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Lista de gordiáceos (Nematomorpha) do Brasil
<p>Nematomorpha, comumente conhecidos como vermes-crina-de-cavalo ou gordiáceos, constituem um filo de vermes longos e delgados que mantém uma relação parasitária com artrópodes. No Brasil, esses organismos apresentam ainda uma diversidade pouco conhecida, com espécies vivendo em habitats marinhos e de água doce. Apenas sete espécies foram registradas com hospedeiros conhecidos. Esses registros brasileiros estão distribuídos em 10 estados, sendo que Minas Gerais se destaca com o maior número de registros (Carvalho, 1942, 1944, 1946, Carvalho; Feio, 1950), um legado atribuído ao proeminente zoólogo brasileiro, Dr. <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/José_Cândido_de_Mello_Carvalho" target="_blank" rel="noopener">José Candido M. Carvalho</a>. Este levantamento marca o primeiro inventário abrangente de espécies de Nematomorpha descritas para o Brasil. Os Nematomorpha apresentam um ciclo de vida interessante que envolve parasitismo obrigatório em artrópodes aquáticos durante sua fase larval. Esse ciclo envolve a infecção de hospedeiros aquáticos (paratênicos) por ingestão passiva. No entanto, é importante notar que certas espécies também são capazes de formar cistos livres ou infectar hospedeiros finais diretamente. As larvas dos gordiáceos se desenvolvem dentro dos hospedeiros definitivos, principalmente grilos, gafanhotos, louva-a-deus ou baratas, e emergem posteriormente na água quando esses hospedeiros são induzidos a entrar no ambiente aquático. Isso permite que o parasito emerja e faça a transição para adultos de vida livre, que não se alimentam. Esse ciclo complexo tem implicações significativas para a ecologia dos ecossistemas de água doce, influenciando as populações de insetos e suas interações com outros organismos. O ciclo de vida único e a diversidade de Nematomorpha no Brasil oferecem uma grande oportunidade para o estudo da ecologia e a evolução desses organismos em um contexto Neotropical. No entanto, apesar de sua importância ecológica, no Brasil, os membros de Nematomorpha ainda são pouco estudados em muitos aspectos. Pesquisas adicionais são necessárias para elucidar melhor sua diversidade, distribuição e papel nos ecossistemas aquáticos brasileiros, o que pode ter implicações significativas para a conservação da biodiversidade e a gestão de recursos hídricos.</p> <p>A Lista de gordiáceos do Brasil foi organizada por meio dos esforços do <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna" target="_blank" rel="noopener">Catálogo Taxonômico da Fauna do Brasil</a> (CTFB), iniciado em 2015. Antes dessa iniciativa, havia apenas uma estimativa de 12 espécies desse filo no país (Lewinshon; Prado, 2005). Quando o projeto começou, esse grupo tinha 16 espécies catalogadas e, com uma extensa busca na literatura, finalmente compilamos 23 nomes de Nematomorpha descritos e/ou registrados no Brasil.</p> <p>As espécies listadas no CTFB são aquelas documentadas na literatura com o Brasil listado como localidade-tipo ou identificadas (e publicadas) dentro do território brasileiro. Três nomes foram considerados inválidos (Schmidt-Rhaesa <em>et al</em>., 2008). Como nenhuma alocação adequada foi fornecida para esses nomes (e.g., <em>species inquirenda</em>, <em>nomen nudum</em>, sinônimo júnior, etc.), eles foram mantidos pendentes de revisão de material-tipo e/ou localidade-tipo por especialistas. As espécies endêmicas são aquelas relatadas exclusivamente no Brasil, enquanto aquelas relatadas também em outras regiões são consideradas "não endêmicas do Brasil". Nenhuma dessas espécies atualmente é considerada ameaçada ou em risco.</p> <p> </p> <h2><strong>Conteúdo dos arquivos:</strong></h2> <p>Disponibilizamos dois arquivos em formato <strong>.csv</strong> incluindo uma aba em cada. O conteúdo das abas está organizado da seguinte forma, respectivamente:</p> <p> "Brazilian Nematomorpha PT April 26th 2024.csv" [aba Lista PT] – Lista detalhada das espécies de Nematomorpha que ocorrem no Brasil, versão em português.