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682 results for “Brasil”
Figura 3 in Lista atualizada e aspectos sobre a conservação DA floRA VAScuLAR do Parque Estadual do Turvo, Rio Grande do Sul, Brasil
Figura 3. Ambientes existentes no Parque Estadual do Turvo, RS, Brasil. A. Lajedo do rio Uruguai; B. Leito e lajedo do rio Turvo; C. Floresta Estacional Decidual; D. Banhado; E. Campestre. Fotos: A e C. Paulo Brack; B, D-E. Willian S. Piovesani.
Figura 5 in Lista atualizada e aspectos sobre a conservação DA floRA VAScuLAR do Parque Estadual do Turvo, Rio Grande do Sul, Brasil
Figura 5. Algumas espécies ocorrentes no Parque Estadual do Turvo, RS, Brasil. A. Trimezia spathata (Iridaceae); B. Salvia guaranitica (Lamiaceae); C. Dicella nucifera (Malpighiaceae); D. Callianthe picta (Malvaceae); E. Ficus guaranitica (Moraceae); F. Plinia rivularis (Myrtaceae); G. Grandiphyllum divaricatum (Orchidaceae); H. Warrea warreana (Orchidaceae); I. Oxalis cytisoides (Oxalidaceae); J. Scoparia hassleriana (Plantaginaceae); K. Portulaca hatschbachii (Portulacaceae); L. Pleopeltis hirsutissima (Polypodiaceae). Fotos: A-G, I-L. Willian S. Piovesani; H. Cassio Rabuske.
Figs. 122-136. 122 in Morfologia polínica de eudicotiledôneas arbóreas da Serra da Capoeira Grande, Maciço Geológico da Pedra Branca, Rio de Janeiro, Brasil
Figs. 122-136. 122. Ourate astipulata. Ornamentação da superfície, primeiro e segundo focos de visualização. 123-126. Seguieria floribunda. 123. Vista polar; 124. Vista equatorial; 125. Detalhe da abertura; 126. Ornamentação da superfície, primeiro e segundo focos de visualização. 127-130. Coutarea hexandra. 127. Vista polar; 128. Vista equatorial; 129. Detalhe da abertura; 130. Ornamentação da superfície, primeiro, segundo e terceiro focos de visualização. 131-133. Psychotria carthagenensis. 131. Vista polar; 132. Vista equatorial, detalhe do colpo; 133. Ornamentação da superfície, primeiro e segundo focos de visualização. 134-136. Pilocarpus spicatus. 134. Vista polar; 135. Vista equatorial; 136. Detalhe da abertura. Barras: Figs. 122, 125, 126, 129, 130, 133 = 5µm; Figs. 123, 124, 127, 128, 131, 132, 134-136 = 10µm.
Figs. 77-91. 77 in Morfologia polínica de eudicotiledôneas arbóreas da Serra da Capoeira Grande, Maciço Geológico da Pedra Branca, Rio de Janeiro, Brasil
Figs. 77-91. 77. Ocotea divaricata. Ornamentação da superfície, primeiro e segundo focos de visualização. 78-81. Cariniana ianeirensis. 78. Vista polar; 79. Ornamentação da superfície, primeiro e segundo focos de visualização; 80. Vista equatorial; 81. Detalhe da abertura. 82-84. Caesalpinia echinata. 82. Vista polar; 83. Vista polar, detalhe da ornamentação da superfície; 84. Vista equatorial, detalhe da abertura. 85-87. Machaerium aculeatum. 85. Vista polar; 86. Ornamentação da superfície, primeiro e segundo focos de visualização; 87. Vista equatorial, detalhe da abertura. 88-91. Pterocarpus rohrii. 88. Vista polar; 89. Ornamentação da superfície, primeiro e segundo focos de visualização; 90. Vista equatorial; 91. Detalhe da abertura. Barras: Fig. 77 = 5µm; Figs. 78-91 = 10µm.
