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Figuras 57-93 in DiAtomácEAS (BAcillAriophytA) EpilíticAS DA BAciA HiDrográficA do Rio Itajaí, Santa Catarina, Brasil

Figuras 57-93. Imagens em Microscópio Óptico e em Microscópio Eletrônico de Varredura. Achnanthidium atomus; 57, 58. Vista externa em MEV; 59. Vista valvar em MO; 60-63. A. exiguum; 64-66. A. minutissimum; 64. Vista externa (MEV); 65, 66. MO; 67, 68. A. pyrenaicum; 69, 70. Lemnicola hungarica; 71-74. Planothidium incuriatum; 75-79. P. bagualensis; 80. P. heteromorphum; 81. P. salvadorianum; 82-86. Psammothidium hustedtii; 87-89. Platessa oblongella; 90, 91. Adlafia drouetiana; 92, 93. Capartogramma crucicula. Barras = 10µm

opencc-by-4.0Jul 2021View details →
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Figuras 28-56 in DiAtomácEAS (BAcillAriophytA) EpilíticAS DA BAciA HiDrográficA do Rio Itajaí, Santa Catarina, Brasil

Figuras 28-56. Imagens em Microscópio Óptico. 28, 30. Gomphonema brasiliensoide; 29, 48. Gomphonema brasiliense ssp. pacificum; 31, 32. Gomphonema sp.1; 33-36. G. gracile; 37, 38. G. lagenula; 39, 40. G. parvulum; 41-43. G. pumilum; 44-46. Gomphonema incognitum; 47. Gomphonema rochense; 49, 50. G. pseudoaugur; 51, 52. G. mexicanum; 53, 55. G. turris var. coarctata; 54. G. salae; 56. Gomphonema sp. 2. Barras = 10µm

opencc-by-4.0Jul 2021View details →
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Figura 1 in DiAtomácEAS (BAcillAriophytA) EpilíticAS DA BAciA HiDrográficA do Rio Itajaí, Santa Catarina, Brasil

Figura 1. Mapa da localização da bacia hidrográfica do rio Itajaí, Santa Catarina, Brasil e a distribuição dos pontos amostrais nas sub-bacias estudadas.

opencc-by-4.0Jul 2021View details →
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Figs. 86-90 in O gênero Pinnularia Ehrenberg (Bacillariophyceae) em um lago de inundação do rio Tapajós (Lago Verde, Santarém, Pará, Brasil)

Figs. 86-90. Imagens em MEV. 86 - 88. Pinnularia tumescens.86. vista interna da extremidade distal da rafe; 87. vista externa da extremidade distal da rafe; 88. vista externa das extremidades distais da rafe na área central; 89, 90. P. tupensis. 89. vista interna da extremidade distal da rafe; 90. vista geral interna da valva. Barras: Figs. 86, 90 = 10μm; Fig. 87 = 2μm; Figs. 88, 89 = 5μm.

opencc-by-4.0Feb 2021View details →
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Figura 1 in RiquezA e fitossociologiA de plAntAs VAsculAres eM dunAs costeirAs de Torres, Rio GrAnde do Sul, BrAsil

Figura 1. Área de estudo com a localização das transecções e parcelas amostradas. Torres, Rio Grande do Sul, Brasil.

opencc-by-4.0Feb 2021View details →
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Figuras 94-129 in DiAtomácEAS (BAcillAriophytA) EpilíticAS DA BAciA HiDrográficA do Rio Itajaí, Santa Catarina, Brasil

