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FIGURA 2 in Diversidade, biogeografia, caracterização cariotípica e tricológica dos pequenos mamíferos não voadores do Parque Estadual Rio da Onça, Litoral Sul do Paraná
FIGURA 2: Imagem de satélite da área do parque e seu entorno (acima), em destaque (abaixo) marcações delimitando as grades amostrais do trabalho (em azul) e as linhas de pitfalls (em amarelo). Coordenadas em UTM. Fonte: modificado pelos autores a partir de Google Earth 2014.
Figura 8 in Flora vascular dos banhados do Parque Natural Municipal da Ronda, São Francisco de Paula, Rio Grande do Sul, Brasil¹
Figura 8. Sondagens de solo realizadas nas quatro áreas úmidas (AU), estudadas no Parque Natural Municipal da Ronda (PNMR), São Francisco de Paula, RS. A. AU1, B. AU2, C. AU3 e D. AU4. Fotos: Fabrícia Barbieri.
Figura 5 in Flora vascular dos banhados do Parque Natural Municipal da Ronda, São Francisco de Paula, Rio Grande do Sul, Brasil¹
Figura 5. Famílias botânicas registradas nas áreas úmidas do Parque Natural Municipal da Ronda (PNMR), São Francisco de Paula, RS.
Figura 2 in Flora vascular dos banhados do Parque Natural Municipal da Ronda, São Francisco de Paula, Rio Grande do Sul, Brasil¹
Figura 2. Vista geral das quatro áreas úmidas (AU), estudadas no Parque Natural Municipal da Ronda (PNMR), São Francisco de Paula. A. AU1; B. AU2; C. AU3 e D. AU4. Fotos: Fabrícia Barbieri.
Fig. 1 in InfluênciA dA sAZonAlidAde e do ciclo circAdiAno no rendimento e composição químicA dos óleos essenciAis de Croton spp. dA CAAtinGA
Fig. 1. Valores médios do rendimento (%) dos óleos essenciais de Croton spp. para a interação espécie (Croton blanchetianus, Croton zehntneri e Croton nepetifolius) x horário de colheita (8, 12 e 20 horas) em Fortaleza,Ceará.
Figs. 3 A-I. A. Cortes transversais e in Anatomia dos órgãos vegetativos de Cattleya violacea (Kunth) Rolfe (Orchidaceae)
Figs. 3 A-I. A. Cortes transversais e longitudinais do pseudobulbo de Cattleya violacea mostrando estrutura geral dos tecidos; B. cutícula e exoderme com espessamentos em "O"; C. células de síntese (clorofiladas) e células armazenadoras de água; D. feixe vascular colateral fechado; E-F. estegmatas; G. grãos de amido; H. cristais de oxalato de cálcio; I. cristal flavonoídico. am = grãos de amido; ca = células armazenadoras de água; cs = células de síntese; co = córtex; cut = cutícula; epi = epiderme; ex= exoderme; setas = estegmatas. Barras: A-C = 100 μm; D-I = 50 μm.
Figs. 4 A-D. A in Anatomia dos órgãos vegetativos de Cattleya violacea (Kunth) Rolfe (Orchidaceae)
Figs. 4 A-D. A. Corte transversal da folha de Cattleya violacea mostrando a região da nervura central; B. limbo foliar; C. parênquima paliçádico; D. espessamento parietal anastomosado celular subepidérmico. ce = células esclerificadas; cut = cutícula, epi = epiderme; hip = hipoderme. Barras: A-B = 100 μm; C-D = 50 μm.