</p> <p> "Brazilian Nematomorpha EN April 26th 2024.csv" [aba List EN] – Lista detalhada das espécies de Nematomorpha que ocorrem no Brasil, versão em inglês.</p> <p>O arquivo em formato <strong>.pdf</strong> possui todas as páginas de Nematomorpha (em ordem taxonômica) disponíveis ao público no site do CTFB.<br>Por fim, um arquivo compactado em formato <strong>.rar</strong> disponibiliza as descrições originais das espécies listadas, os registros publicados para as espécies listadas, bem como literatura adicional para a compilação da presente lista do Brasil.</p> <p> </p> <h2><strong>Lista taxonômica no <a title="Nematomorpha no CTFB" href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177821" target="_blank" rel="noopener">CTFB</a></strong>:</h2> <p>Filo <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177821" target="_blank" rel="noopener">Nematomorpha</a> Vejdovsky, 1886<br> Ordem <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/233174" target="_blank" rel="noopener">Nectonematoidea</a> Rauther, 1930<br> Família <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/232711" target="_blank" rel="noopener">Nectonematidae</a> Ward, 1892<br> Genus <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/232712" target="_blank" rel="noopener"><em>Nectonema</em></a> Verrill, 1879<br> Espécie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/232713" target="_blank" rel="noopener"><em>Nectonema agile</em></a> Verrill, 1879<br> Ordem <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/233175" target="_blank" rel="noopener">Gordioidea</a> Rauther, 1930<br> Família <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177824" target="_blank" rel="noopener">Chordodidae</a> May, 1919<br> Gênero <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177835" target="_blank" rel="noopener"><em>Beatogordius</em></a> Heinze, 1934<br> Espécie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177836" target="_blank" rel="noopener"><em>Beatogordius abaiconus</em></a> Carvalho, 1946<br> Espécie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177837" target="_blank" rel="noopener"><em>Beatogordius alfredi</em></a> (Camerano, 1894)<br> Gênero <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177825" target="_blank" rel="noopener"><em>Chordodes</em></a> Creplin, 1847<br> Espécie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177826" target="_blank" rel="noopener"><em>Chordodes balzani</em></a> Camerano, 1896<br> Espécie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177827" target="_blank" rel="noopener"><em>Chordodes brasiliensis</em></a> Janda, 1893<br> Espécie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177828" target="_blank" rel="noopener"><em>Chordodes carioca</em></a> Carvalho & Feio, 1950<br> Espécie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177829" target="_blank" rel="noopener"><em>Chordodes carmelitanus</em></a> Carvalho & Feio, 1950<br> Espécie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177830" target="_blank" rel="noopener"><em>Chordodes lenti</em></a> Carvalho, 1944<br> Espécie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177833" target="_blank" rel="noopener"><em>Chordodes moraisi</em></a> (Carvalho, 1942)<br> Espécie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/232588" target="_blank" rel="noopener"><em>Chordodes parasitus</em></a> Creplin, 1847<br> Espécie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/232571" target="_blank" rel="noopener"><em>Chordodes penicillatus</em></a> Camerano, 1895<br> Espécie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/232579" target="_blank" rel="noopener"><em>Chordodes peraccae</em></a> (Camerano, 1894)<br> Espécie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177831" target="_blank" rel="noopener"><em>Chordodes staviarskii</em></a> Carvalho & Feio, 1950<br> Espécie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/232570" target="_blank" rel="noopener"><em>Chordodes variopapillatus</em></a> Römer, 1895<br> Gênero <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/232575" target="_blank" rel="noopener"><em>Noteochordodes</em></a> De Miralles & De Villalobos, 2000<br> Espécie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/232576" target="_blank" rel="noopener"><em>Noteochordodes talensis</em></a> (Camerano, 1897)<br> Gênero <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177841" target="_blank" rel="noopener"><em>Paragordius</em></a> Camerano, 1897<br> Espécie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177842" target="_blank" rel="noopener"><em>Paragordius esavianus</em></a> Carvalho, 1942<br> Espécie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177843" target="_blank" rel="noopener"><em>Paragordius flavescens</em></a> von Linstow, 1906<br> Espécie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177844" target="_blank" rel="noopener"><em>Paragordius minusculus</em></a> Carvalho, 1944<br> Espécie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177845" target="_blank" rel="noopener"><em>Paragordius varius</em></a> (Leidy, 1851)<br> Família <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177834" target="_blank" rel="noopener">Gordiidae</a> May, 1919<br> Gênero <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/232568" target="_blank" rel="noopener"><em>Acutogordius</em></a> Heinze, 1952<br> Espécie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/232569" target="_blank" rel="noopener"><em>Acutogordius acuminatus</em></a> De Miralles & De Villalobos, 1998<br> Gênero <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177838" target="_blank" rel="noopener"><em>Gordius</em></a> Linnaeus, 1758<br> Espécie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177840" target="_blank" rel="noopener"><em>Gordius dimorphus</em></a> Poinar, 1991<br> Espécie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/232574" target="_blank" rel="noopener"><em>Gordius paranensis</em></a> Camerano, 1892<br> Espécie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/232606" target="_blank" rel="noopener"><em>Gordius robustus</em></a> Leidy, 1851</p> <p> </p> <h2><strong>REFERÊNCIAS</strong></h2> <p>Carvalho JC (1942) Studies on some Gordiacea of North and South America. <strong>Journal of Parasitology 28</strong>: 213–222.</p> <p>Carvalho JC (1944) Considerações sobre alguns Gordiáceos brasileiros com descrição de duas espécies novas (Gordiacea, Chododidae). <strong>Revista Brasileira de Biologia 4</strong>: 485–491.</p> <p>Carvalho JC (1946) Uma nova espécie de Gordiáceo do Brasil e considerações sôbre <em>Chordodes brasiliensis</em> Janda. <strong>Boletim do Museu Nacional. Nova serie zoologia 62</strong>: 1-8.</p> <p>Carvalho JC, Feio JL (1950) Sobre alguns Gordiáceos do Brasil e da Republica Argentina (Nematomorpha, Goirdioidea). <strong>Anais da Academia Brasileira de Ciencias 22</strong>: 193–206.</p> <p>Lewinsohn TM, Prado PI (2005) How many species are there in Brazil? <strong>Conservation Biology 19</strong>: 619–624. https://doi.org/10.1111/j.1523-1739.2005.00680.x.</p> <p>Schmidt-Rhaesa A, De Villalobos LC, Zanca F (2008) Summary of <em>Chordodes</em> species (Nematomorpha, Gordiida), with a discussion of their diagnostic characters. <strong>Verhandlungen des NaturwissenschaftlichenVereins in Hamburg 44</strong>: 37–114.</p> <p>________________________________________</p> <p><em>Catálogo Taxonômico da Fauna do Brasil</em> (<em>CTFB</em>) - link: <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna" target="_blank" rel="noopener">http://fauna.jbrj.gov.br/fauna</a></p>
Lista de municípios prioritários no combate ao desmatamento na Amazônia e Cerrado (Deforestation priority list of municipalities in the Amazon and Cerrado)
