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Arquivo do Romanceiro em Língua Portuguesa
<p>"Arquivo do Romanceiro Português" (the Portuguese Folk Balladry Archive) is a database coordinated by Pere Ferré and Sandra Boto, at New University of Lisbon (IELT / FCSH NOVA) with the partnership of the University of Algarve - Center for Research in Arts and Communication (Portugal). It gathers a unique piece of heritage within the framework of the Portuguese Folk Poetry. <br> This resource collects a huge corpus of the Portuguese Folk Balladry both to an academic and non-specialized audience, offering to the user a set of new resources and research tools that allow documented access to the more than 10.000 versions of folk ballads collected from the Portuguese oral tradition.</p>
Testing 3D modelling software. Modelling charging pads for WPT of electric vehicles for EM emissions simulation.
<p>Even for the experienced 3D FEM modelers it may not be obvious which geometry discretization is the most appropriate and suitable for this type of problem. It may be a conservative approach to test the computation tool on a simplified geometry, on which the magnetic field distribution is known. As part of the “Metrology for inductive charging of electric vehicles” (MICEV) project (www.micev.eu), an axisymmetric geometry was used, with the results reported.</p>
Dados de pesquisa em informação legislativa
<p>Os dados descritos neste artigo foram coletados em documentos da Câmara dos Deputados, com pesquisa <em>in loco</em> e no <em>website </em>da instituição Foi feita análise desses documentos com o objetivo de identificar metadados de negócio para a informação legislativa, como etapa da metodologia de Arquitetura da informação para processos de trabalho desenvolvida na tese originária destes dados. Os dados da pesquisa podem ser reutilizados por pesquisadores e profissionais das áreas de jornalismo, ciência da computação, ciências sociais, ciência política, legística e legimática, para análise em seus domínios de conhecimento e aplicação em outras pesquisas e aplicações práticas, como na implementação de sistemas de informação para a área legislativa, para a gestão do processo de tramitação legislativa, para acompanhamento de proposições legislativas, acompanhamento e gestão de trabalho das comissões da Câmara dos Deputados, entre outros fins.</p>
Marcas de projetos gerenciados em podcast
<p>O objeto de estudo se trata de um podcast acadêmico lançado oficialmente no mês de agosto de 2019 como produção técnica de uma dissertação de mestrado defendida em 2018, posteriormente incorporado à rotina de atividades do setor de atendimento de uma biblioteca universitária na perspectiva da Gestão de Projetos. A etapa de testes da produção do podcast data, portanto, do ano de 2018, na época hospedado na plataforma SoundCloud. Porém, no ano de 2019, a plataforma PodCloud foi a escolhida para a hospedagem do conteúdo, em virtude da relação custo-benefício, e permitiu a administração do podcast até julho de 2023, quando foi descontinuada no Brasil.</p><p>Diante desse cenário de mudanças, houve a necessidade de realização de uma nova pesquisa por plataformas de áudio que atendessem aos requisitos de custo-benefício e distribuição efetiva do conteúdo nos principais agregadores de podcast, tais como: Amazon Music, Apple Podcasts, Castbox, Deezer, Google Podcasts, Listen Notes, Pocket Casts, Podcast Addict, Podchaser, Spotify, TuneIn, YouTube Music, dentre outros. Assim, entre os meses de maio e julho de 2023, realizaram-se testes em cinco plataformas de hospedagem, a saber: Blubrry, PodBean, Podcastics, Podomatic e Spotify for Podcasters. Destas, a tomada de decisão deu-se pela terceira, na qual ocorreram a migração do feed RSS, considerado o link de identidade única do podcast, a retroalimentação do conteúdo, o monitoramento da distribuição do conteúdo nos agregadores de podcast e a posterior mudança de nome do projeto na podosfera, cuja transição da marca será apresentada em artigo científico.</p>
CONFLUÊNCIAS POÉTICAS: UM DOCUMENTÁRIO SOBRE FORMAÇÃO E CUIDADO EM SAÚDE MENTAL
<p>Trata-se de um documentário feito pela Liga Acadêmica de Saúde Mental da Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (LIASME/UERJ). O documentário registou o trabalho com rodas de poesia do Centro de Atenção Psicossocial da UERJ em que docentes, alunos de graduação em enfermagem e residentes multiprofisisonais aprendem sobre o cuidado vivo a pessoas em sofrimento psiquico grave. </p>
Metodologia de pesquisa para estudos com podcast em Biblioteconomia e Ciência da Informação
<p><span>Dados utilizados na proposta de artigo que apresenta o método de pesquisa intitulado <em>Podcast Ethnography,</em> traduzido para o português como Etnografia na Podosfera, partindo da seguinte questão norteadora: De que maneira definir uma metodologia de pesquisa científica pautada nas bases conceituais e nas aplicabilidades da podosfera? Como objetivo geral, discute-se a Etnografia na Podosfera como método de pesquisa e como base metodológica para o uso de técnicas e instrumentos de coleta e análise de dados oriundos de agregadores de <em>podcast</em>, tendo como resultado a proposta de um roteiro de pesquisa para estudos com <em>podcast</em> nas áreas de Biblioteconomia e Ciência da Informação. Como referencial teórico, analisa-se o <em>podcast</em> à luz de suas características como documento sonoro, que formam coleções digitais de áudio no ambiente virtual da chamado podosfera. Visando subsidiar a aplicabilidade do método etnográfico na podosfera, propõem-se instrumentos, estratégias e técnicas para coleta e análise de dados oriundos de agregadores de <em>podcasts</em>. Nesse sentido, apresentam-se metadados, campos e questões abertas para a construção de formulários de pesquisa, além de recursos e ferramentas para a criação de diário de campo eletrônico e para a organização de cronograma de pesquisa. Na finalidade de analisar o conteúdo dos episódios em <em>podcast</em>, apresentam-se a transcrição de áudio, a definição de minutagem e a categorização por assunto como estratégias para a discussão dos resultados obtidos por meio da Etnografia na Podosfera. Conclui-se que os <em><span>podcasts </span></em><span>têm contribuído para a divulgação científica na medida em que se tornaram objeto de estudo para pesquisadores e bibliotecários.</span></span></p>
