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682 results for “Brasil”
Figuras 57-93 in DiAtomácEAS (BAcillAriophytA) EpilíticAS DA BAciA HiDrográficA do Rio Itajaí, Santa Catarina, Brasil
Figuras 57-93. Imagens em Microscópio Óptico e em Microscópio Eletrônico de Varredura. Achnanthidium atomus; 57, 58. Vista externa em MEV; 59. Vista valvar em MO; 60-63. A. exiguum; 64-66. A. minutissimum; 64. Vista externa (MEV); 65, 66. MO; 67, 68. A. pyrenaicum; 69, 70. Lemnicola hungarica; 71-74. Planothidium incuriatum; 75-79. P. bagualensis; 80. P. heteromorphum; 81. P. salvadorianum; 82-86. Psammothidium hustedtii; 87-89. Platessa oblongella; 90, 91. Adlafia drouetiana; 92, 93. Capartogramma crucicula. Barras = 10µm
Figuras 28-56 in DiAtomácEAS (BAcillAriophytA) EpilíticAS DA BAciA HiDrográficA do Rio Itajaí, Santa Catarina, Brasil
Figuras 28-56. Imagens em Microscópio Óptico. 28, 30. Gomphonema brasiliensoide; 29, 48. Gomphonema brasiliense ssp. pacificum; 31, 32. Gomphonema sp.1; 33-36. G. gracile; 37, 38. G. lagenula; 39, 40. G. parvulum; 41-43. G. pumilum; 44-46. Gomphonema incognitum; 47. Gomphonema rochense; 49, 50. G. pseudoaugur; 51, 52. G. mexicanum; 53, 55. G. turris var. coarctata; 54. G. salae; 56. Gomphonema sp. 2. Barras = 10µm
Figura 1 in DiAtomácEAS (BAcillAriophytA) EpilíticAS DA BAciA HiDrográficA do Rio Itajaí, Santa Catarina, Brasil
Figura 1. Mapa da localização da bacia hidrográfica do rio Itajaí, Santa Catarina, Brasil e a distribuição dos pontos amostrais nas sub-bacias estudadas.
Figs. 86-90 in O gênero Pinnularia Ehrenberg (Bacillariophyceae) em um lago de inundação do rio Tapajós (Lago Verde, Santarém, Pará, Brasil)
Figs. 86-90. Imagens em MEV. 86 - 88. Pinnularia tumescens.86. vista interna da extremidade distal da rafe; 87. vista externa da extremidade distal da rafe; 88. vista externa das extremidades distais da rafe na área central; 89, 90. P. tupensis. 89. vista interna da extremidade distal da rafe; 90. vista geral interna da valva. Barras: Figs. 86, 90 = 10μm; Fig. 87 = 2μm; Figs. 88, 89 = 5μm.
Figura 1 in RiquezA e fitossociologiA de plAntAs VAsculAres eM dunAs costeirAs de Torres, Rio GrAnde do Sul, BrAsil
Figura 1. Área de estudo com a localização das transecções e parcelas amostradas. Torres, Rio Grande do Sul, Brasil.
Figuras 94-129 in DiAtomácEAS (BAcillAriophytA) EpilíticAS DA BAciA HiDrográficA do Rio Itajaí, Santa Catarina, Brasil
Figuras 94-129. Imagens em Microscópio Óptico. 94, 95. Geissleria aikenensis; 96, 97. Placogeia. kriegeri; 98, 99. Navigeia. lateropunctata; 100, 101. Hippodonta hungarica; 102, 103. Navicula leptostriata; 104, 105. N. cryptocephala; 106, 107. N. cryptotenella; 108, 109. N. notha; 110. N. gregaria; 111, 112. N. microdigitoradiata; 113-115. N. salinicola; 116, 117. N. viridula var. germainii; 118, 119. N. rostellata; 120, 121. N. symmetrica; 122, 123. N. eichhorniaephila; 124, 125. N. namibica; 126, 127. N. tripuntata; 128, 129. Nupela pardinhoensis. Barras = 10µm
Figura 2 in Asteraceae en el Parque Estadual do Biribiri, Diamantina, Minas Gerais, Brasil: tribus Barnadesieae, Gochnatieae, Mutiseae, Nassauvieae y Wunderlichieae
Figura 2. Caracteres morfológicos de las especies de Chaptalia y Dasyphyllum. A-C. Chaptalia araneosa (I.M. Franco et al. 1157 - HUFU): A. Hábito; B. Hoja; C. Fruto. D-F. C. integerrima (I.M. Franco et al. 1167 - HUFU), variación morfológica foliar; D. Hoja obovada; E. Hoja elíptica; F. Hoja oblanceolada. G-H. C. nutans (I.M. Franco et al. 1241 - HUFU): G. Hoja lirada con margen crenada y venación cladódroma; H. Antera oblonga. I-L. Dasyphyllum reticulatum (I.M. Franco et al. 1117 – HUFU): I. Rama florida; J. Espinas rectas, entumecidas en la base; K. Hojas glabras; L. Antera oblonga con apéndice del conectivo con ápice bidentado y base calcarada. M-N. D. fodinarum (I.M. Franco et al. 1052 - HUFU): M. Rama joven densamente villosa; N. Margen foliar ciliado. O-P. D. sprengelianum (D. Marques et al. 366 - HUFU), variación de la pilosidad de la hoja adulta; O. Hoja estrigosa; P. Hoja glabrescente.
