Jarau (Município de Quaraí); 2. Cerro da Tapera (Município de Quaraí); 3. Cerro do Tigre (Município de Alegrete); B. Relevo da região estudada destacando as fitofisionomias locais (modificado de Hasenack et al., 2010); C. Altitude e distância entre os pontos amostrados.
Figure 3 in Mosquitoes (Diptera: Culicidae) in oviposition traps set in forest fragments of a semideciduous seasonal forest, Atlantic Forest domain, in the state of Rio Grande do Sul, Brazil
Figure 3. Mean abundance of mosquitoes collected in oviposition traps in three fragments of a semideciduous seasonal forest in the northwestern region of the state of Rio Grande do Sul, Brazil Means followed by the same letter do not differ by the Tukey test at <0.05. Vertical bars denote 1±SD. / Abundancia media de mosquitos recolectados en trampas de oviposición en tres fragmentos de un bosque estacional semideciduo en la región noroeste del estado de Rio Grande do Sul, Brasil. Las medias seguidas por la misma letra no difieren por la prueba de Tukey en <0,05. Las barras verticales denotan 1 ± SD.
Figure 1 in Mosquitoes (Diptera: Culicidae) in oviposition traps set in forest fragments of a semideciduous seasonal forest, Atlantic Forest domain, in the state of Rio Grande do Sul, Brazil
Figure 1. Location of three fragments of a semideciduous seasonal forest in the northwestern region of the state of Rio Grande do Sul, Brazil. URB: forest fragment located in the urban area of the city of Panambi-RS. RUR: forest fragment located in the rural area close to the urban area of Panambi-RS. NAT: forest fragment located in the rural area far from urban area of the city of Pejuçara-RS. / Ubicación de tres fragmentos de un bosque estacional semideciduo en la región noroeste del estado de Rio Grande do Sul, Brasil. URB: fragmento de bosque ubicado en el casco urbano de la ciudad de Panambi-RS. RUR: fragmento de bosque ubicado en el área rural cercana al área urbana de Panambi-RS. NAT: fragmento de bosque ubicado en el área rural alejada del área urbana de la ciudad de Pejuçara-RS.
Figure 2 in Mosquitoes (Diptera: Culicidae) in oviposition traps set in forest fragments of a semideciduous seasonal forest, Atlantic Forest domain, in the state of Rio Grande do Sul, Brazil
Figure 2. Cluster analysis (Morisita–Horn index) of the mosquitoes collected in oviposition traps in three fragments of a semideciduous seasonal forest in the northwestern region of the state of Rio Grande do Sul, Brazil. / Análisis de conglomerados (Índice Morisita-Horn) de los mosquitos recolectados en trampas de oviposición en tres fragmentos de un bosque estacional semideciduo en la región noroeste del estado de Rio Grande do Sul, Brasil.
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