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58 results for “Desenvolvimento”
Dados do quasi-experimento. Scratch no Desenvolvimento do Pensamento Computacional: um Quasi-Experimento com Alunos 9º ano
<p>Conjunto de dados obtidos durante o quase-experimento sobre o ensino do pensamento computacional na educação básica.</p> <p>Artigo: Scratch no Desenvolvimento do Pensamento Computacional: um Quasi-Experimento com Alunos 9º ano</p> <p>#computacionalthinking <br>#pensamentocomputacional <br>#Scratch <br>#computacaoonaEducacaoBasica</p>
Figura 8 in Morfometria de frutos e sementes e desenvolvimento pós-seminal de Mimosa scabrella
Figura 8. Germinação e desenvolvimento de Mimosa scabrella (1º ao 10º dia). Barra = 1 cm.
Figura 2 in Morfometria de frutos e sementes e desenvolvimento pós-seminal de Mimosa scabrella
Figura 2. Frequência relativa para número de artículos por fruto de Mimosa scabrella.
Conjunto de dados do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) das microrregiões brasileiras
<p><strong>Contexto </strong></p> <p>O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é um indicador criado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) em 1990.O IDH mede o desenvolvimento humano de um país com base em três dimensões principais: Longevidade, medida pela expectativa de vida ao nascer; Educação, avaliada pela média de anos de estudo da população adulta e pelos anos esperados de escolaridade para crianças em idade escolar; e Renda, medida pelo PIB per capita ajustado ao poder de compra. O IDH varia de 0 a 1, sendo que valores mais próximos de 1 indicam maior desenvolvimento humano [<a title="Constructing a generalized model of the human development index" href="https://doi.org/10.1016/j.seps.2019.100778" target="_blank" rel="noopener">1</a>]. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) é uma adaptação do IDH para o contexto dos municípios brasileiros. Ele também considera as mesmas três dimensões (longevidade, educação e renda), mas utiliza indicadores específicos para refletir melhor a realidade local [<a title="Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil" href="http://www.atlasbrasil.org.br/" target="_blank" rel="noopener">2</a>]. O IDH para microregiões brasileiras não é obitido facilmente, sendo nescessário a disponibilidade de um conjunto de dados acessível. Nesse sentido, o objetivo desse trabalho foi construir um conjunto de dados do IDH de todas as microrregiões brasileiras.</p> <p><strong>Fonte de dados e processamento</strong></p> <p>O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) das microrregiões brasileiras foi calculado utilizando a linguagem R 4.4 com as funçoes <em>group_by e summarise</em> do pacote <em>dplyr</em>. Os municipios foram agrupados por microrregião e foi calculado a média dos IDH municipais. O IDHM foi adiquirido da plataforma Atlas Brasil [<a title="Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil" href="http://www.atlasbrasil.org.br/" target="_blank" rel="noopener">2</a>], selecionando as variáveis de IDH geral, educação, longevidade e renda com dados do censo de 2010. Os dados das microrregiões foram adiquiridos do IBGE [<a title="Divisão Regional do Brasil" href="https://www.ibge.gov.br/geociencias/cartas-e-mapas/redes-geograficas/15778-divisoes-regionais-do-brasil.html?edicao=16163" target="_blank" rel="noopener">3</a>] e tratados no Microssoft Excel.</p> <p><strong>Descrição dos dados</strong></p> <p>São fornecidos dois arquivos. O IDHM.xlsx corresponde ao IDH municipal e o IDH_microrregioes.xlsx correponde aos dados de IDH das microrregoes brasileiras.</p> <table> <tbody> <tr> <td><strong>Variáveis</strong></td> <td><strong>Descrição</strong></td> <td><strong>Tipo<br></strong></td> </tr> <tr> <td>CD_MICRO</td> <td>Código IBGE da microrregião</td> <td>inteiro</td> </tr> <tr> <td>MICROR</td> <td>Nome da micrrorregião</td> <td>texto</td> </tr> <tr> <td>UF</td> <td>Sigla da Unidade Federativa</td> <td>texto</td> </tr> <tr> <td>IDH</td> <td>IDH geral</td> <td>decimal</td> </tr> <tr> <td>IDH_E</td> <td>IDH de educação</td> <td>decimal</td> </tr> <tr> <td>IDH_L</td> <td>IDH de longevidade</td> <td>decimal</td> </tr> <tr> <td>IDH_</td> <td>IDH de renda</td> <td>decimal</td> </tr> </tbody> </table>
