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Figura 2 in Vegetação campestre nativa do bioma Pampa, caracterização de fragmento e conservação pelo uso*
Figura 2. Análise de Coordenadas Principais (PCoA) da amostragem de 20 parcelas de vegetação campestre na praça Parque São José, Canoas, RS. O gráfico mostra os eixos 1 e 3; losangos representam parcelas com cobertura de 30% ou mais de Zoysia japonica; quadrados representam parcelas com cobertura de 20% ou mais de Urochloa decumbens; triângulos representam as demais parcelas, com baixa cobertura de espécies exóticas. Espécies com correlação de 0,4 ou mais com um dos dois eixos da ordenação são indicadas no gráfico. Explicação dos eixos 1 e 2: 1 – 29,5%; 3 – 22,5%. Código das espécies: Aspilia montevidensis (ASMO), Axonopus affinis (AXAF), Eryngium nudicaule (ERNU), Eupatorium subhastatum (EUSU), Glandularia peruviana (GLPE), Justicia axillaris (JUAX), Kyllinga odorata (KYOD), Paspalum notatum (PANO), Pfaffia tuberosa (PFTU), Richardia brasiliensis (RIBR), Ruellia morongii (RUMO), Steinchisma hians (STHI), Zoysia japonica (ZOCF).
Figura 1 in Vegetação campestre nativa do bioma Pampa, caracterização de fragmento e conservação pelo uso*
Figura 1. Número de espécies observadas com estruturas reprodutivas, por mês, entre janeiro de 2012 e janeiro de 2013 no estudo florístico realizado na Praça Parque São José, Canoas, RS.
Figura 4 in Vegetação campestre nativa do bioma Pampa, caracterização de fragmento e conservação pelo uso*
Figura 4. Imagens de espécies vegetais observadas na praça Parque São José, Canoas, RS. A. Ruellia morongii; B. Zephyranthes sp.; C. Campuloclinium macrocephalum; D. Clitoria nana; E. Waltheria communis; F. Piriqueta taubatensis; G. Bothriochloa laguroides; H. Glandularia humifusa; I. Glandularia peruviana.
Figura 5 in EstruturA, diversidAde e contingentes fitogeográficos do componente Arbóreo de umA florestA ribeirinHA no Planalto da Campanha, bioma Pampa
Figura 5. Amplitude de distribuição das alturas das espécies no levantamento do componente arbóreo da floresta ribeirinha do arroio Pai Passo, município de Quaraí, Rio Grande do Sul. As espécies estão ordenadas pelas médias de altura (pontos) e representadas pelo acrônimo formado pelas três primeiras letras do gênero e do epíteto específico separadas por ponto (vide nomes na Tab. 1).
Figura 1 in EstruturA, diversidAde e contingentes fitogeográficos do componente Arbóreo de umA florestA ribeirinHA no Planalto da Campanha, bioma Pampa
Figura 1. Localização da área de estudo na floresta ribeirinha do arroio Pai Passo no município de Quaraí e de outros estudos realizados em florestas ribeirinhas no Planalto da Campanha e no bioma Pampa, no Rio Grande do Sul, Brasil. A. Área de estudo em Quaraí. B. Estudos realizados no Planalto da Campanha e no bioma Pampa. A numeração dos demais estudos correspondem à menor distância linear a este estudo: 2 = Oliveira et al. (2018), 3 = Araújo et al. (2016), 4 = Oliveira et al. (2015), 5 = Leão (2009), 6 = Budke et al. (2004), 7 = Saraiva (2011), 8 = Milanesi e Leite (2014), 9 = Budke et al. (2007), 10 = Soares & Ferrer (2009), 11 = Kilca et al. (2012), 12 = DeMarchi & Jarenkow (2009), 13 = Dorneles et al. (2013).
Figura 6 in EstruturA, diversidAde e contingentes fitogeográficos do componente Arbóreo de umA florestA ribeirinHA no Planalto da Campanha, bioma Pampa
Figura 6. Comparação da riqueza específica e da diversidade de Shannon em espécies equivalentes do componente arbóreo entre estudos realizados em florestas ribeirinhas no Planalto da Campanha (preto) e outras regiões do bioma Pampa (cinza). A. Riqueza específica. B. Diversidade de Shannon (exp(H')). A riqueza e a diversidade foram padronizadas para 400 indivíduos, sendo rarefeitas para estudos com mais indivíduos e extrapoladas para estudos com menos indivíduos (vide métodos). A identificação dos locais e as respectivas referências dos estudos estão na Fig. 1B e na Tab. 3. O símbolo diferente (quadrado) representa o presente trabalho.
Figura 3 in EstruturA, diversidAde e contingentes fitogeográficos do componente Arbóreo de umA florestA ribeirinHA no Planalto da Campanha, bioma Pampa
Figura 3. Curva do coletor e curva de acumulação de espécies com o intervalo de confiança de 95% do levantamento do componente arbóreo da floresta ribeirinha do arroio Pai Passo, município de Quaraí, Rio Grande do Sul.
Fig. 3 in Caracterização da vegetação e espécies para a recuperação de floreSTAS ribeirinhAS nA CAMPAnhA GAÚchA, bioMA PAMPA
Fig. 3. Classificação das unidades amostrais caracterizando três agrupamentos em um trecho de floresta ribeirinha do arroio Espinilho, Sant'Ana do Livramento, RS. Alloph 1 = Allophylus edulis; Bleph sal = Blepharocalyx salicifolius; Eug um = Eugenia uniflora; Gym Klotz = Gymnanthes klotzschiana; Nect meg = Nectandra megapotamica; Ocotea acu = Ocotea acutifólia; Pout sal = Pouteria salicifolia; Prunus m = Prunus myrtifolia; Scutia b = Scutia buxifolia; Styrax = Styrax leprosus.O número depois da abreviatura refere-se à pseudo-espécie O número entre parênteses referese às parcelas onde estão contidas as pseudo-espécies, em ambos os lados da divisão.
