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241 results for “Goiás”
Áreas Favoráveis para Instalação de Estação de Tratamento de Esgoto em Goiás baseado em lógica fuzzy
<p>Este é um dado raster no formato GeoTIFF de 8 bits, acessível em qualquer software de Sistema de Informação Geográfica (SIG). Os pixels variam de 0 a 100, onde pixels com valor 0 correspondem a áreas desfavoráveis para instalação de Estações de Tratamento de Esgoto (ETE), e 100 indica áreas altamente favoráveis para instalação de ETE. O dado cobre o estado de Goiás, na região Centro-Oeste do Brasil.</p> <p>Sistema de Referência de Coordenadas (SRC): 5880.<br>Tamanho do pixel: 30 metros.</p>
FIGURA 7 in FÓSSEIS DO DEVONIANO DE GOIÁS, BRASIL (SUB-BACIA ALTO GARÇAS, BACIA DO PARANÁ)
FIGURA 7: Perfil colunar do afloramento encontrado nos arredores de Doverlândia (52°15'46,897"O 16°42'43,080"S).
FIGURA 8 in FÓSSEIS DO DEVONIANO DE GOIÁS, BRASIL (SUB-BACIA ALTO GARÇAS, BACIA DO PARANÁ)
FIGURA 8: Perfil colunar do afloramento localizado próximo à cidade de Caiapônia (51°46'48,022"O 16°50'40,059"S).
FIGURA 6 in FÓSSEIS DO DEVONIANO DE GOIÁS, BRASIL (SUB-BACIA ALTO GARÇAS, BACIA DO PARANÁ)
FIGURA 6: Fósseis encontrados nos afloramentos correspondentes à Unidade 4 do Grupo Chapada. (A-G) Pertencem ao afloramento de Doverlândia (52°15'46,897"O 16°42'43,080"S); (H-I) São provenientes do afloramento da rodovia que liga os municípios de Caiapônia e Doverlândia (51°56'55,427"O 16°48'51,620"S); (J-L) Foram coletados no afloramento de Caiapônia (51°46'48,022"O 16°50'40,059"S). (A-B) Valvas dorsais de Obolidae indeterminados (CCLP 936 e CCLP 933); (C) Valva dorsal de Derbyina sp. (CCLP 934); (D) Chonetidina indeterminado (CCLP 935); (E-F) Prováveis tubos vestimentíferos (CCLP 939 e 943); (G) molde externo convexo da porção cefálica de Metacryphaeus tuberculatus em vista dorsal (CCLP 874a); (H-I) Fragmentos de plantas (CCLP 912 e 913); (J) fragmento de Haplostigma sp. (CCLP 883); (K) Molde da valva ventral de Orbiculoidea baini (CCLP 880); (L) Molde da valva dorsal de Orbiculoidea excentrica (CCLP 962). Escala: A, C, E, F, H, I, J, K, L: 1 mm; B, D: 0,5 mm; G: 5 mm.
FIGURA 3 in FÓSSEIS DO DEVONIANO DE GOIÁS, BRASIL (SUB-BACIA ALTO GARÇAS, BACIA DO PARANÁ)
FIGURA 3: Relações estratigráficas entre as unidades geológicas das Sub-bacias Apucarana e Alto Garças (Devoniano, Bacia do Paraná). Mb= membro. Modificado de Grahn et al. (2013).
FIGURA 5 in FÓSSEIS DO DEVONIANO DE GOIÁS, BRASIL (SUB-BACIA ALTO GARÇAS, BACIA DO PARANÁ)
FIGURA 5: Detalhes litológicos dos afloramentos das unidades 1, 2, 3 e 4 encontrados no estado de Goiás. (A) Arenitos da Unidade 1 encontrados nos arredores de Amorinópolis (51°05'53,962"O 16°34'39,689"S). (B) Siltitos bastante bioturbados da Unidade 2 encontrados em Amorinópolis (51°05'34,058"O 16°36'01,643"S). (C) Rochas areníticas da Unidade 2 oriundas de Amorinópolis (51°42'08,929"O 16°45'41,919"S). (D) Arenitos avermelhados de granulação média a grosseira da Unidade 3, encontrados nos arredores de Amorinópolis (51°22'42,671"O 16°41'05,208"S).(E-F) Siltitos da Unidade 4, localizados nos arredores de Doverlândia (52°15'46,897"O 16°42'43,080"S).
FIGURA 2 in FÓSSEIS DO DEVONIANO DE GOIÁS, BRASIL (SUB-BACIA ALTO GARÇAS, BACIA DO PARANÁ)
FIGURA 2: Mapa geológico da Bacia do Paraná, mostrando as Supersequências. Retirado de Milani & Ramos (1998).
