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Figura 3. A-C in Anatomia foliar comparada de Palicourea rigida e Palicourea coriacea (Rubiaceae) ocorrentes no município de Diorama, Goiás, Brasil
Figura 3. A-C. Secção transversal da região do bordo. A. Palicourea coriacea, B-C. Palicourea rigida. D-H. Vista frontal. D. Palicourea coriacea, epiderme adaxial. E e F. Palicourea rigida, epiderme adaxial. G. Palecourea coriacea, epiderme abaxial. H. Palecourea rigida, epiderme abaxial. Seta branca indica cristal estilóide; seta vermelha indica estrias nas células subsidiárias. Barra = A e B = 100µm; C – H = 20µm.
Figura 3 in Curva de embebição, anatomia e mobilização de reservas em sementes de MimoSA flocculoSA submetidas à superação de dormência
Figura 3. Frequência relativa da germinação das sementes de Mimosa flocculosa submetidas aos tratamentos "controles", "água a 80 °C e "ácido sulfúrico 98%", durante quatorze dias. G= Porcentagem média de sementes germinadas (%) e U= sincronização da germinação.
Figura 2 in Curva de embebição, anatomia e mobilização de reservas em sementes de MimoSA flocculoSA submetidas à superação de dormência
Figura 2. Anatomia do tegumento de sementes de Mimosa flocculosa durante o início da embebição, início da Fase II e início da Fase III em ordem crescente da evolução da curva de embebição, submetidas à tratamentos de superação de dormência. (A a C) Controle, (D a F) Água a 80 °C por 10 minutos e (G a I) Ácido Sulfúrico durante 3 minutos. exo = exotesta, amp = células em ampulheta, meso = mesotesta. Barras: Barras = 50 μm.
Figura 1 in Curva de embebição, anatomia e mobilização de reservas em sementes de MimoSA flocculoSA submetidas à superação de dormência
Figura 1. Teor de água (%) das sementes de Mimosa flocculosa, submetidas aos tratamentos (controle, água aquecida a 80 °C por 10 minutos e ácido sulfúrico 98%) durante três minutos ao longo da sua embebição (horas).
Figura 2 in Anatomia foliar comparada de Palicourea rigida e Palicourea coriacea (Rubiaceae) ocorrentes no município de Diorama, Goiás, Brasil
Figura 2. Secção transversal do limbo foliar. A-C e J-L. Palicourea coriacea. D-I. Palicourea rigida. Xl = xilema, Fl = floema, Bf = bainha de feixe esclerenquimática, Cl = colênquima, Eb = epiderme abaxial, Ed = epiderme adaxial, Pp = parênquima paliçádico, Pl = parênquima lacunoso, seta preta indica cristal estilóde. Barra = A e D = 200µm; J = 100µm; B, C, E – I, K e L = 20µm.
Figs. 3 A-I. A. Cortes transversais e in Anatomia dos órgãos vegetativos de Cattleya violacea (Kunth) Rolfe (Orchidaceae)
Figs. 3 A-I. A. Cortes transversais e longitudinais do pseudobulbo de Cattleya violacea mostrando estrutura geral dos tecidos; B. cutícula e exoderme com espessamentos em "O"; C. células de síntese (clorofiladas) e células armazenadoras de água; D. feixe vascular colateral fechado; E-F. estegmatas; G. grãos de amido; H. cristais de oxalato de cálcio; I. cristal flavonoídico. am = grãos de amido; ca = células armazenadoras de água; cs = células de síntese; co = córtex; cut = cutícula; epi = epiderme; ex= exoderme; setas = estegmatas. Barras: A-C = 100 μm; D-I = 50 μm.
Figs. 4 A-D. A in Anatomia dos órgãos vegetativos de Cattleya violacea (Kunth) Rolfe (Orchidaceae)
Figs. 4 A-D. A. Corte transversal da folha de Cattleya violacea mostrando a região da nervura central; B. limbo foliar; C. parênquima paliçádico; D. espessamento parietal anastomosado celular subepidérmico. ce = células esclerificadas; cut = cutícula, epi = epiderme; hip = hipoderme. Barras: A-B = 100 μm; C-D = 50 μm.
Figura 1 in Anatomia foliar comparada de Palicourea rigida e Palicourea coriacea (Rubiaceae) ocorrentes no município de Diorama, Goiás, Brasil
Figura 1. Espécies coletadas para o estudo. A. Palicourea coriacea. B. Palicourea rigida.
