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207 results for “Pampa”
Figure 7 in Diversity and life-history traits of wild bees (Insecta: Hymenoptera) in intensive agricultural landscapes in the Rolling Pampa, Argentina
Figure 7. Mean number of (a) above-ground nesting bee individuals, (b) floral specialist bee individuals, (c) oligolectic bee individuals and (d) oil-collecting bee individuals in cropped area (n = 28 points) and semi-natural area (n = 11 points). ns indicates a non-significant result. Asterisks indicate that means are significantly different (Wilcoxon rank sum test, ** = P <0.01). Bars show SEs.
Figure 2 in Diversity and life-history traits of wild bees (Insecta: Hymenoptera) in intensive agricultural landscapes in the Rolling Pampa, Argentina
Figure 2. Semi-natural area of the study site: (a) semi-natural grassland; (b) the stream 'Arroyo Dulce' and its banks (Photos: Violette Le Féon).
FIGURA 4 in NUEVOS APORTES AL CONOCIMIENTO DE LA HERPETOFAUNA DE LA FORMACIÓN CERRO AZUL (MIOCENO SUPERIOR), PROVINCIA DE LA PAMPA, ARGENTINA
FIGURA 4: Vértebra troncal media (GHUNL Pam 6494) determinada como cf. Philodryas (A-D) y vértebra troncal de Philodryas trilineatus (E-H) en vistas lateral (A, E), anterior (B, F), dorsal (C, G) y ventral (D, H). Escalas equivalentes a 5 mm.
FIGURA 3 in NUEVOS APORTES AL CONOCIMIENTO DE LA HERPETOFAUNA DE LA FORMACIÓN CERRO AZUL (MIOCENO SUPERIOR), PROVINCIA DE LA PAMPA, ARGENTINA
FIGURA 3: Vértebras atribuidas al género Tupinambis (GHUNL Pam 6493) y vértebra presacra de Tupinambis merianae en vista lateral (A, F), ventral (B, G), dorsal (C, H), anterior (D, I) y posterior (E, J). Escalas equivalentes a 5 mm.
FIGURA 2 in NUEVOS APORTES AL CONOCIMIENTO DE LA HERPETOFAUNA DE LA FORMACIÓN CERRO AZUL (MIOCENO SUPERIOR), PROVINCIA DE LA PAMPA, ARGENTINA
FIGURA 2: A) Maxilar derecho incompleto asignado a Ceratophrys sp. (GHUNL Pam 8633) en vista lateral (A1) y medial (A2); B-D) Vista lateral del maxilar derecho de Lepidobatrachus llanensis (B); Ceratophrys ornata (C); Chacophrys pierottii (D); Placas periféricas derechas (GHUNL Pam 6129; E) y fragmento de xifiplastrón (GHUNL Pam 2943; F) referidos a Testudinidae. Escalas equivalentes a 5 mm.
FIGURA 1 in NUEVOS APORTES AL CONOCIMIENTO DE LA HERPETOFAUNA DE LA FORMACIÓN CERRO AZUL (MIOCENO SUPERIOR), PROVINCIA DE LA PAMPA, ARGENTINA
FIGURA 1: Localización geográfica de las localidades donde fueron hallados los especímenes estudiados, este de la provincia de La Pampa, Argentina.
Fig. 2 in Patterns in fish species composition and assemblage structure in the upper Salado River lakes, Pampa Plain, Argentina
Fig. 2. Relationship between diversity and species richness in fish assemblages and the NO3:NH 4 ratio.
Fig. 3 in Patterns in fish species composition and assemblage structure in the upper Salado River lakes, Pampa Plain, Argentina
Fig. 3. Bar chart showing the distribution of total fish collected of each species within the upper Salado River lakes. Species codes as listed in Table 2. Species are intentionally sorted by means of their spatial distribution to ease the interpretation. From left to right, from clear to dark filled bars: Mch = Mar Chiquita, Go = Gómez, Crp = Carpincho, and Rch = Rocha.