<h4>Português</h4> <p>A Lista Negra do desmatamento, da Amazônia e do Cerrado, é atualizada pelo Diário Oficial da União (DOU), e determina a identificação de municípios com taxas elevadas de desmatamento. Mais detalhes sobre essa política pública podem ser encontrados em <a href="http://dx.doi.org/10.5380/dma.v42i0.53542" target="_blank" rel="noopener">Bizzo et al. (2017)</a>. </p> <p>Os critérios de inclusão de um município na lista da Amazônia são: área total de floresta desmatada; área total de floresta desmatada nos últimos três anos; e aumento da taxa de desmatamento em pelo menos três, dos últimos cinco anos. As consequências da inclusão na lista são: maior monitoramento e fiscalização; não aprovação de créditos para atividade agropecuária; embargo de atividades relacionadas ao desmatamento; aplicação de multas; divulgação de dados do imóvel rural em que ocorreu a infração, e seu titular. Para a remoção da lista, o município deve: Possuir 80% de seu território, em propriedades rurais, monitorado pelo Cadastro Ambiental Rural (CAR); e manter taxa de desmatamento anual abaixo do limite estabelecido em portaria do Ministério do Meio Ambiente.</p> <p>Os critérios de inclusão para os municípios do Cerrado são: média de desmatamento dos últimos dois anos superior a 25 quilômetros quadrados; desmatamento acima de 20% em áreas de vegetação nativa remanescente no município; ou a exploração da madeira em áreas protegidas. Para o Cerrado, não foram estabelecidos critérios para exclusão da lista.</p> <p>A série temporal contendo os municípios que foram incluídos na lista de prioridade e monitoramento para o controle do desmatamento. A série temporal vai de 2008 a 2022. Os dados foram coletados do Diário Oficial da União (DOU), publicado pelo governo brasileiro.</p> <p>A série temporal completa encontra-se no arquivo "priority_list.csv".</p> <h4>English</h4> <p>Time series containing the municipalities that were included in the priority and monitoring list for deforestation control. The time series ranges from 2008 and 2022. The data were gathered from the Diário Oficial da União (DOU), published by the Brazilian government.</p> <p>The complete time series is found in the "priority_list.csv" file.</p>
Práticas de Ciência Aberta em Periódicos Científicos Eletrônicos: Análise da Produção Científica Indexada na LENS, REDALYC e LISTA
<p><em>Dataset </em>relacionado com o artigo "Práticas de Ciência Aberta em Periódicos Científicos Eletrônicos: Análise da Produção Científica Indexada na LENS, REDALYC e LISTA". A pesquisa teve como o bjetivo analisar a produção científica indexada nas bases de dados científicos LENS, REDALYC e <em>Library, Information Science and Technology Abstracts</em> (LISTA), sobre práticas de ciência aberta em periódicos científicos. Trata-se de um estudo descritivo e documental, realizado em três fases: (1) a coleta da produção científica indexada nas referidas bases de dados científicas, seguindo a estratégia de busca com operadores booleanos, mediante a combinação dos termos "<em>open science practices</em>" AND <em>journals</em>; (2) formação do <em>corpus</em>, utilizando critérios específicos de inclusão e exclusão; (3) análise do <em>corpus</em>, quanto ao objetivo do artigo, método utilizado, resultados, práticas de ciência aberta mencionadas e revista científica em que foi publicado o artigo. Como resultado, observou-se que a maior parte dos artigos analisados apresentou pesquisa com foco na ciência aberta, acesso aberto e dados abertos. A prática de ciência aberta mais mencionada é o acesso aberto e a <em>Scientometrics</em> foi a revista que mais publicou sobre o assunto. Concluiu-se que mais estudos devem ser feitos, no sentido de se compreender a adoção de práticas de ciência aberta por periódicos científicos.</p> <p>O <em>Dataset</em> corresponde ao <em>corpus</em> formado na segunda fase e analisado na terceira fase dessa pesquisa.</p>
Lista dos alunos da AF_EE_EG_EM_1790_1940 (AHM)