FIGURA 8 in Anatomia Comparada E Morfometria De Oligoryzomys Nigripes E O. Flavescens (Rodentia, Sigmodontinae) No Rio Grande Do Sul, Brasil
FIGURA 8: Histograma da distribuição dos valores da primeira função entre O. flavescens (em preto) e O. nigripes (em branco).
FIGURA 5 in Anatomia Comparada E Morfometria De Oligoryzomys Nigripes E O. Flavescens (Rodentia, Sigmodontinae) No Rio Grande Do Sul, Brasil
FIGURA 5: A) escápulas direitas em vista dorsal: em cima O. nigripes, embaixo O. flavescens; B) úmeros direitos em vista posterior de O. nigripes à esquerda e O. flavescens à direita. Setas estreitas na porção proximal evidenciam as diferenças no tubérculo do úmero mais conspícuo e protuberante em O. flavescens do que em O. nigripes. Setas mais largas mostram as diferenças na tuberosidade deltóide; C) detalhes da articulação do membro superior em O. flavescens. Na porção proximal a cabeça do úmero, medial, articula-se com o acrômio (a) da escápula e na porção distal a tróclea (t), medial, recebe a extremidade proximal da ulna e o capítulo (c), lateral, articula-se com a cabeça do rádio. fs = fossa supra-espinhal; fi = fossa infra-espinhal; e = espinha da escápula; tu = tubérculo do úmero; d = tuberosidade deltóidea; fo = fossa do olécrano.
FIGURA 4 in Anatomia Comparada E Morfometria De Oligoryzomys Nigripes E O. Flavescens (Rodentia, Sigmodontinae) No Rio Grande Do Sul, Brasil
FIGURA 4: Vista ventral do crânio de Oligoryzomys com detalhe da região da bula auditiva. A, B, C) ilustram diferentes conformações do espinho estapedial.
FIGURA 3 in Anatomia Comparada E Morfometria De Oligoryzomys Nigripes E O. Flavescens (Rodentia, Sigmodontinae) No Rio Grande Do Sul, Brasil
FIGURA 3: Em cima: vista dorsal, ventral e lateral de sincrânio de O. nigripes. Em baixo: vista dorsal, ventral e lateral de sincrânio de O. flavescens. Escala = 14 mm.
FIGURA 7 in Anatomia Comparada E Morfometria De Oligoryzomys Nigripes E O. Flavescens (Rodentia, Sigmodontinae) No Rio Grande Do Sul, Brasil
FIGURA 7: Corte no plano sagital de estômago de O. nigripes; D) duodeno; E) esôfago; I) incisura angular; EA) epitélio aglandular; EG) epitélio glandular; P) plica.
FIGURA 1 in Anatomia Comparada E Morfometria De Oligoryzomys Nigripes E O. Flavescens (Rodentia, Sigmodontinae) No Rio Grande Do Sul, Brasil
FIGURA 1: Localidades de origem dos exemplares de Oligoryzomys analisados. 1: Santa Vitória do Palmar; 2: Tapes; 3: Viamão; 4: Triunfo; 5: Porto Alegre; 6: Maquiné; 7: Torres; 8: Canela; 9: São Francisco de Paula; 10: Monte Negro; 11: Venâncio Aires; 12: Cruz Alta; 13: Santa Maria; 14: Rosário do Sul; 15: Aratiba; 16: Itá; 17: Esmeralda; 18: Cambará do Sul; 19: São Joaquim; 20: Iguape; 21: Juquiá; 22: Caxambú; 23: Cariacica; 24: Santa Teresa; 25: Santa Maria de Jetibá.
FIGURA 6 in Anatomia Comparada E Morfometria De Oligoryzomys Nigripes E O. Flavescens (Rodentia, Sigmodontinae) No Rio Grande Do Sul, Brasil
FIGURA 6: A) Vista lateral da metade esquerda do osso do quadril formado pelos três ossos primários: ílio, ísquio e púbis (P) de O. nigripes, à esquerda, e O. flavescens à direita: CI) crista íliaca, FA) fossa do acetábulo, FO) forame obturado; B) Fêmur esquerdo em vistas anterior (lado esquerdo) e posterior (lado direito). Na região proximal estão evidenciados a cabeça do fêmur (CF), trocânter maior (TM) e trocânter menor (Tm). Na região distal, vista anterior, destaque para a articulação com a patela (P) e na vista posterior os côndilos medial (CM) e lateral CL); C) Tíbia e fíbula esquerdas em vista posterior. ON = O. nigripes e OF = O. flavescens. A seta indica uma lâmina óssea oblonga mais proeminente em O. nigripes do que em O. flavescens. O número 1 indica uma projeção póstero-lateral inferior à face articular mais evidente em O. nigripes do que em O. flavescens. O número 2 indica um ápice pontiagudo, em O. nigripes, voltado inferiormente na face posterior que não aparece em O. flavescens. Na porção distal encontram-se o maléolo medial (MM) e o maléolo lateral (ML).