Figura 2 in Vegetação campestre nativa do bioma Pampa, caracterização de fragmento e conservação pelo uso*
Figura 2. Análise de Coordenadas Principais (PCoA) da amostragem de 20 parcelas de vegetação campestre na praça Parque São José, Canoas, RS. O gráfico mostra os eixos 1 e 3; losangos representam parcelas com cobertura de 30% ou mais de Zoysia japonica; quadrados representam parcelas com cobertura de 20% ou mais de Urochloa decumbens; triângulos representam as demais parcelas, com baixa cobertura de espécies exóticas. Espécies com correlação de 0,4 ou mais com um dos dois eixos da ordenação são indicadas no gráfico. Explicação dos eixos 1 e 2: 1 – 29,5%; 3 – 22,5%. Código das espécies: Aspilia montevidensis (ASMO), Axonopus affinis (AXAF), Eryngium nudicaule (ERNU), Eupatorium subhastatum (EUSU), Glandularia peruviana (GLPE), Justicia axillaris (JUAX), Kyllinga odorata (KYOD), Paspalum notatum (PANO), Pfaffia tuberosa (PFTU), Richardia brasiliensis (RIBR), Ruellia morongii (RUMO), Steinchisma hians (STHI), Zoysia japonica (ZOCF).
Figura 1 in Vegetação campestre nativa do bioma Pampa, caracterização de fragmento e conservação pelo uso*
Figura 1. Número de espécies observadas com estruturas reprodutivas, por mês, entre janeiro de 2012 e janeiro de 2013 no estudo florístico realizado na Praça Parque São José, Canoas, RS.
Figura 4 in Vegetação campestre nativa do bioma Pampa, caracterização de fragmento e conservação pelo uso*
Figura 4. Imagens de espécies vegetais observadas na praça Parque São José, Canoas, RS. A. Ruellia morongii; B. Zephyranthes sp.; C. Campuloclinium macrocephalum; D. Clitoria nana; E. Waltheria communis; F. Piriqueta taubatensis; G. Bothriochloa laguroides; H. Glandularia humifusa; I. Glandularia peruviana.
Figura 5 in EstruturA, diversidAde e contingentes fitogeográficos do componente Arbóreo de umA florestA ribeirinHA no Planalto da Campanha, bioma Pampa
Figura 5. Amplitude de distribuição das alturas das espécies no levantamento do componente arbóreo da floresta ribeirinha do arroio Pai Passo, município de Quaraí, Rio Grande do Sul. As espécies estão ordenadas pelas médias de altura (pontos) e representadas pelo acrônimo formado pelas três primeiras letras do gênero e do epíteto específico separadas por ponto (vide nomes na Tab. 1).
Figura 1 in EstruturA, diversidAde e contingentes fitogeográficos do componente Arbóreo de umA florestA ribeirinHA no Planalto da Campanha, bioma Pampa
Figura 1. Localização da área de estudo na floresta ribeirinha do arroio Pai Passo no município de Quaraí e de outros estudos realizados em florestas ribeirinhas no Planalto da Campanha e no bioma Pampa, no Rio Grande do Sul, Brasil. A. Área de estudo em Quaraí. B. Estudos realizados no Planalto da Campanha e no bioma Pampa. A numeração dos demais estudos correspondem à menor distância linear a este estudo: 2 = Oliveira et al. (2018), 3 = Araújo et al. (2016), 4 = Oliveira et al. (2015), 5 = Leão (2009), 6 = Budke et al. (2004), 7 = Saraiva (2011), 8 = Milanesi e Leite (2014), 9 = Budke et al. (2007), 10 = Soares & Ferrer (2009), 11 = Kilca et al. (2012), 12 = DeMarchi & Jarenkow (2009), 13 = Dorneles et al. (2013).