FIGURA 1 in FÓSSEIS DO DEVONIANO DE GOIÁS, BRASIL (SUB-BACIA ALTO GARÇAS, BACIA DO PARANÁ)
FIGURA 1: Mapa que mostra a separação das sub-bacias Alto Garças e Apucarana. Modificado de Grahn et al. (2010).
Figura 2 in Cigarras (Cicadidae) coletadas por armadilha luminosa em mata da galeria no município de Israelândia, Goiás
Figura 2. Sazonalidade de espécies de cigarras coletadas por armadilha luminosa em área de mata de galeria no município de Israelândia, GO, entre setembro de 2016 e junho de 2017.
Figura 1 in Cigarras (Cicadidae) coletadas por armadilha luminosa em mata da galeria no município de Israelândia, Goiás
Figura 1. Curva de rarefação (Mao Tau) e estimativa de espécie (Jackknife 1) obtidos para cigarras coletadas com o uso de armadilha luminosa em área de mata de galeria localizada no município de Israelândia durante o período de setembro de 2016 a junho de 2017. Os pontos indicam o valor médio e as barras o intervalo de confiança a 95%.
Figura 2 in Levantamento de cigarras (Hemiptera: Cicadidae) em área de mata seca no município de Israelândia, Goiás
Figura 2. Sazonalidade de espécies de cigarras coletadas por armadilha luminosa em área de mata seca no município de Israelândia, GO, entre setembro de 2016 e julho de 2017.
Figura 1 in Levantamento de cigarras (Hemiptera: Cicadidae) em área de mata seca no município de Israelândia, Goiás
Figura 1. Curva de rarefação de espécies de cigarras coletadas por armadilha luminosa em área de mata seca no município de Israelândia, GO, entre setembro de 2016 e julho de 2017.
Figura 15 in A família Vochysiaceae na Serra dos Pireneus, Goiás, Brasil
Figura 15. Ilustração morfológica de Vochysia rufa. A. Ramo florido; B. Ramo evidenciando as folhas verticiladas; C. Botão floral; D. Sépala calcarada; E. Sépala não calcarada; F. Pétalas; G. Estame; H. Pistilo; I. Fruto.
Figura 3 in A família Vochysiaceae na Serra dos Pireneus, Goiás, Brasil
Figura 3. Ilustração morfológica das espécies. A-C. Vochysia elliptica. A. Hábito; B. Flor; C. Frutos. D-E. V. haenkeana. D. Hábito; E. Flor. F-G. V. pumila. F. Hábito; G. Flor. H-J. V. pyramidalis; H. Hábito; I. Flores; J. Frutos. K-M. V. thyrsoidea. K. Hábito; L. Flores; M. Frutos. N-O. V. tucanorum. N. Tronco; O. Ramo vegetativo.
Figura 3. A-C in Anatomia foliar comparada de Palicourea rigida e Palicourea coriacea (Rubiaceae) ocorrentes no município de Diorama, Goiás, Brasil
Figura 3. A-C. Secção transversal da região do bordo. A. Palicourea coriacea, B-C. Palicourea rigida. D-H. Vista frontal. D. Palicourea coriacea, epiderme adaxial. E e F. Palicourea rigida, epiderme adaxial. G. Palecourea coriacea, epiderme abaxial. H. Palecourea rigida, epiderme abaxial. Seta branca indica cristal estilóide; seta vermelha indica estrias nas células subsidiárias. Barra = A e B = 100µm; C – H = 20µm.
Figura 2 in Anatomia foliar comparada de Palicourea rigida e Palicourea coriacea (Rubiaceae) ocorrentes no município de Diorama, Goiás, Brasil
Figura 2. Secção transversal do limbo foliar. A-C e J-L. Palicourea coriacea. D-I. Palicourea rigida. Xl = xilema, Fl = floema, Bf = bainha de feixe esclerenquimática, Cl = colênquima, Eb = epiderme abaxial, Ed = epiderme adaxial, Pp = parênquima paliçádico, Pl = parênquima lacunoso, seta preta indica cristal estilóde. Barra = A e D = 200µm; J = 100µm; B, C, E – I, K e L = 20µm.
Figs. 6A-R. A-F. Senna neglecta var. grandiflora. A in Taxonomia e diversidade do gênero Senna Mill. (Leguminosae, Caesalpinioideae, Cassieae) no estado de Goiás, Brasil
Figs. 6A-R. A-F. Senna neglecta var. grandiflora. A. Ramo florido; B. Nectário foliar; C. Pétala posterior; D. Pétalas postero-laterais; E. Pétalas antero-laterais; F. Androceu e gineceu. G-L. S. obtusifolia. G. Ramo florido; H. Nectário foliar; I. Pétala posterior; J. Pétalas postero-laterais; K. Pétalas antero-laterais; L. Androceu e gineceu. M-R. S. occidentalis. M. Ramo fértil; N. Nectário foliar; O. Pétala posterior; P. Pétalas posterolaterais; Q. Pétalas antero-laterais; R. Androceu e gineceu. (81-86: E. P. Heringer, A. E. Heringer Salles & F. C. Silva 16996 – NY; 87-92: J. P. Santos & M. M. Dantas 376 - UFG; 93-98: J. P. Santos & M. M. Dantas 371 - UFG).