EnfPode - Comunicação em situações de crise na saúde
<p>Podcast elaborado pelos Enfermeiros Residentes do Programa de Pós Graduação nos Moldes de Residência em Enfermagem com ênfase na área Clínica e Cirúrgica (UNIRIO/EEAP), como pré - requisito para a conclusão da disciplina de Relações Interpessoais. A temática a ser abordada pelos residentes é a de "Comunicação em situações de crise na saúde ". Neste podcast é relatada, de forma simples e descontraída, uma situação de crise em saúde, onde uma Enfermeira atende um caso de Mpox e aborda um situação de crise, com falhas na comunicação e como atuar em uma situação de crise em saúde. </p>
Em busca do microcrédito tupiniquim
<p>EVARISTO, L. B.; PARIS, M. V. Em busca do microcrédito Tupiniquim. <strong>Revista Tecnológica de Administração</strong>, Rio de Janeiro, v. 1, n. 3, p. 309-323, 2024. Disponível em: https://periodicos.fgv.br/reta/article/view/92138</p>
Banco de dados das cheias na Região Hidrográfica do Lago Guaíba em Maio de 2024
<h2><strong>ATENÇÃO: LEIA ATÉ O FINAL</strong></h2> <p><strong>Este é o banco de dados das cheias na Região Hidrográfica do Lago Guaíba em Maio de 2024, ainda em curso no Rio Grande do Sul. </strong>A Região Hidrográfica do Lago Guaíba <strong>não</strong> inclui toda a extensão do Rio Grande do Sul. Existem outras áreas afetadas.</p> <p>Este é um esforço <strong>voluntário</strong> entre diversos pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e colaborações externas. Confira outros esforços voluntários na plataforma: <a href="https://storymaps.arcgis.com/stories/a81d69f4bccf42989609e3fe64d8ef48">Rio Grande do Sul | 2024 (arcgis.com).</a></p> <p>Este é um esforço ainda em andamento.</p> <p><em>continue lendo</em></p> <h2><strong>Observações importantes</strong></h2> <ol> <li>Confira as <strong>versões</strong> do banco de dados na barra lateral para obter os dados mais recentes ou não corrompidos;</li> <li>Os dados primários obtidos estão no arquivo geopackage<strong> cheias_rhguaiba_2024_db_{versao}.gpkg</strong>;</li> <li>As <strong>camadas </strong>do geopackage estão catalogadas no arquivo <strong>CSV</strong> de glossário <strong>cheias_rhguaiba_2024_db_{versao}_glossario.csv</strong>;</li> <li><strong>ADA </strong>significa <strong>área diretamente afetada</strong>.</li> <li>As metodologias ainda estão sendo documentadas e detalhadas. Confira aqui as <strong>Notas Técnicas.</strong></li> </ol> <p><em>continue lendo</em></p> <h2><strong>Nomenclatura</strong></h2> <ul> <li>ada = Área Diretamente Afetada</li> <li>poa = Porto Alegre</li> <li>rmpa = Região Metropolitana de Porto Alegre</li> <li>rhguaiba = Região Hidrográfica do Lago Guaíba</li> <li>rs = Rio Grande do Sul</li> </ul> <p><em>continue lendo</em></p> <h2><strong>Como citar</strong></h2> <p>Citação simplificada para reportagens e visualizações (infográficos):</p> <p>Possantti et al. (2024).<strong> Banco de dados das cheias na Região Hidrográfica do Lago Guaíba em Maio de 2024</strong> [Data set]. Zenodo. https://doi.org/10.5281/zenodo.11164049 </p> <p>Citação completa para referência bibliográfica:</p> <p>Possantti, I.; Aguirre, A.; Alberti, C.; Andrades Filho, C.; Azeredo, L.; Balbon, J.; Barbedo, R.; Barcelos, M.; Becker, F.; Bedin, M.; Bregalda, N.; Cacciatore, J.; Camana, M.; Camargo, P.; Cantor, G.; Cardozo, T.; Cargnin, B.; Carrard, G.; Castilhos, M.; Cazanova, R.; Chiarelli, F.; Collishonn, W.; Cornely, A.; Cremon, É.; Cunha, L.; Cunha, R.; Cárdenas, S.; Dorneles, J.; Dornelles, F.; Eckhardt, R.; Fan, F.; Froner, M.; Giaccom, B.; Giasson, S.; Goldenfum, J.; González-Ávila, I.; Gonçalves, C.; Gonçalves, G.; Guasselli, L.; Guimarães, E.; Guimarães, E.; Hellmann, A.; Herrmann, P.; Horstmann, G.; Iablonovski, G.; Iescheck, A.; Kipper, P.; Kobyama, M.; Krasner, M.; Krob, L.; Kuele, P.; Laipelt, L.; Lutz, V.; Maciel, J.; Magalhães, F.; Mallet, J.; Marques, B.; Marques, G.; Meirelles, F.; Mexias, L.; Michel, G.; Michel, R.; Mincarone, M.; Moura, E.; Müller, J.; Neves, É.; Nicolini, I.; Nonnemacher, L.; Novakoski, K.; Oliveira, G.; Oliveira, M.; Ott, P.; Paiva, R.; Peres, L.; Petry, L.; Quevedo, R.; Quintela, R.; Ramos, M.; Rauber, A.; Reis, M.; Ribeiro, M.; Righi, M.; Risso, A.; Rodrigues, R.; Roitman, A.; Rorato, G.; Royer, S.; Ruhoff, A.; Ruoso, E.; Sampaio, M.; Schabbach, L.; Schiaffino, M.; Schmitt, H.; Schumacher, R.; Schwarzer, G.; Serrano, N.; Sigallis, A.; Silva, M.; Silva, S.; Sluter, C.; Soares, L.; Soares, V.; Sousa, L.; Souza, A.; Tschiedel, A.; Ucha, L.; Umbelino, G.; Utzig, E.; Zambrano, F. (2024). <strong>Banco de dados das cheias na Região Hidrográfica do Lago Guaíba em Maio de 2024</strong> (versão 1.2) [Data set]. Zenodo. https://zenodo.org/doi/10.5281/zenodo.11164049</p> <p><em>continue lendo</em></p> <h2><strong>Principais camadas no geopackage</strong></h2> <ul> <li>Mapa da <strong>Área Diretamente Afetada (ADA)</strong> pelas cheias de Maio de 2024.