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Text-fig. 4. Setlikia bohemica ŠTAMBERG et ZAJÍC, 1994. The postrostral and the skull roof in dorsal view. Holotype YA 1352, x 2.7. After Štamberg and Zajíc 1994. Dpt – dermopterotic; Dsph –dermosphenotic; Fr – frontal; ifc – infraorbital canal; In – infraorbital; Na – nasal; Op – operculum; Pa – parietal; Pp – postparietal; Ptr – postrostral; so – spiracular opening; soc – supraorbital canal. in Knowledge Of The Carboniferous And Permian Actinopterygian Fishes Of The Bohemian Massif - 100 Years After Antonín Frič
Text-fig. 4. Setlikia bohemica ŠTAMBERG et ZAJÍC, 1994. The postrostral and the skull roof in dorsal view. Holotype YA 1352, x 2.7. After Štamberg and Zajíc 1994. Dpt – dermopterotic; Dsph –dermosphenotic; Fr – frontal; ifc – infraorbital canal; In – infraorbital; Na – nasal; Op – operculum; Pa – parietal; Pp – postparietal; Ptr – postrostral; so – spiracular opening; soc – supraorbital canal.
Text-fig. 1. Amblypterus latus AGASSIZ, 1833. Pen and ink drawing (A) and photo (B) of the skull in lateral view. Mb. F. 3809b, scale bar represents 10 mm. Cl – cleithrum; Dent – dentalosplenial; Dhy – dermohyal; Dpt – dermopterotic; Dsph –dermosphenotic; Extl – extrascapular lateral; Fr –frontal; Gu – gular; Infs – infraorbital superior; Ju – jugal; La – lacrimal; Mx – maxilla; Na – nasal; Op – operculum; Pa – parietal; Pmx – premaxillar; Pop – preoperculum; Pp – postparietal; Pt – posttemporal; Rbr – branchiostegal rays; Sbo – suborbital; Scl – supracleithrum; Soant – supraorbital anterior; Sop – suboperculum; Spi – spiracular; sr – sclerotical ring. in New Data On The Osteology Of The Actinopterygian Fish Amblypterus And The Relationship Between Amblypterus And Paramblypterus
Text-fig. 1. Amblypterus latus AGASSIZ, 1833. Pen and ink drawing (A) and photo (B) of the skull in lateral view. Mb. F. 3809b, scale bar represents 10 mm. Cl – cleithrum; Dent – dentalosplenial; Dhy – dermohyal; Dpt – dermopterotic; Dsph –dermosphenotic; Extl – extrascapular lateral; Fr –frontal; Gu – gular; Infs – infraorbital superior; Ju – jugal; La – lacrimal; Mx – maxilla; Na – nasal; Op – operculum; Pa – parietal; Pmx – premaxillar; Pop – preoperculum; Pp – postparietal; Pt – posttemporal; Rbr – branchiostegal rays; Sbo – suborbital; Scl – supracleithrum; Soant – supraorbital anterior; Sop – suboperculum; Spi – spiracular; sr – sclerotical ring.
Fig. 5 in Variações na forma do otólito sagitta de Coryphaena hippurus (Actinopterygii: Coryphaenidae) em uma área de ressurgência na costa sudoeste do Oceano Atlântico
Fig. 5. Variações na forma dos otÓlitos sagitta de Coryphaena hippurus Linnaeus, 1758 explicada por cada componente principal (CP). A coluna da esquerda apresenta a sobreposição da média ± 2 X o desvio padrão (D.P.) dos contornos das formas.
Fig. 2 in Variações na forma do otólito sagitta de Coryphaena hippurus (Actinopterygii: Coryphaenidae) em uma área de ressurgência na costa sudoeste do Oceano Atlântico
Fig. 2. Distribuição dos descritores de forma dos otÓlitos de Coryphaena hippurus Linnaeus, 1758 capturados em 2014 (●), 2015 (●) e 2016 (●) gerado a partir de uma análise discriminante linear.
Fig. 1 in Variações na forma do otólito sagitta de Coryphaena hippurus (Actinopterygii: Coryphaenidae) em uma área de ressurgência na costa sudoeste do Oceano Atlântico
Fig. 1. Região de estudo no Sudoeste do Oceano Atlântico, com indicação das três áreas de atividade da frota pesqueira que captura Coryphaena hippurus Linnaeus, 1758 desembarcado nos portos do Rio de Janeiro, Brasil (LCS, Lineamento Cruzeiro do Sul, indicando alteração no sentido da plataforma continental).