<p>Este conjunto de dados resulta da transformação de uma base transcrita da "Lista dos alunos da Academia de Fortificação, Escola do Exército, Escola de Guerra e Escola Militar (1790-1940)", guardada no Arquivo Histórico Militar (AHM), e cuja actividade enquadra-se no âmbito da parceria realizada entre o projecto TECHNETEMPIRE - REDES TÉCNICO-CIENTÍFICAS NA FORMAÇÃO DO AMBIENTE CONSTRUÍDO NO IMPÉRIO PORTUGUÊS (1647-1871) e o ARQUIVO HISTÓRICO MILITAR</p> <p>A transcrição original foi entregue ao Arquivo Histórico militar a 05 de Fevereiro de 2021.</p> <p>Este conjunto de dados não corresponde a essa lista mas parte dela. No âmbito do projecto foram introduzidas algumas alterações, retirados campos, entre outras coisas para facilitar a análise. A base de dados que se publica agora é o resultado desse trabalho. é por isso a versão 2 da base.</p> <p>A versão 1 foi entregue ao Arquivo Histórico Militar. </p> <p>O trabalho de transcrição da fonte foi um trabalho realizado em colaboração com diversos voluntários. A autoria neste caso aponta para as responsáveis pela coordenação da actividade. </p> <p>Para mais informação sobre a actividade no âmbito da qual estes dados foram transcritos ver: https://technetempire.fcsh.unl.pt/en/2020-2/9000-on-tuesdays-transcription-marathon/</p> <table> <tbody> <tr> <td> </td> </tr> </tbody> </table>
Lista delle fonti note per le opere di Francesco Pollini (1762–1846)
<p>La presente lista elenca tutte le fonti attualmente note per le composizioni di Francesco Pollini, manoscritte o a stampa, fino all'anno 1900 circa. Si tratta di un lavoro preparatorio per il progetto di un catalogo tematico in rete, elaborato all'interno del progetto <a href="https://www.hkb-interpretation.ch/projekte/francesco-pollini-and-the-early-italian-piano-tradition">Francesco Pollini and the early Italian piano tradition</a> sostenuto dal Fondo Nazionale Svizzero presso l'istituto interpretazione della Hochschule der Künste Bern (2019–2022). I dati raccolti sono frutto della ricerca della intera équipe, composta da Sara Andreacchio, Claudio Bacciagaluppi, Gigliola Di Grazia e Leonardo Miucci.</p> <p>Si prega di osservare le seguenti note per la consultazione.</p> <ul> <li>Nella colonna <strong>Tipologia</strong> le fonti sono classificate con COL (collezioni miscellanee a stampa), EDT (edizioni a stampa), MSR (manoscritti autografi o copie) e NNN (opere perdute o non identificate). Per le opere a stampa si riportano tutti gli esemplari noti delle prime edizioni. Di eventuali successive edizioni ottocentesche si riportano invece gli estremi bibliografici e la collocazione di un solo esemplare scelto come copia di riferimento.</li> <li>Sotto <strong>N. opus</strong> si trova l'eventuale numero d'opera, che Pollini ha attribuito a molte delle sue pubblicazioni. Sono rari i casi di numerazioni non originali oppure di ristampe che non riportino il numero d'opera corretto. In caso di simili divergenze si omette il numero non originale o si aggiunge il numero d'opera mancante.</li> <li>La colonna <strong>Titolo breve</strong> riporta una versione abbreviata del titolo, ma non si tratta di un titolo standardizzato secondo regole precise.</li> <li>L'<strong>editore</strong> è indicato soltanto per le fonti pubblicate a stampa, per i manoscritti il campo rimane vuoto.</li> <li>Nel campo <strong>Data</strong> è indicata la data accertata, approssimativa (es. 1807c), o il termine <em>ante </em>o <em>post quem</em> (es. 1805a, 1821p) di una specifica fonte (non della composizione).</li> <li>Nella colonna <strong>Biblioteca</strong> si utilizzano le sigle convenzionali RISM, eccetto alcuni casi dove una sigla non è (attualmente) attribuita.</li> <li>Sotto <strong>Segnatura</strong> l'informazione sulla collocazione è aggiornata al 2023.</li> <li>Nelle tre colonne <strong>RISM</strong>, <strong>SBN</strong> e <strong>Altri cataloghi</strong> sono riportati i link (ove possibile, permalink) alle schede bibliografiche delle fonti nei vari cataloghi in rete.