</li> <li>Mapas da <strong>mancha de inundação</strong> (água e lama) observada em 6 e 8 de Maio de 2024 obtidas por métodos de sensoriamento remoto.</li> <li>Mapa das <strong>cicatrizes de deslizamentos</strong> (movimentos de massa) observada em 6 de Maio de 2024 obtidas por métodos de sensoriamento remoto.</li> <li>Mapa de <strong>abrigos</strong> para o enfrentamento da crise na Região Metropolitana de Porto Alegre e arredores.</li> <li>Mapas da <strong>infraestrutura de saneamento</strong> na Região Metropolitana de Porto Alegre.</li> <li>Mapa do <strong>patrimônio cultural</strong> afetado.</li> </ul> <p><em>continue lendo</em></p> <h2><strong>Dados de insumos</strong></h2> <p>Dados de insumos (inputs) para análises diversas estão disponíveis em geopackages para <strong>conveniência </strong>(economia de tempo e recursos computacionais em meio ao enfrentamento da crise). <strong>Não somos autores dessas fontes e recomendamos validações a partir da fonte original</strong>.</p> <p><strong>ANA - Modelo digital de elevação ANADEM (30m de resolução)</strong>. Arquivo: <strong>insumos_ada_anadem_30m_rhguaiba.zip.</strong> Pacote de camadas raster com derivados diversos de análises topográficas, incluindo mapa de HAND, na RH do Lago Guaíba. Fonte: <a href="https://metadados.snirh.gov.br/geonetwork/srv/por/catalog.search#/metadata/a5b8f184-d4e3-45e6-a62b-e76d1f255f55">Catálogo de Metadados da ANA (snirh.gov.br)</a>. Nota: as camadas estão projetadas coordenadas planas.</p> <p><strong>IBGE/Censo - Malhas de setores censitários (2010 e 2022) e municípios IBGE no RS. </strong>Arquivo: <strong>insumos_ibge_rs.gpkg</strong>. Fonte: <a href="https://www.ibge.gov.br/geociencias/organizacao-do-territorio/malhas-territoriais.html">Malhas territoriais | IBGE</a>. Comentário: malha dos censos de 2010 e 2022 com os <strong>microdados básicos</strong> agregados.</p> <p><strong>IBGE/CNEFE - Cadastro Nacional de Endereços para Fins Estatísticos no RS. </strong>Arquivo: <strong>insumos_ibge_cnefe_microdados_2022_rs.gpkg</strong>. Fonte: <a href="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/38734-cadastro-nacional-de-enderecos-para-fins-estatisticos.html?=&t=resultados">Cadastro Nacional de Endereços para Fins Estatísticos | IBGE</a>. Comentário: pontos dos endereços com a codificação do tipo de estabelecimento.</p> <p><strong>INEP - Catálogo de Escolas do Rio Grande do Sul</strong>. Arquivo: <strong>insumos_inep_escolas_2023_rs.gpkg</strong>. Fonte: <a href="https://www.gov.br/inep/pt-br/acesso-a-informacao/dados-abertos/inep-data/catalogo-de-escolas">Catálogo de Escolas — Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira | Inep (www.gov.br)</a></p> <p><strong>NASA - Pontos de deslizamentos de encosta em uma área da serra, na RH do Lago Guaíba</strong>. Arquivo: <strong>insumos_nasa_deslizamentos_2024_rhguaiba.gpkg</strong>. Fonte: <a href="https://maps.disasters.nasa.gov/arcgis/home/item.html?id=b68a02ab6c2544dfa4c9cd7457049423">Landslides Mapped with Planet Imagery for the May 2024 Brasil Floods - Overview (nasa.gov)</a></p> <p><strong>Open Buildings V3 Polygons - Edificações na região hidrográfica. </strong>Arquivo: <strong>insumos_googlebuildings_edificacoes_rhguaiba.gpkg.</strong> Citação: W. Sirko, S. Kashubin, M. Ritter, A. Annkah, Y.S.E. Bouchareb, Y. Dauphin, D. Keysers, M. Neumann, M. Cisse, J.A. Quinn. Continental-scale building detection from high resolution satellite imagery. arXiv:2107.12283, 2021. Fonte: <a href="https://developers.google.com/earth-engine/datasets/catalog/GOOGLE_Research_open-buildings_v3_polygons">Open Buildings V3 Polygons</a>. Comentário: polígonos de edificações extraídos para a Região Hidrográfica do Lago Guaíba.</p> <p><strong>Open Street Maps (OSM) - Vias urbanas e estradas na região hidrográfica. </strong>Arquivo: insumos_openstreetmaps_vias_rhguaiba.gpkg. Fonte: <a href="https://download.geofabrik.de/south-america/brazil/">Index of /south-america/brazil (geofabrik.de)</a></p> <p><strong>SEMA/RS - Base cartográfica 1:25000 do RS. </strong>Arquivo: <strong>insumos_semars_basecarto25k_rs.gpkg</strong>. Fonte: SEMA/RS. Comentário: mapas diversos da base cartográfica do RS, hidrografia, pontes, estradas principais, bacias hidrograficas. </p> <p><strong>SNISB - Cadastro de Barragens na RH do Lago Guaíba. </strong>Arquivo:<strong> insumos_snisb_barragens_2022_rhguaiba.gpkg. Fonte: </strong>Relatório de Segurança de Barragens Edição 2022. Cadastro da Planilha de Dados. Disponível em:<strong> <a href="https://www.snisb.gov.br/portal-snisb/inicio">Início | SNISB - Sistema de Segurança de Barragem</a></strong></p> <p><strong>Sulgás - Redes de distribuição de gás da Sulgás na região hidrográfica.</strong> Arquivo: <strong>insumos_sulgas_tubulacoes_rhguaiba.gpkg</strong>. Fonte: SULGÁS.</p> <p><em>continue lendo</em></p> <h2><strong>Notas</strong></h2> <ul> <li>O geopackage nas versões v.0.1 e v.0.2 está corrompido. Usar versões mais recentes.</li> <li>Para ajustar qualquer problemas entrar em contato com possantti@gmail.com</li> </ul> <p><em>Você pode parar de ler aqui</em></p> <h2><strong>Notas técnicas</strong></h2> <p><strong>Cicatrizes de movimentos de massa por sensoriamento remoto (em andamento)</strong></p> <p><em>Autores: Clódis de Oliveira Andrades Filho, Lorenzo Fossa Sampaio Mexias, Andrea Lopes Iescheck, Bárbara Giaccom, Me. Beatriz da Rosa Cargnin, Claudia Robbi Sluter, Dafne Cavalheiro, Édipo Cremon, Gabriel Schwarzer, Guilherme Garcia de Oliveira, João Igor Dorneles, José Antônio Cacciatore, Henrique Schmitt, Kleverson Ribeiro Novakoski, Laurindo Guasselli, Leandro Petry, Luana Daniela da Silva Peres, Mateus da Silva Reis, Maurício Righi, Michelle Cardoso da Silva, Milton Ribeiro Junior, Pâmela Boelter Herrmann, Raul Gick Schumacher, Renata Pacheco Quevedo, Sergio Mauricio Molano Cárdenas, Victor Matheus Soares.