Figs. 47-61. 47-49. Maytenus robusta. 47 in Morfologia polínica de eudicotiledôneas arbóreas da Serra da Capoeira Grande, Maciço Geológico da Pedra Branca, Rio de Janeiro, Brasil
Figs. 47-61. 47-49. Maytenus robusta. 47. Ornamentação da superfície, primeiro, segundo e terceiro focos de visualização; 48. Vista equatorial; 49. Detalhe da abertura. 50-54. Erythroxylum cuspidifolium. 50. Vista polar; 51. Vista polar, detalhe da superfície; 52. Vista equatorial; 53. Vista polar, grão de pólen sincolpado; 54. Detalhe da abertura. 55-57. Erythoxylum pulchrum. 55. Vista polar; 56. Vista equatorial, detalhe da abertura; 57. Vista equatorial. 58-61. Margaritaria nobilis. 58. Vista polar; 59. Vista equatorial; 60. Vista equatorial, detalhe da abertura; 61. Ornamentação da superfície, primeiro e segundo focos de visualização. Barras: Figs. 54, 60, 61 = 5µm; Figs. 47-53, 55-59 = 10µm.
Figura 4. Samambaias e in SAMAMBAiAS e LicófitAS do Cerro dA PedrA do LAGArto, SAntA MAriA, Rio GrAnde do SUl, BrASil
Figura 4. Samambaias e licófitas do Cerro da Pedra do Lagarto. A. Adiantum raddianum; B. Adiantopsis chlorophylla; C. Doryopteris triphylla; D. Doryopteris lorentzii; E. Doryopteris concolor; F. Doryopteris pentagona (Fotos: B. Schindler & M. Figueira).
Figura 1 in SAMAMBAiAS e LicófitAS do Cerro dA PedrA do LAGArto, SAntA MAriA, Rio GrAnde do SUl, BrASil
Figura 1. Cerro da Pedra do Lagarto. A. face norte e leste evidenciada pelos campos; B. face sul pela floresta (Fotos: M. Figueira).
Figs. 17-31. 17-19. Sparattosperma leucanthum. 17 in Morfologia polínica de eudicotiledôneas arbóreas da Serra da Capoeira Grande, Maciço Geológico da Pedra Branca, Rio de Janeiro, Brasil
Figs. 17-31. 17-19. Sparattosperma leucanthum. 17. Vista geral do grão de pólen; 18. Corte óptico da exina; 19. Ornamentação da superfície, primeiro e segundo focos de visualização. 20-23. Tabebuia impetiginosa. 20. Vista polar; 21. Vista equatorial; 22. Vista polar do grão de pólen sincolpado; 23. Ornamentação da superfície, primeiro e segundo focos de visualização. 24-28. Bombacopsis glabra. 24. Vista polar; 25. Vista polar, detalhe da superfície; 26. Vista equatorial; 27. Ornamentação da superfície na região do mesocolpo; 28. Ornamentação da superfície, primeiro, segundo e terceiro focos de visualização. 29-31. Chorisia speciosa. 29. Vista polar; 30. Vista equatorial; 31. Detalhe da ornamentação da superfície e cólporo. Barras: Figs. 18, 19, 23, 27, 28 = 5µm; Figs. 17, 20, 21, 22, 24, 25, 26, 29, 20, 31 = 10µm.
Figura 2 in SAMAMBAiAS e LicófitAS do Cerro dA PedrA do LAGArto, SAntA MAriA, Rio GrAnde do SUl, BrASil
Figura 2. Ambientes de ocorrência das espécies observadas no Cerro da Pedra do Lagarto, Santa Maria, RS: F = florestal, CR = campestre rupícola, FR = florestal ripícola, Cri = campestre ripícola.