Fig. 4 in Caracterização da vegetação e espécies para a recuperação de floreSTAS ribeirinhAS nA CAMPAnhA GAÚchA, bioMA PAMPA
Fig. 4. Grupos florestais em trecho de floresta ribeirinha do bioma Pampa, arroio Espinilho, Santana do Livramento, RS.
Fig. 1 in Caracterização da vegetação e espécies para a recuperação de floreSTAS ribeirinhAS nA CAMPAnhA GAÚchA, bioMA PAMPA
Fig. 1. Localização do município de Sant'Ana do Livramento no estado do Rio Grande do Sul e do arroio Espinilho, local de realização do estudo.
Fig. 1. Mapa com a in DeSmídiAS PSeudofilAmentoSAS (Zygnematophyceae) dA ÁreA de Proteção AmbientAl do IbirAPuitã, BiomA PAmPA, Rio GrAnde do Sul, BrASil
Fig. 1. Mapa com a localização das estações de amostragem na APA do Ibirapuitã, Rio Grande do Sul, Brasil.
Figura 3 in Vegetação campestre nativa do bioma Pampa, caracterização de fragmento e conservação pelo uso*
Figura 3. Visão geral do gramado da praça Parque São José, Canoas, RS. A. População de Hyptis comaroides; B. População de Oxalis perdicaria; C. Hyptis comaroides, Andropogon selloanus e Bothriochloa laguroides; D. Crotalaria tweediana; E. A. selloanus, B. laguroides e Eryngium elegans; F. População de Glandularia peruviana e Sisyrinchium micranthum; G. População de Bromidium hygrometricum, restrita à porção sudeste da praça; H. Eustachys uliginosa; I. Habranthus tubispathus, G. peruviana e G. humifusa.
Figura 2 in EstruturA, diversidAde e contingentes fitogeográficos do componente Arbóreo de umA florestA ribeirinHA no Planalto da Campanha, bioma Pampa
Figura 2. Rotas de migração de espécies que definem os contingentes fitogeográficos de espécies arbóreas no estado do Rio Grande do Sul, Brasil, conforme Rambo (1953, 1960, 1961) e Waechter (2002).
Figura 4 in EstruturA, diversidAde e contingentes fitogeográficos do componente Arbóreo de umA florestA ribeirinHA no Planalto da Campanha, bioma Pampa
Figura 4. Distribuição do número de indivíduos amostrados por classes de diâmetro e de altura na floresta ribeirinha do arroio Pai Passo, município de Quaraí, Rio Grande do Sul. A. Classes de diâmetro. B. Classes de altura. As duas últimas classes de diâmetro (cinza claro) são mais amplas que as anteriores.
Fig. 2 in Caracterização da vegetação e espécies para a recuperação de floreSTAS ribeirinhAS nA CAMPAnhA GAÚchA, bioMA PAMPA
Fig. 2. Curva de rarefação com intervalo de confiança de 95 % relacionando o número de espécies ao número de parcelas em um trecho de floresta ribeirinha do arroio Espinilho. Sant'Ana do Livramento, RS.
Figs. 2-8. 2 in DeSmídiAS PSeudofilAmentoSAS (Zygnematophyceae) dA ÁreA de Proteção AmbientAl do IbirAPuitã, BiomA PAmPA, Rio GrAnde do Sul, BrASil
Figs. 2-8. 2. Bambusina brebissonii var. brebissonii; 3a, b. Desmidium aptogonum var. aptogonum, a. vista geral de um filamento, b. vista apical; 4a, b. D. baileyi var. baileyi f. baileyi, a. vista geral de um filamento, b. vista apical; 5a, b. D. cylindricum, a. vista geral de um filamento, b. vista apical; 6a, b. Hyalotheca dissiliens var. dissiliens, a. vista geral de um filamento, b. vista apical; 7. Onychonema laeve var. latum; 8a, b. Spondylosium panduriforme var. panduriforme f. limneticum, a. vista geral de um filamento, b. vista apical. Barras = 10Mm.
Figs. 9-16. 9 in DeSmídiAS PSeudofilAmentoSAS (Zygnematophyceae) dA ÁreA de Proteção AmbientAl do IbirAPuitã, BiomA PAmPA, Rio GrAnde do Sul, BrASil
Figs. 9-16. 9. Bambusina brebissonii var. brebissonii; 10a-c. Desmidium aptogonum var. aptogonum, a. vista geral de um filamento, b. vista frontal, c. vista apical; 11a, b. D. baileyi var. baileyi f. baileyi, a. vista geral de um filamento, b. vista frontal; 12a, b. D. cylindricum, a. vista geral de um filamento, b. vista apical; 13. Hyalotheca dissiliens var. dissiliens; 14. Onychonema laeve var. latum; 15. Spondylosium panduriforme var. panduriforme f. limneticum; 16. Teilingia wallichii var. anglica. Barras = 10 Mm.
Large genotype and population comparisons in populus nigra-Sybiopop: A systems biology approach to improve poplar biorefinery feedstock by deciphering the genetic architecture of lignocellulosic bioma
GEO Series GSE128482. Populus nigra. 461 samples. Type: Expression profiling by high throughput sequencing.
BioMaS test data
<p>test data for BioMaS</p>
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