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Lista de gordiáceos (Nematomorpha) do Brasil

<p>Nematomorpha, comumente conhecidos como vermes-crina-de-cavalo ou gordi&aacute;ceos, constituem um filo de vermes longos e delgados que mant&eacute;m uma rela&ccedil;&atilde;o parasit&aacute;ria com artr&oacute;podes. No Brasil, esses organismos apresentam ainda uma diversidade pouco conhecida, com esp&eacute;cies vivendo em habitats marinhos e de &aacute;gua doce. Apenas sete esp&eacute;cies foram registradas com hospedeiros conhecidos. Esses registros brasileiros est&atilde;o distribu&iacute;dos em 10 estados, sendo que Minas Gerais se destaca com o maior n&uacute;mero de registros (Carvalho, 1942, 1944, 1946, Carvalho; Feio, 1950), um legado atribu&iacute;do ao proeminente zo&oacute;logo brasileiro, Dr.&nbsp;<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos&eacute;_C&acirc;ndido_de_Mello_Carvalho" target="_blank" rel="noopener">Jos&eacute; Candido M. Carvalho</a>. Este levantamento marca o primeiro invent&aacute;rio abrangente de esp&eacute;cies de Nematomorpha descritas para o Brasil. Os Nematomorpha apresentam um ciclo de vida interessante que envolve parasitismo obrigat&oacute;rio em artr&oacute;podes aqu&aacute;ticos durante sua fase larval. Esse ciclo envolve a infec&ccedil;&atilde;o de hospedeiros aqu&aacute;ticos (parat&ecirc;nicos) por ingest&atilde;o passiva. No entanto, &eacute; importante notar que certas esp&eacute;cies tamb&eacute;m s&atilde;o capazes de formar cistos livres ou infectar hospedeiros finais diretamente. As larvas dos gordi&aacute;ceos se desenvolvem dentro dos hospedeiros definitivos, principalmente grilos, gafanhotos, louva-a-deus ou baratas, e emergem posteriormente na &aacute;gua quando esses hospedeiros s&atilde;o induzidos a entrar no ambiente aqu&aacute;tico. Isso permite que o parasito emerja e fa&ccedil;a a transi&ccedil;&atilde;o para adultos de vida livre, que n&atilde;o se alimentam. Esse ciclo complexo tem implica&ccedil;&otilde;es significativas para a ecologia dos ecossistemas de &aacute;gua doce, influenciando as popula&ccedil;&otilde;es de insetos e suas intera&ccedil;&otilde;es com outros organismos. O ciclo de vida &uacute;nico e a diversidade de Nematomorpha no Brasil oferecem uma grande oportunidade para o estudo da ecologia e a evolu&ccedil;&atilde;o desses organismos em um contexto Neotropical. No entanto, apesar de sua import&acirc;ncia ecol&oacute;gica, no Brasil, os membros de Nematomorpha ainda s&atilde;o pouco estudados em muitos aspectos. Pesquisas adicionais s&atilde;o necess&aacute;rias para elucidar melhor sua diversidade, distribui&ccedil;&atilde;o e papel nos ecossistemas aqu&aacute;ticos brasileiros, o que pode ter implica&ccedil;&otilde;es significativas para a conserva&ccedil;&atilde;o da biodiversidade e a gest&atilde;o de recursos h&iacute;dricos.</p> <p>A Lista de gordi&aacute;ceos do Brasil foi organizada por meio dos esfor&ccedil;os do <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna" target="_blank" rel="noopener">Cat&aacute;logo Taxon&ocirc;mico da Fauna do Brasil</a> (CTFB), iniciado em 2015. Antes dessa iniciativa, havia apenas uma estimativa de 12 esp&eacute;cies desse filo no pa&iacute;s (Lewinshon; Prado, 2005). Quando o projeto come&ccedil;ou, esse grupo tinha 16 esp&eacute;cies catalogadas e, com uma extensa busca na literatura, finalmente compilamos 23 nomes de Nematomorpha descritos e/ou registrados no Brasil.</p> <p>As esp&eacute;cies listadas no CTFB s&atilde;o aquelas documentadas na literatura com o Brasil listado como localidade-tipo ou identificadas (e publicadas) dentro do territ&oacute;rio brasileiro. Tr&ecirc;s nomes foram considerados inv&aacute;lidos (Schmidt-Rhaesa <em>et al</em>., 2008). Como nenhuma aloca&ccedil;&atilde;o adequada foi fornecida para esses nomes (e.g., <em>species inquirenda</em>, <em>nomen nudum</em>, sin&ocirc;nimo j&uacute;nior, etc.), eles foram mantidos pendentes de revis&atilde;o de material-tipo e/ou localidade-tipo por especialistas. As esp&eacute;cies end&ecirc;micas s&atilde;o aquelas relatadas exclusivamente no Brasil, enquanto aquelas relatadas tamb&eacute;m em outras regi&otilde;es s&atilde;o consideradas "n&atilde;o end&ecirc;micas do Brasil". Nenhuma dessas esp&eacute;cies atualmente &eacute; considerada amea&ccedil;ada ou em risco.</p> <p>&nbsp;</p> <h2><strong>Conte&uacute;do dos arquivos:</strong></h2> <p>Disponibilizamos dois arquivos em formato <strong>.csv</strong> incluindo uma aba em cada. O conte&uacute;do das abas est&aacute; organizado da seguinte forma, respectivamente:</p> <p>&nbsp; &nbsp; &nbsp;"Brazilian Nematomorpha PT April 26th 2024.csv" [aba Lista PT] &ndash; Lista detalhada das esp&eacute;cies de Nematomorpha que ocorrem no Brasil, vers&atilde;o em portugu&ecirc;s.