Figs. 25-45. 25 in Novos registros de táxons dos gêneros Euastrum Ehrenb. ex Ralfs e Micrasterias C. Agardh ex Ralfs (Zygnematophyceae, Desmidiaceae) para a Bahia e o Brasil
Figs. 25-45. 25. Euastrum gayanum var. gayanum; 26. E. gayanum var. angulatum; 27. E. gemmatum var. pinheirensis; 28. E. humbertii; 29-31. E. inerme; 32. E. inusitatum var. symmetricum; 33. E. luetkemuellerii var. luetkemuellerii; 34. E. luetkemuellerii var. carniolicum; 35. E. montanum var. montanum; 36-38. E. obesum var. obesum; 39, 40. E. pectinatum var. brasiliense; 41. E. pectinatum var. pinhareense; 42, 43. E. platycerum var. groenbladii f. goyazense; 44. E. rectangulare; 45. E. spinulosum var. grandeornatum. Barras: Figs. 25, 26, 29-31, 35, 44 = 10 µm; Figs. 28, 32-34, 36-40, 42, 43, 45 = 20 µm; Figs. 27, 41 = 30 µm.
Figs. 46-60. 46 in Novos registros de táxons dos gêneros Euastrum Ehrenb. ex Ralfs e Micrasterias C. Agardh ex Ralfs (Zygnematophyceae, Desmidiaceae) para a Bahia e o Brasil
Figs. 46-60. 46. Euastrum sublobatum var. sublobatum; 47. E. sublobatum var.dissimile; 48. E. sublobatum var. subangustatum; 49. E. subornatum var. brasiliense; 50. E. umbonatum; 51. Micrasterias arcuata var. expansa f. expansa; 52. M. denticulata var. denticulata; 53, 54. M. laticeps var. ampliata; 55, 56. M. prescottiana; 57. M. papillifera var. glabra; 58. M. radiosa var. radiosa; 59, 60. M. radiosa var. ornata f. ornata. Barras: Figs. 48, 49 = 10 µm; Figs. 46, 20 = 20 µm; Figs. 51= 40 µm; Figs. 52-60 = 50 µm.
Figs. 2-24. 2 in Novos registros de táxons dos gêneros Euastrum Ehrenb. ex Ralfs e Micrasterias C. Agardh ex Ralfs (Zygnematophyceae, Desmidiaceae) para a Bahia e o Brasil
Figs. 2-24. 2. Euastrum abruptum var. lagoense; 3. E. ansatum var. attenuatum; 4, 5. E. attenuatum var. brasiliense; 6. E. arciferum var. mediolaeve; 7, 8. E. binale var. hians; 9. E. binale var. papiliferum; 10, 11. E. cornubiense var. cornubiense; 12. E. cornubiense var. medianum; 13, 14. E. croasdaleae var. croasdaleae; 15. E. cuspidatum var. goyazense; 16, 17. E. divaricatum var. divaricatum; 18, 19. E. dubium var. dubium; 20, 21. E. eckertii; 22. E. evolutum var. perornatum; 23, 24. E. fissum var. brasiliense. Barras: Figs. 6-9, 13, 14, 16, 17 = 10 µm; Figs. 2-5, 10-12, 15, 18-24 = 20 µm.
Fig. 1 in Novos registros de táxons dos gêneros Euastrum Ehrenb. ex Ralfs e Micrasterias C. Agardh ex Ralfs (Zygnematophyceae, Desmidiaceae) para a Bahia e o Brasil
Fig. 1. Mapa de localização do Brasil e do estado da Bahia. Em destaque a Área de Proteção Ambiental Litoral Norte.
Figs. 5 A-J in Perda dos cotilédones em diferentes épocas no crescimento inicial do feijoeiro
Figs. 5 A-J. Cortes transvesais de folha de Phaseolus vulgaris L. aos 15 DAG. A. Um cotilédone a zero DAG; F. Zero cotilédone a zero DAG; B. Um cotilédone a um DAG; G. Zero cotilédone a um DAG; C. Um cotilédone a dois DAG; H. Zero cotilédone a dois DAG; D. Um contilédone a quatro DAG; I. Zero cotilédone a quatro DAG; E. Um cotilédone a seis DAG; J. Zero cotilédone a seis DAG. Barras = 100µm
Figs. 3 A-D in Perda dos cotilédones em diferentes épocas no crescimento inicial do feijoeiro
Figs. 3 A-D. Análise de regressão de plântulas de Phaseolus vulgaris L. A. Diâmetro do floema (DF); B. Diâmetro do xilema (DX); C. Espessura da epiderme abaxial (EEAB); D. Espessura da epiderme adaxial (EEAD). C: cotilédone (** significativo a 1% de probabilidade de erro e * significativo a 5% de probabilidade de erro).