</em></p> <p>Cicatrizes de movimentos de massa são marcas da movimentação de solo e/ou rochas visíveis no terreno, geralmente ao longo de encostas. Estas marcas são oriundas de deslizamentos, fluxos de detritos e lama, queda de blocos e rastejamento de solo. As cicatrizes foram delimitadas a partir de imagens de satélite de alta resolução espacial), por interpretação visual, na composição colorida RGB cor-verdadeira. As seguintes bases foram utilizadas: a) imagens dos satélites World View concedidas para uso emergencial pela National Geospatial-Intelligence Agency - NGA / Diretoria de Serviço Geográfico – DSG – Fonte das Imagens Maxar Technologies 2024 (resolução espacial: 0,3 m a 0,4 m); b) imagens concedidas pela Força Aérea do Chile e Força Aérea Brasileira para uso emergencial advindos dos sistemas EROS C e BlackSky (resolução espacial: 0,9 m); c) imagens do satélite sino-brasileiro CBERS 4A, sensor WPM, com processamento pansharpening (resolução espacial: 2 m) oriundas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Brasil. <strong>ATENÇÃO</strong>: As cicatrizes de Movimentos de Massa mapeadas até o momento representam uma parcela da área total atingida por movimentos de massa na escarpa sul do Planalto Meridional-RS em Maio de 2024. O trabalho segue em andamento e passando por revisões frente as áreas possivelmente impactadas por movimentos de massa. Realização: Laboratório Latitude - Centro Estadual de Pesquisas em Sensoriamento Remoto e Meteorologia (CEPSRM) / Programa de Pós-graduação em Sensoriamento Remoto (PPGSR) / Departamento de Geodésia | Instituto de Geociências (IGeo) | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).</p> <p>Camada:</p> <ul> <li>rhguaiba_deslizamentos_20240506_v{data mais recente}</li> </ul> <p><strong>Manchas de inundação Planet e Skysat (finalizado)</strong></p> <p><em>Autores: Guilherme Garcia de Oliveira , Rafael Rodrigo Eckhardt.</em></p> <p>A mancha de inundação para as bacias hidrográficas foi gerada a partir da integração de imagens ópticas de sensoriamento remoto (Planet, Skysat e WorldView-2, obtidas em 06/05/2024), modelo digital do terreno da Região Funcional 1 (MDT-RF1) (SPGG-RS & CGEO), modelo digital de elevação FABDEM e pontos coletados em campo, durante ou próximo do pico da inundação. As imagens foram utilizadas para extração de pontos limites da inundação, por interpretação visual, de modo a identificar não somente os limites com água em superfície, mas também os limites identificáveis com lama/detritos, indicando a provável passagem da onda de cheia pelo local. Esses pontos foram utilizados para extração de cota de inundação ao longo dos vales, usando o MDT-RF1 quando disponível. A cota de inundação foi interpolada pelo método de krigagem ordinária. Após isso, foi realizada a subtração da cota de inundação interpolada pela elevação obtida por meio do MDE, resultando em profundidades estimadas de água e limites da mancha de inundação. Os pontos de campo foram usados para validação do produto. Apenas quando necessário, em função da resolução dos modelos digitais usados, foi editada a mancha de inundação manualmente, procedimento adotado em algumas áreas dos vales fluviais quando constatada discrepância entre a mancha produzida e a mancha observada nas imagens de satélite. Observação: MDT-RF1 foi disponibilizado na resolução espacial de 2,5 m, gerado a partir de imagens aéreas, na resolução espacial de 0,35 m, obtidas em levantamento realizado em 2018. Projeto coordenado pela SPGG-RS em parceria com o 1º CGEO, Exército Brasileiro.</p> <p>Camada:</p> <ul> <li>rhguaiba_planet-skysat_inundacao_obs_20240506</li> </ul> <p><strong>Manchas de água e lama Sentinel 2</strong></p> <p><em>Autores: Laipelt, L.; Iablonovski, G.; Alberti, C.; Mincarone, M.; Possantti, I.; Rorato, G.;</em></p> <p>A partir de imagem de satélite do sensor Sentinel-2 do dia 06/05/2024 e 08/05/2024, foram classificadas as áreas inundadas (por índice normalizado de água - NDWI) e cobertas por lama (por índice normalizado de lama - BSI) da região da Bacia Hidrográfica do Lago Guaiba para obter a Área Diretamente Afetada. O resultado de água foi validado manualmente a partir da interpretação visual da imagem em cor natural.</p> <p>Camadas:</p> <ul> <li>rhguaiba_sentinel2_agua_obs_20240506</li> <li>rhguaiba_sentinel2_agua_obs_20240506_validada</li> <li>rhguaiba_sentinel2_lama_obs_20240506</li> <li>rhguaiba-sinosgravatai_sentinel2_agua_obs_20240508</li> <li>rhguaiba-sinosgravatai_sentinel2_agua_obs_20240508_validada</li> </ul> <p><strong>Simulação Hidrodinâmica HEC-RAS</strong></p> <p><em>Autores: Laipelt, L.</em></p> <p>Mancha de inundacao simulada (modelo HEC RAS) para ajusatar o nivel em 550cm no Cais Maua. Inclui também mapa de severidade física do escoamento simulado. Classes de severidade física: 1 – Baixa severidade 2 - Média 3 – Alta. Este é um mapa de perigo baseado na equação IP= Veloc x Profundidade de. Não temos tanta confiança na profundidade dos modelos hidrodinâmicos em escala regional visto que não possuimos as batimetria dos rios. Além da resolução espacial. Classificação foi feita baseada nos artigos:</p> <p>https://www.scielo.br/j/mercator/a/bYfg3jbM7cgqNzyZq5dyDKt/?format=html&lang=pt# https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1462075802000328 </p> <p>Camadas:</p> <ul> <li>rhguaiba_hecras_inundacao_simulada_550cm</li> <li>rhguaiba_hecras_severidade_simulada_20240506</li> </ul> <h2><strong>Registro histórico</strong></h2> <p><strong>[08/01/2025 14h00] - Versão v.1.4. </strong>Atualização com a camada da área protegida pelo Sistema de Proteção Contra Cheias (Pôlderes).