Figura 4 in Plantas Trepadeiras no Jardim Botânico de Porto Alegre, Rio GrAnde do Sul, BrAsil: florísticA e cHAves de identificAÇão BAseAdAs em cArActeres vegetAtivos
Figura 4. Representantes de outras famílias encontradas na área de estudo. A. Pereskia aculeata (Cactaceae); B. Cayaponia martiana (Cucurbitaceae); C. Muehlenbeckia sagittifolia (Polygonaceae); D. Guettarda uruguensis (Rubiaceae); E. Smilax campestris (Smilacaceae); F. Solanum laxum (Solanaceae); G. Tropaeolum pentaphyllum (Tropaeolaceae); H. Clematicissus striata (Vitaceae).
Figura 3 in Plantas Trepadeiras no Jardim Botânico de Porto Alegre, Rio GrAnde do Sul, BrAsil: florísticA e cHAves de identificAÇão BAseAdAs em cArActeres vegetAtivos
Figura 3. Representantes das famílias mais diversas encontradas na área de estudo. A. Rhabdadenia madida (Apocynaceae); B. Mikania micrantha (Asteraceae); C. Amphilophium crucigerum (Bignoniaceae); D. Ipomoea indica (Convolvulaceae); E. Macropsychanthus violaceus (Fabaceae); F. Janusia guaranitica (Malpighiaceae); G. Passiflora suberosa (Passifloraceae); H. Paullinia elegans (Sapindaceae).
Figura 2 in Plantas Trepadeiras no Jardim Botânico de Porto Alegre, Rio GrAnde do Sul, BrAsil: florísticA e cHAves de identificAÇão BAseAdAs em cArActeres vegetAtivos
Figura 2. Ambientes de vegetação natural do Jardim Botânico de Porto Alegre. A. Aspecto geral da floresta secundária do entorno do lago de cima; B. Interior da floresta secundária do entorno do lago de cima; C. Campo nativo situado no interior da Zona de Conservação in situ.
Figura 1 in Plantas Trepadeiras no Jardim Botânico de Porto Alegre, Rio GrAnde do Sul, BrAsil: florísticA e cHAves de identificAÇão BAseAdAs em cArActeres vegetAtivos
Figura 1. Mapa de localização e áreas de vegetação amostradas no Jardim Botânico de Porto Alegre, RS, Brasil. Em vermelho, a delimitação do JBPA; em verde, áreas de vegetação natural; em amarelo, a Zona de Conservação in situ.
Figs. 8A-D in O gênero Paspalum L. (Poaceae) na Chapada Diamantina, Bahia, Brasil
Figs. 8A-D. Paspalum lineare: A. Espigueta vista da gluma superior; B. Espigueta vista do lema inferior; C. Antécio superior visto do lema; D. Antécio superior visto da pálea; E. P. loefgrenii; E. Par de espiguetas; F-G. P. maculosum: F. Espigueta vista da gluma superior; G. Espigueta vista do lema inferior; H-J. P. madorense: H. Hábito; I. Espigueta vista do lema; J. Espigueta vista da pálea; K. P. mandiocanum, Inflorescência; L-O. P. melanospermum: L. Espigueta vista da gluma superior; M. Espigueta vista do lema inferior; N. Antécio superior visto do lema; O. Antécio superior visto da pálea; P-Q. P. millegrana: P. Espigueta vista da gluma superior; Q. Espigueta vista do lema inferior; R-U. P. minarum: R. Espigueta vista da gluma superior; S. Espigueta vista do lema inferior; T. Antécio superior visto do lema; U. Antécio superior visto da pálea; V-Z. P. molle: V. Espigueta vista do lema inferior; W. Espigueta vista da gluma superior; X. Antécio superior visto do lema; Z. Antécio superior visto da pálea. Ilustração: K.M. Pimenta.