Figuras 94-129. Imagens em Microscópio Óptico. 94, 95. Geissleria aikenensis; 96, 97. Placogeia. kriegeri; 98, 99. Navigeia. lateropunctata; 100, 101. Hippodonta hungarica; 102, 103. Navicula leptostriata; 104, 105. N. cryptocephala; 106, 107. N. cryptotenella; 108, 109. N. notha; 110. N. gregaria; 111, 112. N. microdigitoradiata; 113-115. N. salinicola; 116, 117. N. viridula var. germainii; 118, 119. N. rostellata; 120, 121. N. symmetrica; 122, 123. N. eichhorniaephila; 124, 125. N. namibica; 126, 127. N. tripuntata; 128, 129. Nupela pardinhoensis. Barras = 10µm

opencc-by-4.0Jul 2021View details →
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Figura 2 in Asteraceae en el Parque Estadual do Biribiri, Diamantina, Minas Gerais, Brasil: tribus Barnadesieae, Gochnatieae, Mutiseae, Nassauvieae y Wunderlichieae

Figura 2. Caracteres morfológicos de las especies de Chaptalia y Dasyphyllum. A-C. Chaptalia araneosa (I.M. Franco et al. 1157 - HUFU): A. Hábito; B. Hoja; C. Fruto. D-F. C. integerrima (I.M. Franco et al. 1167 - HUFU), variación morfológica foliar; D. Hoja obovada; E. Hoja elíptica; F. Hoja oblanceolada. G-H. C. nutans (I.M. Franco et al. 1241 - HUFU): G. Hoja lirada con margen crenada y venación cladódroma; H. Antera oblonga. I-L. Dasyphyllum reticulatum (I.M. Franco et al. 1117 – HUFU): I. Rama florida; J. Espinas rectas, entumecidas en la base; K. Hojas glabras; L. Antera oblonga con apéndice del conectivo con ápice bidentado y base calcarada. M-N. D. fodinarum (I.M. Franco et al. 1052 - HUFU): M. Rama joven densamente villosa; N. Margen foliar ciliado. O-P. D. sprengelianum (D. Marques et al. 366 - HUFU), variación de la pilosidad de la hoja adulta; O. Hoja estrigosa; P. Hoja glabrescente.

opencc-by-4.0Oct 2022View details →
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Figura 3. A-Q in A família Myrtaceae nas restingas da Ilha do Maranhão, Brasil

Figura 3. A-Q. Ilustração morfológica das espécies. A-C. Eugenia protenta. A. Hábito; B. Flores passadas; C. Corte longitudinal no ovário. D-G. Eugenia punicifolia. D. Hábito; E. Flores solitárias, às vezes duas por axila; F. Flor passada; G. Fruto elipsoide. H-J. Eugenia stictopetala. H. Inflorescência; I. Botão floral; J. Corte longitudinal no ovário. K-N. Myrcia cuprea. K. Hábito; L. Botão floral; M. Corte longitudinal no ovário; N. Fruto. O-Q. Myrcia guianensis. O. Hábito; P. Flor passada; Q. Fruto.

opencc-by-4.0Jun 2021View details →
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Figura 4. A-N in A família Myrtaceae nas restingas da Ilha do Maranhão, Brasil

Figura 4. A-N. Ilustração morfológica das espécies. A-C. Myrcia selloi. A. Hábito; B. Botão floral; C. Corte longitudinal no ovário com lobos do cálice reflexos. D-E. Myrcia multiflora. D. Hábito; E. Fruto. F-I. Myrcia splendens. F. Ramo com frutos; G. Disco estaminífero e lobos do cálice; H. Botão floral; I. Corte longitudinal no ovário. J-K. Myrciaria tenella. J. Hábito; K. Fruto. L-N. Psidium guajava. L. Hábito; M. Botão floral piriforme; N. Corte longitudinal no ovário.

opencc-by-4.0Jun 2021View details →
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Figs. 1A-J. Manihot jolyana. A in Nova ocorrência de Manihot jolyana Cruz (Euphorbiaceae) para o estado do Rio de Janeiro, Brasil

Figs. 1A-J. Manihot jolyana. A. mata de galeria; B. populações em mata de encosta; C. hábito; D. ramo fértil; E. inflorescência; F. estípulas; G. base da lâmina mostrando os lobos sobrepostos; H. flor estaminada em vista frontal; I. ramo mostrando o látex; J. fruto. (fotos: S.Q. Farias).