FIGURA 2 in Anatomia Comparada E Morfometria De Oligoryzomys Nigripes E O. Flavescens (Rodentia, Sigmodontinae) No Rio Grande Do Sul, Brasil
FIGURA 2: Variáveis morfométricas crânio dentárias averiguadas. Da esquerda para direita: vista lateral, dorsal, ventral do crânio e vista superior da série molar superior de Oligoryzomys: comprimento total (CT), comprimento côndilo-incisivo (CCI), comprimento côndilozigomática (CCZ), comprimento do diástema superior esquerdo (CDS), largura zigomática (LZ), largura do rostro (LR), comprimento do rostro (CR), largura da caixa craniana (CC), largura inter-orbital (LIO), largura do forâmen incisivo (LFI), comprimento do forâmen incisivo (CFI), largura da placa zigomática (LPZ), ponte palatal (PP), distância entre as bordas labiais do primeiro molar superior esquerdo e direito (DMI), comprimento póstero-palatal (CPP), largura da bula auditiva (LBA), distância entre os côndilos occiptais (DCO), largura do primeiro molar superior (LMI) e comprimento da série molar superior (CMS).
Anatomia do Beck
Source: Objaverse 1.0 / Sketchfab
Figs. 5 A-E. A. Cortes transversais medianos e in Anatomia dos órgãos vegetativos de Cattleya violacea (Kunth) Rolfe (Orchidaceae)
Figs. 5 A-E. A. Cortes transversais medianos e vista frontal da folha de Cattleya violacea. Clorênquima esponjoso e epiderme abaxial; B. Estômato; C. Corte paradérmico da face abaxial com estômatos; D. feixe vascular envolvido por fibras pericíclicas; E. Cristal flavonoídico presente no clorênquima esponjoso. ce = células esclerificadas; setas = estegmatas associados às fibras pericíclicas periféricas. Barras: A = 100 μm; B-E = 50 μm.
Figs. 1 A-G. A in Anatomia dos órgãos vegetativos de Cattleya violacea (Kunth) Rolfe (Orchidaceae)
Figs. 1 A-G. A. Cortes transversais da raiz de Cattleya violacea mostrando a estrutura geral dos tecidos; B. região do velame e exoderme; C, G. cilindro vascular; D. célula apresentando espessamento parietal anastomosado na região cortical; E, F. idioblastos com cristais flavonoídicos e ráfides, respectivamente. co = córtex mediano; cv = cilindro vascular; en = endoderme; ex = exoderme; hf = hifas de fungos; p = periciclo; ve = velame; setas = células de passagem. Barras: A, C = 100 μm; B, D-G = 50 μm.
Figs. 1-15 in Anatomia e morfometria de raízes e folhas de Urochloa brizantha cv. Marandu em diferentes estádios de acometimento da síndrome da morte das pastagens
Figs. 1-15. Secções transversais e paradérmicas de Urochloa brizantha cv. Marandu. 1, 3 – Secções transversais de raízes saudáveis; 2, 4, 5. Secções transversais de raízes acometidas pela síndrome da morte das pastagens (SMP) [estádio 3]; 6. Secção paradérmica da face abaxial da folha; 7-9. Secções paradérmicas da face adaxial da folha [estádio 1, 2 e 3, respectivamente]; 10, 12, 14. Secções transversais das folhas de indivíduos saudáveis; 11, 13, 15. Secções transversais das folhas de indivíduos acometidos pela síndrome da morte das pastagens [estádio 3]. Bainha parenquimática (bk), células buliformes (cb), células curtas (cc), células silicosas (cs), cutícula (cu), cicatriz de tricoma (ci), endoderme (en), epiderme (ep), exoderme (ex), fibras pericíclicas (fp), estômatos (es), fibras esclerenquimáticas (fb), floema (fl), feixe vascular (fv), mesofilo da nervura central (mn), pelo absorvente (pa), parênquima cortical (pc), parênquima medular (pm), xilema (xi), paredes anticlinais sinuosas (seta larga), área sobre feixe vascular (chave). Barras = 50 µm. '
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