</li> <li>Segue un campo di <strong>Note</strong> libere.</li> <li>La <strong>tonalità</strong> è indicata soltanto per le fonti di composizioni prive di data.</li> <li>Per finire nel campo <strong>FPC</strong> (Francesco Pollini - catalogo) è indicato il numero di catalogo della composizione contenuta in ciascuna fonte. Il numero di catalogo si compone di una lettera e di un numero. Le lettere indicano la tipologia delle opere:<br> A. composizioni per pianoforte<br> B. altre composizioni strumentali<br> C. composizioni vocali da camera<br> D. composizioni vocali-orchestrali<br> E. musica sacra<br> F. opere didattiche<br> G. opere perdute, arrangiamenti da parte di Pollini di opere altrui e arrangiamenti da parte di terzi di composizioni polliniane.<br> Il numero è progressivo e segue un ordinamento per data e, se questa è sconosciuta, per tonalità (salendo per gradi da Do maggiore).</li> </ul> <p>Trattandosi di un documento di lavoro è inevitabile la presenza di errori o incompletezze. Gli autori sono grati per ogni segnalazione. </p>
Lista de distribucción de vídeos para la evaluación docente con cuestionarios en Moodle
<p>Videotutoriales sobre <a href="https://docs.moodle.org/all/es/Actividad_de_examen">cuestionarios (exámenes)</a> en Moodle, de la Universidad de Burgos:</p> <ul> <li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=wNJMdpwyihY&feature=youtu.be">conceptos básicos</a></li> <li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=xZG11VXd-ys&feature=youtu.be">creación de un cuestionario</a></li> <li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=pA1K2FC-BeA&feature=youtu.be">añadir preguntas a un cuestionario</a></li> <li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=2H9OjEdm1QI&feature=youtu.be">preguntas cloze</a></li> <li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=bOIb6RuvTC0&feature=youtu.be">revisión de intentos</a></li> </ul>
Figura 1 in Lista preliminar de los lepidópteros diurnos (Lepidoptera: Papilionoidea) presentes en el bosque El Pelejo, San Martín, Perú
Figura 1. (A) Localización de la zona de estudio situada al noreste del departamento de San Martín (B), en el Perú (C). / (A) Location of the study area located northeast of the department of San Martín (B), in Peru (C).
Figura 3 in Lista preliminar de los lepidópteros diurnos (Lepidoptera: Papilionoidea) presentes en el bosque El Pelejo, San Martín, Perú
Figura 3. Algunas especies de lepidópteros identificados: A. Heraclides thoas cinyras. B. Historis oidus dious. C. Anteos menippe. D. Catonephele acontius. E. Detritivora cleonus. F.Morpho menelaus. G. Parides sp. H-I. Caligo idomeneus, vistas dorsal y ventral (fotos de R. Seminario). / Some identified lepidopteran species: A. Heraclides thoas cinyras. B. Historis oidus dious. C. Anteos menippe. D. Catonephele acontius. E. Detritivora cleonus. F. Morpho menelaus. G. Parides sp. H-I. Caligo idomeneus, dorsal and ventral view (photos by R. Seminario).
Figura 2 in Lista preliminar de los lepidópteros diurnos (Lepidoptera: Papilionoidea) presentes en el bosque El Pelejo, San Martín, Perú
Figura 2. Aspecto de la zona de muestreo, mostrando su vegetación característica (foto de R. Seminario). / Aspect of the sampling area, showing its characteristic vegetation (photo by R. Seminario).
Figura 4 in Lista preliminar de los lepidópteros diurnos (Lepidoptera: Papilionoidea) presentes en el bosque El Pelejo, San Martín, Perú
Figura 4. Ejemplares de Lepidoptera en busca de sales minerales en una zona lodosa. Un individuo de Heliconius wallacei (parte inferior izquierda), uno de Perrhybris pamela (parte superior izquierda) y cuatro de Itaballia demophile (parte superior derecha) (foto de R. Seminario). / Lepidoptera specimens in search of mineral salts in a muddy area. One individual of Heliconius wallacei (bottom left), one of Perrhybris pamela (top left) and four of Itaballia demophile (top right) (photo by R. Seminario).