</p> <p>&nbsp; &nbsp; &nbsp;"Brazilian Nematomorpha EN April 26th 2024.csv" [aba List EN] &ndash; Lista detalhada das esp&eacute;cies de Nematomorpha que ocorrem no Brasil, vers&atilde;o em ingl&ecirc;s.</p> <p>O arquivo em formato <strong>.pdf</strong> possui todas as p&aacute;ginas de Nematomorpha (em ordem taxon&ocirc;mica) dispon&iacute;veis ao p&uacute;blico no site do CTFB.<br>Por fim, um arquivo compactado em formato <strong>.rar</strong> disponibiliza as descri&ccedil;&otilde;es originais das esp&eacute;cies listadas, os registros publicados para as esp&eacute;cies listadas, bem como literatura adicional para a compila&ccedil;&atilde;o da presente lista do Brasil.</p> <p>&nbsp;</p> <h2><strong>Lista taxon&ocirc;mica no <a title="Nematomorpha no CTFB" href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177821" target="_blank" rel="noopener">CTFB</a></strong>:</h2> <p>Filo <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177821" target="_blank" rel="noopener">Nematomorpha</a> Vejdovsky, 1886<br>&nbsp; Ordem <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/233174" target="_blank" rel="noopener">Nectonematoidea</a> Rauther, 1930<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Fam&iacute;lia <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/232711" target="_blank" rel="noopener">Nectonematidae</a> Ward, 1892<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Genus <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/232712" target="_blank" rel="noopener"><em>Nectonema</em></a> Verrill, 1879<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Esp&eacute;cie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/232713" target="_blank" rel="noopener"><em>Nectonema agile</em></a> Verrill, 1879<br>&nbsp; Ordem <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/233175" target="_blank" rel="noopener">Gordioidea</a> Rauther, 1930<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Fam&iacute;lia <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177824" target="_blank" rel="noopener">Chordodidae</a> May, 1919<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; G&ecirc;nero <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177835" target="_blank" rel="noopener"><em>Beatogordius</em></a> Heinze, 1934<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Esp&eacute;cie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177836" target="_blank" rel="noopener"><em>Beatogordius abaiconus</em></a> Carvalho, 1946<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Esp&eacute;cie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177837" target="_blank" rel="noopener"><em>Beatogordius alfredi</em></a> (Camerano, 1894)<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; G&ecirc;nero <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177825" target="_blank" rel="noopener"><em>Chordodes</em></a> Creplin, 1847<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Esp&eacute;cie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177826" target="_blank" rel="noopener"><em>Chordodes balzani</em></a> Camerano, 1896<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Esp&eacute;cie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177827" target="_blank" rel="noopener"><em>Chordodes brasiliensis</em></a> Janda, 1893<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Esp&eacute;cie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177828" target="_blank" rel="noopener"><em>Chordodes carioca</em></a> Carvalho &amp; Feio, 1950<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Esp&eacute;cie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177829" target="_blank" rel="noopener"><em>Chordodes carmelitanus</em></a> Carvalho &amp; Feio, 1950<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Esp&eacute;cie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177830" target="_blank" rel="noopener"><em>Chordodes lenti</em></a> Carvalho, 1944<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Esp&eacute;cie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177833" target="_blank" rel="noopener"><em>Chordodes moraisi</em></a> (Carvalho, 1942)<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Esp&eacute;cie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/232588" target="_blank" rel="noopener"><em>Chordodes parasitus</em></a> Creplin, 1847<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Esp&eacute;cie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/232571" target="_blank" rel="noopener"><em>Chordodes penicillatus</em></a> Camerano, 1895<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Esp&eacute;cie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/232579" target="_blank" rel="noopener"><em>Chordodes peraccae</em></a> (Camerano, 1894)<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Esp&eacute;cie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177831" target="_blank" rel="noopener"><em>Chordodes