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Figura 2 in Leguminosae na área de conservação in situ do butiazal da Fazenda São Miguel, Tapes, Rio Grande do Sul
Figura 2. Espécies de Leguminosae, subfamília Caesalpinioideae. Tribo Cassieae: A. Senna corymbosa; B. Chamaecrista repens; C. C. flexuosa; D. C. nictitans. (Fotos A: Elaine Biondo; B-D: Daiane Vahl).
Figura 3 in Leguminosae na área de conservação in situ do butiazal da Fazenda São Miguel, Tapes, Rio Grande do Sul
Figura 3. Espécies de Leguminosae, subfamília Caesalpinioideae. Tribo Mimoseae: A. Desmanthus tatuhyensis; B. Mimosa dolens; C. M. sanguinolenta; D. M. bimucronata; Tribo Ingeae: E. Calliandra tweedii; F. Enterolobium contortisiliquum. (Fotos A-C, E-F: Daiane Vahl, D: Gustavo Heiden).
Figura 1 in Leguminosae na área de conservação in situ do butiazal da Fazenda São Miguel, Tapes, Rio Grande do Sul
Figura 1. Paisagem natural de butiazal (Butia odorata), na Fazenda São Miguel, Tapes, Rio Grande do Sul, Brasil.
Figura 5 in Leguminosae na área de conservação in situ do butiazal da Fazenda São Miguel, Tapes, Rio Grande do Sul
Figura 5. Espécies de Leguminosae, subfamília Papilionoideae. Tribo Desmodieae: A. Desmodium incanum; B. D. cuneatum; C. D. affine; D. D. adscendens; E. D. barbatum. (Fotos A-C: Daiane Vahl; D: Rosângela Rolim, Flora Digital do RS; E: Sérgio Bordignon, Flora Digital do RS).
Figura 8 in Leguminosae na área de conservação in situ do butiazal da Fazenda São Miguel, Tapes, Rio Grande do Sul
Figura 8. Espécies e tribos de Leguminosae. A. Lupinus lanatus – Tribo Genisteae; B. Macroptilium prostratum – Tribo Phaseoleae; C. Calliandra tweediei – Tribo Ingeae; D-E. Chamaecrista nictitans – Tribo Cassieae; F-G. Mimosa sanguinolenta – Tribo Mimoseae; H-J. Crotalaria tweediana – Tribo Crotalarieae; K. Stylosanthes montevidensis – Tribo Dalbergieae; M. Desmodium incanum – Tribo Desmodieae. Barras: A-D, F-H, K, M = 2 cm; E, G, I, J, L = 0,2 cm. Ilustrações: Ingrid Lessa.
Figura 4 in Leguminosae na área de conservação in situ do butiazal da Fazenda São Miguel, Tapes, Rio Grande do Sul
Figura 4. Espécies de Leguminosae, subfamília Papilionoideae. Tribo Crotalarieae: A. Crotalaria tweediana; Tribo Dalbergieae: B. Ctenodon falcatus var. falcatus; C. Poiretia tetraphylla; D. Stylosanthes scabra; E. S. montevidensis; F. Zornia reticulata; G. Z. pardina. (Fotos A-B, D-G: Daiane Vahl; C: Gustavo Heiden).
Figura 7 in Leguminosae na área de conservação in situ do butiazal da Fazenda São Miguel, Tapes, Rio Grande do Sul
Figura 7. Espécies de Leguminosae, subfamília Papilionoideae. Tribo Phaseoleae: A. Ancistrotropis peduncularis; B. Clitoria nana; C. Eriosema tacuaremboense; D. Macroptilium prostratum; E. M. psammodes; F. Rhynchosia lineata; G. R. corylifolia. (Fotos A, D-G: Daiane Vahl; B-C: Gustavo Heiden).
Figura 6 in Leguminosae na área de conservação in situ do butiazal da Fazenda São Miguel, Tapes, Rio Grande do Sul
Figura 6. Espécies de Leguminosae, subfamília Papilionoideae. Tribo Genisteae: A. Lupinus albescens; B. L. lanatus. (Fotos A-B: Gustavo Heiden).