Fig. 4 in Variações na forma do otólito sagitta de Coryphaena hippurus (Actinopterygii: Coryphaenidae) em uma área de ressurgência na costa sudoeste do Oceano Atlântico
Fig. 4. Imagens digitais de exemplares de otÓlitos sagitta de Coryphaena hippurus Linnaeus, 1758 referentes aos morfotipos A, B, C e D encontrados para a área de estudo (escala = 1mm).
Fig. 3 in Variações na forma do otólito sagitta de Coryphaena hippurus (Actinopterygii: Coryphaenidae) em uma área de ressurgência na costa sudoeste do Oceano Atlântico
Fig. 3. Dendrograma da análise de agrupamento com base nas distâncias euclidianas das amplitudes das 30 primeiras harmônicas e contorno dos quatro morfotipos de otÓlitos sagitta de Coryphaena hippurus Linnaeus, 1758 registrados na costa sudoeste do Oceano Atlântico.
Fig. 3 in A influência de um sangradouro na distribuição espaço-temporal do isópode Tholozodium rhombofrontalis (Isopoda, Sphaeromatidae)
Fig. 3. Perfil topográfico dos três locais de coleta (distante, intermediário e sangradouro) ao longo das oito amostragens realizadas na praia de Barrancos, Paraná, Brasil.
Fig. 9 in A influência de um sangradouro na distribuição espaço-temporal do isópode Tholozodium rhombofrontalis (Isopoda, Sphaeromatidae)
Fig. 9. Proporção das classes etárias de Tholozodium rhombofrontalis (GIAMBIAGI, 1922) (% ind./0,05 m2) registradas nos três locais de coleta (distante, intermediário e sangradouro) ao longo dos níveis e das oito amostragens realizadas na praia de Barrancos, Paraná, Brasil. A proporção foi calculada atravÉs da fÓrmula: % classe = (n/N)*100, onde n representa o nÚmero de indivíduos de cada classe em cada nível e N o nÚmero total de organismos medidos e seXados da transecção central de cada local e em cada coleta.
Fig. 6 in A influência de um sangradouro na distribuição espaço-temporal do isópode Tholozodium rhombofrontalis (Isopoda, Sphaeromatidae)
Fig. 6. MÉdia e erro padrão do tamanho mÉdio do grão, do grau de seleção, da porcentagem de carbonatos e da porcentagem de matÉria orgânica dos três locais de coleta (distante, intermediário e sangradouro) ao longo das oito amostragens realizadas na praia de Barrancos, Paraná, Brasil. Para o cálculo da mÉdia e do erro padrão foram utilizados os dados de todos os níveis.
Fig. 8 in A influência de um sangradouro na distribuição espaço-temporal do isópode Tholozodium rhombofrontalis (Isopoda, Sphaeromatidae)
Fig. 8. Abundância total mÉdia de Tholozodium rhombofrontalis (GIAMBIAGI, 1922) (ind./0,05 m2) registrada nos três locais de coleta (distante, intermediário e sangradouro) ao longo dos níveis e das oito amostragens realizadas na praia de Barrancos, Paraná, Brasil. A abundância total mÉdia foi calculada atravÉs da mÉdia das três transecções dispostas em cada nível de cada local.
Fig. 2 in A influência de um sangradouro na distribuição espaço-temporal do isópode Tholozodium rhombofrontalis (Isopoda, Sphaeromatidae)
Fig. 2. Delineamento amostral adotado nas coletas de dados ambientais e biolÓgicos realizadas nos anos de 2012 e de 2013, na praia de Barrancos, Paraná, Brasil.As distâncias representadas na figura não são proporcionais. Locais: distante (150 m), intermediário (30 m) e sangradouro. Níveis: #-2 ao #9, sendo o nível #0 disposto na linha de deposição de detritos. Círculos pretos representam a coleta de Tholozodium rhombofrontalis (Giambiagi, 1922). Círculos preto/branco na transecção central representam a coleta de T. rhombofrontalis e a coleta de amostras de sedimento para a análise dos dados ambientais.
Fig. 7 in A influência de um sangradouro na distribuição espaço-temporal do isópode Tholozodium rhombofrontalis (Isopoda, Sphaeromatidae)
Fig. 7. Valores da salinidade do lençol freático e da concentração de clorofila a no sedimento (µg/g) dos três locais de coleta (distante, intermediário e sangradouro) ao longo dos níveis e das oito amostragens realizadas na praia de Barrancos, Paraná, Brasil.