staviarskii</em></a> Carvalho &amp; Feio, 1950<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Esp&eacute;cie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/232570" target="_blank" rel="noopener"><em>Chordodes variopapillatus</em></a> R&ouml;mer, 1895<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; G&ecirc;nero <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/232575" target="_blank" rel="noopener"><em>Noteochordodes</em></a> De Miralles &amp; De Villalobos, 2000<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Esp&eacute;cie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/232576" target="_blank" rel="noopener"><em>Noteochordodes talensis</em></a> (Camerano, 1897)<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; G&ecirc;nero <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177841" target="_blank" rel="noopener"><em>Paragordius</em></a> Camerano, 1897<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Esp&eacute;cie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177842" target="_blank" rel="noopener"><em>Paragordius esavianus</em></a> Carvalho, 1942<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Esp&eacute;cie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177843" target="_blank" rel="noopener"><em>Paragordius flavescens</em></a> von Linstow, 1906<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Esp&eacute;cie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177844" target="_blank" rel="noopener"><em>Paragordius minusculus</em></a> Carvalho, 1944<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Esp&eacute;cie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177845" target="_blank" rel="noopener"><em>Paragordius varius</em></a> (Leidy, 1851)<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Fam&iacute;lia <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177834" target="_blank" rel="noopener">Gordiidae</a> May, 1919<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; G&ecirc;nero <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/232568" target="_blank" rel="noopener"><em>Acutogordius</em></a> Heinze, 1952<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Esp&eacute;cie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/232569" target="_blank" rel="noopener"><em>Acutogordius acuminatus</em></a> De Miralles &amp; De Villalobos, 1998<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; G&ecirc;nero <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177838" target="_blank" rel="noopener"><em>Gordius</em></a> Linnaeus, 1758<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Esp&eacute;cie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/177840" target="_blank" rel="noopener"><em>Gordius dimorphus</em></a> Poinar, 1991<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Esp&eacute;cie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/232574" target="_blank" rel="noopener"><em>Gordius paranensis</em></a> Camerano, 1892<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Esp&eacute;cie <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/232606" target="_blank" rel="noopener"><em>Gordius robustus</em></a> Leidy, 1851</p> <p>&nbsp;</p> <h2><strong>REFER&Ecirc;NCIAS</strong></h2> <p>Carvalho JC (1942) Studies on some Gordiacea of North and South America. <strong>Journal of Parasitology 28</strong>: 213&ndash;222.</p> <p>Carvalho JC (1944) Considera&ccedil;&otilde;es sobre alguns Gordi&aacute;ceos brasileiros com descri&ccedil;&atilde;o de duas esp&eacute;cies novas (Gordiacea, Chododidae). <strong>Revista Brasileira de Biologia 4</strong>: 485&ndash;491.</p> <p>Carvalho JC (1946) Uma nova esp&eacute;cie de Gordi&aacute;ceo do Brasil e considera&ccedil;&otilde;es s&ocirc;bre <em>Chordodes brasiliensis</em> Janda. <strong>Boletim do Museu Nacional. Nova serie zoologia 62</strong>: 1-8.</p> <p>Carvalho JC, Feio JL (1950) Sobre alguns Gordi&aacute;ceos do Brasil e da Republica Argentina (Nematomorpha, Goirdioidea). <strong>Anais da Academia Brasileira de Ciencias 22</strong>: 193&ndash;206.</p> <p>Lewinsohn TM, Prado PI (2005) How many species are there in Brazil?&nbsp;<strong>Conservation Biology 19</strong>: 619&ndash;624. https://doi.org/10.1111/j.1523-1739.2005.00680.x.</p> <p>Schmidt-Rhaesa A, De Villalobos LC, Zanca F (2008) Summary of <em>Chordodes</em> species (Nematomorpha, Gordiida), with a discussion of their diagnostic characters. <strong>Verhandlungen des NaturwissenschaftlichenVereins in Hamburg 44</strong>: 37&ndash;114.</p> <p>________________________________________</p> <p><em>Cat&aacute;logo Taxon&ocirc;mico da Fauna do Brasil</em>&nbsp;(<em>CTFB</em>) - link: <a href="http://fauna.jbrj.gov.br/fauna" target="_blank" rel="noopener">http://fauna.jbrj.gov.br/fauna</a></p>