Figs. 2 A-B in Perda dos cotilédones em diferentes épocas no crescimento inicial do feijoeiro
Figs. 2 A-B. Análise de regressão de plântulas de Phaseolus vulgaris L. A. Massa seca total da parte aérea (MSTPA); B. Massa seca total da raiz (MSTR). C: Cotilédone (** significativo a 1% de probabilidade de erro e * significativo a 5% de probabilidade de erro).
Figs. 1 A-D in Perda dos cotilédones em diferentes épocas no crescimento inicial do feijoeiro
Figs. 1 A-D. Análise de regressão de plântulas de Phaseolus vulgaris L. A. Comprimento médio de raiz (CMR); B. Comprimento médio da parte aérea (CMPA); C. Diâmetro médio de caule (DMC); D. Área foliar (AF). C: cotilédone (** significativo a 1% de probabilidade de erro, * significativo a 5% de probabilidade de erro e ns não significativo).
Figs. 17-26.- 17-21, F in Revisión de las especies del grupo de Folsomides angularis (Axelson, 1905), con descripción de dos nuevas especies para la fauna europea y del norte de África (Collembola, Isotomidae).
Figs. 17-26.- 17-21, F. ellisi sp. nov.: antena, dorsal y ventral (17), tibiotarso y uña III (18), palpo maxilar (19), furca de un paratipo (20), dens y mucrón de un ejemplar de Mazarrón, España (21). 22-23, F. fjellbergi sp. nov.: dens y mucrón de un ejemplar de Tudons, I. Baleares (22) y de un ejemplar de Gran Canaria (23). 24 -26, F. portucalensis: dens y mucrón de dos paratipos de Conimbriga, Portugal (24-25) y de un ejemplar de Monegros, España (26). Escala U: longitud del borde interno de la uña III.
Figs. 3-4 in Revisión de las especies del grupo de Folsomides angularis (Axelson, 1905), con descripción de dos nuevas especies para la fauna europea y del norte de África (Collembola, Isotomidae).
Figs. 3-4.- Hábito y quetotaxia dorsal de F. xerophilus (3) y F. ellisi sp. nov. (4). Escala: 0.05 mm.
Figs. 5-10 in Revisión de las especies del grupo de Folsomides angularis (Axelson, 1905), con descripción de dos nuevas especies para la fauna europea y del norte de África (Collembola, Isotomidae).
Figs. 5-10.- Quetotaxia dorsal de Abd IV-VI (5-6), furca y uña III (7-8) y ojos y OPA (9-10), de F. portucalensis (5, 7, 9) y F. fjellbergi sp. nov. (6, 8, 10). Escala 5 -6: 0.1 mm. Escala 7 -10: 0.05 mm.
Figs. 1-2 in Revisión de las especies del grupo de Folsomides angularis (Axelson, 1905), con descripción de dos nuevas especies para la fauna europea y del norte de África (Collembola, Isotomidae).
Figs. 1-2.- Hábito y quetotaxia dorsal de F. portucalensis (1) y F. fjellbergi sp. nov. (2). Escala: 0.05 mm.
Fig. 28 in Revisión de las especies del grupo de Folsomides angularis (Axelson, 1905), con descripción de dos nuevas especies para la fauna europea y del norte de África (Collembola, Isotomidae).
Fig. 28.- Analisis factorial de correspondencias. Proyección de los grupos de ejemplares de las cuatro especies (abajo) y las variables (arriba) en el plano definido por los dos primeros ejes. Especies: F. xerophilus de Tenerife, tipos (X1) y de Marrakech (X2), F. ellisi sp. nov. de Ibiza, tipos (E1) y de Ouzud, Marruecos (E2), F. portucalensis de Monegros (P), F. fjellbergi sp. nov. de Tenerife, tipos (F1), de Marruecos (F2), de Gran Canaria (F3) y de La Gomera (F4). (Para las abreviaturas de las variables ver el apartado Discusión).
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