Lista de objetos Aparai depositados por Curt Nimuendajú em 1915 no MPEG.
<p>Lista elaborada em 2017 como resultado de pesquisa aprovada pelo Edital Universal de 2016 (CNPQ ) que teve por objetivo esclarecer dúvidas referentes à documentação de 206 objetos do povo indígena Aparai, coletados e depositados no Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) por Curt Nimuendajú e Otto Schulz- Kampfhenkel. A fundamentação teórica se baseou nos conceitos de documento e informação e nas premissas de reconhecidos autores dos campos da Museologia, Ciência da Informação, História, entre outros. A metodologia utilizada incluiu pesquisa documental, com viés histórico, para cotejar as trajetórias dos dois alemães na Amazônia e verificar se os dois pesquisadores participaram juntos de expedições às margens dos rios Jari e Paru, e se conjuntamente depositaram ou não objetos etnográficos no MPEG. Os resultados indicam que os referidos objetos aparai foram depositados no Museu, em 1915 por Curt Nimuendajú e entre 1935-1937 por Otto Schulz-Kampfhenkel.</p>
Figura 1 in Lista actualizada de las aves de Santiago del Estero, Argentina
Figura 1. Provincia de Santiago del Estero. Los Departamentos mencionados con palabras mayúsculas están delimitados con líneas punteadas, y sus localidades de cabecera indicadas con los círculos dobles. APC: Áreas Protegidas de Copo (unidad que integran el Parque Nacional Copo y sus áreas de amortiguamiento Parque Provincial Copo y Reserva Provincial Copo); BF: Bañados de Figueroa; BA: Bañados de Añatuya; LS: Lagunas Saladas; BRD: Bañados del Río Dulce; SA: Salinas de Ambargasta; SG: Sierra de Guasayán. Fuente del mapa: www.ar-map.com.ar, adaptado por Oscar R. Coria.
Figura 3 in Lista atualizada e aspectos sobre a conservação DA floRA VAScuLAR do Parque Estadual do Turvo, Rio Grande do Sul, Brasil
Figura 3. Ambientes existentes no Parque Estadual do Turvo, RS, Brasil. A. Lajedo do rio Uruguai; B. Leito e lajedo do rio Turvo; C. Floresta Estacional Decidual; D. Banhado; E. Campestre. Fotos: A e C. Paulo Brack; B, D-E. Willian S. Piovesani.
Figura 5 in Lista atualizada e aspectos sobre a conservação DA floRA VAScuLAR do Parque Estadual do Turvo, Rio Grande do Sul, Brasil
Figura 5. Algumas espécies ocorrentes no Parque Estadual do Turvo, RS, Brasil. A. Trimezia spathata (Iridaceae); B. Salvia guaranitica (Lamiaceae); C. Dicella nucifera (Malpighiaceae); D. Callianthe picta (Malvaceae); E. Ficus guaranitica (Moraceae); F. Plinia rivularis (Myrtaceae); G. Grandiphyllum divaricatum (Orchidaceae); H. Warrea warreana (Orchidaceae); I. Oxalis cytisoides (Oxalidaceae); J. Scoparia hassleriana (Plantaginaceae); K. Portulaca hatschbachii (Portulacaceae); L. Pleopeltis hirsutissima (Polypodiaceae). Fotos: A-G, I-L. Willian S. Piovesani; H. Cassio Rabuske.
Fig. 1 in Lista preliminar de coleópteros (Insecta: Coleoptera) del sector "LA GredA", Buenos Aires, Morropón, Piura (Peṙ).
Fig. 1.- Mapa de Piura, donde puede observarse el distrito de Morropón (rosado), la provincia de Buenos Aires (rojo) y el sector "La Greda" (Delimitación con línea naranja), donde se señalan las tres zonas de estudio.