opencc-by-4.0Apr 2024View details →
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Lista de municípios prioritários no combate ao desmatamento na Amazônia e Cerrado (Deforestation priority list of municipalities in the Amazon and Cerrado)

<h4>Portugu&ecirc;s</h4> <p>A Lista Negra do desmatamento, da Amaz&ocirc;nia e do Cerrado, &eacute; atualizada pelo Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o (DOU), e determina a identifica&ccedil;&atilde;o de munic&iacute;pios com taxas elevadas de desmatamento. Mais detalhes sobre essa pol&iacute;tica p&uacute;blica podem ser encontrados em <a href="http://dx.doi.org/10.5380/dma.v42i0.53542" target="_blank" rel="noopener">Bizzo et al. (2017)</a>.&nbsp;</p> <p>Os crit&eacute;rios de inclus&atilde;o de um munic&iacute;pio na lista da Amaz&ocirc;nia s&atilde;o: &aacute;rea total de floresta desmatada; &aacute;rea total de floresta desmatada nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos; e aumento da taxa de desmatamento em pelo menos tr&ecirc;s, dos &uacute;ltimos cinco anos. As consequ&ecirc;ncias da inclus&atilde;o na lista s&atilde;o: maior monitoramento e fiscaliza&ccedil;&atilde;o; n&atilde;o aprova&ccedil;&atilde;o de cr&eacute;ditos para atividade agropecu&aacute;ria; embargo de atividades relacionadas ao desmatamento; aplica&ccedil;&atilde;o de multas; divulga&ccedil;&atilde;o de dados do im&oacute;vel rural em que ocorreu a infra&ccedil;&atilde;o, e seu titular. Para a remo&ccedil;&atilde;o da lista, o munic&iacute;pio deve: Possuir 80% de seu territ&oacute;rio, em propriedades rurais, monitorado pelo Cadastro Ambiental Rural (CAR); e manter taxa de desmatamento anual abaixo do limite estabelecido em portaria do Minist&eacute;rio do Meio Ambiente.</p> <p>Os crit&eacute;rios de inclus&atilde;o para os munic&iacute;pios do Cerrado s&atilde;o: m&eacute;dia de desmatamento dos &uacute;ltimos dois anos superior a 25 quil&ocirc;metros quadrados; desmatamento acima de 20% em &aacute;reas de vegeta&ccedil;&atilde;o nativa remanescente no munic&iacute;pio; ou a explora&ccedil;&atilde;o da madeira em &aacute;reas protegidas. Para o Cerrado, n&atilde;o foram estabelecidos crit&eacute;rios para exclus&atilde;o da lista.</p> <p>A s&eacute;rie temporal contendo os munic&iacute;pios que foram inclu&iacute;dos na lista de prioridade e monitoramento para o controle do desmatamento. A s&eacute;rie temporal vai de 2008 a 2022. Os dados foram coletados do Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o (DOU), publicado pelo governo brasileiro.</p> <p>A s&eacute;rie temporal completa encontra-se no arquivo "priority_list.csv".</p> <h4>English</h4> <p>Time series containing the municipalities that were included in the priority and monitoring list for deforestation control. The time series ranges from 2008 and 2022. The data were gathered from the Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o (DOU), published by the Brazilian government.</p> <p>The complete time series is found in the "priority_list.csv" file.</p>

openmit-licenseOct 2023View details →
zenodo44/100

Práticas de Ciência Aberta em Periódicos Científicos Eletrônicos: Análise da Produção Científica Indexada na LENS, REDALYC e LISTA

<p><em>Dataset </em>relacionado com o artigo "Pr&aacute;ticas de Ci&ecirc;ncia Aberta em Peri&oacute;dicos Cient&iacute;ficos Eletr&ocirc;nicos: An&aacute;lise da Produ&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica Indexada na LENS, REDALYC e LISTA". A pesquisa teve como o bjetivo analisar a produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica indexada nas bases de dados cient&iacute;ficos LENS, REDALYC e&nbsp;<em>Library, Information Science and Technology Abstracts</em> (LISTA), sobre pr&aacute;ticas de ci&ecirc;ncia aberta em peri&oacute;dicos cient&iacute;ficos. Trata-se de um estudo descritivo e documental, realizado em tr&ecirc;s fases: (1) a coleta da produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica indexada nas referidas bases de dados cient&iacute;ficas, seguindo a estrat&eacute;gia de busca com operadores booleanos, mediante a combina&ccedil;&atilde;o dos termos "<em>open science practices</em>" AND <em>journals</em>; (2) forma&ccedil;&atilde;o do <em>corpus</em>, utilizando crit&eacute;rios espec&iacute;ficos de inclus&atilde;o e exclus&atilde;o; (3) an&aacute;lise do <em>corpus</em>, quanto ao objetivo do artigo, m&eacute;todo utilizado, resultados, pr&aacute;ticas de ci&ecirc;ncia aberta mencionadas e revista cient&iacute;fica em que foi publicado o artigo. Como resultado, observou-se que a maior parte dos artigos analisados apresentou pesquisa com foco na ci&ecirc;ncia aberta, acesso aberto e dados abertos. A pr&aacute;tica de ci&ecirc;ncia aberta mais mencionada &eacute; o acesso aberto e a <em>Scientometrics</em> foi a revista que mais publicou sobre o assunto. Concluiu-se que mais estudos devem ser feitos, no sentido de se compreender a ado&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas de ci&ecirc;ncia aberta por peri&oacute;dicos cient&iacute;ficos.</p> <p>O <em>Dataset</em> corresponde ao <em>corpus</em> formado na segunda fase e analisado na terceira fase dessa pesquisa.</p>

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Lista dos alunos da AF_EE_EG_EM_1790_1940 (AHM)

