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161 results for “Sphaeromatidae”
Figure 6 in Sphaeromopsis jayaraji sp. nov. (Crustacea: Isopoda), a new species of intertidal Sphaeromatidae from the Andaman Islands, northern Indian Ocean
Figure 6. Sphaeromopsis jayaraji sp. nov., holotype male (2.9 mm) (PUMB 35104). A, pleopod 1; B, pleopod 2; C, pleopod 3; D, pleopod 4; E, pleopod 5.
Figure 5 in Sphaeromopsis jayaraji sp. nov. (Crustacea: Isopoda), a new species of intertidal Sphaeromatidae from the Andaman Islands, northern Indian Ocean
Figure 5. Sphaeromopsis jayaraji sp. nov., holotype male (2.9 mm) (PUMB 35104). A, pereopod 1; B, pereopod 2; C, pereopod 4; D, pereopod 6; E, pereopod 7.
Figure 2 in Sphaeromopsis jayaraji sp. nov. (Crustacea: Isopoda), a new species of intertidal Sphaeromatidae from the Andaman Islands, northern Indian Ocean
Figure 2.Sphaeromopsis jayaraji sp. nov., holotype male (2.9 mm) (PUMB 35104). A, dorsal view; B, lateral view; C, frontal lamina; D, pleotelson; E, uropods.
Figure 3 in Sphaeromopsis jayaraji sp. nov. (Crustacea: Isopoda), a new species of intertidal Sphaeromatidae from the Andaman Islands, northern Indian Ocean
Figure 3. Sphaeromopsis jayaraji sp. nov., holotype male (2.9 mm) (PUMB 35104). A, ventral view of pleotelson; B, antennula; C, antenna; D, penes.
Figure 4 in Sphaeromopsis jayaraji sp. nov. (Crustacea: Isopoda), a new species of intertidal Sphaeromatidae from the Andaman Islands, northern Indian Ocean
Figure 4. Sphaeromopsis jayaraji sp. nov., holotype male (2.9 mm) (PUMB 35104). A, maxilliped; B, mandible; C, mandible palp; D, maxillula; E, maxilla.
Figure 4 in A new genus and new species of Sphaeromatidae (Crustacea: Isopoda) from the Great Barrier Reef, Australia
Figure 4. Pooredoce garyi sp. nov. Holotype except E, 3.0 mm paratype. A–E, pleopods 1–5 respectively; F, penes.
Figure 3 in A new genus and new species of Sphaeromatidae (Crustacea: Isopoda) from the Great Barrier Reef, Australia
Figure 3. Pooredoce garyi sp. nov. Holotype. A–C, pereopods 1, 2 and 7 respectively; D, propodus and dactylus, pereopod 1; E, RS from inferodistal margin of carpus, pereopod 7.
Figure 2 in A new genus and new species of Sphaeromatidae (Crustacea: Isopoda) from the Great Barrier Reef, Australia
Figure 2. Pooredoce garyi sp. nov. A, B holotype, remainder 3.0 mm paratype. A, antennule; B, antenna; C, left mandible; D, right mandible incisor; E, maxillule; F, maxilla; G. maxilliped; H, maxilla mesial lobe.
Figure 1 in A new genus and new species of Sphaeromatidae (Crustacea: Isopoda) from the Great Barrier Reef, Australia
Figure 1. Pooredoce garyi sp. nov. A–H holotype, remainder 3.3 mm paratype. A, lateral view; B, dorsal view; C, epistome; D, pleon and pleotelson, posterior view; E, pleotelson, dorsal view; F, pleotelson, ventral view; G, pleotelson sinuses, ventral view; H, uropod; I, female, dorsal view; J, pleon and pleotelson, lateral view; K, pleotelson, ventral view; L, female pleotelson sinus, posterior view.
Fig. 3 in A influência de um sangradouro na distribuição espaço-temporal do isópode Tholozodium rhombofrontalis (Isopoda, Sphaeromatidae)
Fig. 3. Perfil topográfico dos três locais de coleta (distante, intermediário e sangradouro) ao longo das oito amostragens realizadas na praia de Barrancos, Paraná, Brasil.
Fig. 9 in A influência de um sangradouro na distribuição espaço-temporal do isópode Tholozodium rhombofrontalis (Isopoda, Sphaeromatidae)
Fig. 9. Proporção das classes etárias de Tholozodium rhombofrontalis (GIAMBIAGI, 1922) (% ind./0,05 m2) registradas nos três locais de coleta (distante, intermediário e sangradouro) ao longo dos níveis e das oito amostragens realizadas na praia de Barrancos, Paraná, Brasil. A proporção foi calculada atravÉs da fÓrmula: % classe = (n/N)*100, onde n representa o nÚmero de indivíduos de cada classe em cada nível e N o nÚmero total de organismos medidos e seXados da transecção central de cada local e em cada coleta.