Caracterização do Edificado da Baixa de Coimbra, Portugal: levantamento de informação para análise do estado de conservação e avaliação da vulnerabilidade sísmica
<p>Base de dados resultado do processo de caracterização do edificado antigo da Baixa de Coimbra, Portugal, realizado no âmbito da Dissertação de Mestrado entitulada "<strong>Estudo Comparativo do Estado de Conservação, Processos de Descaracterização e da Análise da Vulnerabilidade Sísmica da Baixa de Coimbra</strong>".</p> <p>A área de estudo abrange uma área de 42.054 m² e um perímetro de cerca de 849 m, envolvendo um universo de 284 edifícios (342 fachadas). A presente Base de Dados é composta por um total de 1,660 fichas de levantamento e 7,023 registros fotográficos resultantes do trabalho de levantamento realizado "in situ".</p> <p>Os ficheiros encontram-se organizados de acordo com a seguinte hierarquia:</p> <ul> <li><strong>Planta_Baixa_do_Perímetro.dwg</strong>: Cartografia com indicação a chave primária utilizada; </li> <li><strong>Levantamentos_Baixa_de_Coimbra.zip</strong>:<strong> </strong>Arquivo com toda documentação fotográfica, organizada por ruas, e subdividida em subpastas individuais, por edifícios, identificados através das respetivas chaves primárias;</li> <li><strong>Fichas_de_Inspeção_Baixa_de_Coimbra.zip</strong>:<strong> </strong>Arquivo com todas as fichas de levantamento, também elas organizadas por ruas, e subdivididas em subpastas individuais, por edifício, com as respetivas chaves primárias.</li> </ul> <p> </p>
Figura 2 in Vegetação campestre nativa do bioma Pampa, caracterização de fragmento e conservação pelo uso*
Figura 2. Análise de Coordenadas Principais (PCoA) da amostragem de 20 parcelas de vegetação campestre na praça Parque São José, Canoas, RS. O gráfico mostra os eixos 1 e 3; losangos representam parcelas com cobertura de 30% ou mais de Zoysia japonica; quadrados representam parcelas com cobertura de 20% ou mais de Urochloa decumbens; triângulos representam as demais parcelas, com baixa cobertura de espécies exóticas. Espécies com correlação de 0,4 ou mais com um dos dois eixos da ordenação são indicadas no gráfico. Explicação dos eixos 1 e 2: 1 – 29,5%; 3 – 22,5%. Código das espécies: Aspilia montevidensis (ASMO), Axonopus affinis (AXAF), Eryngium nudicaule (ERNU), Eupatorium subhastatum (EUSU), Glandularia peruviana (GLPE), Justicia axillaris (JUAX), Kyllinga odorata (KYOD), Paspalum notatum (PANO), Pfaffia tuberosa (PFTU), Richardia brasiliensis (RIBR), Ruellia morongii (RUMO), Steinchisma hians (STHI), Zoysia japonica (ZOCF).
Figura 1 in Vegetação campestre nativa do bioma Pampa, caracterização de fragmento e conservação pelo uso*
Figura 1. Número de espécies observadas com estruturas reprodutivas, por mês, entre janeiro de 2012 e janeiro de 2013 no estudo florístico realizado na Praça Parque São José, Canoas, RS.
Figura 4 in Vegetação campestre nativa do bioma Pampa, caracterização de fragmento e conservação pelo uso*
Figura 4. Imagens de espécies vegetais observadas na praça Parque São José, Canoas, RS. A. Ruellia morongii; B. Zephyranthes sp.; C. Campuloclinium macrocephalum; D. Clitoria nana; E. Waltheria communis; F. Piriqueta taubatensis; G. Bothriochloa laguroides; H. Glandularia humifusa; I. Glandularia peruviana.
Figura 3 in Lista atualizada e aspectos sobre a conservação DA floRA VAScuLAR do Parque Estadual do Turvo, Rio Grande do Sul, Brasil
Figura 3. Ambientes existentes no Parque Estadual do Turvo, RS, Brasil. A. Lajedo do rio Uruguai; B. Leito e lajedo do rio Turvo; C. Floresta Estacional Decidual; D. Banhado; E. Campestre. Fotos: A e C. Paulo Brack; B, D-E. Willian S. Piovesani.
Figura 5 in Lista atualizada e aspectos sobre a conservação DA floRA VAScuLAR do Parque Estadual do Turvo, Rio Grande do Sul, Brasil
Figura 5. Algumas espécies ocorrentes no Parque Estadual do Turvo, RS, Brasil. A. Trimezia spathata (Iridaceae); B. Salvia guaranitica (Lamiaceae); C. Dicella nucifera (Malpighiaceae); D. Callianthe picta (Malvaceae); E. Ficus guaranitica (Moraceae); F. Plinia rivularis (Myrtaceae); G. Grandiphyllum divaricatum (Orchidaceae); H. Warrea warreana (Orchidaceae); I. Oxalis cytisoides (Oxalidaceae); J. Scoparia hassleriana (Plantaginaceae); K. Portulaca hatschbachii (Portulacaceae); L. Pleopeltis hirsutissima (Polypodiaceae). Fotos: A-G, I-L. Willian S. Piovesani; H. Cassio Rabuske.