Figs. 7A-C. P in O gênero Paspalum L. (Poaceae) na Chapada Diamantina, Bahia, Brasil
Figs. 7A-C. P. conjugatum: A. Ampliação da ráquis da inflorescência com as espiguetas; B. Antécio superior visto da pálea; C. Antécio superior visto do lema; D-F. P. corcovadense: D. Hábito; E. Espigueta vista da gluma superior; F. Espigueta vista do lema inferior; G-H. P. coryphaeum: G. Par de espiguetas; H. Detalhe dos tricomas vista da gluma superior; I-L. P. densum; I. Espigueta vista da gluma superior; J. Espigueta vista do lema inferior; K. Antécio superior visto do lema; L. Antécio superior visto da pálea; M-N. P. erianthum: M. Espigueta vista da gluma superior; N. Espigueta vista do lema inferior; O-S. P. lanciflorum: O. Inflorescência; P. Espigueta vista da gluma superior; Q. Espigueta vista do lema inferior; R. Antécio superior visto do lema; S. Antécio superior visto da pálea; T-W. P. ligulare: T. Espigueta vista da gluma superior; U. Espigueta vista do lema inferior; V. Antécio superior visto do lema; W. Antécio superior visto da pálea. Ilustração: K.M. Pimenta.
Figs. 5A-B in O gênero Paspalum L. (Poaceae) na Chapada Diamantina, Bahia, Brasil
Figs. 5A-B. Paspalum pumilum: A. Inflorescência; B. Hábito; C. P. rupium, Inflorescência; D-E: P. scalare; D. Inflorescência; E. Hábito; F. P. scutatum, Inflorescência; G. P. trichostomum, inflorescência. Fotos: Figs. A, B, D, E (G.H. Rua); Figs. C, F (K.M. Pimenta); Fig. G (R. C. Oliveira).
Figs. 6A-E in O gênero Paspalum L. (Poaceae) na Chapada Diamantina, Bahia, Brasil
Figs. 6A-E. Paspalum ammodes: A. Inflorescência; B. Espigueta vista da gluma superior; C. Espigueta vista do lema inferior; D. Antécio superior visto do lema; E. Antécio superior visto da pálea; F-G: P. arenarium: F. Hábito; G. Espiguetas no racemo; H-L: P. carinatum;. H. Hábito; I. Espigueta vista da gluma superior; J. Espigueta vista do lema inferior; K. Antécio superior visto da pálea; L. Antécio superior visto do lema; M-Q: P. clavuliferum: M. Espigueta vista da gluma superior; N. Tricomas clavados na gluma superior; O. Espigueta vista do lema inferior; P. Antécio superior visto da pálea; Q. Antécio superior visto do lema. Ilustração: K.M. Pimenta.
Figs. 4A-G in O gênero Paspalum L. (Poaceae) na Chapada Diamantina, Bahia, Brasil
Figs. 4A-G. Infloresncências: H. Hábito; A. Paspalum lanciflorum; B. P. mandiocanum; C. P. madorence; D. P. millegrana; E. P. minarum; F. P. nutans; G. P. pilosum; H. P. polyphyllum. Hábito. Fotos: Fig. A (A.A. Conceição); Fig. C (G.H. Rua); Figs. B, D, E, F G (K.M. Pimenta); Fig. H (R.P. Oliveira).
Figura 7. Samambaias e in SAMAMBAiAS e LicófitAS do Cerro dA PedrA do LAGArto, SAntA MAriA, Rio GrAnde do SUl, BrASil
Figura 7. Samambaias e licófitas do Cerro da Pedra do Lagarto. A. Campyloneurum nitidum; B. Microgramma squamulosa; C. Pecluma pectinatiformis; D. Phlebodium pseudoaureum; E. Serpocaulon latipes (Fotos: B. Schindler & M. Figueira).
Figura 7 in Plantas Trepadeiras no Jardim Botânico de Porto Alegre, Rio GrAnde do Sul, BrAsil: florísticA e cHAves de identificAÇão BAseAdAs em cArActeres vegetAtivos
Figura 7. Relação entre a síndrome de dispersão e o hábito. Os números nas colunas indicam a riqueza.
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