Figura 6 in EstruturA, diversidAde e contingentes fitogeográficos do componente Arbóreo de umA florestA ribeirinHA no Planalto da Campanha, bioma Pampa
Figura 6. Comparação da riqueza específica e da diversidade de Shannon em espécies equivalentes do componente arbóreo entre estudos realizados em florestas ribeirinhas no Planalto da Campanha (preto) e outras regiões do bioma Pampa (cinza). A. Riqueza específica. B. Diversidade de Shannon (exp(H')). A riqueza e a diversidade foram padronizadas para 400 indivíduos, sendo rarefeitas para estudos com mais indivíduos e extrapoladas para estudos com menos indivíduos (vide métodos). A identificação dos locais e as respectivas referências dos estudos estão na Fig. 1B e na Tab. 3. O símbolo diferente (quadrado) representa o presente trabalho.
Figura 3 in EstruturA, diversidAde e contingentes fitogeográficos do componente Arbóreo de umA florestA ribeirinHA no Planalto da Campanha, bioma Pampa
Figura 3. Curva do coletor e curva de acumulação de espécies com o intervalo de confiança de 95% do levantamento do componente arbóreo da floresta ribeirinha do arroio Pai Passo, município de Quaraí, Rio Grande do Sul.
Fig. 3 in Caracterização da vegetação e espécies para a recuperação de floreSTAS ribeirinhAS nA CAMPAnhA GAÚchA, bioMA PAMPA
Fig. 3. Classificação das unidades amostrais caracterizando três agrupamentos em um trecho de floresta ribeirinha do arroio Espinilho, Sant'Ana do Livramento, RS. Alloph 1 = Allophylus edulis; Bleph sal = Blepharocalyx salicifolius; Eug um = Eugenia uniflora; Gym Klotz = Gymnanthes klotzschiana; Nect meg = Nectandra megapotamica; Ocotea acu = Ocotea acutifólia; Pout sal = Pouteria salicifolia; Prunus m = Prunus myrtifolia; Scutia b = Scutia buxifolia; Styrax = Styrax leprosus.O número depois da abreviatura refere-se à pseudo-espécie O número entre parênteses referese às parcelas onde estão contidas as pseudo-espécies, em ambos os lados da divisão.
Fig. 4 in Caracterização da vegetação e espécies para a recuperação de floreSTAS ribeirinhAS nA CAMPAnhA GAÚchA, bioMA PAMPA
Fig. 4. Grupos florestais em trecho de floresta ribeirinha do bioma Pampa, arroio Espinilho, Santana do Livramento, RS.
Fig. 1 in Caracterização da vegetação e espécies para a recuperação de floreSTAS ribeirinhAS nA CAMPAnhA GAÚchA, bioMA PAMPA
Fig. 1. Localização do município de Sant'Ana do Livramento no estado do Rio Grande do Sul e do arroio Espinilho, local de realização do estudo.
FIGURE 25 in Systematic revision of the Neotropical catfish genus Scleronema (Siluriformes: Trichomycteridae), with descriptions of six new species from Pampa grasslands
FIGURE 25 | Original drawings published by Eigenmann (1918): A. lateral view of the holotype of Scleronema operculatum, FMNH 58080, (plate 44; fig. 1); B. neurocranium, suspensorium, opercular apparatus, and inferior jaw from dorsal view of one paratype of S. operculatum, FMNH 58520, (p. 282; fig. 2d–e); C. part of the distribution map (modified from original drawing) showing the occurrence area of Scleronema (dashed square) at that time (plate 36).
FIGURE 16 in Systematic revision of the Neotropical catfish genus Scleronema (Siluriformes: Trichomycteridae), with descriptions of six new species from Pampa grasslands
FIGURE 16 | Scleronema minutum, lectotype of Trichomycterus minutus (BMNH 1891.3.16.84; 32.4 mm SL), Brazil, Rio Grande do Sul, São Lourenço do Sul, stream tributary to laguna dos Patos. Photograph taken by Sandra Raredon.
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