<p>Este conjunto de dados resulta&nbsp;da transforma&ccedil;&atilde;o de uma base transcrita da &quot;Lista dos alunos da Academia de Fortifica&ccedil;&atilde;o, Escola do Ex&eacute;rcito, Escola de Guerra e Escola Militar (1790-1940)&quot;, guardada no Arquivo Hist&oacute;rico Militar (AHM), e cuja actividade enquadra-se no &acirc;mbito da parceria realizada entre o projecto TECHNETEMPIRE - REDES T&Eacute;CNICO-CIENT&Iacute;FICAS NA FORMA&Ccedil;&Atilde;O DO AMBIENTE CONSTRU&Iacute;DO NO IMP&Eacute;RIO PORTUGU&Ecirc;S (1647-1871) e o ARQUIVO HIST&Oacute;RICO MILITAR</p> <p>A transcri&ccedil;&atilde;o original foi entregue ao Arquivo Hist&oacute;rico militar a 05 de Fevereiro de 2021.</p> <p>Este conjunto de dados n&atilde;o corresponde a essa lista mas parte dela. No &acirc;mbito do projecto foram introduzidas algumas altera&ccedil;&otilde;es, retirados campos, entre outras coisas para facilitar a an&aacute;lise. A base de dados que se publica agora &eacute; o resultado desse trabalho. &eacute; por isso a vers&atilde;o 2 da base.</p> <p>A vers&atilde;o 1 foi entregue ao Arquivo Hist&oacute;rico Militar.&nbsp;</p> <p>O trabalho de transcri&ccedil;&atilde;o da fonte foi um trabalho realizado em colabora&ccedil;&atilde;o com diversos volunt&aacute;rios. A autoria neste caso aponta para as respons&aacute;veis pela coordena&ccedil;&atilde;o da actividade.&nbsp;</p> <p>Para mais informa&ccedil;&atilde;o sobre a actividade no &acirc;mbito da qual estes dados foram transcritos ver:&nbsp;https://technetempire.fcsh.unl.pt/en/2020-2/9000-on-tuesdays-transcription-marathon/</p> <table> <tbody> <tr> <td>&nbsp;</td> </tr> </tbody> </table>

opencc-by-4.0Feb 2021View details →
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Lista delle fonti note per le opere di Francesco Pollini (1762–1846)

<p>La presente lista elenca tutte le fonti attualmente note per le composizioni di Francesco Pollini, manoscritte o a stampa, fino all&#39;anno 1900 circa. Si tratta di un lavoro preparatorio per il progetto di un catalogo tematico in rete, elaborato all&#39;interno del progetto <a href="https://www.hkb-interpretation.ch/projekte/francesco-pollini-and-the-early-italian-piano-tradition">Francesco Pollini and the early Italian piano tradition</a>&nbsp;sostenuto dal Fondo Nazionale Svizzero&nbsp;presso l&#39;istituto interpretazione della Hochschule der K&uuml;nste Bern (2019&ndash;2022). I dati raccolti sono frutto della ricerca della intera &eacute;quipe, composta da Sara Andreacchio,&nbsp;Claudio Bacciagaluppi,&nbsp;Gigliola Di Grazia e Leonardo Miucci.</p> <p>Si prega di osservare le seguenti note per la consultazione.</p> <ul> <li>Nella colonna <strong>Tipologia</strong> le fonti sono classificate con COL (collezioni miscellanee a stampa), EDT (edizioni a stampa),&nbsp;MSR (manoscritti autografi o copie) e NNN&nbsp;(opere perdute o non identificate).&nbsp;Per le opere a stampa si riportano tutti gli esemplari noti delle prime edizioni. Di eventuali successive edizioni&nbsp;ottocentesche si riportano invece gli estremi bibliografici e la collocazione di un&nbsp;solo esemplare scelto come copia di riferimento.</li> <li>Sotto&nbsp;<strong>N. opus</strong>&nbsp;si trova l&#39;eventuale numero d&#39;opera, che Pollini ha attribuito a molte delle sue pubblicazioni. Sono rari i casi di numerazioni non originali oppure di ristampe che non riportino il numero d&#39;opera corretto. In caso di simili divergenze&nbsp;si omette il numero non originale o si aggiunge&nbsp;il numero d&#39;opera mancante.</li> <li>La colonna&nbsp;<strong>Titolo breve</strong>&nbsp;riporta una versione abbreviata del titolo, ma non si tratta di un titolo standardizzato secondo regole precise.</li> <li>L&#39;<strong>editore</strong> &egrave; indicato soltanto per le fonti pubblicate a stampa, per i manoscritti il campo rimane vuoto.</li> <li>Nel campo&nbsp;<strong>Data</strong>&nbsp;&egrave; indicata la data accertata,&nbsp;approssimativa (es. 1807c), o il termine&nbsp;<em>ante&nbsp;</em>o&nbsp;<em>post quem</em>&nbsp;(es. 1805a, 1821p) di una specifica fonte (non della composizione).</li> <li>Nella colonna&nbsp;<strong>Biblioteca</strong>&nbsp;si utilizzano le sigle convenzionali RISM, eccetto alcuni casi dove una sigla non &egrave; (attualmente) attribuita.</li> <li>Sotto&nbsp;<strong>Segnatura</strong>&nbsp;l&#39;informazione sulla&nbsp;collocazione &egrave; aggiornata al 2023.</li> <li>Nelle tre colonne&nbsp;<strong>RISM</strong>, <strong>SBN</strong> e <strong>Altri cataloghi</strong> sono riportati i link (ove possibile, permalink) alle schede bibliografiche&nbsp;delle fonti nei vari cataloghi in rete.</li> <li>Segue un campo di&nbsp;<strong>Note</strong>&nbsp;libere.</li> <li>La <strong>tonalit&agrave;</strong> &egrave; indicata soltanto per le fonti di composizioni prive di data.</li> <li>Per finire nel campo <strong>FPC</strong> (Francesco Pollini - catalogo)&nbsp;&egrave; indicato il numero di catalogo della composizione contenuta in ciascuna fonte. Il numero di catalogo si compone di una lettera e di un numero.&nbsp;Le lettere&nbsp;indicano la tipologia delle opere:<br> A.&nbsp;&nbsp; &nbsp;composizioni per pianoforte<br> B.&nbsp;&nbsp; &nbsp;altre composizioni strumentali<br> C.&nbsp;&nbsp; &nbsp;composizioni vocali da camera<br> D.&nbsp;&nbsp; &nbsp;composizioni vocali-orchestrali<br> E.&nbsp;&nbsp; &nbsp;musica sacra<br> F.&nbsp; &nbsp; opere didattiche<br> G.&nbsp; &nbsp;opere perdute, arrangiamenti da parte di Pollini di opere altrui e&nbsp;arrangiamenti da parte di terzi di composizioni polliniane.<br> Il numero &egrave; progressivo e segue un ordinamento&nbsp;per data e, se questa &egrave; sconosciuta, per tonalit&agrave; (salendo per gradi da Do maggiore).</li> </ul> <p>Trattandosi di un documento di lavoro &egrave; inevitabile la presenza di errori o incompletezze. Gli autori sono grati per ogni segnalazione.&nbsp;</p>

