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682 results for “Brasil”
Georreferenciamento e classificação de organizações e associações religiosas no Brasil
<p>Georreferenciamento e classificação de instituições brasileiras inscritas como organizações e associações religiosas no CNPJ. Os pesquisadores classificaram essas instituições em: afrobrasileiras, católicas, espíritas, evangélicas, islã, judaicas, assistência, associações de estudos religiosos e outras. Subdividiram as evangélicas em: protestantes históricas (ou evangélicas de missão), pentecostais, neopentecostais e evangélicas não determinadas. O conjunto de dados se insere em pesquisa do Observatório da Religião e Interseccionalidades sobre a produção do cristianismo nos espaços do agronegócio. Esta pesquisa se desenvolve no âmbito do projeto temático <em>Pluralismo religioso e diversidades no Brasil pós-Constituinte</em> (Fapesp. Processo n. 2021/14038-6).</p>
Covid Data Analytics: Repositório de Dados Provenientes de Múltiplas Fontes sobre a Pandemia de COVID-19 no Brasil
<p>Uma estratégia para melhor compreender as diversas facetas e possíveis impactos da pandemia de COVID-19 na sociedade consiste na extração de informação e conhecimento a partir de dados provenientes de diversas fontes oficiais e não oficiais.</p> <p>A importância desse tema fomentou a publicação de diversos artigos científicos que investigam aspectos relacionados à pandemia de COVID-19 no Brasil por meio de análises de dados. Alguns trabalhos, por exemplo, fornecem caracterizações e descrições da evolução da doença no país~\cite{ranzani2021characterisation}, considerando, inclusive, a subnotificação de casos pelas agências oficiais. Outros modelam e preveem a evolução da COVID-19, utilizando dados referentes aos primeiros meses da pandemia e empregando diferentes métodos ou mesmo utilizando dados de geolocalização e de dinâmica populacional.</p> <p>Nesse contexto, é importante que, sempre que possível, os dados utilizados para as pesquisas sejam disponibilizados à comunidade científica, seja para fins de replicabilidade dos resultados encontrados, seja para a promoção de novas investigações.</p> <p>Os dados disponibilizados no repositório CDA se referem ao período entre 23 de fevereiro de 2020 e 8 de maio de 2021.<br> Esse repositório agrega 1.508 arquivos, classificados em dois tipos principais: (i) bases de dados e tabelas extraídas das fontes descritas anteriormente; e (ii) artigos, relatórios, mapas e gráficos produzidos pelos integrantes do projeto a partir da análise dos dados coletados</p> <p><strong>Dados de Fontes Externas</strong></p> <p>Estes arquivos representam 8\% do total de arquivos que compõem o repositório e estão distribuídos da seguinte maneira:</p> <ul> <li>Séries temporais com indicadores econômicos das Unidades Federativas do Brasil e da União em formato .csv, com aproximadamente 18.400 registros;</li> <li>7 scripts de tratamento de dados em formato .py.</li> <li>5 arquivos com a contagem do número de tweets e retweets coletados semanalmente utilizando 13 palavras-chave (“corona”, “covid”, “coronavirus”, “covid19”, “quarentena”,“hidroxicloroquina”, “cloroquina”, “confinamento”, “distanciamento social”, “aglomeração”, “aglomerações”, “sars” e “covid-19”) formato .csv </li> <li>3 arquivos do Google Trends no formato .csv com 249 registros contendo 124 termos pré-selecionados que têm relação com a pandemia e o percentual relativo de buscas na web nos níveis regional e nacional. %\ana{de novo, o que tem nestes csvs?}.</li> <li>7 arquivos como dados anonimizados do Instagram no formato .csv com 90.787 hashtags contendo os termos \#demito, \#demitida, \#desempregada, \#desempregado, \#desemprego, \#falido, \#reduçãodejornada.</li> <li><strong>Análises e Relatórios</strong></li> <li>Os arquivos com as análises e relatórios representam 92\% do total de arquivos do repositório. Além de documentos de texto, também foram disponibilizados materiais visuais, como mapas e gráficos, em diversos formatos. Os arquivos estão distribuídos da seguinte maneira.