</p> <p><strong>[27/10/2024 16h00] - Versão v.1.3. </strong>Atualização da camada de deslizamentos - cicatrizes de movimentos de massa (total mapeadas: 15 mil).</p> <p><strong>[05/08/2024 18h00] - Versão v.1.2. </strong>Atualização da camada de cicatrizes de movimentos de massa (total mapeadas: 11 mil). Próximos melhoramentos: incluir pontos de amostragem da coleta de agua e sedimentos. Camadas de insumo diversas, incluindo Mapbiomas e CAR.</p> <p><strong>[29/06/2024 9h00] - Versão v.1.1. </strong>Atualização da camada de cicatrizes de movimentos de massa (total mapeadas: 5 mil). Próximos melhoramentos: incluir pontos de amostragem da coleta de agua e sedimentos. Camadas de insumo diversas, incluindo Mapbiomas e CAR.</p> <p><strong>[12/06/2024 9h00] - Versão v.1.0. </strong>Nova camada com mapeamento de cicatrizes de deslizamentos de encostas, obtida por métodos de sensoriamento remoto (dado ainda em produção). Nova camada de insumo com pontos mapeados pela NASA onde ocorreram movimentos de massa. Ajuste na convenção de datas no nomes para o formato YYYYMMDD.<strong> </strong>Próximos melhoramentos: incluir pontos de amostragem da coleta de agua e sedimentos. Camadas de insumo diversas, incluindo Mapbiomas e CAR.</p> <p><strong>[27/05/2024 20h00] - Versão v.0.9. </strong>Camada definitiva da inundação por cenas Planet, sendo que as camadas intermediárias das sub-bacias foram removidas. Nova versão ampliada da ADA (Área Diretamente Afetada), totalizando 6 mil km². Relação ampliada de abrigos da crise. Nova camada com o histórico da situação dos municípios (decretos de calamidade pública). Próximos melhoramentos: incluir pontos de validadao de campo da ADA nos vales, incluir pontos de amostragem da coleta de agua e sedimentos. Mapa de cicatrizes de movimentos de massa. Camadas de insumo diversas, incluindo Mapbiomas e CAR.</p> <p><strong>[24/05/2024 20h00] - Versão v.0.8. </strong>Novas camadas de manchas de inundação com cenas Planet para Rio dos Sinos e Rio Gravataí. Nova versão ampliada da ADA (Área Diretamente Afetada). Relação ampliada de abrigos da crise. Nova camada com o histórico da situação das EBAPs e ETAs na RMPA. Nova camada com mapa completo de diques na RMPA. Nova camada com o histórico da situação de barragens selecionadas na RH do Lago Guaíba. Nova camada de insumo: católogo de escolas do INEP. Nova camada de insumo: cadastro geral de barragens na RH do Lago Guaíba. Nova camada de insumo: pacote de mapas raster com análises topográficas do MDE ANADEM, incluindo HAND da RH do Lago Guaíba. Próximos melhoramentos: incluir pontos de validadao de campo da ADA nos vales, incluir pontos de amostragem da coleta de agua e sedimentos. Camadas de insumo diversas, incluindo Mapbiomas e CAR.</p> <p><strong>[22/05/2024 10h00] - Versão v.0.7. </strong>Relação ampliada de abrigos da crise, com tabela CSV em separado. Nova camada de insumo tubulações de gás da SulGás. Substituição da camada de insumo de endereços CNEFE pela camada divulgada pelo IBGE em 21/5, com microdados (incluindo CEP). Nova camada de insumo: topografia do modelo digital de elevação ANADEM na região hidrográfica (Modelo Copernicus corrigido para vegetação no Brasil). Próximos melhoramentos: incluir status de barragens e saneamento durante a crise, incluir pontos de validadao de campo da ADA nos vales, incluir pontos de amostragem da coleta de agua e sedimentos. Camadas de insumo diversas, incluindo Mapbiomas, CAR, HAND.</p> <p><strong>[20/05/2024 21h00] - Versão v.0.6. </strong>Relação ampliada de abrigos da crise. Atualização dos autores. Atualização da ADA (área diretamente afetada) a partir de manchas obtidas na bacia do Rio dos Sinos e Rio Gravataí (dia 8 de Maio). Nova camada de pontos de nível levantados em campo em Porto Alegre.<strong> </strong>Remoção da análise municipal.<strong> </strong>Proximos melhoramentos: incluir status de barragens e saneamento durante a crise, incluir pontos de validadao de campo da ADA nos vales, incluir pontos de amostragem da coleta de agua e sedimentos.</p> <p><strong>[13/05/2024 22h00] - Versão v.0.5. </strong>Relação ampliada de abrigos da crise. Atualização dos autores. Nova nomenclatura de nomes para português. Título foi modificado para "cheias" em vez de "inundação". Atualização da ADA (área diretamente afetada). Nova camada de severidade física do escoamento simulado por HEC-RAS (primeira cheia). Geopackages adicionais de insumos carregados em separado do banco de dados principal. Proximos melhoramentos: completar camadas de saneamento basico para Regiao Metropolitana, incluir insumos para analises sociais e economicas, incluir pontos de validadao de campo da ADA, incluir pontos de amostragem da coleta de agua e sedimentos.</p> <p><strong>[10/05/2024 22h00]</strong> - <strong>Versão v.0.4.</strong> Nova versão da analise de municipios com endereços CNEFE; Novas camadas de manchas de inundação nos vales Taquari, Caí e Pardo com cenas Planet e Skysat; Relação ampliada de abrigos da crise. Atualização dos autores. Proximos melhoramentos: ajustar camada de abrigos e camada Sentinel de lama para sistema de referência WGS 84.</p> <p> </p> <p> </p>