Figura 3. A-Q in A família Myrtaceae nas restingas da Ilha do Maranhão, Brasil
Figura 3. A-Q. Ilustração morfológica das espécies. A-C. Eugenia protenta. A. Hábito; B. Flores passadas; C. Corte longitudinal no ovário. D-G. Eugenia punicifolia. D. Hábito; E. Flores solitárias, às vezes duas por axila; F. Flor passada; G. Fruto elipsoide. H-J. Eugenia stictopetala. H. Inflorescência; I. Botão floral; J. Corte longitudinal no ovário. K-N. Myrcia cuprea. K. Hábito; L. Botão floral; M. Corte longitudinal no ovário; N. Fruto. O-Q. Myrcia guianensis. O. Hábito; P. Flor passada; Q. Fruto.
Figura 4. A-N in A família Myrtaceae nas restingas da Ilha do Maranhão, Brasil
Figura 4. A-N. Ilustração morfológica das espécies. A-C. Myrcia selloi. A. Hábito; B. Botão floral; C. Corte longitudinal no ovário com lobos do cálice reflexos. D-E. Myrcia multiflora. D. Hábito; E. Fruto. F-I. Myrcia splendens. F. Ramo com frutos; G. Disco estaminífero e lobos do cálice; H. Botão floral; I. Corte longitudinal no ovário. J-K. Myrciaria tenella. J. Hábito; K. Fruto. L-N. Psidium guajava. L. Hábito; M. Botão floral piriforme; N. Corte longitudinal no ovário.
Figs. 1A-J. Manihot jolyana. A in Nova ocorrência de Manihot jolyana Cruz (Euphorbiaceae) para o estado do Rio de Janeiro, Brasil
Figs. 1A-J. Manihot jolyana. A. mata de galeria; B. populações em mata de encosta; C. hábito; D. ramo fértil; E. inflorescência; F. estípulas; G. base da lâmina mostrando os lobos sobrepostos; H. flor estaminada em vista frontal; I. ramo mostrando o látex; J. fruto. (fotos: S.Q. Farias).
Figura 2 in CArActeriZAção florísticA e cHAve dendrológicA PArA esPécies em áreA de CerrAdão nA trAnsição CerrAdo-PAntAnAl, MAto Grosso, BrAsil
Figura 2. Dendrograma de agrupamento realizado pelo método de Jaccard da similaridade florística do fragmento estudado e outros estudos em área de Cerradão. Δ. Presente Estudo; 1. Gomes et al. (2004); 2. Marimon-Junior & Haridasan (2005); 3. Souza et al. (2011); 4. Camilotti et al. (2011); 5. Pinheiro & Durigan (2012); 6. Bueno et al. (2013); 7. Casella & Silva-Júnior (2013); 8. Otoni et al. (2013); 9. Rodrigues & Araújo (2013) – Fragmento 1; 10. Rodrigues & Araújo (2013) – Fragmento 2; 11. Giácomo et al. (2015).
Fig. 1. Mapa com a in BriófitAs de áreA sob o domínio fitogeográfico do CerrAdo e novAs ocorrênciAs PArA o MArAnhão e região Nordeste do BrAsil
Fig. 1. Mapa com a localização da área de coleta do povoado Buriti Corrente, município de Caxias, Maranhão, Brasil.
Figs. 3A-I in Florística e estrutura da vegetação campestre nos Campos arbustivos de São Gabriel, Rio Grande do Sul, Brasil
Figs. 3A-I. Espécies registradas na área de estudo citadas como ameaçadas de extinção em diferentes categorias. A. Cypella pusilla, como criticamente em perigo; B. Frailea buenekeri subsp. densispina; C. Gymnocalycium denudatum; D. Parodia erinacea; E. Porophyllum linifolium, em perigo; F. Parodia mammulosa; G. Parodia ottonis; H. Kelissa brasiliensis, como vulnerável; I. Pfaffia gnaphaloides, como quase ameaçada.
Figs. 2A-D in Florística e estrutura da vegetação campestre nos Campos arbustivos de São Gabriel, Rio Grande do Sul, Brasil
Figs. 2A-D. Fitofisionomias campestres nas cabeceiras do Arroio do Salso. A. Campo rupestre; B. Campo seco; C. Campo úmido; D. Campo brejoso.
Figs. 1A-C in Florística e estrutura da vegetação campestre nos Campos arbustivos de São Gabriel, Rio Grande do Sul, Brasil
Figs. 1A-C. Localização da área de estudo. A. Abrangência dos PRP, dividida em subdivisões regionais: Pampas e Campos (Soriano 1991), adaptado de Tonello & Prieto (2008) e Mourelle (2011); B. Distribuição dos Campos arbustivos no Rio Grande do Sul, modificado de Hasenack et al. (2010); C. Ilustração mostrando os aspectos fisionômicos nas cabeceiras do Arroio do Salso, em São Gabriel.