opencc-by-4.0Aug 2022View details →
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Lista de distribucción de vídeos para la evaluación docente con cuestionarios en Moodle

<p>Videotutoriales sobre <a href="https://docs.moodle.org/all/es/Actividad_de_examen">cuestionarios (ex&aacute;menes)</a> en Moodle, de la Universidad de Burgos:</p> <ul> <li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=wNJMdpwyihY&amp;feature=youtu.be">conceptos b&aacute;sicos</a></li> <li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=xZG11VXd-ys&amp;feature=youtu.be">creaci&oacute;n de un cuestionario</a></li> <li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=pA1K2FC-BeA&amp;feature=youtu.be">a&ntilde;adir preguntas a un cuestionario</a></li> <li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=2H9OjEdm1QI&amp;feature=youtu.be">preguntas cloze</a></li> <li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=bOIb6RuvTC0&amp;feature=youtu.be">revisi&oacute;n de intentos</a></li> </ul>

opencc-by-4.0May 2020View details →
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Figura 1 in Lista preliminar de los lepidópteros diurnos (Lepidoptera: Papilionoidea) presentes en el bosque El Pelejo, San Martín, Perú

Figura 1. (A) Localización de la zona de estudio situada al noreste del departamento de San Martín (B), en el Perú (C). / (A) Location of the study area located northeast of the department of San Martín (B), in Peru (C).

opencc-by-4.0Jan 2022View details →
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Figura 3 in Lista preliminar de los lepidópteros diurnos (Lepidoptera: Papilionoidea) presentes en el bosque El Pelejo, San Martín, Perú

Figura 3. Algunas especies de lepidópteros identificados: A. Heraclides thoas cinyras. B. Historis oidus dious. C. Anteos menippe. D. Catonephele acontius. E. Detritivora cleonus. F.Morpho menelaus. G. Parides sp. H-I. Caligo idomeneus, vistas dorsal y ventral (fotos de R. Seminario). / Some identified lepidopteran species: A. Heraclides thoas cinyras. B. Historis oidus dious. C. Anteos menippe. D. Catonephele acontius. E. Detritivora cleonus. F. Morpho menelaus. G. Parides sp. H-I. Caligo idomeneus, dorsal and ventral view (photos by R. Seminario).

opencc-by-4.0Jan 2022View details →
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Figura 2 in Lista preliminar de los lepidópteros diurnos (Lepidoptera: Papilionoidea) presentes en el bosque El Pelejo, San Martín, Perú

Figura 2. Aspecto de la zona de muestreo, mostrando su vegetación característica (foto de R. Seminario). / Aspect of the sampling area, showing its characteristic vegetation (photo by R. Seminario).