</li> </ul> <p> </p> <ul> <li>23 gráficos comparativos de indicadores sociais e econômicos, análises descritivas dos ocupados em atividades essenciais e não essências por regiões em formato .svg;</li> <li>409 gráficos de novos casos e óbitos (02 a 09 de setembro) em formato .png;</li> <li> 522 mapas e gráficos de linhas e barras acerca dos casos e óbitos acumulados de COVID-19 em todo o país entre as semanas epidemiológicas 9 e 32 de 2020 (23/02/2020 a 08/08/2020) em formato .png;</li> <li>15 arquivos de medidas provisórias em formato .pdf;</li> <li>1 gráfico interativo gerado a partir do cálculo da mortalidade (óbitos acumulados por 100 mil habitantes) no Brasil em formato .html;</li> <li>25 animações mostrando a evolução da letalidade (mortes acumuladas / casos acumulados) em \% em todos estados do Brasil a cada semana epidemiológica da 9ª à 31ª em formato .gif;</li> <li>1 relatório sobre análises das informações disponíveis para coleta na ferramenta Google Trends em formato .pdf;</li> <li>4 relatórios sobre análises das informações disponíveis dos grupos de pesquisa em formato .pdf; </li> </ul> <p><strong>Limitações nas Bases de Dados Disponibilizadas</strong><br> Devido a questões de privacidade, algumas bases de dados, obtidas através da extração de informações das redes sociais online não foram integralmente disponibilizadas no repositório.<br> Nestes casos, disponibilizamos análises extraídas a partir destas bases, realizadas com o propósito de responder algumas das perguntas de pesquisa do projeto. As análises realizadas durante o projeto estão disponíveis em \url{https://covid.dcc.ufmg.br/}.</p> <p>A disponibilização dos dados ocorreu por meio do padrão <em>Open Data Standards</em> e, a partir dele, foram criados e organizados os arquivos, de acordo com o respectivo formato e tipo de informação. Eles foram integrados ao drive do grupo tecnológico por intermédio de um formulário, e utilizaram-se de um script para transformar os dados do formulário em um arquivo XML. Como resultado, pôde-se modelar e preencher o banco de dados a partir do arquivo XML e, por fim, integrá-lo a um <a href="https://covid.dcc.ufmg.br/buscador.php">buscador</a> criado em Wordpress, que fica disponível para download no portal do projeto CDA maiores informações: <a href="https://covid.dcc.ufmg.br/linhas/dados">https://covid.dcc.ufmg.br/linhas/dados/ </a></p>
Phytotoxicity level of sewage sludge from different cleaning stages on germination and initial growth of Adenanthera pavonina L. (False pau-brasil)
<p>Database referring to the variables, data and equations of the manuscript: Stabilized sewage sludge presents suitable phyto-toxic conditions for germination of false-pau-brasil</p> <p> </p> <p>Alves, G. de O. ., Cardoso, P. H. S. ., Gonçalves, P. W. B. ., Moreira, C. D. D. ., & Sampaio, R. A. . (2021). LODO DE ESGOTO ESTABILIZADO APRESENTA CONDIÇÕES FITOTÓXICAS ADEQUADAS PARA A GERMINAÇÃO DO FALSO PAU-BRASIL. ENERGIA NA AGRICULTURA, 36(3), 348–361. https://doi.org/10.17224/EnergAgric.2021v36n3p348-361</p>
Figs. 9A-Q. A-G. Senna rostrata. A in Taxonomia e diversidade do gênero Senna Mill. (Leguminosae, Caesalpinioideae, Cassieae) no estado de Goiás, Brasil
Figs. 9A-Q. A-G. Senna rostrata. A: Ramo florido; B. Nectário foliar; C. Pétala posterior; D. Pétalas postero-laterais; E. Pétalas antero-laterais; F. Androceu e gineceu; G. Fruto. H-L. S. rugosa. H. Ramo florido; I. Nectário foliar; J. Pétala posterior; K. Pétalas postero-laterais; L. Pétalas antero-laterais. M-Q. S. siamea. M. Ramo florido; N. Pétala posterior; O. Pétalas postero-laterais; P. Pétalas antero-laterais; Q. Androceu e gineceu. (136-142: A. Macedo 1899 – SP; 143-148: J. P. Santos, M. J. Silva & M. M. Dantas 382 – UFG; 149-153: J. P. Santos 134 – UFG).