Fig. 6 in A influência de um sangradouro na distribuição espaço-temporal do isópode Tholozodium rhombofrontalis (Isopoda, Sphaeromatidae)
Fig. 6. MÉdia e erro padrão do tamanho mÉdio do grão, do grau de seleção, da porcentagem de carbonatos e da porcentagem de matÉria orgânica dos três locais de coleta (distante, intermediário e sangradouro) ao longo das oito amostragens realizadas na praia de Barrancos, Paraná, Brasil. Para o cálculo da mÉdia e do erro padrão foram utilizados os dados de todos os níveis.
Fig. 8 in A influência de um sangradouro na distribuição espaço-temporal do isópode Tholozodium rhombofrontalis (Isopoda, Sphaeromatidae)
Fig. 8. Abundância total mÉdia de Tholozodium rhombofrontalis (GIAMBIAGI, 1922) (ind./0,05 m2) registrada nos três locais de coleta (distante, intermediário e sangradouro) ao longo dos níveis e das oito amostragens realizadas na praia de Barrancos, Paraná, Brasil. A abundância total mÉdia foi calculada atravÉs da mÉdia das três transecções dispostas em cada nível de cada local.
Fig. 2 in A influência de um sangradouro na distribuição espaço-temporal do isópode Tholozodium rhombofrontalis (Isopoda, Sphaeromatidae)
Fig. 2. Delineamento amostral adotado nas coletas de dados ambientais e biolÓgicos realizadas nos anos de 2012 e de 2013, na praia de Barrancos, Paraná, Brasil.As distâncias representadas na figura não são proporcionais. Locais: distante (150 m), intermediário (30 m) e sangradouro. Níveis: #-2 ao #9, sendo o nível #0 disposto na linha de deposição de detritos. Círculos pretos representam a coleta de Tholozodium rhombofrontalis (Giambiagi, 1922). Círculos preto/branco na transecção central representam a coleta de T. rhombofrontalis e a coleta de amostras de sedimento para a análise dos dados ambientais.
Fig. 7 in A influência de um sangradouro na distribuição espaço-temporal do isópode Tholozodium rhombofrontalis (Isopoda, Sphaeromatidae)
Fig. 7. Valores da salinidade do lençol freático e da concentração de clorofila a no sedimento (µg/g) dos três locais de coleta (distante, intermediário e sangradouro) ao longo dos níveis e das oito amostragens realizadas na praia de Barrancos, Paraná, Brasil.
Fig. 5 in A influência de um sangradouro na distribuição espaço-temporal do isópode Tholozodium rhombofrontalis (Isopoda, Sphaeromatidae)
Fig. 5. Análise de Componentes Principais (ACP) dos dados ambientais coletados ao longo das oito amostragens realizadas na praia de Barrancos, Paraná, Brasil.As setas representam a contribuição de cada variável ambiental na variância total das duas primeiras componentes. Os símbolos coloridos representam os três locais de coleta: distante (losango marrom), intermediário (quadrado verde) e sangradouro (triângulo azul). As amostragens (n = 8) estão identificadas como: verão de 2012 (V/12), outono de 2012 (O/12), inverno de 2012 (I/12), primavera de 2012 (P/12), verão de 2013 (V/13), outono de 2013 (O/13), inverno de 2013 (I/13) e primavera de 2013 (P/13).
Fig. 1 in A influência de um sangradouro na distribuição espaço-temporal do isópode Tholozodium rhombofrontalis (Isopoda, Sphaeromatidae)
Fig. 1. Mapa da Planície de Praia de Leste, região central do litoral do Paraná, Brasil. Em destaque a localização da praia de Barrancos (25°36'32,6"S,48°23'59,3"W).
Fig. 4 in A influência de um sangradouro na distribuição espaço-temporal do isópode Tholozodium rhombofrontalis (Isopoda, Sphaeromatidae)
Fig. 4. Perfil da profundidade do lençol freático dos três locais de coleta (distante, intermediário e sangradouro) ao longo das oito amostragens realizadas na praia de Barrancos, Paraná, Brasil.
Figure 1 in Sphaeromopsis jayaraji sp. nov. (Crustacea: Isopoda), a new species of intertidal Sphaeromatidae from the Andaman Islands, northern Indian Ocean
Figure 1. Map showing the study area.
FIGURE 3 in A new species of Ischyromene Racovitza, 1908 (Sphaeromatidae: Isopoda: Crustacea) from intertidal marine habitats in New Zealand
FIGURE 3. Ischyromene kokotahi sp. nov. Dissected paratype. A–C, pereopods 1, 2 and 7 respectively; D, pereopod 1, dactylus; E, robust setae, distal margin of pereopod 7.
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