Fig. 2.- a in Lista provisional de los Noctuoidea de la provincia de Córdoba (sur de España): I. Notodontidae, Nolidae, Erebidae, Euteliidae (Insecta: Lepidoptera).
Fig. 2.- a.- Thaumetopoea herculeana: Hornachuelos, 400 m.s.n.m., 3-III-2016 (Pablo M. Dobado). b.- Catocala dilecta: Córdoba, 250 m.s.n.m., 9-VII-2015 (Fernando J. Díaz). c.- Catocala oberthueri: Aguilar de la Frontera, 300 m.s.n.m., 1-VII- 2017 (Pablo M. Dobado). d.- Zethes insularis: Espiel, 300 m.s.n.m., 24-III-2014 (Fernando J. Díaz).
Fig. 1 in Lista provisional de los Noctuoidea de la provincia de Córdoba (sur de España): I. Notodontidae, Nolidae, Erebidae, Euteliidae (Insecta: Lepidoptera).
Fig. 1.- Provincia de Córdoba cuadriculada sobre la base de la red UTM 10x10 km. a.- Sectores biogeográficos seġn REDIAM (2010): Hi, Hispalense; Mm, Mariánico-Monchiquense; Ro, Rondeño; Su, Subbético. b.- Comarcas agrarias seġn IECA (2018): CA, Campiña Alta; CB, Campiña Baja; Co, Las Colonias; Pd, Pedroches; Pn, Penibética; Si, La Sierra.
Figura 2 in Los escarabajos del estiércol (Coleoptera: Scarabaeidae: Scarabaeinae) de Quintana Roo, México: Lista anotada de especies y nuevos registros
Figura 2. Vista dorsal de especies de Scarabaeinae registradas en Quintana Roo, México. a) Canthon cyanellus LeConte.b) Copris laeviceps Harold (macho).c) Deltochilum carrilloi González-Alvarado y Vazde-Mello. d) Dichotomius enioi Montoya-Molina y Vaz-de-Mello (macho). e) Onthophagus carpophilus Pereira y Halffter (macho). f) Phanaeus endymion Harold (hembra). g) Pseudocanthon perplexus LeConte. h) Uroxys deavilai Delgado y Kohlmann (macho). i) Uroxys micros Bates. / Dorsal view of Scarabaeinae species recorded in Quintana Roo, Mexico. a) Canthon cyanellus LeConte. b) Copris laeviceps Harold (male). c) Deltochilum carrilloi González-Alvarado & Vaz-de-Mello. d) Dichotomius enioi Montoya-Molina & Vaz-de-Mello (male). e) Onthophagus carpophilus Pereira & Halffter (male). f) Phanaeus endymion Harold (female). g) Pseudocanthon perplexus LeConte. h) Uroxys deavilai Delgado & Kohlmann (male). i) Uroxys micros Bates.
Figura 1 in Los escarabajos del estiércol (Coleoptera: Scarabaeidae: Scarabaeinae) de Quintana Roo, México: Lista anotada de especies y nuevos registros
Figura 1. Principales usos de suelo y tipos de vegetación en el estado de Quintana Roo, México. / Main land uses and vegetation types in the state of Quintana Roo, Mexico.
Figuras 4-6. Ptinidae y in Lista de plantas hospedantes de Ptinidae (Coleoptera: Bostrichoidea) de Chile
Figuras 4-6. Ptinidae y plantas hospedantes (estróbilo, semilla, receptáculos florales). 4. Ozognathus cornutus (LeConte), hábito del adulto, pupa al interior de estróbilo y estróbilo de Araucaria angustifolia con orificios de emergencia. 5. Tricorynus chilensis White; hábito del adulto, pupa al interior de semilla y vainas de Leucaena leucocephala de donde emergieron ejemplares de la especie. 6. Lasioderma bubalus (Fairmaire); hábito del adulto, cámara pupal con ejemplar muerto y receptáculos florales secos de Cynara cardunculus de donde se obtuvo la especie.
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