Figs. 8A-T. A-F in Taxonomia e diversidade do gênero Senna Mill. (Leguminosae, Caesalpinioideae, Cassieae) no estado de Goiás, Brasil
Figs. 8A-T. A-F. Senna pilifera var. pilífera. A. Ramo florido; B. Pétala posterior; C. Pétalas postero-laterais; D. Pétalas antero-laterais; E. Androceu e gineceu; F. Fruto. G-J. S. pilifera var. subglabra. G. Pétala posterior; H. Pétalas postero-laterais; I. Pétalas antero-laterais; J. Androceu e gineceu. K-N. S. pilifera var. tubata. K. Pétala posterior; L. Pétalas postero-laterais; M. Pétalas antero-laterais; N. Androceu e gineceu. O-T. S. reticulata. O. Ramo florido; P. Pétala posterior; Q. Pétalas postero-laterais; R. Pétalas antero-laterais; S. Androceu e gineceu; T. Fruto. (116-121: J. P. Santos et al. 307 – UFG; 122-125: J. A. Rizzo 9945b – UFG; 126-129: J. P. Santos & L. L. C. Antunes 859 – UFG; 130-135: J. P. Santos 900 – UFG).
Figs. 4A-N. A-F. Senna hirsuta var. hirta. A. Ramo frutificado. B-F. S. macranthera var. macranthera.B in Taxonomia e diversidade do gênero Senna Mill. (Leguminosae, Caesalpinioideae, Cassieae) no estado de Goiás, Brasil
Figs. 4A-N. A-F. Senna hirsuta var. hirta. A. Ramo frutificado. B-F. S. macranthera var. macranthera.B. Ramo florido; C. Pétala posterior; D. Pétalas postero-laterais; E. Pétalas antero-laterais; F. Androceu e gineceu. G-J. S. macranthera var. nervosa. G. Folha; H. Nectário foliar; I. Sépala interna; J. Fruto. K-N. S. macranthera var. striata. K. Folha; L. Nectário foliar; M. Sépala interna; N. Fruto (51: J. Neto Neiva 1 - UFG; 52-56: J. P. Santos & M. J. Silva 811 – UFG; 57-60: J. P. Santos & M. M. Dantas 379 – UFG; 61–64: A. A. Santos et al. 6041 – CEN).
Figs. 1A-P. A-E. Senna aculeata. A in Taxonomia e diversidade do gênero Senna Mill. (Leguminosae, Caesalpinioideae, Cassieae) no estado de Goiás, Brasil
Figs. 1A-P. A-E. Senna aculeata. A. Ramo florido; B. Pétala posterior; C. Pétalas postero-laterais; D. Pétalas antero-laterais; E. Androceu e gineceu. F-J. S. alata. F. Ramo florido; G. Pétala posterior; H. Pétalas postero-laterais; I. Pétalas antero-laterais; J. Androceu e gineceu. K-P. S. cana var. cana. K. Ramo florido; L. Estípula; M. Pétala posterior; N. Pétalas postero-laterais; O. Pétalas antero-laterais; P. Androceu e gineceu. (A-E: J. P. Santos & J. Neiva Neto 291 - UFG; F-J: J. P. Santos 17 - UFG; K-1P: H. S. Irwin et al. 14487 - MO).