Figura 2 in Lista atualizada e aspectos sobre a conservação DA floRA VAScuLAR do Parque Estadual do Turvo, Rio Grande do Sul, Brasil
Figura 2. Mapa de localização do Parque Estadual do Turvo, RS, Brasil (Google Earth).
Figura 3 in Vegetação campestre nativa do bioma Pampa, caracterização de fragmento e conservação pelo uso*
Figura 3. Visão geral do gramado da praça Parque São José, Canoas, RS. A. População de Hyptis comaroides; B. População de Oxalis perdicaria; C. Hyptis comaroides, Andropogon selloanus e Bothriochloa laguroides; D. Crotalaria tweediana; E. A. selloanus, B. laguroides e Eryngium elegans; F. População de Glandularia peruviana e Sisyrinchium micranthum; G. População de Bromidium hygrometricum, restrita à porção sudeste da praça; H. Eustachys uliginosa; I. Habranthus tubispathus, G. peruviana e G. humifusa.
Figura 1 in Lista atualizada e aspectos sobre a conservação DA floRA VAScuLAR do Parque Estadual do Turvo, Rio Grande do Sul, Brasil
Figura 1. Perfil esquemático da estrutura da floresta, com predomínio de árvores características do Parque Estadual do Turvo, RS, Brasil. Ilustração: Paulo Brack.
Figura 4 in Lista atualizada e aspectos sobre a conservação DA floRA VAScuLAR do Parque Estadual do Turvo, Rio Grande do Sul, Brasil
Figura 4. Algumas espécies ocorrentes no Parque Estadual do Turvo, RS, Brasil. A. Justicia brasiliana (Acanthaceae); B. Zephyranthes fluvialis (Amaryllidaceae); C. Fischeria stellata (Apocynaceae); D. Cordyline spectabilis (Asparagaceae); E. Wedelia kerrii (Asteraceae); F. Fridericia mutabilis (Bignoniaceae); G. Bromelia balansae (Bromeliaceae); H. Canna indica (Cannaceae); I. Dichorisandra hexandra (Commelinaceae); J. Apuleia leiocarpa (Fabaceae); K. Calliandra selloi (Fabaceae); L. Sinningia sellovii (Gesneriaceae). Fotos: A, C-F, H, J, L. Willian S. Piovesani; B, G, K. Paulo Brack; I. Cassio Rabuske.
Linked collectors and determiners for: Catálogo de Plantas das Unidades de Conservação do Brasil.
Natural history specimen data linked to collectors and determiners held within, "Catálogo de Plantas das Unidades de Conservação do Brasil". Claims or attributions were made on Bionomia by volunteer Scribes, <a href="https://bionomia.net/dataset/021cf0d3-aae6-417d-8682-ae535d17de89">https://bionomia.net/dataset/021cf0d3-aae6-417d-8682-ae535d17de89</a> using specimen data from the dataset aggregated by the Global Biodiversity Information Facility, <a href="https://gbif.org/dataset/021cf0d3-aae6-417d-8682-ae535d17de89">https://gbif.org/dataset/021cf0d3-aae6-417d-8682-ae535d17de89</a>. Formatted as a Frictionless Data package.
Figura 6 in Lista atualizada e aspectos sobre a conservação DA floRA VAScuLAR do Parque Estadual do Turvo, Rio Grande do Sul, Brasil
Figura 6. Famílias com as maiores riquezas de espécies no Parque Estadual do Turvo, RS, Brasil.
ScienceDex guides
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Allen Brain Atlas
Allen Brain Atlas is an Allen Institute collection of brain map atlases, datasets, APIs, and analysis tools covering mouse, human, and non-human primate brain resources.
Annotated Behaviour and Observability Dataset (ABODe)
ABODe is a University of Edinburgh DataShare dataset for behavior classification in group-housed mice using home-cage video, identities, bounding boxes, ground-plate positions, and annotator labels.
DANDI Archive for NWB datasets
DANDI is a BRAIN Initiative archive for publishing and sharing neurophysiology data, including electrophysiology, optophysiology, and behavioral data packaged as NWB and related standards.
International Brain Laboratory public data
The International Brain Laboratory public data releases expose standardized mouse decision-making experiments, including Neuropixels recordings, widefield calcium imaging, behavior, and session metadata accessed through the ONE API.
OpenNeuro
OpenNeuro is a free, open platform for sharing neuroimaging datasets, with public search, dataset pages, and download paths for web, S3, DataLad, and the OpenNeuro CLI.