Base de dados e figuras - O papel do Investimento Direto Estrangeiro para o desenvolvimento da Capacidade Inovadora na Indústria de Energia Eólica Offshore Brasileira
<p>Base de dados e figuras - O papel do Investimento Direto Estrangeiro para o desenvolvimento da Capacidade Inovadora na Indústria de Energia Eólica Offshore Brasileira</p>
DESCOMPLICANDO A HEMOCULTURA: DESENVOLVIMENTO DE PRODUTO TÉCNICO NO SERVIÇO DE ENFERMAGEM EM HEMATOLOGIA
<p><strong>Introdução</strong>: A hemocultura é um exame usado para pesquisa de bactérias na corrente sanguínea através do uso de meios específicos de cultura, sendo um método mais usado no área de Hematologia para pacientes em quadros de febre.</p> <p><strong>Objetivo</strong>: Descrever o processo de elaboração e implementação de um infográfico com informações essenciais para a coleta de sangue para hemocultura e um Checklist com o passo a passo do procedimento. </p> <p><strong>Método</strong>: Relato de experiência das acadêmicas de enfermagem do sétimo período durante o ensino teórico-prático da disciplina de Gerência de Enfermagem II, em um serviço de internação clínica em hematologia em um Hospital Universitário Federal vinculado à uma Universidade Federal no Estado do Rio de Janeiro. A construção do produto técnico foi realizada a partir da análise das problemáticas evidenciadas no gerenciamento do setor de hematologia, no que tangencia às práticas de enfermagem, com o propósito de otimizar a dinâmica do local e na redução de efeitos adversos relacionados à coleta de sangue para hemocultura, utilizando a metodologia da problematização de Charles Maguerez.</p> <p> <strong>Resultados</strong>: Durante o período de permanência, as acadêmicas supervisionadas pelo preceptor e docentes realizaram o levantamento de problemas, assim, notou-se os impasses a respeito da coleta de hemocultura realizada no local. Foram levantados os seguintes pontos-chaves: déficit de compreensão de quantas amostras são necessárias para cada sítio, quando o procedimento deve ser realizado e a ausência de algumas informações essenciais para a identificação das amostras. A partir da problemática foi elaborado um infográfico e um check list do procedimento para auxiliar os profissionais responsáveis pela realização da coleta. </p> <p><strong>Considerações finais:</strong> O período de experiência foi enriquecedor para conhecer o setor, suas qualidades e problemáticas. Além disso, poder desenvolver um produto que busca melhorar e dinamizar o atendimento é de extrema importância para evidenciar a importância do gerenciamento da enfermagem, ao que se ver a essência de um olhar crítico para a produção de soluções necessárias para a equipe.</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVES</strong>: HEMOCULTURA; ENFERMAGEM; COLETA DE AMOSTRAS SANGUÍNEAS</p>
Fatores e efeitos relacionados a rotatividade em Projetos com Desenvolvimento Distribuídos de Software - Apêndice A
<p>O documento é um apêndice do artigo Fatores e efeitos relacionados a rotatividade em Projetos com Desenvolvimento Distribuídos de Software, que aborda os artigos selecionados para uma revisão sistemática da Literatura sobre o tema abodado. Também faz referência a tabela de causa e efeito entre os fatores e efeitos encontrados a partir da leitura dos artigos selecionados na RSL.</p>
Fatores e efeitos relacionados a rotatividade em Projetos com Desenvolvimento Distribuídos de Software: - Apêndice B
<p>Este documento é um apêndice do artigo Fatores e efeitos relacionados a rotatividade em Projetos com Desenvolvimento Distribuídos de Software e busca definir a interação entre os fatores e os efeitos da rotatividade em DDS.</p>
A CRIMINALIZAÇÃO DO BULLYING E A GARANTIA DO DESENVOLVIMENTO DIGNO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