Fig. 5 in A influência de um sangradouro na distribuição espaço-temporal do isópode Tholozodium rhombofrontalis (Isopoda, Sphaeromatidae)
Fig. 5. Análise de Componentes Principais (ACP) dos dados ambientais coletados ao longo das oito amostragens realizadas na praia de Barrancos, Paraná, Brasil.As setas representam a contribuição de cada variável ambiental na variância total das duas primeiras componentes. Os símbolos coloridos representam os três locais de coleta: distante (losango marrom), intermediário (quadrado verde) e sangradouro (triângulo azul). As amostragens (n = 8) estão identificadas como: verão de 2012 (V/12), outono de 2012 (O/12), inverno de 2012 (I/12), primavera de 2012 (P/12), verão de 2013 (V/13), outono de 2013 (O/13), inverno de 2013 (I/13) e primavera de 2013 (P/13).
Fig. 1 in A influência de um sangradouro na distribuição espaço-temporal do isópode Tholozodium rhombofrontalis (Isopoda, Sphaeromatidae)
Fig. 1. Mapa da Planície de Praia de Leste, região central do litoral do Paraná, Brasil. Em destaque a localização da praia de Barrancos (25°36'32,6"S,48°23'59,3"W).
Fig. 4 in A influência de um sangradouro na distribuição espaço-temporal do isópode Tholozodium rhombofrontalis (Isopoda, Sphaeromatidae)
Fig. 4. Perfil da profundidade do lençol freático dos três locais de coleta (distante, intermediário e sangradouro) ao longo das oito amostragens realizadas na praia de Barrancos, Paraná, Brasil.
Fig. 1 in Ninhos de Atta sexdens (Hymenoptera: Formicidae) podem afetar a estrutura da assembleia de artrópodes do solo na Mata Atlântica?
Fig. 1. Esquema representativo do experimento de avaliação do impacto dos ninhos de A. sexdens (Linnaeus, 1758) na Reserva Ecológica de Guapiaçu, RJ, Brasil. O círculo representa o ninho da espécie em estudo. Os quadrados (A e B) correspondem às dez amostras de serrapilheira de 0,25 m² a intervalos de 8 m a partir da borda do ninho (0, 8, 16, 24 e 32 m), dispostas ao longo de um transecto linear (seta tracejada).
Fig. 4 in Impacto de um desastre natural sobre o habitat e a ocorrência de Lontra longicaudis (Mustelidae, Carnivora) na Serra da Prata, Paraná, Brasil
Fig. 4. Imagem de satélite dos rios estudados entre agosto de 2012 e julho de 2013, Parque Nacional de Saint-Hilaire/Lange, Serra da Prata, ParanÁ, Brasil. A, Rio das Pombas (controle); B, Rio Santa Cruz (afetado). Pontos Pretos indicam o intervalo dos 30 trechos de 100 m ao longo dos rios estudados; CÍrculo Pontilhado, sequÊncia de quedas d'Água no Rio das Pombas e barragem de captaçÃo d'agua no Rio Santa Cruz; Triângulos, localizaçÃo das tocas e Quadrados, localizaçÃo dos vestÍgios (pegadas e fezes) das lontras no Rio Santa Cruz (para evitar a excessiva sobreposiçÃo de pontos na imagem do Rio das Pombas foram indicadas apenas as tocas das lontras).
Fig. 3 in Impacto de um desastre natural sobre o habitat e a ocorrência de Lontra longicaudis (Mustelidae, Carnivora) na Serra da Prata, Paraná, Brasil
Fig. 3. Rio Santa Cruz apÓs os deslizamentos de terra, fotografia capturada pela equipe de campo em outubro de 2012, Parque Nacional de Saint-Hilaire/ Lange, Serra da Prata, ParanÁ, Brasil. CÍrculo: localizaçÃo de uma pessoa para noçÃo de escala ~ 1,80 m.
Fig. 2 in Impacto de um desastre natural sobre o habitat e a ocorrência de Lontra longicaudis (Mustelidae, Carnivora) na Serra da Prata, Paraná, Brasil
Fig. 2. Rio Santa Cruz antes dos deslizamentos de terra. Ao fundo vÊ-se a represa de captaçÃo de Água. Fotografia da vistoria realizada pelos analistas ambientais do Parque Nacional de Saint-Hilaire/Lange em abril de 2010, Serra da Prata, ParanÁ, Brasil.
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