opencc-by-4.0Oct 2019View details →
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Figura 2 in CArActeriZAção florísticA e cHAve dendrológicA PArA esPécies em áreA de CerrAdão nA trAnsição CerrAdo-PAntAnAl, MAto Grosso, BrAsil

Figura 2. Dendrograma de agrupamento realizado pelo método de Jaccard da similaridade florística do fragmento estudado e outros estudos em área de Cerradão. Δ. Presente Estudo; 1. Gomes et al. (2004); 2. Marimon-Junior & Haridasan (2005); 3. Souza et al. (2011); 4. Camilotti et al. (2011); 5. Pinheiro & Durigan (2012); 6. Bueno et al. (2013); 7. Casella & Silva-Júnior (2013); 8. Otoni et al. (2013); 9. Rodrigues & Araújo (2013) – Fragmento 1; 10. Rodrigues & Araújo (2013) – Fragmento 2; 11. Giácomo et al. (2015).

opencc-by-4.0Jul 2021View details →
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Fig. 1. Mapa com a in BriófitAs de áreA sob o domínio fitogeográfico do CerrAdo e novAs ocorrênciAs PArA o MArAnhão e região Nordeste do BrAsil

Fig. 1. Mapa com a localização da área de coleta do povoado Buriti Corrente, município de Caxias, Maranhão, Brasil.

opencc-by-4.0Jan 2019View details →
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Figs. 3A-I in Florística e estrutura da vegetação campestre nos Campos arbustivos de São Gabriel, Rio Grande do Sul, Brasil

Figs. 3A-I. Espécies registradas na área de estudo citadas como ameaçadas de extinção em diferentes categorias. A. Cypella pusilla, como criticamente em perigo; B. Frailea buenekeri subsp. densispina; C. Gymnocalycium denudatum; D. Parodia erinacea; E. Porophyllum linifolium, em perigo; F. Parodia mammulosa; G. Parodia ottonis; H. Kelissa brasiliensis, como vulnerável; I. Pfaffia gnaphaloides, como quase ameaçada.

opencc-by-4.0Dec 2017View details →
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Figs. 2A-D in Florística e estrutura da vegetação campestre nos Campos arbustivos de São Gabriel, Rio Grande do Sul, Brasil

Figs. 2A-D. Fitofisionomias campestres nas cabeceiras do Arroio do Salso. A. Campo rupestre; B. Campo seco; C. Campo úmido; D. Campo brejoso.

opencc-by-4.0Dec 2017View details →
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Figs. 1A-C in Florística e estrutura da vegetação campestre nos Campos arbustivos de São Gabriel, Rio Grande do Sul, Brasil

Figs. 1A-C. Localização da área de estudo. A. Abrangência dos PRP, dividida em subdivisões regionais: Pampas e Campos (Soriano 1991), adaptado de Tonello & Prieto (2008) e Mourelle (2011); B. Distribuição dos Campos arbustivos no Rio Grande do Sul, modificado de Hasenack et al. (2010); C. Ilustração mostrando os aspectos fisionômicos nas cabeceiras do Arroio do Salso, em São Gabriel.

opencc-by-4.0Dec 2017View details →
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Figs. 1 A-E. A in Arecaceae Bercht. & J.Presl. no Litoral Piauiense, Delta do Parnaíba, Piauí, Brasil

Figs. 1 A-E. A. Astrocaryum vulgare Mart. (Nascimento 41) Hábito de indivíduo adulto; B. Inflorescência; C, D. C. Copernicia prunifera (Miller) H.E Moore (Nascimento 42) Hábito; D. Detalhe do fruto. E. Inflorescência. Barras: Fig. A = 1,5 cm; Figs. B, D, E = 1 cm; Fig. C = 2,1 cm

opencc-by-4.0Dec 2017View details →
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Fig. 5 in Florística e estrutura da vegetação campestre nos Campos arbustivos de São Gabriel, Rio Grande do Sul, Brasil