Bibliografia dos doutoramentos em design
<p>A partir da Base de dados "Doutoramentos em Design Realizados em Portugal (2001-2020)" extraíram-se as referências encontradas em, pelo menos, duas teses diferentes. Esta lista de aproximadamente 19.000 linhas, contém informação sobre o(s) autor(es) e co autor(es), ano e tipologia da referência (ex. artigo, livro, capítulo). Também identifica as referências com (co)autores portugueses. A base de dados permite, por exemplo, consultar que autores e respectivas obras são mais referenciadas, por ano de doutoramento e por área de especialização dentro do design.</p> <p>Base de dados desenvolvida no âmbito do projeto Design Obs. Para um Observatório de Design em Portugal: Modelos, Instrumentos, Representação e Estratégias (<a href="http://www.designobs.pt/">www.designobs.pt</a>), cofinanciado pelo Programa Operacional Regional de Lisboa (LISBOA 2020) e o Programa Operacional Competitividade e Internacionalização (POCI-01-0145-FEDER-032445), através do Portugal 2020 e do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) e por fundos nacionais através da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia.</p>
Diplomados em Design em Portugal (2002-2020)
<p>Base de dados agrega informação sobre diplomados em design em Portugal (2002-2020), recolhidos a partir da Direção Geral da Estatística da Educação e Ciência (DGEEC). Contém informações detalhadas sobre o nome das escolas de design, a sua localização geográfica (por distrito e NUT II), cursos na área e diplomados (H/M), por ano. </p> <p>A base de dados é desenvolvido no âmbito do projeto Design Obs. Para um Observatório de Design em Portugal: Modelos, Instrumentos, Representação e Estratégias (<a href="http://www.designobs.pt/">www.designobs.pt</a>), cofinanciado pelo Programa Operacional Regional de Lisboa (LISBOA 2020) e o Programa Operacional Competitividade e Internacionalização (POCI-01-0145-FEDER-032445), através do Portugal 2020 e do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) e por fundos nacionais através da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia.</p>
Empresas e diplomados em Portugal - visão diacrónica 2010-2019 por NUT II
<p>Base de dados cruza informação sobre o número total de diplomados em Design em Portugal (somados a partir da lista criada em "Diplomados em Design em Portugal, 2002-2020"), com informação sobre empresas de Design em Portugal extraída a partir dos relatórios da Estatística da Cultura produzidos na última década. Contém informações sobre a totalidade das empresas com código 74.10 (atividade de Design), volume de negócio, empregados e custos com pessoal, por NUT II (Norte, Centro, Área Metropolitana de Lisboa, Alentejo, Algarve, Região Autónoma da Madeira e Região Autónoma dos Açores).</p> <p>Base de dados desenvolvida no âmbito do projeto Design Obs. Para um Observatório de Design em Portugal: Modelos, Instrumentos, Representação e Estratégias (<a href="http://www.designobs.pt/">www.designobs.pt</a>), cofinanciado pelo Programa Operacional Regional de Lisboa (LISBOA 2020) e o Programa Operacional Competitividade e Internacionalização (POCI-01-0145-FEDER-032445), através do Portugal 2020 e do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) e por fundos nacionais através da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia.</p>
Copernicus EMS fire activations delimitations (2012 - 2020) rasterised at 30m and aggregated per year and season
<p>This dataset was created as part of the <a href="https://opendatascience.eu/">Geo-harmonizer project</a>, with the scope of making open data easier to access. It contains all the fire activations (forest fire, wild fire, wildfire) mapped by the<a href="https://emergency.copernicus.eu/mapping/list-of-activations-rapid"> Copernicus Emergency Rapid Mapping Service</a> between 2012 and 2020. To obtain these GeoTIFFs, the vector data packages from CEMS were individually downloaded, rasterized and mosaicked per year and season, resampled at 30-m and reprojected to <a href="https://epsg.io/3035">EPSG 3035: ETRS89-extended / LAEA Europe</a>. If no CEMS fire activation was identified in a specific year and season, the raster was not created. The rasters are provided as COG files, type=16Int, nodata value is 255.</p> <p>To allow an easier and faster search through all 2012 - 2020 CEMS fire activations, we have prepared a point vector layer (geojson) containing one point for each fire activation area of interest with the following attributes attached: CEMS identification number <ems_id>, area of interest defined by CEMS <ems_aoi>, URL link to the CEMS activation <ems_link>, year of the event <year_start>, <year_end> , <season> and the name of the <geo_harmonizer_raster> where the 30m rasterised delimitations of the burned areas of the corresponding fire activation can be found. </p> <p>For any additional questions regarding the data please contact the author at codrina.ilie[at]terrasigna.com.</p> <p>The Copernicus Emergency Rapid Mapping Service data access policy is available <a href="https://emergency.copernicus.eu/mapping/sites/default/files/files/CopernicusEMS-Data_and_Dissemination_Policy.pdf">here</a>.</p>
Não-conformidades ao SI em textos técnico-científicos (vídeo da apresentação)