<p>O <i>bullying</i> é uma forma de violência física e psicológica que tem amplo impacto na saúde mental e desenvolvimento de crianças e adolescentes, podendo levar a consequências graves como depressão, ansiedade, isolamento social e até suicídio. Este problema social que atinge escolas e ambientes virtuais tem ganhado notoriedade crescente e demanda uma resposta efetiva do sistema jurídico. O estudo possui como objetivo geral analisar a criminalização do <i>bullying</i> como um mecanismo de garantia para o desenvolvimento digno de crianças e adolescentes, examinando as leis e sua aplicabilidade no combate a essas práticas nocivas. O trabalho utiliza o método dedutivo e uma abordagem bibliográfica descritiva, recorrendo a legislações, artigos científicos e doutrinas para embasar suas conclusões. A legislação brasileira, incluindo a Constituição Federal de 1988 e a Lei nº 13.185/2015, já reconhece a necessidade de proteger crianças e adolescentes contra práticas discriminatórias e violentas como o <i>bullying</i>. Contudo, a eficácia dessas normas ainda precisa ser rigorosamente analisada e, se necessário, reforçada por medidas adicionais. Em última análise, este estudo aponta para a urgência de uma abordagem ampla para lidar com o <i>bullying</i>, sugerindo que a criminalização, embora necessária, não é suficiente por si só. A colaboração entre escolas, famílias, e instituições governamentais é muito relevante para criar um ambiente propício ao crescimento e desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes. É necessário investir em programas educativos que cultivem habilidades socioemocionais, bem como em sistemas de apoio que ajudem a identificar e tratar os impactos psicológicos do <i>bullying</i> em suas fases iniciais. Este enfoque integral não apenas contribuirá para reduzir os efeitos destrutivos do <i>bullying</i>, mas também para construir uma sociedade mais inclusiva e respeitosa. Assim, combinar ações punitivas com estratégias preventivas e educacionais é o caminho mais promissor para erradicar o <i>bullying</i> e garantir um futuro melhor para as novas gerações.</p>
APLICATIVO MÓVEL PARA EDUCAÇÃO E PREVENÇÃO DE HIV E AIDS: DESENVOLVIMENTO E AVALIAÇÃO
<p>O HIV e a AIDS são doenças sexualmente transmissíveis que continuam a ser uma importante preocupação de saúde pública. A educação e a prevenção são fundamentais para reduzir a transmissão dessas doenças. Este estudo teve como objetivo desenvolver e avaliar um aplicativo móvel para educação e prevenção de HIV e AIDS. O aplicativo será desenvolvido por um Analista de Sistemas, orientado pelos autores do TCC, de modo que todos os requisitos serão pesquisados, avaliados e entregues ao desenvolvedor para a construção do mesmo, requisitos esses que foram baseados em evidências científicas. O desenvolvimento do aplicativo seguirá as melhores práticas de design de interface do usuário (UI/UX) e será baseado em informações precisas e atualizadas sobre o HIV/AIDS, obtidas de fontes confiáveis. Os levantamentos que foram feitos para os requisitos levaram em conta Softwares existentes e a pesquisa sobre informações atualizadas sobre HI/AIDS servirão de base para o desenvolvimento do aplicativo. O aplicativo incluiu as seguintes informações: Epidemiologia do HIV e da AIDS; Transmissão do HIV e da AIDS; Prevenção do HIV e da AIDS; Tratamento do HIV e da AIDS; Locais adequados para realização de exames; Os resultados deste estudo sugerem que o aplicativo móvel é uma ferramenta promissora para educação e prevenção de HIV e AIDS. O aplicativo é acessível, fácil de usar e fornece informações precisas e atualizadas e espera-se que a avaliação após a implantação revele um aumento significativo no conhecimento sobre o HIV/AIDS entre os usuários do aplicativo, bem como uma maior conscientização sobre a importância da prevenção.</p>
Avaliação de Dependências no Desenvolvimento de Sistemas
<p>Vídeo de Apresentação para o Fórum de Graduação na IV Escola Regional de Engenharia de Software (ERES) - Sessão Técnica 4. Online Streaming, 11 a 13 de Novembro de 2020.</p>
Respostas ao questionário Utilização de LLM no desenvolvimento de código de programação