Fig. 5. Diagrama "biplot" de PCoA mostrando a dispersão espacial das UAs e dos táxons que apresentaram maiores valores de correlação. Acal = Achyrocline alata; Anla = Andropogon lateralis; Ante = Andropogon ternatus; Anvi = Andropogon virgatus; Baco = Bacopa sp.; Chui = Chascolytrum uniolae; Dein = Desmodium incanum; Dise = Dichondra sericea; Elbo = Eleocharis bonariensis; Elvi = Eleocharis viridans; Erho = Eryngium horridum; Evse = Evolvulus sericeus; Gari = Galium richardianum; Hyne = Hypochaeris neopinnatifida; Lehe = Leersia hexandra; Lila = Lilaeopsis brasiliensis; Lohe = Lobelia hederacea; Lupe = Luziola peruviana; Mnse = Mnesithea selloana; Padi = Paspalum dilatatum; Pano = Paspalum notatum; Papu = Paspalum pumilum; Pimo = Piptochaetium montevidense; Rhco = Rhynchospora conferta; Rhdi = Rhynchosia diversifolia; Rhma = Rhynchospora marisculus; Rihu = Richardia humistrata; Sepa = Setaria parviflora; Stca = Stenachaenium campestre; Stse = Stipa setigera; Venu = Vernonanthura nudiflora; Vubr = Vulpia bromoides; Wali = Wahlenbergia linarioides.

opencc-by-4.0Dec 2017View details →
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Figs. 4A-D in Florística e estrutura da vegetação campestre nos Campos arbustivos de São Gabriel, Rio Grande do Sul, Brasil

Figs. 4A-D. Diagramas de porcentagem mostrando o somatório dos IVI por família em cada fitofisionomia, considerando-se todas as espécies registradas nas UAs. A. Campo rupestre; B. Campo seco; C. Campo úmido; D. Campo brejoso

opencc-by-4.0Dec 2017View details →
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Figs. 1A, B. A in ReLAÇão entre chuVA de sementes e estruturA florestAL em remanescentes de Floresta Atlântica no Sul do Brasil

Figs. 1A, B. A. Número de sementes por área; B. número de espécies por área nos fragmentos de Floresta nativa 1 e Floresta nativa 2.

opencc-by-4.0Jan 2019View details →
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Fig. 3 in Os grupos funcionAis fitoplAnctônicos nos reservAtórios do SistemA CAntAreirA, São PAulo, BrAsil

Fig. 3. Gráficos Box-Plot das variáveis ambientais analisadas nos períodos de maio/junho e novembro/dezembro de 2013, nos pontos de coletas dos reservatórios Jaguari-Jacareí, Cachoeira, Atibainha e Paiva Castro (Sistema Cantareira – SP). Condutividade elétrica (CE); temperatura (T); profundidade máxima (Zmáx); Disco de Secchi (DS); nitrogênio inorgânico dissolvido (NID); sólidos em suspensão (SS); oxigênio dissolvido (OD); potencial hidrogeniônico (pH); fósforo total (PT); clorofila-a (Chla). Representação dos reservatórios nos meses de maio/junho: JG-1 (Jaguari); JC-1 (Jacareí); CA-1 (Cachoeira); AT-1 (Atibainha) e PC-1 (Paiva Castro) e novembro/dezembro: JG-2; JC-2; CA-2; AT-2 e PC-2.

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Allen Brain Atlas is an Allen Institute collection of brain map atlases, datasets, APIs, and analysis tools covering mouse, human, and non-human primate brain resources.

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Annotated Behaviour and Observability Dataset (ABODe)

ABODe is a University of Edinburgh DataShare dataset for behavior classification in group-housed mice using home-cage video, identities, bounding boxes, ground-plate positions, and annotator labels.

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behavioral-neuroscienceopenThe DataShare record exposes download links for annotations, documentation, license text, and the zipped per-snippet data directory.
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The International Brain Laboratory public data releases expose standardized mouse decision-making experiments, including Neuropixels recordings, widefield calcium imaging, behavior, and session metadata accessed through the ONE API.

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