Figs. 1 A-E. A in Arecaceae Bercht. & J.Presl. no Litoral Piauiense, Delta do Parnaíba, Piauí, Brasil
Figs. 1 A-E. A. Astrocaryum vulgare Mart. (Nascimento 41) Hábito de indivíduo adulto; B. Inflorescência; C, D. C. Copernicia prunifera (Miller) H.E Moore (Nascimento 42) Hábito; D. Detalhe do fruto. E. Inflorescência. Barras: Fig. A = 1,5 cm; Figs. B, D, E = 1 cm; Fig. C = 2,1 cm
Fig. 5 in Florística e estrutura da vegetação campestre nos Campos arbustivos de São Gabriel, Rio Grande do Sul, Brasil
Fig. 5. Diagrama "biplot" de PCoA mostrando a dispersão espacial das UAs e dos táxons que apresentaram maiores valores de correlação. Acal = Achyrocline alata; Anla = Andropogon lateralis; Ante = Andropogon ternatus; Anvi = Andropogon virgatus; Baco = Bacopa sp.; Chui = Chascolytrum uniolae; Dein = Desmodium incanum; Dise = Dichondra sericea; Elbo = Eleocharis bonariensis; Elvi = Eleocharis viridans; Erho = Eryngium horridum; Evse = Evolvulus sericeus; Gari = Galium richardianum; Hyne = Hypochaeris neopinnatifida; Lehe = Leersia hexandra; Lila = Lilaeopsis brasiliensis; Lohe = Lobelia hederacea; Lupe = Luziola peruviana; Mnse = Mnesithea selloana; Padi = Paspalum dilatatum; Pano = Paspalum notatum; Papu = Paspalum pumilum; Pimo = Piptochaetium montevidense; Rhco = Rhynchospora conferta; Rhdi = Rhynchosia diversifolia; Rhma = Rhynchospora marisculus; Rihu = Richardia humistrata; Sepa = Setaria parviflora; Stca = Stenachaenium campestre; Stse = Stipa setigera; Venu = Vernonanthura nudiflora; Vubr = Vulpia bromoides; Wali = Wahlenbergia linarioides.
Figs. 4A-D in Florística e estrutura da vegetação campestre nos Campos arbustivos de São Gabriel, Rio Grande do Sul, Brasil
Figs. 4A-D. Diagramas de porcentagem mostrando o somatório dos IVI por família em cada fitofisionomia, considerando-se todas as espécies registradas nas UAs. A. Campo rupestre; B. Campo seco; C. Campo úmido; D. Campo brejoso
Figs. 1A, B. A in ReLAÇão entre chuVA de sementes e estruturA florestAL em remanescentes de Floresta Atlântica no Sul do Brasil
Figs. 1A, B. A. Número de sementes por área; B. número de espécies por área nos fragmentos de Floresta nativa 1 e Floresta nativa 2.
Fig. 3 in Os grupos funcionAis fitoplAnctônicos nos reservAtórios do SistemA CAntAreirA, São PAulo, BrAsil
Fig. 3. Gráficos Box-Plot das variáveis ambientais analisadas nos períodos de maio/junho e novembro/dezembro de 2013, nos pontos de coletas dos reservatórios Jaguari-Jacareí, Cachoeira, Atibainha e Paiva Castro (Sistema Cantareira – SP). Condutividade elétrica (CE); temperatura (T); profundidade máxima (Zmáx); Disco de Secchi (DS); nitrogênio inorgânico dissolvido (NID); sólidos em suspensão (SS); oxigênio dissolvido (OD); potencial hidrogeniônico (pH); fósforo total (PT); clorofila-a (Chla). Representação dos reservatórios nos meses de maio/junho: JG-1 (Jaguari); JC-1 (Jacareí); CA-1 (Cachoeira); AT-1 (Atibainha) e PC-1 (Paiva Castro) e novembro/dezembro: JG-2; JC-2; CA-2; AT-2 e PC-2.
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Allen Brain Atlas
Allen Brain Atlas is an Allen Institute collection of brain map atlases, datasets, APIs, and analysis tools covering mouse, human, and non-human primate brain resources.
Annotated Behaviour and Observability Dataset (ABODe)
ABODe is a University of Edinburgh DataShare dataset for behavior classification in group-housed mice using home-cage video, identities, bounding boxes, ground-plate positions, and annotator labels.
DANDI Archive for NWB datasets
DANDI is a BRAIN Initiative archive for publishing and sharing neurophysiology data, including electrophysiology, optophysiology, and behavioral data packaged as NWB and related standards.
International Brain Laboratory public data
The International Brain Laboratory public data releases expose standardized mouse decision-making experiments, including Neuropixels recordings, widefield calcium imaging, behavior, and session metadata accessed through the ONE API.
OpenNeuro
OpenNeuro is a free, open platform for sharing neuroimaging datasets, with public search, dataset pages, and download paths for web, S3, DataLad, and the OpenNeuro CLI.