opencc-by-4.0Jan 2022View details →
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Figura 4 in Lista preliminar de los lepidópteros diurnos (Lepidoptera: Papilionoidea) presentes en el bosque El Pelejo, San Martín, Perú

Figura 4. Ejemplares de Lepidoptera en busca de sales minerales en una zona lodosa. Un individuo de Heliconius wallacei (parte inferior izquierda), uno de Perrhybris pamela (parte superior izquierda) y cuatro de Itaballia demophile (parte superior derecha) (foto de R. Seminario). / Lepidoptera specimens in search of mineral salts in a muddy area. One individual of Heliconius wallacei (bottom left), one of Perrhybris pamela (top left) and four of Itaballia demophile (top right) (photo by R. Seminario).

opencc-by-4.0Jan 2022View details →
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Lista de objetos Aparai depositados por Curt Nimuendajú em 1915 no MPEG.

<p>Lista elaborada em 2017 como resultado de pesquisa aprovada pelo Edital Universal de 2016 (CNPQ ) que teve por objetivo esclarecer d&uacute;vidas referentes &agrave; documenta&ccedil;&atilde;o de 206 objetos do povo ind&iacute;gena Aparai, coletados e depositados no Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi (MPEG) por Curt Nimuendaj&uacute; e Otto Schulz- Kampfhenkel. A fundamenta&ccedil;&atilde;o te&oacute;rica se baseou nos conceitos de documento e informa&ccedil;&atilde;o e nas premissas de reconhecidos autores dos campos da Museologia, Ci&ecirc;ncia da Informa&ccedil;&atilde;o, Hist&oacute;ria, entre outros. A metodologia utilizada incluiu pesquisa documental, com vi&eacute;s hist&oacute;rico, para cotejar as trajet&oacute;rias dos dois alem&atilde;es na Amaz&ocirc;nia e verificar se os dois pesquisadores participaram juntos de expedi&ccedil;&otilde;es &agrave;s margens dos rios Jari e Paru, e se conjuntamente depositaram ou n&atilde;o objetos etnogr&aacute;ficos no MPEG. Os resultados indicam que os referidos objetos aparai foram depositados no Museu, em 1915 por Curt Nimuendaj&uacute; e entre 1935-1937 por Otto Schulz-Kampfhenkel.</p>

opencc-by-4.0Aug 2017View details →
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Figura 1 in Lista actualizada de las aves de Santiago del Estero, Argentina

Figura 1. Provincia de Santiago del Estero. Los Departamentos mencionados con palabras mayúsculas están delimitados con líneas punteadas, y sus localidades de cabecera indicadas con los círculos dobles. APC: Áreas Protegidas de Copo (unidad que integran el Parque Nacional Copo y sus áreas de amortiguamiento Parque Provincial Copo y Reserva Provincial Copo); BF: Bañados de Figueroa; BA: Bañados de Añatuya; LS: Lagunas Saladas; BRD: Bañados del Río Dulce; SA: Salinas de Ambargasta; SG: Sierra de Guasayán. Fuente del mapa: www.ar-map.com.ar, adaptado por Oscar R. Coria.

opencc-by-4.0May 2021View details →
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Figura 3 in Lista atualizada e aspectos sobre a conservação DA floRA VAScuLAR do Parque Estadual do Turvo, Rio Grande do Sul, Brasil

Figura 3. Ambientes existentes no Parque Estadual do Turvo, RS, Brasil. A. Lajedo do rio Uruguai; B. Leito e lajedo do rio Turvo; C. Floresta Estacional Decidual; D. Banhado; E. Campestre. Fotos: A e C. Paulo Brack; B, D-E. Willian S. Piovesani.

opencc-by-4.0Jan 2024View details →
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Figura 5 in Lista atualizada e aspectos sobre a conservação DA floRA VAScuLAR do Parque Estadual do Turvo, Rio Grande do Sul, Brasil

Figura 5. Algumas espécies ocorrentes no Parque Estadual do Turvo, RS, Brasil. A. Trimezia spathata (Iridaceae); B. Salvia guaranitica (Lamiaceae); C. Dicella nucifera (Malpighiaceae); D. Callianthe picta (Malvaceae); E. Ficus guaranitica (Moraceae); F. Plinia rivularis (Myrtaceae); G. Grandiphyllum divaricatum (Orchidaceae); H. Warrea warreana (Orchidaceae); I. Oxalis cytisoides (Oxalidaceae); J. Scoparia hassleriana (Plantaginaceae); K. Portulaca hatschbachii (Portulacaceae); L. Pleopeltis hirsutissima (Polypodiaceae). Fotos: A-G, I-L. Willian S. Piovesani; H. Cassio Rabuske.

opencc-by-4.0Jan 2024View details →
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Fig. 1 in Lista preliminar de coleópteros (Insecta: Coleoptera) del sector "LA GredA", Buenos Aires, Morropón, Piura (Peṙ).