<p>Respostas ao questionário "Utilização de LLM no desenvolvimento de código de programação"</p>
Conjunto de dados utlizados no estudo "Cooperativas e desenvolvimento sustentável no Brasil: uma análise da contribuição para a Agenda 2030"
<p>Conjunto de dados utlizados no estudo "Cooperativas e desenvolvimento sustentável no Brasil: uma análise da contribuição para a Agenda 2030" submetido a Revista Brasileira de Gestão e Desenvolvimento Regional (G&DR).</p> <p> </p> <ul> <li><strong>Aba 1: </strong>Dados brutos</li> <li><strong>Aba 2: </strong>Dados utilizados</li> <li><strong>Aba 3: </strong>Dados aglutinados</li> <li><strong>Aba 4: </strong>Amostra</li> <li><strong>Aba 5: </strong>Análise de frequência</li> <li><strong>Aba 6: </strong>Estatística descritiva</li> <li><strong>Aba 7: </strong>Teste estatístico de Kruskal-Walis e teste post-hoc</li> </ul> <p> </p> <p>Os dados de autoria foram suprimidos para atender os requisitos de submissão conforme normas da revista, sendo utilizado "Autores" como nome dos autores. Após o processo de submissão, e em caso de aceitação, os dados de autoria serão alterados.</p>
Conjunto de dados utilizados no estudo "O desenvolvimento tecnológico e de inovação em gestão do conhecimento"
<p>Conjunto de dados utilizados no estudo "O desenvolvimento tecnológico e de inovação em gestão do conhecimento" submetidos a Revista Digital de Bibilioteconomia e Ciência da Informação (RDBCI).</p> <p><strong>Aba 1: </strong>Dados brutos</p> <p><strong>Aba 2: </strong>Evolução temporal</p> <p><strong>Aba 3: </strong>Áreas do conhecimento</p> <p><strong>Aba 4: </strong>Arquivo processado no VosViewer</p> <p><strong>Aba 5: </strong>Thesaurus das organizações</p> <p><strong>Aba 6: </strong>Métricas das organizações</p> <p><strong>Aba 7: </strong>Thesaurus das CIP (Classificação Internacional da Patentes)</p> <p><strong>Aba 8: </strong>Métricas das CIP</p> <p> </p>
APROXIMANDO INDÚSTRIA E ACADEMIA PARA LAPIDAÇÃO DE TALENTOS EM DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE NO SERTÃO DO CEARÁ: UM ESTUDO DE CASO SOBRE O MANDACARU.DEV
<p>Este repositório contém:</p> <p>a) Questões norteadoras para entrevistas individuais;</p> <p>b) Estrutura do questionário;</p> <p>c) Dados adicionais sobre as entrevistas individuais;</p> <p>d) Caracterização das pessoas entrevistadas;</p> <p>e) Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.</p>
Material suplementar do artigo "Gênero, parentalidade e remuneração em cargos de desenvolvimento na indústria de software" - WIT-CSBC 2024
<p>Na área de Tecnologia da Informação (TI), existe uma predominância de profissionais do gênero masculino atuando em boa parte das categorias de trabalho. Entretanto, profissionais do gênero feminino também se destacam em diferentes áreas de TI, como a área de desenvolvimento de software. Os artefatos aqui disponibilizados referem-se aos resultados de um estudo realizado com profissionais de TI que atuam com desenvolvimento de software, no contexto brasileiro, de modo a destacar a participação e o perfil de mulheres neste cenário, do ponto de vista de gênero, parentalidade e remuneração. Os resultados advindos de um Survey Exploratório com 67 profissionais desta área, indicam que há uma clara disparidade entre atividades parentais executadas por profissionais desenvolvedores, homens e mulheres; algumas diferenças salarias também são percebidas de acordo com as categorias de desenvolvimento de software; dente outros aspectos discutidos ao longo deste estudo.</p>
Conjunto de dados utilizados para revisão do artigo "Gestão da Informação e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Uma Revisão Sistemática da Literatura"