<p>Vídeo da palestra realizada a pedido do <strong>Forum Internacional para Metrologia e Examinologia em Química</strong> (https://formeq.org/):</p> <p>Tema: <strong>Não-conformidades ao SI em textos técnico-científicos</strong><br> Enlace da gravação: <strong>https://www.youtube.com/watch?v=3xssyQPYh7E</strong></p> <p>Palestrante: Dr. Ricardo de Araújo Kalid<br> E-mail: kalid@ufsb.edu.br<br> Data: 20 de dezembro de 2021<br> Horário: das 14 h 30 min às 16 h 30 min</p> <p>Tópicos abordados:</p> <ol> <li>Linha do tempo do Sistema Internacional de Unidades (<strong>SI</strong>)</li> <li>Grafia e pronúncia de nomes e símbolos de unidades de grandezas conforme o <strong>SI</strong></li> <li>Operações matemáticas e valores numéricos de grandezas e suas incertezas conforme o <strong>SI</strong></li> <li>Tabelas e gráficos conforme o <strong>SI</strong></li> <li>Incertezas de grandezas e intervalos de medidas conforme o <strong>SI</strong></li> <li>Discussões</li> </ol> <p> </p> <p>Contato:</p> <p>Ricardo de Araújo Kalid<br> Pesquisador Emérito do CNPq <strong><a href="https://wwws.cnpq.br/cvlattesweb/PKG_MENU.menu?f_cod=7D48BC187965582AF96A5D11E7FD2636#">http://lattes.cnpq.br/2562159376424787</a></strong><br> Professor Associado IV da UFSB <strong><strong><a href="https://orcid.org/0000-0001-9265-5263">https://orcid.org/0000-0001-9265-5263</a></strong></strong><br> E-mail institucional: kalid@ufsb.edu.br<br> E-mail profissional: ricardokalid@gmail.com<br> Tel/Wap: +55(73)99844-1308</p>
Dados completos do estudo: COM O QUE SE GASTA AO FAZER CAMPANHA EM PLENA PANDEMIA? UM ESTUDO SOBRE OS GASTOS DE CAMPANHA DURANTE A DISPUTA PELAS CAPITAIS BRASILEIRAS EM 2020
<p>As eleições municipais brasileiras de 2020 foram realizadas em meio a pandemia da COVID-19 e essa circunstância fez com que uma série de mudanças fossem impostas na forma de fazer campanha, inclusive com adiamento do calendário eleitoral. Desta forma, o objetivo deste artigo é compreender padrões nos tipos de gastos de campanha declarados por prefeituráveis que disputaram o comando das 26 capitais brasileiras em 2020. As perguntas que movem esse artigo são duas: a pandemia trouxe mudanças para os tipos de gastos feitos pelos candidatos(as) a prefeito(a) nas capitais brasileiras em 2020? Há diferenças nos gastos que tipos de candidatos fazem durante a campanha? A pesquisa lança mão de uma metodologia quantitativa e reúne dados das prestações de contas de todos os prefeituráveis de capitais que tiveram as candidaturas deferidas, formando um <em>corpus</em> de 304 candidatos(as). No aspecto teórico, o artigo apresenta uma discussão sobre campanhas eleitorais e gastos de campanha. Do ponto de vista empírico, além de informações sobre os gastos de campanha, a base de dados da pesquisa também engloba variáveis como o gênero (homem e mulher), partido (legenda), região da disputa (Sul, Sudeste, Norte, Nordeste ou Centro-Oeste) e classifica os candidatos(as) a partir de quatro tipologias: incumbentes, candidatos(as) com mandato, candidatos(as) sem mandato e candidatos(as) a sucessor(a). A partir destes dados, o estudo busca identificar padrões entre os tipos de gastos dos candidatos(as), dividindo os(as) prefeituráveis por regiões do Brasil, como também por tipologia de candidato. Os resultados mostram que, apesar da pandemia da Covid-19 e das mudanças no calendário eleitoral, os gastos tradicionais de campanha seguem entre os mais representativos, enquanto os investimentos em campanha on-line são mais significativos apenas entre alguns grupos de prefeituráveis específicos, como aqueles(as) sem mandato e de partidos com menos tempo de rádio e TV. Os dados também apontam para a manutenção de mecanismos de campanha <em>off-line </em>apenas em algumas regiões do país, como gastos com comício e carro de som concentrados na região Norte. Desta forma, a pesquisa conclui que há um padrão nas campanhas em capitais brasileiras representado pelo gasto com mecanismos tradicionais (rádio, TV e material impresso), mas que também há diferenças nestes gastos tradicionais entre as regiões do país. Já os gastos com ferramentas de campanha on-line, mesmo em um período de pandemia e necessidade de distanciamento, representaram fatias pequenas dos gastos das disputas municipais, aquelas travadas de maneira mais próxima entre eleitor(a) e candidato(a). A pesquisa aponta ainda para diferenças relevantes entre incumbentes, prefeituráveis com mandato, candidatos sem mandato e postulantes a sucessor(a) na maneira como estes distribuíram seus recursos de campanha no pleito de 2020.</p>
Airborne EM data (Belgium) from flight line 306025
<p>This dataset contains Airborne EM data from a SkyTEM instrument from the Flanders region, Belgium. </p> <p>Details about the instrument set-up can be found in the data report.</p> <p>Details about the region, geology, saltwater intrusion context can be found in </p> <p>Delsman, J., van Baaren, E., Vermaas, T., Karaoulis, M., Bootsma, H., de Louw, P. G. B., ... & Thofte, S. (2019). TOPSOIL Airborne EM kartering van zoet en zout grondwater in Vlaanderen (FRESHEM Vlaanderen: Deelopdrachten 1 tot en met 3.</p> <p><strong>When using this dataset, always cite the above reference. </strong></p> <p>The actual measured data is in "dat_skytem_306025_flightline.csv". Columns refer to either Low or High moment and time of measurement. Corresponding estimated relative errors can be found in rel_err_skytem_306025_flightline. Distances between soundings/measurment locations and their hieghts above the surface is found in "distances_between_soundings" and "altitudes_per_sounding" respectively.</p> <p>To use this data for the appraisal method, see https://github.com/WouterDls/AEM_appraisal. For more information, write to wouter.deleersnyder@kuleuven.be </p>