Fig. 1.- Mapa de Piura, donde puede observarse el distrito de Morropón (rosado), la provincia de Buenos Aires (rojo) y el sector "La Greda" (Delimitación con línea naranja), donde se señalan las tres zonas de estudio.

opencc-by-4.0Dec 2017View details →
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Fig. 2.- a in Lista provisional de los Noctuoidea de la provincia de Córdoba (sur de España): I. Notodontidae, Nolidae, Erebidae, Euteliidae (Insecta: Lepidoptera).

Fig. 2.- a.- Thaumetopoea herculeana: Hornachuelos, 400 m.s.n.m., 3-III-2016 (Pablo M. Dobado). b.- Catocala dilecta: Córdoba, 250 m.s.n.m., 9-VII-2015 (Fernando J. Díaz). c.- Catocala oberthueri: Aguilar de la Frontera, 300 m.s.n.m., 1-VII- 2017 (Pablo M. Dobado). d.- Zethes insularis: Espiel, 300 m.s.n.m., 24-III-2014 (Fernando J. Díaz).

opencc-by-4.0Nov 2019View details →
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Fig. 1 in Lista provisional de los Noctuoidea de la provincia de Córdoba (sur de España): I. Notodontidae, Nolidae, Erebidae, Euteliidae (Insecta: Lepidoptera).

Fig. 1.- Provincia de Córdoba cuadriculada sobre la base de la red UTM 10x10 km. a.- Sectores biogeográficos seġn REDIAM (2010): Hi, Hispalense; Mm, Mariánico-Monchiquense; Ro, Rondeño; Su, Subbético. b.- Comarcas agrarias seġn IECA (2018): CA, Campiña Alta; CB, Campiña Baja; Co, Las Colonias; Pd, Pedroches; Pn, Penibética; Si, La Sierra.

opencc-by-4.0Nov 2019View details →
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Figura 2 in Los escarabajos del estiércol (Coleoptera: Scarabaeidae: Scarabaeinae) de Quintana Roo, México: Lista anotada de especies y nuevos registros

Figura 2. Vista dorsal de especies de Scarabaeinae registradas en Quintana Roo, México. a) Canthon cyanellus LeConte.b) Copris laeviceps Harold (macho).c) Deltochilum carrilloi González-Alvarado y Vazde-Mello. d) Dichotomius enioi Montoya-Molina y Vaz-de-Mello (macho). e) Onthophagus carpophilus Pereira y Halffter (macho). f) Phanaeus endymion Harold (hembra). g) Pseudocanthon perplexus LeConte. h) Uroxys deavilai Delgado y Kohlmann (macho). i) Uroxys micros Bates. / Dorsal view of Scarabaeinae species recorded in Quintana Roo, Mexico. a) Canthon cyanellus LeConte. b) Copris laeviceps Harold (male). c) Deltochilum carrilloi González-Alvarado &amp; Vaz-de-Mello. d) Dichotomius enioi Montoya-Molina &amp; Vaz-de-Mello (male). e) Onthophagus carpophilus Pereira &amp; Halffter (male). f) Phanaeus endymion Harold (female). g) Pseudocanthon perplexus LeConte. h) Uroxys deavilai Delgado &amp; Kohlmann (male). i) Uroxys micros Bates.

opencc-by-4.0Jun 2022View details →
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Figura 1 in Los escarabajos del estiércol (Coleoptera: Scarabaeidae: Scarabaeinae) de Quintana Roo, México: Lista anotada de especies y nuevos registros

Figura 1. Principales usos de suelo y tipos de vegetación en el estado de Quintana Roo, México. / Main land uses and vegetation types in the state of Quintana Roo, Mexico.

opencc-by-4.0Jun 2022View details →
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Figuras 4-6. Ptinidae y in Lista de plantas hospedantes de Ptinidae (Coleoptera: Bostrichoidea) de Chile

Figuras 4-6. Ptinidae y plantas hospedantes (estróbilo, semilla, receptáculos florales). 4. Ozognathus cornutus (LeConte), hábito del adulto, pupa al interior de estróbilo y estróbilo de Araucaria angustifolia con orificios de emergencia. 5. Tricorynus chilensis White; hábito del adulto, pupa al interior de semilla y vainas de Leucaena leucocephala de donde emergieron ejemplares de la especie. 6. Lasioderma bubalus (Fairmaire); hábito del adulto, cámara pupal con ejemplar muerto y receptáculos florales secos de Cynara cardunculus de donde se obtuvo la especie.

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Allen Brain Atlas is an Allen Institute collection of brain map atlases, datasets, APIs, and analysis tools covering mouse, human, and non-human primate brain resources.

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ABODe is a University of Edinburgh DataShare dataset for behavior classification in group-housed mice using home-cage video, identities, bounding boxes, ground-plate positions, and annotator labels.

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