Figs. 2A-Q. A-F. Senna cana var. hypoleuca. A in Taxonomia e diversidade do gênero Senna Mill. (Leguminosae, Caesalpinioideae, Cassieae) no estado de Goiás, Brasil
Figs. 2A-Q. A-F. Senna cana var. hypoleuca. A. Ramo florido; B. Estípula; C. Pétala posterior; D. Pétalas postero-laterais; E. Pétalas antero-laterais; F. Androceu e gineceu. G-K. S. cernua. G. Ramo com flores e frutos; H. Pétala posterior; I. Pétalas postero-laterais; J. Pétalas antero-laterais; K. Androceu e gineceu. L-Q. S. corifolia var. corifolia. L. Ramo florido; M. Nectário foliar; N. Pétala posterior; O. Pétalas postero-laterais; P. Pétalas antero-laterais; Q. Androceu e gineceu. (A-F: J. P. Santos, M. J. Silva & M. M. Dantas 385 - UFG; G-2K: J. P. Santos 424 - UFG; L-Q: J. P. Santos et al. 282 - UFG).
Figs. 11A-V. A-F. Senna splendida var. splendida. A in Taxonomia e diversidade do gênero Senna Mill. (Leguminosae, Caesalpinioideae, Cassieae) no estado de Goiás, Brasil
Figs. 11A-V. A-F. Senna splendida var. splendida. A. Ramo florido; B. Botão floral; C. Pétala posterior; D. Pétalas postero-laterais; E. Pétalas postero-laterais; F. Androceu e gineceu. G-K. S. splendida var. gloriosa: G. Botão floral; H. Pétala posterior; I. Pétalas postero-laterais; J. Pétalas antero-laterais; K. Androceu e gineceu. L-Q. S. uniflora: L. Ramo fértil; M. Pétala posterior; N. Pétalas postero-laterais; O. Pétalas antero-laterais; P. Androceu e gineceu; Q. Fruto. R-V. S. velutina: R. Ramo florido; S. Pétala posterior; T. Pétalas postero-laterais; U. Pétalas antero-laterais; V. Androceu e gineceu. (184-189: J. A. Rizzo & A. Barbosa 802 – UFG; 190-194: F. R. C. Martins et al. 311 – UB; 195-200: G. Hatschbach 39108 – NY; 201-205: J. P. Santos & L. L. C. Antunes 868 – UFG).
Figs. 10A-D2. A-F. Senna silvestris var. silvestris. A in Taxonomia e diversidade do gênero Senna Mill. (Leguminosae, Caesalpinioideae, Cassieae) no estado de Goiás, Brasil
Figs. 10A-D2. A-F. Senna silvestris var. silvestris. A. Ramo florido; B. Folíolo; C. Pétala posterior; D. Pétalas postero-laterais; E. Pétalas anterolaterais; F. Androceu e gineceu. G-M. S. silvestris var. guaranitica. G. Folíolo; H. Face adaxial do folíolo; I. Face abaxial do folíolo; J. Pétala posterior; K. Pétalas postero-laterais; L. Pétalas antero-laterais; M. Androceu e gineceu. N-S. S. silvestris var. bifaria. N. Folíolo; O. Face abaxial do folíolo; P. Pétala posterior; Q. Pétalas postero-laterais; R. Pétalas antero-laterais; S. Androceu e gineceu. T-Y. S. silvestris var. velutina. T. Folíolo; U. Face adaxial do folíolo; V. Pétala posterior; W. Pétalas postero-laterais; X. Pétalas antero-laterais; Y. Androceu e gineceu. Z-D2. S. spectabilis var. excelsa. Z. Ramo florido; A2. Pétala posterior; B2. Pétalas postero-laterais; C2. Pétalas antero-laterais; D2. Androceu e gineceu. (154-159: M. A. Batalha 2439 – ESA; 160-166: J. P. Santos et al. 335 – UFG; 167-172: J. P. Santos & M.M. Dantas 381 – UFG; 173-178: H.S. Irwin, H. Maxwell & D. C. Wasshausen 21326 – UB; 179-183: J. P. Santos 259 – UFG).
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Allen Brain Atlas is an Allen Institute collection of brain map atlases, datasets, APIs, and analysis tools covering mouse, human, and non-human primate brain resources.
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ABODe is a University of Edinburgh DataShare dataset for behavior classification in group-housed mice using home-cage video, identities, bounding boxes, ground-plate positions, and annotator labels.
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International Brain Laboratory public data
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