Correlating NanoSIMS images with ultra-high resolution EM images in Look@NanoSIMS
<p>Supplement of the study by Spataro et al. (2022) describes how to perform correlative image analysis in Look@NanoSIMS. This repository contains files used as an example in that analysis.</p> <p>* Rat7SNR_21.tif = ultra-high resolution EM image (4096 x 3072 pixels)<br> * Spataro-Sept-2018_3.im.zip = zipped raw data produced by NanoSIMS 50L (256 x 256 pixels)<br> * Spataro-Sept-2018_3.zip = zipped folder containing data generated by Look@NanoSIMS</p> <p>To start the analysis, download all files to a folder on your computer (preferably in the same folder) and unzip the file Spataro-Sept-2018_3.zip. The latter step will create a folder Spataro-Sept-2018_3 containing files generated by Look@NanoSIMS when analysing data in Spataro-Sept-2018_3.im.zip and Rat7SNR_21.tif. The files include information about the alignment of individual planes (xyalign.mat), coordinates of the pairs of reference points in the EM and NanoSIMS images (points_10x.mat), regions of interest defined for the resampled (cells_10x.mat) and original NanoSIMS data (cells_1x.mat), and Look@NanoSIMS preferences saved for the resampled (prefs_10x.mat) and original (prefs_1x.mat and prefs.mat) NanoSIMS data. You can use these files to reproduce the analysis described in the Supplement of Spataro et al. (2022).</p> <p>Reference:</p> <p>S. Spataro, B. Maco, S. Escrig, L. Jensen, L. Polerecky, G. Knott, A. Meibom, and B. L. Schneider (2022). Alpha-synuclein-induced changes to neuronal metabolism revealed by stable isotope labeling and ultra-high-resolution imaging.</p>
Áreas Favoráveis para Instalação de Estação de Tratamento de Esgoto em Goiás baseado em lógica fuzzy
<p>Este é um dado raster no formato GeoTIFF de 8 bits, acessível em qualquer software de Sistema de Informação Geográfica (SIG). Os pixels variam de 0 a 100, onde pixels com valor 0 correspondem a áreas desfavoráveis para instalação de Estações de Tratamento de Esgoto (ETE), e 100 indica áreas altamente favoráveis para instalação de ETE. O dado cobre o estado de Goiás, na região Centro-Oeste do Brasil.</p> <p>Sistema de Referência de Coordenadas (SRC): 5880.<br>Tamanho do pixel: 30 metros.</p>
Práticas de Ciência Aberta em Periódicos Científicos Eletrônicos: Análise da Produção Científica Indexada na LENS, REDALYC e LISTA
<p><em>Dataset </em>relacionado com o artigo "Práticas de Ciência Aberta em Periódicos Científicos Eletrônicos: Análise da Produção Científica Indexada na LENS, REDALYC e LISTA". A pesquisa teve como o bjetivo analisar a produção científica indexada nas bases de dados científicos LENS, REDALYC e <em>Library, Information Science and Technology Abstracts</em> (LISTA), sobre práticas de ciência aberta em periódicos científicos. Trata-se de um estudo descritivo e documental, realizado em três fases: (1) a coleta da produção científica indexada nas referidas bases de dados científicas, seguindo a estratégia de busca com operadores booleanos, mediante a combinação dos termos "<em>open science practices</em>" AND <em>journals</em>; (2) formação do <em>corpus</em>, utilizando critérios específicos de inclusão e exclusão; (3) análise do <em>corpus</em>, quanto ao objetivo do artigo, método utilizado, resultados, práticas de ciência aberta mencionadas e revista científica em que foi publicado o artigo. Como resultado, observou-se que a maior parte dos artigos analisados apresentou pesquisa com foco na ciência aberta, acesso aberto e dados abertos. A prática de ciência aberta mais mencionada é o acesso aberto e a <em>Scientometrics</em> foi a revista que mais publicou sobre o assunto. Concluiu-se que mais estudos devem ser feitos, no sentido de se compreender a adoção de práticas de ciência aberta por periódicos científicos.</p> <p>O <em>Dataset</em> corresponde ao <em>corpus</em> formado na segunda fase e analisado na terceira fase dessa pesquisa.</p>
TRATAMENTO DE NEUROPATIAS POR VÍRUS ZIKA USANDO L-CARNITINA ASSOCIADA OU NÃO A DEMAIS SUPLEMENTOS ANTIOXIDANTES EM GESTANTES E CRIANÇAS.
<p>Relato da possibilidade de uso da Carnitina, substância sintetizada a partir da lisina e metionina, apresentando-se como uma amina quarternária, podendo ser utilizada no tratamento por víruz zika durante a gestação.</p>
ScienceDex guides
Understand access before you commit
These curated guides explain access requirements, typical timelines, costs, and reuse considerations for widely used research datasets.
Allen Brain Atlas
Allen Brain Atlas is an Allen Institute collection of brain map atlases, datasets, APIs, and analysis tools covering mouse, human, and non-human primate brain resources.
Annotated Behaviour and Observability Dataset (ABODe)
ABODe is a University of Edinburgh DataShare dataset for behavior classification in group-housed mice using home-cage video, identities, bounding boxes, ground-plate positions, and annotator labels.
DANDI Archive for NWB datasets
DANDI is a BRAIN Initiative archive for publishing and sharing neurophysiology data, including electrophysiology, optophysiology, and behavioral data packaged as NWB and related standards.
International Brain Laboratory public data
The International Brain Laboratory public data releases expose standardized mouse decision-making experiments, including Neuropixels recordings, widefield calcium imaging, behavior, and session metadata accessed through the ONE API.
OpenNeuro
OpenNeuro is a free, open platform for sharing neuroimaging datasets, with public search, dataset pages, and download paths for web, S3, DataLad, and the OpenNeuro CLI.