Dados da avaliação de acessibilidade Web nos portais das Instituições de Ensino Superior no Brasil
<p>Vale ressaltar que as universidades estão cada vez mais acessíveis e preocupadas com a inclusão de seus alunos. Portanto, é fundamental que essa acessibilidade também esteja presente no ambiente web. Apesar do uso generalizado de conteúdo web, avaliá-lo nesses ambientes continua desafiador e caro, tarefa atribuída a desenvolvedores e designers. Assim, este conjunto de dados consolida dados públicos de diferentes ferramentas e avaliadores sobre acessibilidade nas homepages de 166 universidades brasileiras.</p> <p>A coleta de dados ocorreu em janeiro de 2024 e seguiu as orientações de <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2352340919313691">Acosta-Vargas e outros</a> , começando com o conjunto de dados inicial do <a href="https://ruf.folha.uol.com.br/2023/ranking-de-universidades/principal/">Ranking RUF 2023</a> . Além da coleta de dados do Webometrics e WAVE, o conjunto de dados inclui informações da <a href="https://asesweb.governoeletronico.gov.br/">ASES</a> , <a href="https://emec.mec.gov.br/emec/nova">eMEC</a> , <a href="http://www.atlasbrasil.org.br/ranking">IBGE</a> e <a href="https://www.undp.org/pt/brazil/desenvolvimento-humano/painel-idhm">PNUD</a> , totalizando 107 colunas. Essas colunas incluem:</p> <ul> <li> <p><strong>RUF:</strong> "nome", "estado", "tipo", "ruf_ranking", "ruf_teaching_position", "ruf_teaching_score", "ruf_search_position", "ruf_search_score", "ruf_market_position", "ruf_market_score", "ruf_innovation_position", "ruf_innovation_score", "ruf_internalization_position", "ruf_internalization_score", "ruf_score";</p> </li> <li> <p><strong>Webometria:</strong> "webo_world_ranking", "webo_continetal_ranking", "webo_country_ranking", "webo_impact", "webo_opening", "webo_excellence";</p> </li> <li> <p><strong>WAVE:</strong> "wave_errors", "wave_alerts", "wave_structural_elements", "wave_features", "wave_aria", "wave_contrast_errors";</p> </li> <li> <p><strong>ASES:</strong> "ases_size_kb", "ases_pct","ases_err_behavior"; "ases_err_form", "ases_err_information", "ases_err_mark", "ases_err_multimedia", "ases_err_presentation", "ases_err_total", "ases_warn_behavior", "ases_warn_form" "ases_warn_information", "ases_warn_mark", "ases_warn_multimedia", "ases_warn_presentation", "ases_warn_total " , "ases_rec1.1", "ases_rec1.2", "ases_rec1.3", "ases_rec1.4", "ases_rec1.5", "ases_rec1.6", "ases_rec1.7", "ases_rec1.8", " ases_rec1.9", "ases_rec2.1", "ases_rec2.2", "ases_rec2.6", "ases_rec3.1", "ases_rec3.2", "ases_rec3.3", "ases_rec3.5", "ases_rec3. 6", "ases_rec3.7", "ases_rec3.9", "ases_rec4.1", "ases_rec4.4", "ases_rec5.1", "ases_rec5.2", "ases_rec5.3", "ases_rec5.4" , "ases_rec6.1", "ases_rec6.2", "ases_rec6.3", "ases_rec6.4", "ases_rec6.7";</p> </li> <li> <p><strong>eMEC:</strong> "emec_ies_code", "emec_legal_nature", "emec_zip_code", "emec_county", "emec_adm_cat", "emec_accreditation_type", "emec_ci", "emec_ci_year", "emec_dist_learn_ci", "emec_dist_learn_ci_year", "emec_igc", "emec_igc_year", "emec_continuous_igc", "emec_continuous_igc_year", "emec_n_campi", "emec_n_courses", "emec_n_dist_learn_courses", "emec_n_unq_dist_learn_courses", "emec_is_hybrid", "emec_legal_nat_gp1";</p> </li> <li> <p><strong>IBGE:</strong> "ibge_state_idhm_income, "ibge_state_idhm_education", "ibge_state_idhm_longevity", "ibge_county_idhm", "ibge_county_idhm_income", "ibge_county_idhm_education", "ibge_county_longevity";</p> </li> <li> <p><strong>PNUD:</strong> "pnud_state_idhm", "pnud_state_rdpc", "pnud_state_gini", "pnud_state_theil";</p> </li> </ul> <div> <div> <div> <p>As colunas “acrônimo”, “região” e “url” foram coletadas por meio de buscas no Google.</p> </div> </div> </div> <div> </div>
Figura 2. O in Uma presa fácil aos olhos do predador: novo registro de predação de uma ave de rapina (Accipitriformes: Accipitridae) sobre Ameiva ameiva (Squamata: Teiidae) no Brasil e o estado do conhecimento atual sobre predadores desta espécie de lagarto
Figura 2. O gavião segurando o lagarto enquanto permanecia alerta. Foto por Luciano de F. Silva. Figure 2. The hawk holding the lizard while staying alert. Photo by Luciano de F. Silva.