<p><span>Conjunto de dados utilizados para revisão do artigo “Gestão da Informação e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Uma Revisão Sistemática da Literatura" submetido ao periódico "Administração de Empresas em Revista".</span></p> <p><strong>Aba 1: </strong>Scopus - dados recuperados da base de dados Scopus.</p> <p><strong>Aba 2: </strong>WoS - dados recuperados da base de dados Web Of Science.</p> <p><strong>Aba 3: </strong>Scopus + WOS - dados de ambas as bases (Scopus e Web of Science).</p> <p><strong>Aba 4: </strong>Dados únicos - dados combinados (únicos) das buscas de ambas as bases.</p> <p><strong>Aba 5: </strong>Leitura_TL.Abs.KW - estudos selecionados para leitura de título, resumo e palavras-chave.</p> <p><strong>Aba 6: </strong>Triagem final - estudos selecionados para leitura completa após triagem.</p> <p>Os dados de autoria foram suprimidos para atender os requisitos de submissão conforme normas da revista, sendo utilizado "Autores" como nome dos autores. Após o processo de submissão, e em caso de aceitação, os dados de autoria serão alterados.</p>
FIGURA 1 in Morfologia E Duração Do Desenvolvimento Pós-Embrionário De Chrysomya Megacephala (Diptera: Calliphoridae) Em Condições De Laboratório
FIGURA 1: Esqueleto cefalofaríngeo de Chrysomya megacephala, vista lateral. A: Larva em primeiro instar (L1). B: Farado (L1/L2). C: Larva em segundo instar (L2). D: Farado (L2/L3). E: Larva em terceiro instar (L3). Legenda: A = maxila; B = mandíbula; C = esclerito hipostomal; D = esclerito hipofaringeano; e = depressão ocular; F = clípeo; G = arco clipeal; H = esclerito infrafaringeano; I = esclerito faringeano; J = incisão média; L = corno ventral; M = corno dorsal; N = esclerito dental; O = esclerito labial; P = esclerito acessório; a = maxila e mandíbula em formação.
FIGURA 2 in Morfologia E Duração Do Desenvolvimento Pós-Embrionário De Chrysomya Megacephala (Diptera: Calliphoridae) Em Condições De Laboratório
FIGURA 2: Alguns aspectos da morfologia externa de larvas de C. megacephala. A: Espiráculo anterior de larva em segundo instar. B: Espiráculo anterior de larva em terceiro instar. C: Banda de micro-espinhos do protórax. D: Espiráculo posterior de primeiro instar. E: Espiráculo posterior de farado (L1/L2). F: Espiráculo posterior de larva em segundo instar. F: Espiráculo posterior de farado (L2/L3). G: Espiráculo posterior de larva em terceiro instar.
FIGURE 2 in Melastomataceae in the Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Tupé, Amazonas, Brazil
FIGURE 2. Flower, fruit and bark in species of Melastomataceae in the RDS-Tupé: Flower (A–B). A: Henriettea martiusii; B: Tibouchina fothergillae. Fruit (C–F); C. H. maroniensis; D. Clidemia epibaterium; E. Miconia comptifolia; F. C. capitellata; G. Bellucia spruceana; H. M. longispicata, detail of inflorescence; I. M. rhytidophylla. Patterns and colors of the rhytidome and inner bark; J. M. chrysophylla; K. M. comptifolia; L. M. crassinervia; M. M. dispar; N. M. egensis; O. M. gratissima; P. M. longispicata; Q. M. lourteigiana; R. M. phanerostila; S. M. radulifolia; T. M. regelii; U. M. tomentosa; V. M. umbrosa; W. Tococa coronata; X. Tococa subciliata.
ScienceDex guides
Understand access before you commit
These curated guides explain access requirements, typical timelines, costs, and reuse considerations for widely used research datasets.
Allen Brain Atlas
Allen Brain Atlas is an Allen Institute collection of brain map atlases, datasets, APIs, and analysis tools covering mouse, human, and non-human primate brain resources.
Annotated Behaviour and Observability Dataset (ABODe)
ABODe is a University of Edinburgh DataShare dataset for behavior classification in group-housed mice using home-cage video, identities, bounding boxes, ground-plate positions, and annotator labels.
DANDI Archive for NWB datasets
DANDI is a BRAIN Initiative archive for publishing and sharing neurophysiology data, including electrophysiology, optophysiology, and behavioral data packaged as NWB and related standards.
International Brain Laboratory public data
The International Brain Laboratory public data releases expose standardized mouse decision-making experiments, including Neuropixels recordings, widefield calcium imaging, behavior, and session metadata accessed through the ONE API.
OpenNeuro
OpenNeuro is a free, open platform for sharing neuroimaging datasets, with public search, dataset pages, and download paths for web, S3, DataLad, and the OpenNeuro CLI.