Figura 3 in Uma presa fácil aos olhos do predador: novo registro de predação de uma ave de rapina (Accipitriformes: Accipitridae) sobre Ameiva ameiva (Squamata: Teiidae) no Brasil e o estado do conhecimento atual sobre predadores desta espécie de lagarto
Figura 3. Número de registros de predação por grupo de predadores e por método de registro. Grupos de predadores: Decapoda (DEC), Anura (ANR), Serpentes (SPT), Lagartos (LGT), Accipitriformes (ACF), Falconiformes (FCF), Strigiformes (STF), Pelecaniformes (PLF), Cariamiformes (CRF), Carnivora (CNV), Cingulata (CGT), Didelmorphia (DMP). Figure 3. Number of predation records by predator group and by recording method. Predator groups: Decapoda (DEC), Anura (ANR), Serpentes (SPT), Lizards (LGT), Accipitriformes (ACF), Falconiformes (FCF), Strigiformes (STF), Pelecaniformes (PLF), Cariamiformes (CRF), Carnivora (CNV), Cingulata (CGT), Didelmorphia (DMP).
Figura 1 in Uma presa fácil aos olhos do predador: novo registro de predação de uma ave de rapina (Accipitriformes: Accipitridae) sobre Ameiva ameiva (Squamata: Teiidae) no Brasil e o estado do conhecimento atual sobre predadores desta espécie de lagarto
Figura 1. Predação de Heterospizias meridionalis sobre Ameiva ameiva. A. Adulto de H. meridionalis segurando um adulto de A. ameiva no topo de um poste de energia elétrica. B-C. O gavião consumindo partes do lagarto. Foto por Luciano de F. Silva. Figure 1. Predation of Heterospizias meridionalis on Ameiva ameiva. A. Adult H. meridionalis holding an adult A. ameiva on top of an electrical power pole. B-C. The hawk consuming the fleshy parts of the lizard. Photo by Luciano de F. Silva.
Figura 3 in Primeiro registro de Dryadula phaetusa (Lepidoptera, Nymphalidae) no estado do Piauí, Brasil
Figura 3. Localidade Labino, município de Parnaíba, Piauí-Brasil. Figura 3. Labino, municipio de Parnaíba, Piauí-Brasil. Figure 3. Labino, Parnaíba municipality, Piauí-Brazil.
Figura 2 in Primeiro registro de Dryadula phaetusa (Lepidoptera, Nymphalidae) no estado do Piauí, Brasil
Figura 2. Exemplares de D. phaetusa no município de Parnaíba, Piauí-Brasil. Figura 2. Ejemplares de D. phaetusa en el municipio de Parnaíba, Piauí-Brasil. Figure 2. Examples of D. phaetusa in the Parnaíba municipality, Piauí-Brazil.
Figura 1 in Primeiro registro de Dryadula phaetusa (Lepidoptera, Nymphalidae) no estado do Piauí, Brasil
Figura 1. Registros de D. phaetusa en el estado do Piauí-Brasil. Municipio de Joaquim Pires (círculo negro) y municipio de Parnaíba (cuadrado negro).
Fig. 1 in Registro vespa ( de uma possível interação entre Certhiaxis cinnamomeus (Passeriformes, Furnariidae) e a social Polybia scutellaris (White, 1841) Hymenoptera, Polistinae) no Brasil
Fig. 1. Ninho de Certhiaxis cinnamomeus nidificado a aproximadamente 50 cm de uma colônia de Polybia scutellaris em um arbusto de Mimosa sp. (Fabaceae) (A); Detalhe da colônia de P. scutellaris (B); C. cinnamomeus em detalhe (C).
FIGURA 1 in Espécies de cigarrinhas em cultivo de café no Município de Santa Teresa, Espírito Santo, Brasil (Hemiptera, Cicadellidae, Cicadellinae)
FIGURA 1: (A-N): Cicadelíneos coletados em cultivo de café no Município de Santa Tereza, ES, Brasil, em vista dorsal: (A) Dilobopterus sp.; (B) Erythrogonia sp.; (C) Graphocephala sp.; (D) Juliaca chapini Young, 1977; (E) Juliaca pula Young, 1977; (F) Macugonalia cavifrons (Stål, 1862); (G) Macugonalia sobrina (Stål, 1862); (H) Microgoniella pudica (Fabricius, 1803); (I) Paratubana vittifacies (Signoret, 1855); (J) Scopogonalia paula Young, 1977; (K) Versigonalia ruficauda (Walker, 1851); (L) Acrocampsa diminuta (Walker, 1851); (M) Deselvana excavata (Le Peletier & Serville, 1825); (N) Deselvana pervirgata (Amyot & Serville, 1843). Barras de escala = 2 mm.
FIGURA 1 in Identidade, riqueza e abundãncia de pequenos mamíferos (Rodentia e Didelphimorphia) de área de Floresta com Araucária no estado do Paraná, Brasil
FIGURA 1: Distribuição do Bioma Mata Atlântica (em cinza claro) e Floresta com Araucária (em cinza escuro) no Brasil. O ponto vermelho indica a Floresta Nacional de Piraí do Sul, no estado do Paraná. No mapa da Floresta Nacional de Piraí do Sul os números indicam os locais onde houve amostragem de pequenos mamíferos não voadores (1 = Talhão de reflorestamento com Pinus elliotti; 2 = Floresta Ombrófila Mista Aluvial secundária em regeneração natural; 3 = Talhão de reflorestamento com Araucaria angustifolia; 4 = Floresta Ombrófila Mista Montana secundária em regeneração natural; 5 = Capoeirinha de altitude; 6 = Banhado; 7 = Taquaral; 8 = Área Antropizada). A imagem de satélite foi retirada do software Google Earth, em Março de 2014.
FIGURA 2 in Identidade, riqueza e abundãncia de pequenos mamíferos (Rodentia e Didelphimorphia) de área de Floresta com Araucária no estado do Paraná, Brasil
FIGURA 2: Fitofisionomias da Floresta Nacional de Piraí do Sul (Paraná, Brasil) com maior esforço amostral de pequenos mamíferos não voadores (A = Talhão de reflorestamento com Pinus elliotti; B = FOM Aluvial em regeneração natural; C = Talhão de reflorestamento com Araucaria angustifolia; D = FOM Montana secundária em regeneração natural; E = Capoeirinha de altitude).
FIGURA 5 in Identidade, riqueza e abundãncia de pequenos mamíferos (Rodentia e Didelphimorphia) de área de Floresta com Araucária no estado do Paraná, Brasil
FIGURA 5: Espécies de pequenos mamíferos registradas na Floresta Nacional de Piraí do Sul, Paraná, Brasil. A = Akodon montensis; B = Bibimys labiosus; C = Brucepattersonius iheringi; D = Cryptonanus sp.; E = Didelphis albiventris (Fotografia de Elvira de Bastiani); F = D. aurita; G = Gracilinanus microtarsus; H = Juliomys ossitenuis; I = Monodelphis americana; J = Oligoryzomys nigripres; K = Oxymycterus judex; L = O. nasutus; M = Sooretamys angouya; N = Thaptomys nigrita.
FIGURA 3 in Identidade, riqueza e abundãncia de pequenos mamíferos (Rodentia e Didelphimorphia) de área de Floresta com Araucária no estado do Paraná, Brasil
FIGURA 3: Fitofisionomias da Floresta Nacional de Piraí do Sul (Paraná, Brasil) com menor esforço amostral de pequenos mamíferos não voadores (A = Banhado; B = Taquaral; C = Área Antropizada).
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Annotated Behaviour and Observability Dataset (ABODe)
ABODe is a University of Edinburgh DataShare dataset for behavior classification in group-housed mice using home-cage video, identities, bounding boxes, ground-plate positions, and annotator labels.
DANDI Archive for NWB datasets
DANDI is a BRAIN Initiative archive for publishing and sharing neurophysiology data, including electrophysiology, optophysiology, and behavioral data packaged as NWB and related standards.
International Brain Laboratory public data
The International Brain Laboratory public data releases expose standardized mouse decision-making experiments, including Neuropixels recordings, widefield calcium imaging, behavior, and session metadata accessed through the ONE API.
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